Aconteceu na semana


Placa 2: pagamento do IPVA 2020 com desconto de 3% vence hoje
10 de janeiro

Nesta sexta-feira (10) vence o prazo para o pagamento integral, com desconto de 3%, ou da primeira parcela do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2020 para os veículos com final de placa 2. O calendário continua na segunda-feira (13) para veículos de placa final 3 e segue até 22 de janeiro para os veículos com placa final 0, desconsiderando os fins de semana. A quitação pode ser de três maneiras: à vista com desconto de 3% (janeiro); à vista sem desconto (fevereiro) ou em três parcelas, de janeiro a março, de acordo com a data de vencimento da placa. Para efetuar o pagamento, basta se dirigir a uma agência bancária credenciada com o número do RENAVAM (Registro Nacional de Veículo Automotor), e realizar o recolhimento do IPVA 2020. 

Com informações da assessoria de imprensa

Pesquisa da Visa mostra que 87% dos portadores de cartão estão familiarizados com a autenticação por biometria
09 de janeiro

Estudo da Visa mostra que 87% dos portadores de cartão brasileiros já estão familiarizados com a autenticação por biometria – índices muito superiores aos registrados nos Estados Unidos, onde 59% dos consumidores conheciam esses métodos. Em sua segunda edição no Brasil, o estudo apresenta um crescimento do interesse por soluções de biometria e reforça que há demanda e oportunidades para soluções deste tipo. O estudo aponta ainda, que apesar do crescimento explosivo do comércio eletrônico no país, o uso de métodos tradicionais de autenticação, como senhas, ainda pode limitar o potencial do canal digital, diminuindo finalizações de compras ou acessos às lojas virtuais. Conduzido localmente com 500 portadores de cartão de crédito, os resultados da pesquisa ecoam as constatações de um estudo paralelo com portadores de cartão dos EUA e América Latina. Segundo os dados levantados no Brasil, a maioria dos pesquisados já deixaram de comprar online porque estavam sem o cartão de crédito no momento, esqueceram a senha ou não conseguiram fazer login. Além disso, os pesquisados se preocupam com a segurança das senhas e tokens, e tendem a ver a biometria como uma alternativa mais rápida e fácil de usar do que as senhas. Apenas 30% usam uma senha única para cada conta, mas a maioria não: 48% usam diversas senhas. De modo geral, a biometria é considerada mais segura do que os métodos tradicionais, sendo a impressão digital o método com maior percepção de segurança (95%). Seguidos pelo reconhecimento de íris (90%), facial (86%) e venal (84%).

Com informações da assessoria de imprensa

Mutant adquire CINQ
09 de janeiro

A Mutant, especializada em soluções em Customer Experience (CX), anunciou nesta quinta-feira (09) a aquisição da CINQ, desenvolvedora de soluções digitais e de internet banking. Fundada em 1992, e com atuação e em países como EUA, Canadá, Irlanda e Inglaterra, a CINQ atuará de forma conjunta com a Dextra, empresa adquirida pela Mutant em 2018, integrando a vertical de transformação digital da empresa. Com a aquisição e futuras movimentações de mercado, o objetivo é que o ritmo de crescimento se mantenha intenso em 2020 com busca e treinamento de novos talentos do mercado. “Nosso fundo para aquisições originalmente era de U$ 180 milhões, dos quais já utilizamos algo entre 50% e 60%, com uma visão que vai além de comprar uma solução ou carteira de clientes, mas encontrar pessoas que compartilham nossos valores para crescer juntos”, explica o CEO da Mutant, Alexandre Bichir. Neste momento a CINQ manterá suas operações com alto grau de autonomia e sinergia em áreas estratégicas, com os sócios assumindo cargos dentro do quadro de diretores da vertical transformação digital. A previsão é de aumento na estrutura de 280 funcionários da CINQ, sempre seguindo a cultura de valorização de capital humano da Mutant. Além de Curitiba, a empresa também possui filiais em São Paulo, Miami e um centro de desenvolvimento em, Ponta Grossa (Paraná). Com um faturamento de mais de R$ 37 milhões em 2019, a Cinq cresceu mais de 80% nos últimos quatros anos. 

