Cheque especial: taxa média de juros cai 0,01% em novembro, na Caixa a redução foi de 63% em 2019


Por Edilma Rodrigues

A taxa média de juros do cheque especial do Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, Safra e Santander foi de 12,75% a.m., 0,01 ponto percentual inferior ao mês de outubro. A informação é do Procon – SP, que divulgou esta semana os resultados da pesquisa, feita em 04 de novembro, sobre taxa de juros do Núcleo de Inteligência e Pesquisas da Escola de Proteção e Defesa do Consumidor do @proconsp, vinculado à Secretaria da Justiça e Cidadania. Em contrapartida, a Caixa divulgou, nesta terça-feira (11), redução histórica de 63%, desta taxa em 2019, alcançando o patamar de 4,99% a.m. (vigente a partir de 01/12/2019).

Outros números do resultado consolidado da estatal, no terceiro trimestre de 2019, são: lucro líquido de R$ 8 bilhões, com crescimento de 66,7% quando comparado ao 3T18; redução de 22,9% na taxa de juros do financiamento habitacional TR em 2019, com novas taxas a partir de 6,75% a.a. (vigente desde 06/11/2019), entre outros. Segundo a Caixa, mais de 43 milhões de pessoas receberam o saque imediato do FGTS, totalizando R$ 18,4 bilhões, o que representa o maior pagamento da história. Para ver todos os números clique aqui

Empréstimo pessoal – pesquisa do Procon

A pesquisa do Procon informa ainda que, no Empréstimo Pessoal, a taxa média dos bancos pesquisados foi de 6,19% a.m., igual à do mês anterior, em função do arredondamento de casas decimais. A taxa média de outubro foi de 6,1933% a.m. e a desse mês, 6,1867%, devido à redução promovida por um único banco. O Banco do Itaú reduziu sua taxa de 6,19% para 6,15% a.m., representando uma variação negativa de 0,65% em relação a outubro. E o Banco do Brasil reduziu a sua de 12,49% para 12,39% a.m., decréscimo de 0,10 ponto percentual, o que representa uma variação negativa de 0,80% em relação ao mês anterior. 

Mercado não segue tendência de baixa da Selic

Especialistas do Procon-SP alertam que, apesar de o COPOM reduzir novamente a taxa Selic, o mercado financeiro em geral não seguiu a tendência. As taxas de juros continuam altas e, antes de ceder aos apelos de consumo que já começam a surgir com as ofertas que antecedem o Natal, o consumidor deve analisar as diversas alternativas de crédito, priorizando a liquidação de suas dívidas, especialmente nesta época do ano em que as instituições credoras abrem muitas possibilidades de negociação.

Veja a pesquisa completa 

Com informações da Caixa Notícias e da assessoria de imprensa do Procon


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