por Rogério Melfi
Embaixador da IA4FIN e líder do pilar Infraestrutura de negócios e regulação
Em um dos almoços da IA4FIN, alguém comentou a hipótese de que um aplicativo de transporte poderia cobrar mais caro quando a bateria do celular do usuário estivesse prestes a acabar. A lógica seria simples: quem está com apenas 2% de bateria dificilmente fechará o aplicativo para pesquisar outra alternativa. A urgência aumenta e, com ela, a disposição para aceitar um preço maior.
Não há evidências de que isso aconteça. Alguns aplicativos, inclusive, já negaram utilizar esse tipo de informação para definir preços.
A conversa girava em torno da questão: isso seria tecnicamente possível? Deixamos de estranhar a ideia de que o preço dependa menos do produto e cada vez mais de quem está comprando.