27 abril, 2017

A Cantarino Brasileiro realizou na última terça-feira (25), em São Paulo, a cerimônia de premiação aos vencedores do Fintech Awards Latam 2017. As brasileiras Moneto (categoria Inclusão Financeira), URBE.ME (Tração), Magnetis (modelo de negócios) e Kickante (User Experience) garantiram a supremacia nacional na competição. Coube à chilena CryptoMKT, ficar com o primeiro lugar na modalidade disrupção e representar o ecossistema dos países vizinhos na premiação.

A primeira edição do prêmio recebeu mais de 140 inscrições, soluções vindas da Colômbia, Chile, México, Argentina, Guatemala, Peru e Uruguai, além do Brasil. A maioria das empreasas (65%) tem até nove colaboradores. Outros 31,25% têm de nove a 50. Com relação ao ano de fundação, 34% das participantes chegaram ao mercado em 2015; 29%, em 2016; 14%, em 2013, 12% em 2012 e 11%, em 2014.

“Certamente a participação dessas iniciativas contribuiu decisivamente para a realização do maior evento de fintechs da América Latina. Juntas elas criaram um espaço de debates profícuo para novas parcerias, ideias, projetos e, principalmente, contribuiram para a construção da base de conhecimento necessária para a consolidação desse ecossistema na região”, declarou o diretor da Cantarino Brasileiro, Marcos Cantarino.

A descrição das iniciativas vencedoras é a seguinte:

Moneto: Plataforma de gestão de cobranças e pagamentos online para autônomos e microempreendedores.

URBE.ME: Empresa de investimento imobiliário online. Possibilita a mais pessoas aplicar dinheiro na construção de imóveis, atividade anteriormente disponível a apenas grandes investidores. A partir de R$1000, é possível garantir rendimentos de 20% ao ano.

Magnetis: Consultoria de investimentos automatizados, desenvolveu um robo-advisor que personaliza as indicações e permite que pessoas com pouco conhecimento em finanças escolham as melhores aplicações financeiras disponíveis.

CryptoMkt: Plataforma de negociação eletrônica especializada em Blockchain Ethrereum, que permite, de forma inclusiva, receber e enviar valores (ethereum ETH) digitalmente, em segundos e em qualquer lugar do mundo.

Kickante: Plataforma virtual de financiamento coletivo.

Os cinco cases vencedores receberão da Microsoft a assinatura do serviço BizSpark Plus, por dois anos, e conta Azure com crédito de 120 mil dólares, sem teto mensal, por dois anos, em uma única conta e assinatura MSDN, que dá acesso aos softwares da Microsoft já mencionados. As cinco terão direito ainda a bolsas de 50% no curso de pós-graduação “Gestão da inovação e direito digital”, o primeiro a reunir gestão, tecnologia e direito digital. Finalmente, a Cantarino Brasileiro bonificará os vencedores com U$ 12.000,00 em produtos e serviços em eventos e publicações no decorrer de 2017.


27 abril, 2017

As informações que as pessoas oferecem em suas redes sociais sobre seus costumes, formas de consumo e relação com o dinheiro estão ganhando mais relevância a cada dia para o cenário de crédito do país. Esta foi uma das principais constatações do painel: “Empréstimos: Análise e concessão de crédito por meio de fintechs”, realizado terça-feira (25) durante a segunda edição do congresso Fintech View.

Moderado por Dorival Dourado, da Centria, o debate contou com a participação de Sandro Reiss, da Geru, Marcelo Ciampolini, da Lendico, e Sérgio Furio, da Creditas.

Reiss afirmou que a falta de informações positivas sobre a situação dos consumidores brasileiros levou o chamado Social Score a ter, no Brasil, um papel mais relevante do que em qualquer outro país do mundo. “As redes sociais são muito importantes, por exemplo, para fornecer dados de segurança contra a fraude”, disse.

Ciampolini confirma esta visão exemplificando que, se uma pessoa se cadastra com um endereço de perfil no Facebook e este perfil tem mais de um ano com mais de 300 amigos, dificilmente esta pessoa tem a intenção de fraudar. “Agora se este perfil foi aberto há uma semana, com nome diferente e outros detalhes, a chance de ser um fraudador é maior”, disse. Segundo ele, o brasileiro tem uma característica muito grande de superestimar sua condição financeira. “Na média das solicitações que recebemos, 40% das pessoas majoram suas rendas em 40% acima da realidade”, diz.

