por Fernando Tassin
Embaixador da IA4FIN e líder do pilar Direito digital, governança
e ética em IA
Antes de atribuir resultados extraordinários à inteligência artificial, empresas deveriam ter uma visão mais analítica sobre o quanto desse ganho veio da tecnologia e quanto veio de finalmente olhar para um processo que já era ineficiente.
No LinkedIn e diversas matérias compradas, por exemplo, virou recorrente encontrar cases corporativos anunciando ganhos superiores a 80%, 90% ou até mais após a implantação de inteligência artificial. Processos que levavam horas passam a consumir minutos, análises que dependiam de várias pessoas são realizadas quase instantaneamente e atividades antes manuais passam a operar em escala.
Os números impressionam. Mas foi realmente a IA que produziu todo esse ganho?