Dados coletados pela pesquisa Akamai/Cantarino Brasileiro apontam que 8% dos entrevistados já sofreram algum tipo de quebra de segurança nos bancos em que possuem conta.
E mais: cerca de 20% dos usuários afirmaram ter conhecimento sobre eventos de vazamento de dados ou falhas de segurança nas instituições que possuem conta. O número é maior que em 2020, quando 17% afirmaram ter conhecimento sobre isso.
Nesse sentido, é importante registrar que a ciência das falhas norteia o comportamento do usuário. Assim, apesar de uma pequena parcela dos usuários (10%) ter deixado o banco por conta de incidentes relativos à vazamento de dados, ele está cada vez mais ativo, consciente e exigente ante esse cenário.
No ano passado, 20% dos entrevistados preferiram não fazer nada com relação ao
vazamento ou problemas de segurança sofridos, este ano, o número caiu para apenas 9%, o que mostra uma mudança no comportamento com relação ao uso de informações.
Apesar de 51% dos usuários terem mantido suas contas nas instituições apesar da ciência dos problemas de segurança, constatou-se que eles adotaram novos procedimentos de segurança após o incidente.
Insights Ed. 3
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– Open Banking: segurança é palavra de ordem no processo
– Correntista atua como “fiscal” de segurança nas empresas contratadas
– 51% adotaram novos procedimentos após incidentes de falha de segurança
– 37% dos usuários não adere aos serviços financeiros ofertados por empresas de fora do setor
– Cresce número de ataques cibernéticos aos sistemas de grandes empresas do varejo
– LGPD: órgão fiscalizador ainda não definiu parâmetros para penalidades
– Instituições precisam mostrar performance, segurança e versatilidade aos usuários
– Desafios de um cenário cada vez mais dinâmico