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Fintech Hurst oferece investimento em precatório com retorno projetado de 22% ao ano

A fintech Hurst, que opera por meio de uma plataforma tecnológica baseada em robôs de investimentos, está oferecendo uma oportunidade de aplicação financeira para pessoa física com retorno previsto de 22% ao ano com prazo estimado de 16 meses. A negociação envolve um precatório já emitido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro e exige um aporte mínimo de R$ 10 mil. A negociação será encerrada no dia 20 deste mês e a meta é alcançar R$ R$ 1 milhão. 

Para oferecer este tipo de oportunidade, os robôs da Hurst vasculham os sites dos tribunais de justiça, diários oficiais e processos judiciais que contenham precatórios, a fim de selecionar aqueles que preencham as características consideradas ótimas para aquisição. 

“Nós colocamos toda uma camada de prestação de serviço que tipicamente só as grandes instituições financeiras e os grandes fundos possuem. E ainda colocamos uma camada de tecnologia para tornar os processos mais eficientes e mais baratos, fazendo exatamente o mesmo trabalho de um banco ou grande fundo na pesquisa, análise e avaliação desses ativos”, explica o CEO da Hurst, Arthur Farache.

De acordo com ele, as características do investimento relacionado ao processo do Rio de Janeiro se mostram especialmente atrativas por seu baixo risco e alto retorno. 

“A relação de risco e retorno neste tipo de operação é muito positiva. O Estado do Rio de Janeiro está em dia com o pagamento de precatórios que gozam de prioridade e nos demais já está pagando orçamento de 2017”, argumenta.

Outros fatores que reforçam o baixo risco da operação é o Regime de Recuperação Fiscal em que o Governo do Estado do Rio de Janeiro encontra-se submetido desde 2017 com o objetivo de equilibrar contas públicas e dívida líquida até o final de 2020.

Farache explica que tradicionalmente esse mercado era movimentado exclusivamente pelas tesourarias das instituições financeiras e fundos de investimento especializados, logo inacessível para as pessoas físicas. Mas, com a tecnologia isso mudou.

 “Os robôs de investimentos, que contam com capacidade de processar informações numa dimensão sobre-humana, diminuíram exponencialmente os custos de transação inerentes à pesquisa, análise e avaliação de riscos e retornos de ativos raros ou pouco visíveis, como é o caso dos precatórios”, conclui.

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