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Google está desenvolvendo AI para fazer humanos felizes

Uma equipe do Google está trabalhando num projeto com humanos para moldar as decisões das máquinas, sem necessidade de codificação. Os pesquisadores criaram um aplicativo web que mostrou às pessoas desenhos gerados por Inteligência Artificial, como gatos e rinocerontes, e registraram suas reações através de uma webcam.

Quando as pessoas sorriam depois de ver o desenho, o dado era registrado como um sinal positivo. Quando franziam a testa ou pareciam confusas, o registro era de uma reação negativa. Depois de reunir todos os desenhos que provocaram reações positivas, os googlers treinaram o sistema AI com foco nos bons exemplos. Os desenhos que obtiveram os melhores resultados foram os de cães e gatos.

Aparentemente simples, essa experiência pode tornar o uso de inteligência artificial mais segura a longo prazo. De acordo com o Google, se a inteligência artificial tiver capacidade de se adaptar às pistas emocionais dos seres humanos, dadas por expressões faciais e linguagem corporal, poderá saber  o que fazer para  tornar pessoas felizes.

Entretanto, o oposto também é possível. Inteligência Artificial também é capaz de provocar medo ou desgosto, projeto, aliás, explorado pelo Massachusetts Institute fo Technology – MIT. Mas o Google está se concentrando no lado positivo e não está sozinho.  Empresas como a Affectiva, que surgiu a partir do MIT Media Lab, exploram a inteligência emocional artificial ou a ciência de fazer com que os computadores compreendam as expressões faciais e os indícios emocionais dos seres humanos, de modo que as máquinas possam atender melhor as nossas necessidades.

Um exemplo é a Affectiva, empresa que surgiu a partir do MIT Media Lab, que está trabalhando no desenvolvimento sistemas de Inteligência Artificial para possibilitar que carros autônomos e semiautônomos saibam se seu motorista está alerta o suficiente para continuar dirigindo ou se o caminho seguido está satisfatório e não está causando uma experiência emocionalmente ruim para seus ocupantes, podendo assim alterar a rota, se necessário. Aplicações de AI focadas na satisfação de humanos poderão torná-las mais eficientes para tomar ações de acordo com o interesse das pessoas, afirmam os pesquisadores do Google. Imagine se um assistente de casa souber quando um usuário manifestar insatisfação com um tom de voz irritado ou frustrado? Isso vai treinar o algoritmo para não repetir a ação que levou à frustração do usuário.

*Com informações do site Quartz Media LLC (US)

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