Tiago Aguiar, Superintendente Executivo de Produtos, Novos Negócios e Marketing da TecBan

Por que a geração Z é a que mais frequenta agências bancárias?

Tiago Aguiar, Superintendente Executivo de Produtos, Novos Negócios e Marketing da TecBan
Recentemente, tive acesso a um guia geracional voltado para líderes do mercado financeiro, disponibilizado pela Adrenaline, empresa americana de experiência de marca. Há um recorte sobre a relação da geração Z (pessoas que nasceram entre 1995 e 2010) com o dinheiro que gerou uma série de insights sobre educação financeira. 
Um dos dados curiosos é que esse grupo geracional, nos Estados Unidos, frequenta três vezes mais as agências bancárias do que os Boomers – nascidos entre 1945 e 1964. Claro que há uma série de razões que influenciam nessa frequência, mas o que mais me chama a atenção são os motivos que levam aqueles jovens aos bancos. De acordo com o relatório, eles gostam de receber conselhos e orientações dos consultores sobre finanças, além de darem preferência por finalizar a abertura de conta junto a um profissional. 83% deles, inclusive, esperam que os processos bancários melhorem, já que isso interfere diretamente na relação que eles têm com as agências onde possuem contas e investimentos. 
O relatório ainda mostra que para 80% dos jovens entre 18 e 21 anos o dinheiro é um fator de estresse significativo. Paralelo a esse dado, temos 93% desse público seguros de que a alfabetização financeira é a chave para alcançar objetivos de vida, sendo que a pontuação média que recebem no Teste Nacional de Alfabetização Financeira é de 64%. 
Esses recortes comportamentais dizem muito mais do que cifras. Eles revelam como esses jovens estão se movimentando para tornar as relações mais sustentáveis, inclusive, e não principalmente, com o dinheiro. Afinal, ainda de acordo com o relatório, eles estão mais preocupados e interessados com o que as marcas e companhias do mercado financeiro estão oferecendo e fazendo para incluir e educar pessoas financeiramente, do que aquilo que estão falando sobre si mesmas nas redes sociais, por exemplo. É uma tendência geracional que nos convoca a refletir sobre a experiência que estamos proporcionando aos clientes e como contribuímos para sua liberdade financeira. 
Por isso, vejo que os canais de atendimento precisam estar cada vez mais inseridos na jornada das pessoas e ofertar serviços que coloque a instituição como uma consultora financeira e parceira ao longo da vida desta e de outras gerações.
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