Revolução no setor financeiro alcança obrigações legais

Por Marcelo França, CEO da Celcoin
Nos últimos anos, o setor financeiro brasileiro tem passado por uma verdadeira revolução impulsionada pela inovação tecnológica. O Banco Central tem desempenhado um papel fundamental nesse processo, promovendo mudanças regulatórias que estimulam a competição e a modernização do mercado.
Uma das principais transformações foi a criação das Instituições de Pagamento (IP), em 2013, e das Sociedades de Crédito Direto (SCD), em 2018, que permitiram o surgimento de uma grande variedade de instituições e serviços financeiros inovadores. Além disso, o lançamento do PIX e a implementação do Open Banking abriram novas oportunidades para o desenvolvimento de soluções de pagamento e compartilhamento de dados mais eficientes e de forma segura.
No entanto, mesmo com todas essas mudanças, ainda há desafios a serem superados, especialmente no que diz respeito ao cumprimento das obrigações regulatórias dessas novas instituições. Isso acontece especialmente porque, atualmente, as soluções de tecnologia que as permitiriam cumprir tais requisitos, na verdade, tornam o trabalho mais árduo – muitas vezes são pesadas e datadas, dificultando o processo para as instituições agora reguladas.
Mas, há solução. E é para esse caminho que estamos olhando aqui na Celcoin com a aquisição da Regulatório Mais (Reg+). Com tecnologia avançada, moderna e integração simplificada por meio de microsserviços, as instituições financeiras terão em suas mãos o potencial de simplificar e agilizar o cumprimento de obrigações regulatórias, permitindo que as novas instituições financeiras se concentrem no que realmente importa: atender às necessidades dos seus clientes.
Associando expertise em regulatório e contabilidade a uma infraestrutura tecnológica robusta, será possível oferecer soluções que as ajudem a cumprir os requisitos exigidos pelas autoridades de forma mais eficiente e, certamente, mais econômica. Isso inclui o envio de relatórios e arquivos financeiros, contábeis e fiscais, como: CADOCs BACEN (inclusive contábil e crédito), DIMP, Cálculo de Patrimônio de Referência e PDD (novo modelo IFRS9), entre outros. 
E não só isso: essa facilidade ainda favorece a entrada de novos players no mercado, além de contribuir para o desenvolvimento de um ecossistema mais dinâmico e inovador, que vai impulsionar a evolução do setor financeiro brasileiro para onde ele deve realmente ir: o futuro.

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