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Itaú agiliza análise de crédito rural

O Itaú automatizou, centralizou e padronizou o processo de análise e enquadramento técnico de operações de crédito rural, com ferramenta que aperfeiçoa todo o processo. A iniciativa permitiu aumentar, de forma relevante, a produtividade da análise das operações, reduzir o tempo de processamento, padronizar o contato via e-mail e aumentar a eficiência. Para se ter uma ideia, houve redução de 39% no tempo médio de análise, que caiu de 01:32:05 para 00:55:46 por operação e aumento de 78% no volume analisado por profissional, no ano safra 2016/2017(de jul/16 – jun/17), que passou de 249 para 444 operações.

O projeto Agro Analysis rendeu ao Itaú a disputa pelo Prêmio Relatório Bancário 2017, nas categorias processos e disrupção. De acordo com o banco, esta é a primeira ferramenta centralizada de enquadramento técnico de produtos direcionados (crédito rural), o que representa grande inovação com a utilização de painéis de normas técnicas que facilitam a análise.

Além de mitigar riscos operacionais (cópia automatizada evita arquivos errados no dossiê) e de imagem (abordagem via e-mail era feita de forma despadronizada), o projeto proporcionou o melhor enquadramento técnico de R$ 10,9 bilhões de recursos liberados. Tal melhoria, feita por meio das automatizações e painéis/menus técnicos para checagem de informações enviadas pelos clientes, ainda reduziu riscos regulatórios junto ao Banco Central e demais órgãos reguladores

O procedimento de análise possui atividades manuais como cópia de arquivos e pastas, consultas a sites, envio de e-mails, checagem de valores etc. e as atividades de análise – leitura e interpretação de documentos, enquadramento quanto à legislação, interpretação do projeto de financiamento etc.. As atividades manuais tomavam grande parte do tempo e geravam desgaste, impactando na produtividade. Não havia também uma ferramenta única para centralizar as normas técnicas para o enquadramento das operações. Com a solução, o Itaú observou a redução de erros (automatização da cópia e nomenclatura de arquivos) e do tempo de processamento e atendimento aos SLAs, por conta da automatização do processo de checklist.

O projeto também melhorou o atendimento ao cliente, com a agilidade na entrega; a padronização da análise (todos os analistas possuem uma base única e centralizada de informações para enquadramento técnico) e a comunicação, com envio de e-mails com formatação padrão. Por sua vez, a centralização da base de dados do enquadramento homogeneizou o conhecimento dos analistas e propiciou um discurso único. “Com a redução de trabalhos mecânicos, a equipe de análise liberou mais tempo para entender o projeto do cliente e conversar sobre suas particularidades, o que gerou aproximação dos profissionais” avalia o Itaú.

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