Correntista atua como “fiscal” de segurança nas empresas contratadas

Correntista atua como “fiscal” de segurança nas empresas contratadas


Em agosto, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) completou um ano em vigor. Apesar disso, somente a partir de 1º de agosto deste ano é que a ANPD, órgão responsável pela fiscalização, começou a aplicar sanções a quem descumprir a lei.  O prazo foi determinado pelo Congresso para dar tempo das empresas se adequarem à legislação.

Esse período foi suficiente também para que o correntista se tornasse mais consciente da sua função como “fiscal” das empresas contratadas, segundo a pesquisa Akamai/Cantarino Brasileiro. 

Os dados coletados mostram que o usuário aprendeu a ler contratos e está mais preocupado com o uso de seus dados pessoais – um adendo: a prática ainda é mais comum entre clientes de bancos digitais do que de tradicionais. 

Com relação às políticas de segurança dos bancos em que possuem conta, 59% dos entrevistados afirmaram ler os contratos para se certificar do uso de dados. Apenas 29% afirmaram não ler contratos, mas se informar sobre como os dados são tratados. 

Reforçando essa tendência, o Ministério da Justiça e Segurança Pública lançou uma campanha educativa on-line para alertar o consumidor sobre possíveis golpes no mundo virtual. 

A iniciativa surgiu diante dos riscos de uso indevido de dados pessoais, incluindo comercialização e vazamento, e do grande aumento de reclamações registradas.


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