União Europeia se une à ONU para ajudar refugiados com a Ethereum

A União Europeia se une às Nações Unidas para ajudar de forma transparente os refugiados, usando a blockchain Ethereum: distributed ledger technology (DLT) – a tecnologia de registro distribuído. A reunião do Parlamento Europeu na última semana mostra que o grupo de trabalho da DLT, constituído no início deste ano, já gastou metade do seu orçamento de € 850,000 (US $ 1 milhão). Conhecido como ‘Horizontal Task Force on Distributed Ledger Technology’, trata-se de um caso de uso definido no último documento da UE que diz respeito ao auxílio a refugiados e à pesquisa do DLT.

Um caso de uso específico que deveria ser explorado é o potencial das soluções DLT para o gerenciamento da situação dos refugiados, afirma a emenda. Muitos refugiados e pessoas em situações semelhantes são incapazes de provar sua identidade ou acessar serviços essenciais.

A blockchain, alimentada pela Ethereum, poderia facilitar o processo de integração, fornecendo novas e mais eficientes formas de identificação de pessoas sem documentos que chegam à União Européia. […] Os governos da EU, em parceria com outros países e organizações como ONGs, precisam de soluções inovadoras para gerenciar os crescentes fluxos de imigrantes e sua estadia temporária em diferentes países, continua o Parlamento Europeu. As aplicações DLT podem ser úteis devido à sua arquitetura distribuída e resiliente. Em junho, as Nações Unidas anunciaram planos para usar Ethereum para ajudar os refugiados em crise na Síria.

Blockchain pode registrar a identificação do refugiado

Ethereum avança a uma enorme velocidade com as integrações patrocinadas pelo Estado também provenientes da Rússia nesta semana. Membros da Fundação Ethereum assinaram um acordo com o banco de desenvolvimento deste governo, VEB, com o objetivo de aumentar o conhecimento e a propagação das soluções Ethereum Blockchain.

O registro de refugiados na Blockchain tem sido foco de startups há vários anos. Em 2015, o BitNation conseguiu documentar as primeiras chegadas, num momento em que as respostas governamentais estavam longe de ser sólidas. A crise dos refugiados na Europa é imensa e levará anos para se resolver o problema de milhões de pessoas sem pátria que não podem abrir contas bancárias, nem mesmo trabalhar legalmente, afirmou a fundadora da BitNation, Susanne Tarkowski-Tempelhof, à Cointelegraph à época. Há um enorme e urgente vácuo para preencher. Os governos não vão fazer isso porque estão em um impasse político quando se trata de imigração .

Fonte: Cointelegraph

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