Por Edilma Rodrigues
O Alter, primeira criptoconta do Brasil, enviou proposta para o Banco Central, que solicita o protocolo do seu projeto de wallet híbrida, que integra soluções financeiras tradicionais e carteira de criptomoedas, no Sandbox Regulatório. Segundo a empresa, o projeto introduz no mercado o conceito de “criptoconta”, funcionando dentro do arcabouço regulatório como uma instituição de pagamento combinada com uma exchange de criptomoeda, paralelamente à sua atuação como correspondente bancário em determinadas frentes.
O objetivo do projeto é estimular a inovação e a diversidade de modelos de negócio, fomentar a concorrência entre os fornecedores de produtos e serviços financeiros e atender às diversas necessidades dos usuários.
A diretora jurídica do Alter, Julieti Brambila, explica que, em razão da ausência de regulamentação às criptomoedas no Brasil e do seu crescente uso, o ambiente experimental de sandbox regulatório seria uma excelente oportunidade para ampliação do entendimento sobre modelos de negócio pautados em criptomoedas e suas tecnologias. “Já é possível notar, inclusive, que em países como o Japão, o ambiente de sandbox regulatório foi justamente o escolhido para explorar tais negócios”, lembra a diretora.
Segundo o Banco Central, este é o Ciclo 1 do Sandbox Regulatório e os projetos escolhidos serão analisados entre 22 de março e 25 de junho de 2021, prazo que poderá ser prorrogado por até 90 dias, caso o número de inscritos seja igual ou superior ao dobro do número de vagas.
Com informações da assessoria de imprensa