Os pagamentos instantâneos estão prestes – novembro de 2020 – a se tornar o padrão das transações no Brasil, com o PIX, marca criada pelo Banco Central que vai permitir que operações como transferências e pagamentos sejam feitas em poucos segundos e nos 365 dias do ano. Os requisitos técnicos de segurança estipulados pelo Banco Central (BACEN) são bem detalhados e requerem das instituições financeiras participantes a adoção de tecnologias para evitar fraudes e vazamentos, como criptografia e autenticação mútua na comunicação; assinatura digital das mensagens e certificados digitais.
Nesse novo ambiente, as instituições precisam implementar soluções que garantam total segurança das chaves digitais usadas para validar as transações realizadas pelo PIX, respeitando os vários protocolos e padrões determinados pelo BACEN.

Solução atende requisitos de segurança do BACEN para o PIX
A E-VAL, empresa especializada em serviços e soluções para assinatura digital, autenticação e proteção de dados, desenvolveu o CryptoPIX, solução de segurança para pagamentos instantâneos do Banco Central. “Ela atende os requisitos estabelecidos pelo BACEN para o PIX, tais como segurança, escalabilidade e elasticidade para milhões de transações ao mesmo tempo, inclusive quando houver picos”, explica Murilo Fernandes, especialista em autenticação, formalização digital e criptografia da E-VAL
De acordo com o executivo, o CryptoPIX provê alta segurança para as chaves digitais usadas para validar as transações realizadas pelo PIX, sendo o alicerce para os projetos de autenticação, assinatura e proteção de dados de instituições financeiras nesse novo ambiente de pagamento.
A importância dos Módulos de Segurança de Hardware para a segurança de pagamentos
O sucesso da execução de pagamentos instantâneos pelas instituições financeiras está diretamente relacionado à superação de desafios como segurança, escalabilidade e flexibilidade. Ciente disso, a E-VAL integrou a plataforma HSM – Hardware Security Module – da Thales à sua solução criptográfica.
Abílio Igescar Branco Jr., Gerente de Vendas da Thales para proteção de dados e criptografia no Brasil, explica que o SafeNet Luna HSM da Thales atende todos os requisitos de proteção de hardware estabelecidos pelo Banco Central para o PIX, além de ter sido projetado para se integrar com interfaces de pagamento nacionais e mundiais.
“Essa característica preserva o investimento das instituições, uma vez que antecipa movimentos futuros que extrapolam as fronteiras nacionais. A criptografia em hardware do Safenet Luna HSM da Thales atende certificações do Brasil e do mundo, incluindo a validação ICP-Brasil e FIPS 140-2”, assinala.
O executivo da Thales salienta ainda que produtos HSM da empresa protegem mais de 80% de todas as transações de pagamento em pontos de venda do mundo e que a empresa é responsável por sistemas de proteção da informação usados por 19 dos 20 maiores bancos do planeta.
Microsservicos e LGPD
Para atender aos desafios do PIX, o CryptoPIX conta com arquitetura baseada em microsserviços e solucoes cloud-native, o que garante disponibilidade 24x7x365, atingindo o tempo estimado da transação entre recebedor e pagador em menos de dez segundos, sendo escalável, seguro e flexível.
Fernandes comenta, também, que a solucao acelera desempenho dos processamentos das operações criptográficas, armazenando as chaves com alta segurança e resistência a violações, ajudando na conformidade com LGPD, GDPR, eIDAS, PCI-DSS, HIPAA.
Você pode conferir todos os detalhes sobre o CryptoPIX no dia 4 de junho, às 11h, quando a E-VAL e Thales vão realizar um webinar sobre os desafios de como implementar Pagamentos Instantâneos PIX com Segurança, Escala e Flexibilidade.