E-Wallet e o futuro das transações financeiras sem contato

E-Wallet e o futuro das transações financeiras sem contato


As orientações para isolamento social decorrentes da pandemia da COVID-19 trazem consigo uma série de restrições à hábitos antigos. Muita coisa está mudando na forma como nos relacionamos com o mundo e, parte delas, deve se perpetuar mesmo depois do término dessa fase. Uma delas é a atenção especial com aquilo que manuseamos com nossas mãos e um cuidado com a higienização logo na sequência. 

As cédulas de dinheiro por exemplo, ao trocarem de mão frequentemente, são hospedeiras ideais de diferentes vírus e bactérias. Tanto que a própria Organização Mundial da Saúde orientou que as pessoas deveriam optar por transações digitais. 

É aí que as E-wallets, ou carteiras digitais, aparecem como resposta, pois permitem a realização de transações financeiras sem nenhum contato, apenas por aproximação. Esta nova modalidade funciona por meio de aplicativos instalados em dispositivos, como smartphones, nos quais o usuário insere saldo ou cadastra um cartão para fazer pagamentos on e offline. 

Desenvolvidas com base em softwares criptografados, que criam identidades digitais com dados financeiros, as e-wallets são bastante seguras ao uso, superando, inclusive, os cartões neste quesito. 

Crescimento exponencial

Levantamento da consultoria Bain & Company estima que, em 2022, as e-wallets chegarão a 28% do total de pagamentos realizados em pontos de venda de todo o mundo. No Brasil, a adoção das carteiras digitais também está em plena ascensão, tendo aumentando 65% apenas durante o primeiro trimestre de 2019.

Conheça mais sobre E-Wallets no episódio dessa semana do Finantech, o podcast da Cantarino Brasileiro que aborda os temas mais importantes relacionados ao universo de finanças e tecnologia.


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