Por Edilma Rodrigues
O Banco Pan fechou parceria com a fintech de microinvestimento Grão. O objetivo é estimular seus clientes, das classes CDE, a guardar dinheiro para realizar seus sonhos. O site da startup indica o passo a passo para que pessoas com pouco dinheiro comecem a investir. “Com apenas R$1,00 já dá para começar, mas o indicado é seguir o valor calculado na etapa dos objetivos,” descreve. São quatro etapas: perguntas básicas e cadastro; transferência para o app; investimento em títulos públicos e a recorrência, na qual a fintech ressalta que “o ato de guardar deve virar uma rotina.”
Com a parceria, o Pan passa a ter exclusividade sobre a tecnologia entre bancos e fintechs que oferecem contas digitais e o plano é que a mesma experiência que as pessoas experimentam no app da Grão seja transportada para dentro do app do banco por meio de APIs e de forma 100% gratuita.
Segundo o diretor de banco digital e meios de pagamento do Pan, Diogo Ciuffo, a educação financeira é um dos pilares da estratégia da empresa e há sinergia com a Grão quanto ao conhecimento das necessidades financeiras das classes CDE. “Com eles, vamos ampliar a oferta de valor aos nossos clientes, estimulando-os a pouparem de forma simples e interativa, explica Ciuffo.
A Grão, explica nota enviada à imprensa, foi criada pela Monica Saccarelli e pelo Frederico Meinberg, que já tiveram sucesso em outras empreitadas no mercado financeiro, como a fundação e venda de uma importante corretora de valores, por exemplo.
Acreditamos que as pessoas podem ser amigas do próprio dinheiro. A gente sabe que esse é o caminho para alcançar os objetivos e que é possível guardar sem abrir mão do que mais se gosta de fazer. O que move a Grão é mostrar que poupar pode ser muito mais fácil do que parece. E, que tirar os planos do papel, não é um sonho distante, conta Monica.
As novas parceiras fizeram pesquisas para entender as necessidades das pessoas de baixa renda. As classes CDE são o foco de ambas. O Banco Pan se especializou em crédito e serviços financeiros para esse público.
Queríamos entender como era o cotidiano deles e quais eram os maiores problemas para que conseguissem criar o hábito de poupar – mesmo que pequenos valores, explica Monica, que completa: além de poder ter essa que é, na verdade, uma ‘Poupança 4.0’, outro objetivo importante de trazermos isso para o PAN é incentivar a formação de uma reserva financeira para diminuir o endividamento das famílias. Esse é o passo inicial para outros tipos de investimentos para o público de baixa renda.
Com informações da assessoria de imprensa