Uma reportagem publicada pelo jornal The New York Times no início desta semana e com trechos reproduzidos pelo portal InfoMoney ontem (17) revelou informações do relatório “Fintech Brazil’s Moment”, desenvolvido pelo Goldman Sachs. Segundo o estudo, nos próximos 10 anos, as mais de 200 fintechs brasileiras devem gerar uma renda total superior a US$ 24 bilhões.
De acordo com o texto, o banco afirma que o impacto gerado pelas fintechs deve ser maior no Brasil do que em qualquer outro país, levando em conta a “concentração do setor bancário” e os altos juros cobrados por empréstimos.
Não por menos, entre os três segmentos mais promissores para fintechs apontados pelo estudo estão o de pagamentos, empréstimos e finanças pessoais. Ainda na mesma linha de raciocínio, o relatório aponta que entre as mudanças que as startups financeiras devem causar no mercado se destaca a ampliação da oferta de empréstimos com taxas menores do que as atuais.
O Goldman Sachs argumenta ainda que a expectativa de crescimento das fintechs se justifica também em grande parte, pelo significativo aumento dos investimentos de venture capital feitos nas empresas nos últimos anos. Para a instituição, a fintech que mais tem se destacado e lidera o sucesso do mercado brasileiro é o Nubank, que também é colocado como um “exemplo” para as demais fintechs por conta de sua trajetória de desenvolvimento.