Com aquisição, empresa passa a ser também uma instituição financeira e projeta aumentar a base de clientes em mais de 250%, além de desenvolver novos produtos
As companhias já atuavam, desde 2018, em modelo de parceria. E a partir de agora, a fintech pode expandir o seu portfólio com a concessão de Cédulas de Crédito Bancário (CCB), o que deve ajudar mais de 600 parceiros e 20 mil estabelecimentos, além de aumentar a base de clientes em cerca de 250% até 2025.
Segundo Felipe Negri, CEO do Pinbank, a ideia também é aumentar a fidelização do público-alvo, uma vez que os usuários dos seus serviços não precisarão migrar para outra instituição para obter recursos. “Não estamos comprando crescimento inorgânico, mas, sim, mais ativos e licenças para que possamos desenvolver novos produtos, indo além da área de pagamentos”, diz.
Novas linha de atuação
No curto prazo, a fintech passará a atuar em duas novas frentes: uma relacionada ao Crédito Empreendedor, trazendo novas soluções dentro desse âmbito; e o cartão de crédito pós-pago para PJs – ambas devem ser lançadas em janeiro do ano que vem.
O portfólio de produtos da Polocred focado em microcréditos também será incorporado ao ecossistema do Pinbank. Com isso, a empresa pode, inclusive, ser um veículo para linhas incentivadas do governo.
Além disso, o Pinbank deve realizar um aporte de capital próprio entre R$ 7 e 10 milhões até o mês de dezembro. Feito esse aporte, a companhia já abre margem para alavancar o produto no mercado.
Negri também ressalta que a fintech olha para a antecipação de recebíveis no futuro. “É uma fonte de renda muito relevante por ser uma provável evolução para uma Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimento (SCFI). Assim, poderíamos criar a abertura de fundos para captar recursos mais acessíveis e continuar a crescer dentro do segmento”, finaliza.
(Fonte: Assessoria de Imprensa)