Com informações da assessoria de imprensa

Cielo e Bitfy firmam parceria para pagamento direto com bitcoins via QR Code
09 de janeiro

A Cielo, credenciadora de cartões, firmou parceria com a startup Bitfy – carteira multiuso não custodiante de criptomoedas – para pagamentos com bitcoins via QR Code. Com o objetivo de democratizar o uso da criptomoeda no dia a dia de maneira massificada, o acordo permite de maneira inédita o pagamento em mais de 1,5 milhão de terminais de pagamentos da Cielo a partir de agora como se fosse com um cartão de crédito à vista. A parceria posiciona o Brasil com o país que mais aceita bitcoins no mundo como meio de pagamento direto no varejo físico dando de maneira inédita a total custódia da moeda ao consumidor: “Com o nosso app é o usuário o custodiante, ou seja, o dinheiro fica realmente com só ele. Isso significa autonomia e liberdade de escolhas a quem o tem e estar ao lado da Cielo é motivo de grande alegria pois permite que mais pessoas possam ter bitcoins e usá-los para comprar qualquer coisa”, afirma Lucas Schoch, CEO da Bitfy. Desde o início das operações da startup, há pouco mais de 1 mês a Bitfy conquistou 2 mil usuários e R$ 50 mil transacionados. A estimativa mínima é chegar ao fim do ano com 50 mil usuários.

Com informações da assessoria de imprensa

Bradesco BBI diz que Cielo “não está pronta” para retomada; ações caem
09 de janeiro

O Bradesco BBI classificou a gigante das maquininhas “Cielo” como uma empresa com desempenho abaixo da média do mercado (underperform). Com isso, as ações da companhia despencaram 4,6%, próximo às 13h35, sendo negociadas a R$ 7,47. No acumulado deste ano (9 dias), a Cielo já possui uma baixa de 9,6%, incluindo a queda de 2,91% na última terça-feira (7) ocasionada pela renúncia de Sergio Saraiva Castelo Branco de Pontes, que era vice-presidente de desenvolvimento organizacional da companhia. Com a nova avaliação do Bradesco BBI, a Cielo possui duas vezes mais recomendações de venda do que de compra. Entretanto, as posições neutras quanto ao mercado da empresa ainda são mais numerosas. O Bradesco BBI diminuiu a estimativa de lucro líquido da Cielo em 6% para 2020, para R$ 1,02 bilhão, e em 1% para 2021, para R$ 1,13 bilhão. Procurada pelo Suno Notícias, a Cielo afirmou que não irá comentar o assunto.

Fonte: Suno Research

Stefanini participa do Fórum Econômico Mundial de Davos de 2020 e leva sua experiência em Inteligência Artificial
09 de janeiro

No ano em que completa 50 anos, o Fórum Econômico Mundial, grande encontro anual que reúne as principais lideranças e autoridades do cenário político e econômico do planeta, de 21 a 24 de janeiro de 2020, em Davos, na Suíça, contará com a participação da Stefanini, provedora global de soluções de negócios baseadas em tecnologias digitais. O CEO Global e fundador da multinacional brasileira, Marco Stefanini, estará presente ao lado de Felipe Monteiro, professor de Estratégia do INSEAD e diretor do The Global Talent Competitiveness Index. O tema do relatório deste ano é “Global Talent in the Age of Artificial Intelligence” (em português, “Talento Global na Era da Inteligência Artificial”). Durante o encontro anual de Davos, que terá como tema central “Stakeholders por um mundo mais coeso e sustentável”, será lançado, em 22 de janeiro, o INSEAD 2020 GTCI Report, no espaço Sustainable Development Goals (SDG) Tent. O relatório contará com o artigo intitulado “América Latina: A próxima grande fonte de talentos em IA?”, de autoria de Marco Stefanini, escrito em parceria com Fábio Caversan, Artificial Intelligence Research & Development Director da Stefanini EUA. No capítulo 2 do importante report global, a multinacional brasileira avalia, com propriedade, o escopo da ciência da Inteligência Artificial (IA) e da tecnologia na América Latina. Além disso, destaca a visão de Marco Stefanini para os cenários atuais e futuros deste tema que tem sido a tônica da propagada transformação digital. O artigo menciona ainda os desafios globais da IA, com foco principal de sua articulação na América Latina. 