Para Furio, as redes sociais ajudam a completar o quadro de informações até mesmo para operações como as da Creditas, nas quais o empréstimo é feito com garantias como as de imóveis. “Se detectamos que o solicitante é um empresário e sua esposa também é, ou foi empresária, temos informações sobre um fator que pode afetar a questão da posse de um imóvel, por exemplo”, declarou.

Ao final da discussão sobre a importância do uso do Social Score, os debatedores retornaram à discussão sobre os prejuízos ao país causado pela falta do chamado Cadastro Positivo. “Esta ferramenta mudaria o cenário do crédito no Brasil da água para o vinho”, afirmou Reiss.

Dourado encerrou o debate citando estudos que tratam desta questão. “Com o Cadastro Positivo o Brasil teria facilmente uma relação de 60% na relação PIB/Crédito e ainda haveria espaço para crescer muito mais se considerarmos que esta relação é de 100% em países desenvolvidos”, disse.


27 abril, 2017

O representante da província canadense de Ontário, Todd Barrett, que participou na terça-feira (25) do painel “Desenvolvimento – Programas de Incentivo às startups”, no congresso Fintech View, mencionou a existência de um programa do governo daquele país, no qual o governo divide o risco com os investidores no incentivo às startups. Segundo ele, o sistema propõe que para cada um dólar aportado pelo poder público em uma iniciativa, a iniciativa privada direcione outros dois dólares. O modelo tem o objetivo de usar o governo como um avalista proporcionando maior credibilidade ao projeto e maior segurança ao investidor.

A ideia foi bem recebida pelos demais participantes do painel. O moderador da discussão, Geraldo Santos, do Startupi, por exemplo disse que no Brasil os empreendedores não esperam muito do governo. “Eles sabem dos programas de incentivo das grandes empresas e é com isso que eles contam”, disse.

Já Cassio Spina, da Anjos do Brasil, ressaltou os resultados obtidos pelo programa Inovativa Brasil (www.inovativabrasil.com.br), do governo federal, que tem foco na capacitação do empreendedor por meio de uma rede de mentores voluntários que se propõe a fazer este trabalho. “É um esforço muito interessante porque a cultura empreendedora é um fenômeno relativamente novo no país e contar com este suporte tem ajudado muita gente”, declarou.

Segundo ele, este não é o foco das empresas que desenvolvem programas de aproximação e incentivo ás startups. “As empresas buscam basicamente fomentar a cultura empreendedora em suas equipes internas, atrair talentos, testar novos modelos de negócios sem comprometer o legado, inovar de forma mais rápida e barata do que por meio do processo tradicional e evitar o efeito Kodak, que é o risco de ser surpreendida e ultrapassada por inovações no segmento em que tradicionalmente sempre lideraram”, disse.

Em sua participação, Lineu de Andrade, do Itaú/Cubo, revelou que após ter recebido abrigado mais de 700 startups o maior benefício alcançado pelo banco foi mesmo a mudança cultural. “Todos os dias os executivos do Itaú passam pelo Cubo e a convivência com aquele ambiente acelera a adesão deles à cultura empreendedora”, disse.


27 abril, 2017

O encerramento do congresso Fintech View teve a participação de Guga Stocco, do Banco Original que ministrou a palestra “Digitalização do mundo Financeiro: Um caminho sem volta”. Nela o executivo alertou aos presentes para o fato de que estamos vivendo uma nova era e que por isso é necessário olhar para a questão da inovação sob as perspectivas deste novo ambiente e não mais com os parâmetros do passado.

“Os líderes costumam pedir para suas equipes de inovação que olhem para fora da caixa, mas poucos param para analisar que não precisariam olhar para fora dela se ela não tivesse sido construída”, disse.

Segundo o executivo, tudo o que aprendemos foi desenvolvido para a revolução industrial. “Nós não estamos mais na revolução industrial, então inovar significa pegar tudo o que foi feito para funcionar naquela época e quebrar”, explicou.

