Bancos digitais invisíveis e blockchain são aposta da HubChain para revolucionar o mercado

Bancos digitais invisíveis e blockchain são aposta da HubChain para revolucionar o mercado

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Por Edilma Rodrigues

Uma nova era de “fintechs embarcadas”, no modelo de banco digital “invisível”, tem transformado as áreas financeiras das empresas em verdadeiras startups do setor, com o sufixo “Pay” ou “Bank”. Segundo a HubChain Tecnologia, este movimento surge por meio da oferta de soluções prontas que tornam possível a companhias de todos os portes, em 45 a 90 dias, ter seu próprio “DigitalBank”, seguro, com backoffice, onboarding, reconhecimento facial, políticas antilavagem de dinheiro, combate ao terrorismo e LGPD. E ainda contam com plataforma com blockchain privado ou público, caso elas tenham criptoativos.

De acordo com o CEO da HubChain Tecnologia, Rodrigo Pimenta, esta revolução no mercado, além de quase todos serviços tradicionais de banco, agrega inúmeras funcionalidades que geram novas receitas para as empresas. 

A Hubchain desenvolve tecnologia embarcada para bancos digitais no formato white label e aposta na união entre seu atual core banking e na gestão, emissão e negociação de qualquer ativo em blockchain.

Antes da pandemia, conta a Hubchain em nota, as contas digitais já eram uma realidade, com números cada vez maiores de fintechs que oferecem soluções menos burocráticas, menores tarifas, abertura de conta e fácil administração pelo celular por apps em Android e iPhone (iOS). E sem tarifas de manutenção mensal e anuidade do cartão de crédito pré-pago, além de uma infinidade de produtos financeiros.

Pesquisa divulgada em 2020, pelo boostLAB, o hub de negócios do BTG Pactual para empresas tech, mostra que entre 2017 e 2018, o número de bancos digitais saltou 147%, o que comprova a alta procura por modelos de fácil acesso. Diante disso, com todo prejuízo e redução de receita das empresas com a Covid-19, elas vêm adotando como solução trabalhar com ecossistemas financeiros fechados para diminuir custos e incorporar novas receitas acessórias.

“As contas digitais são capazes de oferecer soluções ainda mais práticas, com diferentes funcionalidades, serviços e tarifas menores que os bancos tradicionais. Dentre tais soluções temos saques, emissão de boletos, transferências via TED, que em sua maioria são ilimitadas e gratuitas, bem como os acessos aos extratos da conta digital”, assinala a diretora corporativa da HubChain Tecnologia, Raquel Pimenta.

Há alguns bancos com seu próprio programa de “cashback”, recompensas e/ou fidelidade, por exemplo o rewards do Banco Original, além de algumas opções de investimentos e empréstimo pessoal para correntistas usando seus próprios Fundos FIDC, entre outras opções. “Uma desvantagem da conta digital, em sua maioria, é não oferecer alguns serviços totalmente gratuitos ou com limitação, como exemplo, saques gratuitos nos caixas eletrônicos da rede do Banco24Horas, em que a tarifa geralmente gira em torno de R$ 6,50,” avalia a empresa.

“Entre as principais expertises da empresa se destaca o desenvolvimento do seu próprio banco digital, com a sua marca, App iOS/Android e internet banking, saques em caixas 24h, emissão de cartão de crédito, split de pagamentos, onboarding/KYC com reconhecimento facial e LGPD, incluindo uma gama de serviços, inclusive o novo Pix, previsto para novembro de 2020,” argumenta a companhia. 

Rodrigo Pimenta assinala que o principal diferencial da HubChain é a potencialização com a integração do DigitalBank com a tecnologia “blockchain“. Isso permite “a emissão, gestão e negociação desde criptoativos securitizados ‘STO’ (recebíveis, concessão de direitos autorais, quotas de precatórios, quotas de crowdfundings, quotas de direitos aluguéis de imóveis, ativos de energia, programas de cashbacks/recompensas de clientes) em blockchains privados ou públicos”, completa o CEO. 

Com informações da assessoria de imprensa


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