Bossanova Investimentos abre quinta edição de Cédula de Crédito Bancário

Bossanova Investimentos abre quinta edição de Cédula de Crédito Bancário


Por Edilma rodrigues

A venture capital Bossanova Investimentos abre a quinta edição da Cédula de Crédito Bancário, CCB Brasil 5, que permite investimentos a partir de mil reais, com o teto de R$50 mil e capital 100% protegido, com rendimento mínimo de 118% da poupança. De acordo com a VC, a CCB foi criada pela gestora em 2021, com o intuito de democratizar os investimentos no Brasil e fomentar o ecossistema de startups.

“Esse tipo de produto dá acesso aos investidores iniciantes a um portfólio diversificado, com controle de riscos e retornos vinculados às performances de parte das startups investidas pela Bossanova”, afirma a empresa em nota.

Vale mencionar que a Cantarino Brasileiro não recomenda nenhum tipo de investimento, apenas noticia ações de empresas do setor.

Segundo o CEO e fundador da Bossanova, João Kepler, a CCB é uma oportunidade para os micros investidores que não aplicarão diretamente em startups — por meio de equity —, mas terão exposição indireta aos ganhos das alocações e decisões de investimentos da Bossanova que serão feitos com os recursos captados

Os investidores também têm acesso aos benefícios educacionais promovidos pelo Clube do Equity, comunidade da gestora de venture capital que promove encontros educativos, de forma on-line, sobre investimentos em startups. O intuito de compartilhar conhecimento e fortalecer a rede de investidores anjos profissionais.

Entenda mais sobre como funciona esse tipo de investimento:

A Cédula de Crédito Bancário é um título de crédito. Ela é um documento que atesta que uma pessoa física ou jurídica está se comprometendo a pagar um empréstimo que tomou de um terceiro — bancos ou outras instituições financeiras. Na prática, a CCB nada mais é do que um documento formalizando que um empréstimo de recursos será devidamente pago. É um título de renda fixa frequentemente utilizado pelas construtoras para financiar suas obras.


Porém, ao contrário do que acontece nesse ramo, no modelo de CCB desenvolvido pela Bossanova, o investidor é quem tem a garantia do capital devolvido emitido pela gestora, que é quem recebe o crédito dessa modalidade. Assim, é possível duas rendas, ao invés de uma:

  • Por meio de renda fixa, em que há porcentagem pré-fixada sobre o capital investido, acrescido anualmente sobre o montante (X% a.a.) e repassado ao investidor no fim do contrato;
  • Por meio de renda variável, quando há upside sobre os eventos de liquidez das startups atreladas ao portfólio no qual o investidor participou, repassado a ele quando ocorrerem os exits — ou seja, quando uma dessas startups for adquirida por outra empresa; receber novo investimento ou abrir o IPO (Inicial Public Offering), passando a ser listada na Bolsa de Valores.

Os investimentos podem ser feitos pelo aplicativo da INCO, plataforma de investimentos coletivos disponível na Google Play e Apple Store.

Com informações da assessoria de imprensa


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