Nesta linha de raciocínio ele foi explicando que este tipo de raciocínio é o que está por traz de cases disruptivos de sucesso global como Google, Uber e outros. No caso dos bancos e dos serviços financeiros, Stocco afirma que estamos entrando na quarta onda de revolução digital. “A primeira foi a criação das agências. A segunda foi o advento do internet banking. A terceira trouxe a questão da mobilidade. Mas a quarta é a do blockchain, que vai certamente quebrar com tudo o que foi feito em todas as outras ondas. Ela trará um olhar para além da revolução industrial e isso é um caminho sem volta”, concluiu.


27 abril, 2017

Com base no fato de que apenas 4% dos clientes infelizes fazem algum tipo de reclamação às empresas, o CEO do Banco Sofisa Direto, Léo Cherman chamou a atenção dos participantes do congresso Fintech View, na terça-feira (25), para a necessidade de fazer todo o esforço possível para se antecipar e criar experiências libertadoras aos usuários de serviços financeiros.

Na ocasião ele fez a palestra: “Nove verdades e uma mentira sobre a experiência do cliente”. Segundo ele, a grande vantagem de um banco ser digital é a possibilidade de oferecer o produto certo no momento certo às pessoas. “No caso do Sofisa Direto, por exemplo, além de oferecer ao cliente a possibilidade de fazer um depósito com cheque de forma eletrônica, nós possibilitamos a ele destinar este cheque para um investimento já neste momento, sem a necessidade de ter que esperar a compensação ou qualquer outro processo para executar uma operação que, no fundo, nós já sabemos que este cheque se destina”, diz.

O executivo ressaltou que este tipo de filosofia consegue criar uma experiência libertadora ao cliente. “Trabalhamos com foco na simplicidade que se traduz em ter poucos produtos. Estes produtos precisam ser fáceis de entender e fáceis de contratar”, diz.

Cherman revelou que a meta da instituição para 2017 é fazer com que os clientes desenvolvam o desejo de ter o Sofisa Direto como seu primeiro banco. Já para o ano que vem, o objetivo da instituição é se tornar efetivamente o banco preferencial de todos os seus usuários.


27 abril, 2017

O painel “Impacto da oneração fiscal nas iniciativas de inovação” realizado terça-feira (25) no congresso Fintech View, coordenado por Fabio Gonsalez, co-fundador do FintechLab, revelou a preocupação dos profissionais de tecnologia com relação aos efeitos que o fim da desoneração fiscal promovida pelo governo pode trazer para o futuro do setor.

Entre os dados citados, um dos que chamaram mais a atenção foi o de que durante a vigência da desoneração foram criados 130 mil empregos diretos com carteira assinada nos setores ligados à produção de inovação tecnológica.

“Nesse período a atividade conseguiu aumentar a arrecadação de impostos para o governo acima do que conseguiram muitos outros setores da economia e mesmo assim as autoridades decidiram retirar os benefícios”, disse o representante da Associação Brasileira das Empresas Software (ABES), Manoel Antonio dos Santos.

Segundo ele, a partir do momento em que a desoneração passou a não mais vigorar até o dia de hoje já foram eliminados cerca de 55 mil destes empregos e a expectativa é que a perda continue crescendo de forma acelerada nos próximos meses.

Ailtom Nascimento, da Stefanini, uma das maiores empresas do setor no país confirmou a preocupação com o futuro. Ele revelou que no período da desoneração a companhia fez investimentos pesados para transformar a unidade brasileira no centro das exportações globais da corporação.

“Construímos um centro de desenvolvimento em Campina Grande onde temos mais de 3 mil pessoas trabalhando. Mas todo o esforço para criar um ambiente competitivo para o Brasil foi por água abaixo”, disse.

O outro participante do painel, Paulo Marcelo, da Ressource, ponderou sua percepção de que várias empresas estão neste momento repensando seus posicionamentos em relação ao Brasil em função deste novo cenário. “Certamente muitas delas vão recuar e isto será muito prejudicial para o avanço do país no cenário da revolução digital” declarou.

Gonsalez encerrou a discussão ressaltando a necessidade de rever este caminho sob pena do país perder espaço no cenário da revolução digital.


