por Gui Rangel
Embaixador da IA4FIN e líder do pilar Futurismo estratégico e cenários emergentes
A guerra no Irã e o embate a respeito do seu programa nuclear me fez lembrar do Stuxnet.
Antes de a inteligência artificial se tornar o centro das conversas sobre o futuro da tecnologia, um vírus já havia mostrado que código podia ser usado como arma contra o mundo físico. O Stuxnet não foi apenas um malware sofisticado. Foi uma operação de sabotagem digital desenhada para atingir uma infraestrutura estratégica: as centrífugas usadas pelo Irã para enriquecer urânio na instalação nuclear de Natanz.