A fintech de soluções para o ecossistema de pagamentos, Hash lab, é lançada no Brasil pelos ex-diretores da Pagar-me, João Miranda e Thiago Arnese. A ideia dos executivos é atender a demanda por novas soluções, do mercado físico de pagamentos no Brasil. A expectativa um faturamento processado de mais de R$ 50 milhões, até o fim de 2017. Em nota, a empresa avalia que ainda há poucas opções de plataformas oferecidas por um pequeno grupo de empresas. “É nesse contexto que a Hash lab foi fundada, para desenvolver tecnologias que monetizam a receita e transformam qualquer organização em um provedor de serviço de pagamento, sem burocracia,” diz o comunicado à imprensa.
A fintech atua majoritariamente no varejo físico, mercado que movimenta mais de R$ 1 trilhão por ano, dos quais 3% vêm de provedores de serviços de pagamentos. Seu principal produto é a plataforma Hash Payment Plataform, que otimiza e integra diversas ferramentas. A tecnologia permite que o parceiro seja um provedor de serviços de pagamento (PSP), gerando valor ao ponto de venda. De acordo com o sócio e cofundador da Hash lab, Thiago Arnese, a passagem dele e de Miranda pela Pagar.me foi importante para aprenderem sobre negócios, e agora com uma empresa própria ter a oportunidade de assumir um desafio muito maior.
Aportes e parcerias
A Hash lab recebeu aporte do fundo de venture capital Canary, um novo projeto criado e gerido por bem-sucedidos empreendedores brasileiros. A Canary tem uma proposta inovadora no Brasil e acredita na nova geração de startups de tecnologia no país. Além do investimento também nos apresentaram para outros empreendedores e potenciais parceiros, comenta o cofundador da Hash lab, João Miranda.
Com o montante a ideia é trazer novos talentos para o time, que atualmente é liderado por Arnese e Miranda. Uma equipe de profissionais excelentes, com o mesmo mindset, é essencial para que possamos evoluir exponencialmente, explica Miranda.
A Hash lab conta com grandes parceiros como Leo Madeiras, Peixe Urbano, Printi e Pag.ai.