Itaú é primeiro banco a lançar unidade de tokenização a custódia de ativos

Itaú é primeiro banco a lançar unidade de tokenização a custódia de ativos

Por Blocknews, parceiro CB

O Itaú Digital Assets, nova unidade do banco, realizou um primeiro teste de tokenização de debêntures e espera lançar a unidade no mercado até o final do ano, anunciou nesta quinta-feira (14), Vanessa Fernandes, CEO do braço de negócios. Até onde se sabe, é o primeiro banco do Brasil e, segundo ela, do mundo a lançar um negócio que abrange a emissão de tokens, distribuição e custódia tanto de ativos de seu portfolio. Mas, que também poderá atender outras instituições financeiras. O objetivo do banco ao sair na frente é ser líder de mercado.

“É possível mudar o sistema financeiro com plataformas mais simples e investimentos alternativos”, afirmou a executiva. Segundo ela, que fica em Nova York, há muitos bancos entrando no segmento de criptomoedas, mas não em criptoativos. “Entendo que vão se inspirar no que estamos desenvolvendo aqui.”

Além disso, o banco confirmou que estuda a possibilidade de, num futuro ainda indefinido, oferecer também criptomoedas, uma vez que está vendo interesse dos clientes nesses produtos.

O objetivo é conquistar clientes pessoa física que queiram mais uma alternativa de investimentos, disse Michel Cury, superintendente de mesas e produtos do Itaú Unibanco. O tipo de cliente vai depender de cada ativo que for lastro dos tokens. Luciano Diafeira, superintendente de mesas e produtos e tesouraria, disse que o a unidade é um braço inserido na estratégia de inovação e busca de eficiência pelos bancos.

Itaú Digital Assets mira em investidor pessoa física

A questão da alternativa também vale para os emissores que pode decidir, por exemplo, se tokeniza ou vai pelo caminho de um fundo de direitos creditórios (FDIC). Mas isso passa por avaliações de critérios como custo, completou Cury. “No final do dia, é a taxa que conta para a aceitação pelo cliente e que gera demanda. Fato é que tokenização tem vantagens como redução de custo, agilidade e segurança, em especial se o ativo for fracionado para venda.

Portanto, neste momento, a questão não é só conquistar a pessoa física investidora. É também conquistar os clientes que vejam sentido em tokenizar ativos. Por isso, a questão da educação é fundamental, segundo o banco. Tanto que o anúncio da área acontece agora que há teste bem sucedido para mostrar ao mercado que o banco faz isso e que é algo possível e com benefícios.

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