por Gui Rangel
Embaixador da IA4FIN e líder do pilar Futurismo estratégico e cenários emergentes
Quase toda conversa sobre IA no setor financeiro gira em torno da mesma pergunta: o que as instituições vão fazer com a tecnologia. É uma boa pergunta. Mas ela olha para o lado errado do balcão.
Nas minhas explorações sobre o futuro da IA, uma imagem vem reorganizando meu jeito de pensar o setor: uma cliente que nunca chega sozinha. Antes de falar com qualquer banco, seguradora ou gestora, ela já consultou um expert que acompanha seu patrimônio e seus objetivos 24 horas por dia. Ele não tira férias, não esquece nada, não ganha comissão de ninguém e só tem uma chefe: ela.
O que acontece com as empresas quando cada cliente tiver uma inteligência trabalhando exclusivamente para ele?