nota5

Bancoin lança INclusômetro para estimular a confiança em desbancarizados

Por Edilma Rodrigues

O Bancoin, fintech bivalente de cunho social com retorno aos seus investidores, lança o “INclusômetro”, referência mercadológica cujo objetivo é criar a percepção do quanto projetos com o propósito de impactar financeira e socialmente os brasileiros, fomentam o crescimento econômico e aceleram o desenvolvimento do país. Esse parâmetro pode ser acompanhado, na plataforma da empresa por todo o mercado.

A CEO do Bancoin, Mellissa Penteado, explica que a fintech promove a inclusão financeira e social da população excluída, por meio de uma relação consciente entre a oferta de seus serviços e o impacto na sociedade. “São brasileiros que geram baixa renda recorrente, mas têm grande potencial para consumo. Já o “INclusômetro” serve como estímulo à confiança mercadológica e como exemplo a outros empreendedores que ainda tenham dúvidas em se envolver nessas frentes”, comenta.

Em seis meses, Bancoin registra R$ 712 mil em solicitações de empréstimos

Estudo feito pela Bancoin identificou que o valor de solicitações de empréstimos feitos na plataforma nos últimos seis meses foi de 712 mil reais. E a maior parte das pessoas que solicita crédito são solteiras (59%), de São Paulo (39%), com idade entre 30 e 39 anos (39%), destas pessoas 32% têm renda entre 1 mil a 2 mil reais. 72% das solicitações foram realizadas por smartphones, das quais 90% são celulares com sistema operacional Android. Entre as profissões, 31% são autônomos, que trabalham por conta própria ou são empreendedores informais.

Em seu comunicado à imprensa, a empresa afirma: “sabendo que o Brasil tem o maior spread bancário do mundo, o Bancoin quer mudar essa realidade se ajustando ao perfil financeiro do seu público. Com isso, reduz os juros abusivos, promovendo o acesso a produtos financeiros de uma parcela importante da população, e indo na contramão dos bancos tradicionais.”

Segundo a executiva, a fintech não libera crédito maior do que o bolso de seus clientes e pratica juros que se moldam de acordo com o comportamento do usuário. “Quanto melhor sua relação com o mercado, melhores serão as taxas praticadas. Mais do que dar crédito ou abertura de conta, é necessário fazer um acompanhamento sustentável do uso desse recurso com educação financeira assertiva e personalizada, até que haja um engajamento mais maduro dessas pessoas com o dinheiro e a tecnologia”, finaliza Mellissa.

Com informações da assessoria de imprensa

Compartilhe

Notícias relacionadas

Blog
Mudança na natureza jurídica da ANPD fortalece aplicação da LGPD
Por Edilma Rodrigues A Medida Provisória (MPV) nº 1.124, de 13 de junho de 2022 assinada pelo...
Blog
Mercado Pago usa tecnologia de segurança da Mastercard para criptos
A carteira digital do Mercado Livre, o Mercado Pago, vai usar
Blog
Ant Group lança banco digital para micro, pequenas e médias empresas em Singapura
O ANEXT Bank, banco digital de atacado de Singapura e parte do Ant Group, anunciou...
Blog
Cetelem vai reduzir 6 mil toneladas de CO² com emissão de cartões reciclados
O Banco Cetelem Brasil emitiu cerca de 370 mil cartões de plástico reciclado, desde o...

Assine o CANTAnews

Não perca a oportunidade de saber todas as atualizações do mercado, diretamente no seu e-mail

plugins premium WordPress
Scroll to Top