A chave para sobreviver em um mundo de serviços financeiros conectados


Uma combinação sem precedentes de motivadores de mudanças está em curso no setor de serviços financeiros atualmente. Alguns desses fatores, particularmente a digitalização, estão influenciando a maioria dos mercados – impulsionando a crescente demanda de consumidores por interações altamente personalizadas, rápidas, convenientes e conectadas que se adequam ao estilo de vida ocupado e “em movimento”.

Nos mercados voltados ao consumidor, a necessidade de serviços “sempre disponíveis” (e além) nunca foi tão importante – e os serviços financeiros não são exceção.

De acordo com o novo e influente white paper da Diebold Nixdorf, esses novos níveis de interconectividade, juntamente com a reforma regulatória sob a feição do PSD2 e do Open Banking, impulsionam a evolução que vemos em muitos outros mercados, em uma revolução no cenário de serviços financeiros. Onde novos participantes de mercado já causam impacto considerável, essas mudanças impostas abrem as portas para uma potencial onda de novos players de serviços financeiros, e ainda de mais novas oportunidades – mudando o cenário de forma irrevogável.

Embora todos os players precisem se adaptar às exigências legislativas, há muito mais para as organizações de serviços financeiros considerarem do que apenas a mera conformidade. A medida em que a entrada de empresas bancárias não tradicionais no espaço de serviços financeiros cresce em um ritmo crescente, os papéis no relacionamento com o cliente se transformam. Fornecedores tradicionais devem considerar sua posição futura e decidir como reformular as interações com os clientes para torná-las realmente relevantes.

De acordo com o relatório da EY, mais de 75% dos consumidores já possuem produtos ou serviços com pelo menos três provedores de serviços financeiros e mais de 25% com quatro.

Essa “sintonia” das relações com o cliente e a lealdade só aumentarão à medida em que fornecedores baseados em tecnologias ágeis aumentarem sua presença no mercado. EY também relatou que 41% dos consumidores dizem que mudariam de fornecedor se um diferente oferecesse uma experiência melhor. Essa abertura para mudanças é mais aplicável a clientes com experiência digital, que representam uma proporção significativa e crescente de consumidores.

Para ler o white paper, clique aqui.

Fonte: Payments Cards & Mobile

Tradução e adaptação: Edilma Rodrigues


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