Com informações da assessoria de imprensa

Grupo Movile tem mais de 500 vagas abertas em 12 cidades do país 
09 de janeiro

O Grupo Movile, ecossistema de tecnologia que atua na América Latina, tem 500 vagas abertas. Dentre as posições, 39% são na área de tecnologia, como engenheiros de software, analistas de dados e desenvolvedores backend. As demais são para ramos como vendas, logística, área administrativa, entre outras. Há vagas para a Movile e para todas as empresas do seu ecossistema: iFood, Sympla, Zoop, MovilePay, PlayKids e Wavy. As oportunidades estão distribuídas entre São Paulo, Osasco, Campinas, São Carlos, Jundiaí, Porto Alegre, Recife, Belo Horizonte, Poços de Caldas, Rio de Janeiro, Salvador e Brasília. Para se inscrever, basta acessar a página de carreiras da Movile. 

Com informações da assessoria de imprensa

Um quarto dos PCs estarão mais vulneráveis a ransomware a partir de janeiro de 2020
09 de janeiro

Os computadores que ainda estiverem executando o Windows 7 quando este chegar ao fim da sua vida útil, em 14 de janeiro, correm um risco significativamente maior de sofrer ataques de ransomware, alerta a Veritas Technologies. Segundo especialistas, espera-se que 26% dos PCs ainda estejam executando o software da Microsoft após o término do suporte. A vulnerabilidade à ransomware de PCs que executam softwares sem suporte foi demonstrada pelo vírus WannaCry em 2017. Apesar dos computadores suportados receberem correções contra cryptoworm, a Europol estima que 200 mil dispositivos em 150 países, executando um software mais antigo e sem suporte, foram infectados pelo WannaCry. E, embora apenas US$ 130 mil tenham sido pagos em resgate, entende-se que o impacto nos negócios chegou a bilhões de dólares devido à perda de produtividade e de dados, além de hardwares corrompidos. A Microsoft encerrou o suporte principal do Windows 7 em 2015, dando aos usuários cinco anos para se prepararem para o fim da vida útil do software. 

Com informações da assessoria de imprensa

Agibank investe 120% a mais em segurança de dados nos últimos dois anos
08 de janeiro

O Agibank, banco digital omnichannel, investiu 120% a mais em segurança da informação no período de 2017 a 2019º objetivo da instituição é ampliar os controles e melhorar a experiência dos clientes. Uma das soluções do Agibank é o mecanismo de autorização de transações financeiras, que identifica o cliente de forma única e assina digitalmente as operações bancárias envolvidas no processo, sendo o padrão blockchain utilizado para troca de chaves criptográficas entre o Agibank e seus clientes. A autorização de transações com QR Code também é um mecanismo utilizado com bastante efetividade e experiência positiva para o cliente. Além dos próprios controles em relação a segurança dos dados, o banco digital também investe em educação e orientação para ajudar o cliente a ampliar a própria consciência sobre o tema. 

Com informações da assessoria de imprensa

Computação quântica começa a entrar nos planos de bancos
08 de janeiro

Alguns dos principais bancos internacionais estão aumentando os recursos de pesquisas dentro do mercado de computação quântica. De acordo com o Financial Times, o reforço para se aprofundar nos estudos da área surge em um momento em que as primeiras aplicações mais práticas da tecnologia são vistas pelo grande público. Bancos como JPMorgan Chase e Citigroup, que iniciaram pesquisas exploratórias em 2018, acreditam que as capacidades quânticas podem “revolucionar” atividades como gerenciamento de risco e trading. Por conta dessas possibilidades os esforços dessas marcas estão concentrados em capacitar pessoal e infraestrutura para iniciarem testes para essas atividades. Um exemplo de tarefa que as instituições acreditam que pode ser otimizada com a computação quântica está na mensuração de riscos financeiros. As empresas do setor utilizam uma metodologia chamada Monte Carlo, que realiza diversas simulações para calcular probabilidades. Atualmente, JPMorgan e City conduzem análises para entender se a aplicação quântica ajudaria a proporcionar análises melhores e com menos custos de energia e capacidade computacional. Outra promessa gerada com o uso de computação quântica está no aumento de habilidades de sistemas que utilizam machine learning e inteligência artificial, de forma que eles possam identificar problemas ou apresentar oportunidades de forma mais ágil e com mais consistências probabilísticas. 

