Plano de Dados Abertos prevê informações sobre crédito, riscos climáticos e produção de cédulas
Por Cantarino Brasileiro*
O Banco Central do Brasil apresentou o novo Plano de Dados Abertos (PDA/BC) para o biênio 2026-2027, com a previsão de disponibilizar doze novas bases de dados até 2027. A iniciativa buscou ampliar o acesso da sociedade a informações estratégicas, fomentando a participação cidadã, a inovação tecnológica e a racionalização dos gastos públicos.
Em seu site oficial, o BC relata que entre os dados que deverão ser publicados nos próximos dois anos estão informações sobre a produção de cédulas e moedas, dados detalhados da carteira de crédito de instituições financeiras individualizadas, indicadores relacionados a riscos ambientais, sociais e climáticos, além de conjuntos estatísticos ligados ao mercado de crédito.
Segundo Aloísio Tupinambá, Ouvidor Adjunto do Banco Central, o interesse do público por essas informações já se mostrou significativo.
“Pesquisadores, estudantes, analistas de mercado, entre outros, têm grande interesse nessas bases de dados. As estatísticas de acesso ao Portal de Dados Abertos registraram quase 1,4 milhão de visitas ao site em 2024”, destacou.
O PDA/BC estabeleceu diretrizes para que os dados sejam publicados em formato aberto e processável por máquina, facilitando o uso por cidadãos, pesquisadores e desenvolvedores. O plano também definiu o cronograma de ações, estratégias de comunicação, critérios técnicos de seleção e padrões de catalogação para garantir a organização e a efetividade da divulgação.
A política de abertura de dados do Banco Central seguiu as diretrizes do Decreto nº 8.777/2016, que instituiu a Política de Dados Abertos no âmbito do Poder Executivo Federal. A expectativa da instituição foi de que a iniciativa continue a impulsionar o desenvolvimento de soluções inovadoras, com base em transparência, eficiência e colaboração com a sociedade.
*Escrito com IA generativa