Especialistas discutem segurança e gestão de risco na regulamentação dos serviços de criptoativos

Discussão foi gerada durante o primeiro webinar da trilha Ativos Digitais, realizada pela Cantarino Brasileiro e Blocknews
O primeiro webinar da trilha Ativos Digitais, realizada pela Cantarino Brasileiro e Blocknews, aconteceu na semana passada. Durante o encontro virtual gratuito, especialistas discutiram algumas das propostas apresentadas durante a consulta pública do projeto de regulamentação dos serviços de criptoativos, aberta pelo regulador, o Banco Central, no período de dezembro de 2023 a janeiro deste ano.
O primeiro painel do dia falou sobre as propostas voltadas ao tema “Segurança e gestão de riscos”, em uma discussão muito produtiva com Cecília Coutinho, advogada de tecnologia da Veirano Advogados; Renata Mancini, vice-presidente do conselho de administração da Abcripto e head de compliance, risco e governança da Rippio; e Sergio Yamani, diretor de inovação da 7COMm. 

“Acho que não existe momento melhor para a gente falar de regulação. Precisamos de uma harmonização entre a tecnologia, a proteção do investidor, sem que isso obste o avanço da tecnologia, mas também, ao mesmo tempo, que permita um investimento seguro e com segurança jurídica”, considerou Coutinho.

A mediação ficou por conta de Claudia Mancini, curadora do evento e CEO do site Blocknews, que instigou os participantes a responderem perguntas como: 
  • É possível ter uma regulamentação que indique um modelo único de segregação patrimonial que permita a inovação e ainda assim proteja o usuário de cripto? Qual seriam esses modelos?
  • Se a segregação atingir também recursos ainda não investidos dos clientes, o que as exchanges precisarão fazer para se adaptar a isso? Quão diferente isso seria do que existe hoje no mercado financeiro tradicional?
  • O quanto a decisão do BC sobre segregação e custódia pode afetar os modelos de infraestrutura que as empresas têm hoje?
  • O BC bate na tecla das medidas necessárias a serem tomadas se uma Vasp contratar um serviço de terceiro no exterior, como o de custódia. Hoje o mercado está muito descoberto? E o que precisaria estar na regulação para suprir esse GAP?
  • Faz sentido para as exchanges colocar essas regras ou isso limitaria a competição no mercado de fornecedores?
  • Como o KYC pode ser facilitado? O que podemos falar sobre a melhoria na segurança com o uso de CPF e wallets? Isso está previsto de alguma forma na regulação?
Para acompanhar o desdobramento dessa conversa, assista o painel na íntegra!

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