Fonte: ComputerWorld

Apenas 11% dos brasileiros têm dinheiro para as despesas extras de janeiro
08 de janeiro

Janeiro geralmente é o mês com mais contas. É nele que são cobrados, por exemplo, impostos como o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e o IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores), matrícula dos filhos na escola, além de reajustes em mensalidades e contas.

Segundo pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) apenas 11% dos consumidores brasileiros têm condições de pagar as despesas sazonais deste período, sem que seja necessário fazer uma economia ou reserva financeira ao longo do ano. A pesquisa ainda mostra que 22% dos entrevistados não fizeram qualquer planejamento para pagar esses compromissos em 2020.

Fonte: Valor Investe

Pesquisa mostra que inadimplência é grande problema para economia
08 de janeiro

Estudo feito com executivos atuantes na área de cobrança aponta que os atuais níveis de inadimplência representam um grande problema para a economia do país. Para 97% dos profissionais desse segmento, esse contexto é bastante prejudicial, destaca o levantamento “Desafios e Tendências do Cenário da Inadimplência no Brasil”, elaborado pelo Instituto Locomotiva em parceria com o serviço de cobrança digital Negocia Fácil e a organização CMS, especializada na geração de oportunidades para indústria de crédito. Destes entrevistados, 60% afirmaram que a inadimplência é uma questão crônica já inserida em meio ao consumo da população do Brasil. Os outros 37% consideram essa situação um transtorno pontual, motivado pelo atual momento da economia do país. Ainda segundo o levantamento, nove em cada 10 desses executivos consultados avaliam que o país vive uma crise econômica. A pesquisa foi realizada entre setembro e outubro de 2019. Ainda segundo o estudo Locomotiva/Negocia Fácil/CMS, 84% dos executivos ouvidos acreditam que os bancos digitais são o futuro do sistema bancário brasileiro. 81% dos entrevistados disseram que as suas respectivas empresas estão pouco ou nada desenvolvidos em relação à cobrança digital. A pesquisa também mostra que 68% das empresas do ramo de crédito já usam um modelo misto de cobrança, envolvendo a modalidade digital e o tradicional. Conforme o levantamento, a metodologia de recuperação digital conta com o maior potencial de sucesso. Essa resposta foi dada por 43% dos entrevistados. Outros 41% acham que o uso desse sistema com o convencional deve ser o mais bem-sucedido.

Com informações da assessoria de imprensa

Caixa define sindicato de bancos para IPO de unidade de seguros
07 de janeiro

A Caixa Econômica Federal escolheu o sindicato de bancos que coordenará a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da unidade de seguros, disseram à Reuters três fontes com conhecimento do assunto. O Morgan Stanley vai liderar um grupo de 10 bancos que inclui Bradesco BBI, Itaú BBA, Banco Plural, Banco BTG Pactual, Banco do Brasil, Credit Suisse, Santander Brasil, Bank of America e Caixa Econômica Federal, segundo as fontes. A Caixa Seguridade será listada apenas no Brasil, embora os bancos devam distribuir parte das ações nos Estados Unidos usando regulamentos como o 144A. Espera-se que a Caixa Seguridade seja avaliada em R$ 60 bilhões. A Caixa pretende vender cerca de R$ 10 bilhões em ações da Caixa Seguridade, reduzindo sua participação na empresa de seguros. A Caixa Seguridade não levantará recursos no IPO, que será inteiramente secundário, segundo as fontes. O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, quer fazer o IPO rapidamente, em março ou abril, mas a Caixa Seguridade ainda precisa assinar acordos com seguradoras privadas para venda de diferentes tipos de seguros na rede da Caixa. Na segunda-feira (6), foi anunciado o acordo com a japonesa Tokio Marine para venda de seguros residenciais. A Tokio Marine pagará R$ 1,5 bilhão no contrato com a Caixa.

