O Santander automatizou, desde abril de 2016, o ciclo de desenvolvimento de sistemas, com a metodologia DevSecOps, que combina abordagens tradicionais do DevOps com práticas de segurança mais fortemente construídas desde a construção até entrega do software. Anteriormente, toda intervenção era feita manualmente por um ou vários colaboradores. Com a automação, além de agilizar as entregas, o banco reduziu gaps e assegurou mais sinergia entre os times de desenvolvimento e de operações (infraestrutura). Segundo a instituição, o objetivo da iniciativa DevSecOps foi o de quebrar os “silos” e melhorar os processos, acelerar as entregas em produção, com elevado grau de qualidade.
O projeto agrupou tecnologias específicas em: análise do código em relação à vulnerabilidade/segurança (SAST+DAST), complexidade, análise ciclomática e de qualidade; testes unitários e automatizados (regressivos e visuais); criação de estrutura de dados. Bem como HUB de Serviços; controle de obsolescência, de monitoramento e de tagueamento e builds, empacotamento e deploy.
Atualmente, 93% dos projeto de canais usam o DevSecOps, o que, aliado à prática Ágil, também adotada pelo Santander em 100% desses projetos, auxilia na ampliação da competitividade, sendo “estratégica e vencedora na visão do Banco Santander Brasil,” informa a instituição.
Além disso, para apoiar os times, o Santander criou um modelo de Maturidade avançado, com um auto avaliação mensal para identificar como evolui a aderência em relação ao DevOps, à Qualidade, à Governança e à Arquitetura estabelecidos no Ágil do Santander. Essa avaliação traz perguntas objetivas que podem ser respondidas apenas com “Sim” ou “Não”. Cada resposta negativa exige a criação de um plano de ação.