Créditos: Site Educbank

Edfintechs captam recursos inéditos para alavancar a educação no país

Educbank conclui nova emissão de debênture no valor de R$ 84 milhões; Pravaler levanta mais de R$ 430 milhões em FIDCs
por Cantarino Brasileiro
Nesta semana, o Educbank e a Pravaler, duas das mais relevantes fintechs do Brasil voltadas ao setor da educação, celebraram os recursos recebidos para alavancar ainda mais os resultados de impacto no país.
O Educbank, ecossistema financeiro de educação básica na América Latina, anunciou essa semana a captação da sua segunda debênture, desta vez no valor de R$ 84 milhões, sendo ainda a única operação deste tipo no mercado de capitais integralmente securitizada em mensalidades escolares na história do Brasil.
Com a nova emissão, a companhia alcança R$ 154 milhões captados em cerca de 1 ano,  uma vez que em 2023 foram levantados outros R$ 70 milhões. O valor da nova operação  será destinado ao produto ‘receita garantida’ – que permite às escolas parceiras receberem  as mensalidades em dia, mesmo quando os pais não pagam.  Contando com mais de 500 instituições de ensino parceiras, distribuídas por todos os estados  do país, e garantindo o atendimento de mais de 160 mil alunos, o Educbank já ultrapassou a  marca de R$ 1 bilhão em apoio financeiro. Desde a rodada Série A, em julho de 2022, a companhia teve um crescimento de mais de 900% no número de escolas atendidas, e nesse mesmo período, cresceu mais de 700% seu faturamento.  “Estamos muito contentes de notar como o nosso empenho, foco e visão estratégica tem  gerado confiança no mercado de capitais, nos possibilitando acessar o mercado com  consistência e de forma saudável”, declara Caio Noronha, cofundador e CEO do Educbank.

“Há alguns anos, quando inauguramos este conceito de produtos financeiros para escolas, houve certa resistência e até um pouco de desconfiança do mercado, especialmente em  razão da informalidade e da falta de organização no setor. Passados diversos marcos e  provações, a tese vem se comprovando como relevante e rentável, com interesse crescente  pela nossa solução”, complementa Caio.

Pravaler

Ainda essa semana, o Pravaler, plataforma de acesso e soluções para o ecossistema de educação do país, anunciou a conclusão da emissão de R$ 432 milhões em FIDCs (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios), totalizando R$ 717 milhões em recursos captados somente neste ano. O montante, o maior da história, será utilizado para beneficiar mais estudantes no acesso ao ensino superior de qualidade, por meio do crédito estudantil, em todo o país.
Nesta última rodada, a companhia captou recursos em dois veículos, com destaque para o FIDC a mercado que recebeu mais de R$1,1 bilhão em ofertas. O valor corresponde a quase quatro vezes mais do que o total captado neste fundo, demonstrando a confiabilidade do mercado na empresa.
Atualmente, a companhia detém 80% do market share de financiamento estudantil privado e atua com mais de 500 instituições de ensino. “Essa parceria gera um impacto significativo na educação, pois o financiamento reduz a taxa de evasão em até 70% e aumenta a captação de alunos nas instituições parceiras. Ao mesmo tempo, essas instituições oferecem educação de qualidade, o que resulta em melhores oportunidades de emprego para os alunos financiados”, destaca o CFO Haroldo Carvalho.
O Pravaler foi a primeira instituição brasileira a realizar a emissão de FIDCs, em 2002. Em 23 anos, a edfintech soma mais de R$10 bilhões repassados ao setor educacional. “O constante interesse dos investidores em participar do processo de bookbuilding para investir nos FIDCs reforça nosso relacionamento com o mercado de capitais e nos permite cumprir nossa missão de facilitar o acesso à educação. Transações como essa favorecem a estratégia da companhia de aprofundar as parcerias com as instituições de ensino, além de possibilitar que cada vez mais estudantes alcancem o sonho de acessar o ensino superior de qualidade.”, comenta Larissa Castelan Ceratti, gerente de Tesouraria e Relações com Investidores.
(Fontes: Assessoria de imprensa)

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