Fonte: Forbes

Cashme lança programa Jovens Talentos 2020
07 de janeiro de 2020

A CashMe, fintech pertencente ao Grupo Cyrela com foco no segmento de home equity, anuncia o lançamento do seu primeiro “Programa Jovens Talentos 2020”, com o objetivo de atrair estagiários e trainees para a operação. Todas as vagas são para atuação no escritório de São Paulo (SP) e as inscrições podem ser feitas até 31 de janeiro. O programa irá selecionar quatro trainees, um para cada uma das seguintes áreas: Novos Negócios, Marketing, Inovação e Controladoria, com graduação concluída entre dezembro de 2017 a dezembro de 2019. A seleção de trainees e dinâmicas de grupo acontecerá em São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Florianópolis. Para o programa de estágio, será aberta uma vaga para atuação na área de Finanças. Os candidatos devem ter previsão de conclusão do curso entre dezembro de 2020 a dezembro de 2021. Entre os benefícios do programa, os estagiários e trainees terão respectivamente bolsa-auxílio e os salários compatíveis com o mercado. Ambos, terão direito assistência médica e odontológica, vale transporte, vale refeição, parceria com academias e seguro de vida. Para se inscrever acesse: http://talentoscashme.gupy.io/.

Com informações da assessoria de imprensa

Superdigital migra para nuvem do UOL DIVEO
06 de janeiro

A Superdigital, fintech pertencente ao Grupo Santander que atua no setor de contas de pagamento, anuncia parceria com o UOL DIVEO para tornar real a estratégia de migração para cloud. A Superdigital disponibiliza seus produtos para que seus clientes possam remunerar os seus colaboradores que não são bancarizados ou até para os pais que precisam pagar mesada de filhos com mais agilidade. Para disponibilizar uma estrutura capaz de suportar as transações financeiras, a Superdigital contou com a consultoria do UOL DIVEO para fazer a mudança para a nuvem, de modo ágil e assertivo. O final de 2018 foi o momento escolhido para que parte do sistema monolítico da empresa – o que suporta as operações do Brasil – migrasse para a nuvem pública da Amazon Web Services (AWS). Cleyton Ferreira, CTO do UOL DIVEO, explica que a solução escolhida pela Superdigital atua em ambiente híbrido, dividido entre cloud e colocation. De acordo com Giannina Popper, gerente de Infraestrutura na Superdigital, a mudança de ambiente atende as demandas do negócio para o Brasil e, futuramente, para outros países da América Latina. O UOL DIVEO também estabeleceu as conexões Direct Connect entre os datacenters e nuvem. Esse tipo de conexão oferece uma rede mais consistente que as conexões baseadas na internet, mais disponibilidade e diminui a latência na transferência de dados. 

Colhendo os frutos 

Pela facilidade em atualização de sistemas e gerenciamento de dados, a solução promove flexibilidade no modo de trabalho da equipe da Superdigital, uma vez que as ações são feitas automaticamente e não é necessário que o time atue em escala 24×7. 

Com informações da assessoria de imprensa

Banco Inter cria índices de fundos imobiliários
06 de janeiro

O Banco Inter anuncia a criação de dois índices de fundos imobiliários (FIIs) listados na B3. A iniciativa tem como objetivo oferecer benchmarks para o acompanhamento da performance desses ativos. Os novos índices foram criados com base nas diferentes características dos FIIs disponíveis no mercado, e levaram em consideração as condições de liquidez dos ativos, para que a alocação seja replicável pelos investidores. O primeiro índice, batizado de IFI-E, é composto pelos fundos que investem em imóveis para renda via aluguel, conhecidos como “fundos de tijolo”. O segundo índice, IFI-D, é formado pelos fundos que investem em títulos imobiliários, como CRIs e LCIs, lastreados em imóveis, os chamados “fundos de papéis”. Ambos os índices foram calculados seguindo a metodologia de cálculo de retorno total, o que significa que incluem a valorização da cota e o ganho de dividendos. Além dos índices, o Banco Inter também está desenvolvendo dois fundos de fundos imobiliários, que irão replicar os índices e serão uma espécie de ETF’s focados no segmento de FIIs.

