Raízen compra Payly e avança em serviços financeiros

Raízen compra Payly e avança em serviços financeiros

Por Edilma Rodrigues

A Raízen anunciou, na segunda-feira (17), a aquisição de 100% da Payly, instituição de pagamento em processo de autorização junto ao Banco Central, por 78 milhões de reais, pagos à Cosan, controladora da startup. Com a operação, a companhia de energia cria uma unidade de serviços financeiros, com um potencial de atingir um ecossistema de cerca de mais de 8 mil postos revendedores, 5 mil clientes B2B, 50 milhões de clientes finais, 17 mil clientes no segmento de energia elétrica, 1,5 mil lojas e mercados de proximidade e conveniência.

O presidente da Raízen, Ricardo Mussa, explica que a iniciativa fortalece a relação com os parceiros de negócios da empresa, com conveniência, fidelização e fomento mercantil, com sustentabilidade financeira. 

A aquisição expande o potencial de crescimento da Raízen a partir de três pilares principais: independência e foco; inteligência de dados para alocação de capital e gerenciamento de riscos e especialidade em captação de recursos de terceiros. “Tudo será orientado para desenvolver soluções financeiras que melhor atendam seus parceiros e que fomentarão conveniência e fidelidade, impactando positivamente todas as cadeias de negócios e gerando um fluxo de receitas previsível e estável”, explica a nota divulgada à imprensa.

A Payly traz uma plataforma operacional e de tecnologia bem desenvolvida, de baixo risco, uma relação consolidada com parceiros e clientes e já em processo de autorização junto ao Banco Central do Brasil, o que foi muito atraente para a Raízen. Já conectada à solução Shell Box, a plataforma será impulsionada pelo aumento dos meios de pagamento via app e soluções de crédito para capital de giro B2B.

A estrutura da unidade de serviços financeiros responde a um comitê formado por executivos e membros do conselho da Raízen, de forma independente, garantido agilidade e autonomia para tomada de decisões. 

A transação será submetida ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e está sujeita ao cumprimento de condições precedentes.

Com informações da assessoria de imprensa

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