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BC autoriza FitBank a operar como instituição de pagamento


Por Edilma Rodrigues

O FitBank, fintech de infraestrutura de meios de pagamento e Core Banking as a Service, anunciou nesta quarta-feira (05 de maio) que recebeu autorização do Banco Central para operar como instituição de pagamento na modalidade emissor de moeda eletrônica. Com a permissão do BC, a empresa passa a disponibilizar sua tecnologia ao mercado, sem a necessidade de subcontratar transações de terceiros. 

Segundo o CEO do FitBank, Otavio Farah, a autorização vai permitir entrar em novos mercados, baratear suas soluções e melhorar o nível de serviço que entrega aos clientes, em decorrência da independência tecnológica que ganhou. “Estamos com velocidade total para colocar no ar operações estáveis, confiáveis e baratas. Pode parecer difícil unir alta performance e qualidade com preço baixo, mas a economia da tecnologia em nuvem alia os melhores serviços aos menores preços. Nossa estrutura foi desenvolvida para isso,” assinala Farah.

Nesta nova fase, todas as parcerias e produtos atuais continuam existindo e não sofrerão alterações. O que muda é a possibilidade de desenvolver novas soluções e funcionalidades. Na parte de Banking as a Service, por exemplo, o FitBank poderá entregar mais produtos, como novas opções para Pix, conta para recebimento, além da emissão de boletos diretamente pela própria marca. Operações para mercado de capitais também passam a contar com novas funcionalidades, como conta escrow e outros serviços. 

Para o diretor de produtos do FitBank, Rodrigo Pina, ter acesso direto ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), ao Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI) e à demais câmaras, como a CIP, é uma credencial muito importante no mercado em que a empresa atua. “E coloca a nossa tecnologia para trabalhar conectada diretamente à fonte do ecossistema financeiro nacional.” 

Assim, sem precisar de intermediários e com o acesso ao SPB, a fintech pode lançar vários produtos e soluções. A autorização do BC “chancela tudo que a gente construiu até agora, não apenas em termos de evolução de nossa operação, que hoje está em R$ 3 bilhões por mês, mas também por critérios de sistemas, controles, tecnologia e escala. Nos preparamos para chegar até aqui. Tudo isso foi pensado e construído lá atrás, desde a criação do FitBank”, avalia o diretor de vendas do FitBank, Guilherme Meibak. 

Recentemente, o FitBank recebeu investimento da CSU (CARD3), líder no mercado brasileiro em soluções tecnológicas de última geração para meios de pagamento, customer experience e fidelização e incentivo de clientes. A nova rodada contou também com a participação dos antigos acionistas da empresa. No total, os aportes alcançaram o valor de R$ 30 milhões.

Com informações da assessoria de imprensa


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