Com informações da assessoria de imprensa

LIFT leva à criação de 17 novos projetos para inovação no SFN
03 de janeiro

​O Laboratório de Inovações Financeiras e Tecnológicas (Lift)desenvolvido pelo Banco Central e pela Fenasbac, resultou em 17 novos projetos para inovação no Sistema Financeiro Nacional (SFN). A edição de 2019 selecionou 20 propostas e 17 concluíram o ciclo de desenvolvimento de protótipos. Os projetos resultantes incluem tecnologias de blockchain, inteligência artificial, modelos de pagamento e novos modelos de aplicação para tecnologias já consagradas no mercado. De acordo com André Siqueira, chefe de divisão no Departamento de Tecnologia da Informação (Deinf) do Banco Central (foto à direita), foram escolhidos projetos convergentes com a agenda do Banco, que trazem inovação para o SFN, com potencial de produção de MVP (Minimun Value Product) em três meses e que despertassem interesse dos provedores de tecnologia e dos grupos de acompanhamento de projetos. As iniciativas que chegaram à fase final do LIFT são: Antecipa Fácil; Antecipação com transferência; o Switch de Pagamentos Instantâneos BluPay; FINID: Gestão de identidades financeiras descentralizadas; FINWEB – empreendedorismo colaborativo; Gavea Marketplace de Commodities Físicas; MIDAS para permitir acesso a aplicações financeiras; Spin Pay para captura, autenticação e liquidação de uma transação de pagamento em compras online; P2P Lending com blockchain para promover o uso da tecnologia de blockchain aplicada ao ambiente de uma fintech de empréstimos P2P. O PROVI para elaboração de contratos de Income Share Agreement (ISA); Quadra Urbana, plataforma de gestão e rentabilização do ativo imobiliário; Saque Super Fácil, que propõe modelo inovador para o processo de saque de dinheiro; Saxperto para permitir que clientes de bancos digitais ou carteiras digitais façam micro saques a partir de seu saldo disponível, por meio de uma rede de varejistas credenciados a um custo bastante reduzido. O SAZ para integrar serviços de várias instituições financeiras em um único aplicativo desenvolvido no modelo de Banking as a Service (BaaS); Transferhub plataforma voltada ao mercado de câmbio; Vencehoje para busca automática de boletos e faturas gerados para um determinado CPF ou CNPJ; WIP modelo que estimativa a probabilidade de demissão do colaborador de uma empresa privada e serve como insumo para a análise de crédito na modalidade consignado privado e outras modalidades.  

Fonte: Banco Central

Autorregulação do Crédito Consignado entra em vigor
02 de janeiro

Começou a valer a partir de 2 de janeiro o Sistema de Autorregulação de Operações de Empréstimo Pessoal e Cartão de Crédito com Pagamento Mediante Consignação. Desenvolvido em parceria entre a Febraban – Federação Brasileira de Bancos e a ABBC – Associação Brasileira de Bancos, ele reúne 31 instituições que representam cerca de 98% do volume da carteira de crédito consignado em todo o país. Uma das inovações do novo conjunto de regras é o sistema de bloqueio para os clientes bancários que não queiram receber ligações de oferta do produto. O site “Não me Perturbe”, que já tinha a participação de empresas de telecomunicações, passa a contar com a adesão dos bancos integrantes da Autorregulação. Trinta dias após realizado o cadastro do telefone fixo ou móvel no sistema “Não me Perturbe”, tanto os bancos quanto os correspondentes por eles contratados não poderão fazer nenhuma oferta de operação de crédito consignado. O bloqueio valerá por um ano e o cliente poderá escolher se bloqueia instituições financeiras específicas, ou, ainda, todo um segmento – o setor bancário e/ou telecomunicações. No site, o cliente também encontra um link com informações do sistema de bloqueio e o redirecionamento para o site do “Não me Perturbe”, além de todas as informações referentes à nova Autorregulação do Crédito Consignado. Outra importante medida da nova Autorregulação para coibir o assédio na oferta do produto ao consumidor diz respeito à portabilidade de operações de crédito consignado. Agora, as instituições financeiras não remunerarão mais correspondentes pela portabilidade da operação de crédito consignado ou pelo refinanciamento dela antes de 360 dias, contados da data do negócio. Antes da entrada em vigor da Autorregulação, o correspondente era remunerado a cada operação portada, independentemente do prazo. O novo sistema também prevê que os bancos deverão enviar aos consumidores, em até cinco dias contados da data de liberação do crédito ao cliente, as seguintes informações mínimas relativas à operação: identificação da instituição financeira contratante; data e número do contrato; canais de relacionamento da instituição financeira; valor do empréstimo contratado pelo consumidor; e quantidade e valor de parcelas. Além disso, será exigida certificação de todos os integrantes da equipe do correspondente que se relacionam com o cliente durante a contratação do crédito consignado. 

Fonte: Febraban


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