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Receita das ofertas digitais da Stefanini Ventures cresce 35%, com modelo de aquisição de várias empresas

Por Edilma Rodrigues

A Stefanini Ventures, divisão do Grupo Stefanini que atua como aceleradora para desenvolver soluções digitais para a empresa e seus parceiros, registra crescimento de 35%, o que corresponde a quase 1 bilhão de reais de receita. O grupo trabalha em duas frentes: Agile Development, com equipes multidisciplinares com visão integrada de negócio, e a Ventures, que responde por quase 30% do negócio. E, de acordo com o CEO global da Stefanini, Marco Stefanini, deve passar a representar 50% do total da receita da empresa em três anos.

Segundo a multinacional brasileira, em quatro anos (a partir de 2015), a receita das ofertas digitais deu um salto exponencial e as ventures tiveram um crescimento equivalente a nove vezes o faturamento inicial. “A expectativa é atingir 20 vezes em seis anos, ou seja, até o fim de 2021,” assinala o diretor de novos negócios e responsável pela Stefanini Ventures, Guilherme Stefanini. diretor de Novos Negócios e responsável pela Stefanini Ventures. 

A Stefanini Ventures é formada por um ecossistema digital composto a partir da aquisição de várias empresas, que foram integradas ao grupo por terem soluções maduras e prontas para escalar. “90% das ventures ou já atingiram o break even ou já dão lucro,” comenta Marco Stefanini.

A expectativa da Stefanini é encerrar o ano com um aumento de 10% no faturamento global – R$ 3,3 bilhões, sendo que a participação das operações no exterior ultrapassa mais de 50%. Hoje, a empresa, considerada a quinta mais internacionalizada pelo Ranking da Fundação Dom Cabral, está presente em 41 países. O último a integrar a lista foi a Ucrânia. 

Para garantir esses resultados, a Stefanini investiu em algumas soluções, que considera as grandes tendências para os próximos anos: Agile Development, Analytics, Banking in a Box, Cibersecurity, Indústria 4.0, Marketing Digital e Inteligência Artificial (Sophie as a Service). 

O Bank in a Box é uma das apostas promissoras da empresa. Sua plataforma modular atende a bancos de todos os portes, fintechs, empresas com e sem experiência em oferecer serviços bancários. A Stefanini conta com um core bancário embarcado para uso numa plataforma escalável, a Topaz, que roda em 20 países – no Brasil a solução está disponível há dois anos, com um crescimento médio de 40% ao ano. Além de a plataforma atuar em tempo real (24 X 7), ela é multimoeda, com capacidade de realizar todas as etapas de gerenciamento de um banco, permitindo que as instituições transformem seus processos de core banking com mais agilidade, segurança e redução de custos. 

Além da solução de core banking, a Stefanini possui uma oferta completa de banco digital com grande aderência entre instituições pequenas e médias que desejam migrar para o mundo digital. Os projetos são desenhados de maneira personalizada para que a implementação aconteça em até quatro meses. “O ecossistema de inovação da Stefanini, por meio de suas ventures, garante a oferta de uma solução de ponta a ponta para que empresas de todos os setores possam disponibilizar serviços financeiros, explorando uma oferta integrada, com boas perspectivas para os próximos anos”, explica o CEO da Stefanini Brasil, Marcelo Ciasca. 

Com a evolução do conceito criado de Banking in a Box, a Stefanini desenvolveu novas funcionalidades para o lançamento da solução como serviço. Assim, as marcas podem ter seus bancos digitais totalmente White-Label, com ofertas pré-configuradas, modulares, simples e seguras. A plataforma Bank in a Box será direcionada para as funcionalidades de pré e pós-pago, além de conta de pagamento. 

A solução é ideal para empresas que possuem um ‘aquário de clientes’ ativos e que desejam oferecer serviços financeiros. Um exemplo disso são as financeiras, por estarem ligadas ao varejo; telecom, empresas de mobilidade urbana, com um alto volume de transações diárias; empresas de transportes, que trabalham com caminhoneiros e motoboys que precisam realizar pagamentos frequentes e podem oferecer benefícios, criando um arranjo de pagamento para que o dinheiro não saia da fronteira e renda mais. “Trata-se de um ecossistema de inovação com a capacidade de auxiliar o cliente a transacionar a aquisição e retenção de seu ‘aquário’ com marketing digital e soluções de engajamento”, destaca Breno Barros, diretor global de Inovação e Negócios Digitais da Stefanini.

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