27 abril, 2017

Numa pesquisa recente que apresentava os principais heads de fintechs não foi citado o nome de nenhuma mulher. Outro estudo que mostra os investimentos feitos em startups revela que apenas 10% se dirigiram a iniciativas cujos líderes são do sexo feminino. Estas informações pontuais e outras observadas no relacionamento do dia-a-dia foram citadas como as grandes dificuldades pelas participantes do painel “Empoderamento Feminino – Os desafios das mulheres empreendedoras”, realizado quarta-feira (26) no congresso Fintech View.

A coordenadora do debate, Rosine Kadamani, Co-fundadora da Original My e Blockchain Academy, iniciou os trabalhos apresentando um vídeo no qual pessoas comuns demonstraram muita dificuldade em identificar uma mulher como a pessoa mais competente em um hospital. Segundo ela, este comportamento cultural também ocorre no ecossistema fintech.

Marcela Miranda, da Trigg, afirmou que percebe uma diferença no tratamento do interlocutores. “No meu caso, por exemplo, eu sinto isso em algumas reuniões. Como o meu sócio é homem eu muitas vezes preciso gastar muita energia para que os interlocutores falem comigo no momento das negociações”, disse.

Por sua vez, Stephanie Fleury Rassi, do Dindin, afirma reconhecer que ao entrar no ambiente fintech as mulheres estão entrando em dois mundos extremamente dominados por homens, que são a tecnologia e as finanças. “Neste ambiente existe preconceito até mesmo de homem para homem. Eles preferem falar com os mais experientes, os chamados barbas brancas do que com os mais jovens”, disse.

Ela revelou que em uma ocasião chegou a usar um barba branca para conseguir o objetivo desejado. “Eu percebi que não obteria a credibilidade necessária sendo uma mulher. Chamei um barba branca. Dei toda a instrução sobre a mensagem que eu queria passar. Ele falou tudo do jeito que eu queria e o negócio foi fechado”, declarou.

Usando como exemplo o prêmio ganho pela Kickante no exterior em uma iniciativa dedicada justamente a reconhecer o trabalho das mulheres, Viviane Sedola, sócia da empresa, afirmou que em algumas partes do mundo há muito preconceito. “Algumas juradas do oriente médio assumiram que seus conceitos para os cases foram dados muito mais com base na postura da mulher em seus relacionamentos do que em função dos resultados alcançados por suas organizações”, disse.

Miranda ressaltou que a geração atual ainda consegue lidar mais tranquilamente com este tipo de preconceito e até usar um barba branca para dar prosseguimento nos negócios, mas a nova geração que está chegando ao mercado de trabalho promete brigar mais por igualdade de tratamento.

No final dos trabalhos, Rosine apresentou um conjunto de dicas para posicionamentos que combatem as dificuldades no dia-a-dia. “Procurem olhar para as mulheres nas reuniões. Verifiquem se elas têm espaço para se expressar nas suas empresas. Cuide para que a competência delas seja destacada e não outros fatores como o charme, a beleza etc, Busquem entender como as características femininas podem contribuir no desenvolvimento de projetos. Desta forma começamos a mudar esta relação sem precisar gerar grandes atritos”, concluiu.


27 abril, 2017

“Tem muita gente criando a solução primeiro e correndo para encontrar o problema depois”. Esta foi uma das frases usadas pelo sócio da KPMG Strategy & Operation Financial Services, Oliver Cunningham, durante sua palestra “Melhores Mercados para iniciar uma startup financeira”, realizada terça-feira (25) no congresso Fintech View.

Ele citou o fato de que 93% das empresas afirma estar transformando em algum grau seu modelo de negócios, extraído da pesquisa “Transformação Digital em Serviços Financeiros Fintechs e Inovações”, feita pela própria KPMG. Apesar disso, o executivo afirmou que muitas propostas de fintechs não têm clareza sobre o tipo de problema que pretendem resolver e este pode ser o motivo de muitos projetos não obterem sucesso.

Cunningham ressaltou que durante o próprio congresso Fintech View, a KPMG detectou este problema durante as mais de 30 clínicas que realizou com as fintechs participantes. Ele deixou como dica a observação sobre as características que são comuns aos cases de maior sucesso no mundo como Uber, AirBNB, PayPal e outros.

“Todos eles são leves em ativos. Possuem riqueza de dados e conseguem extrair insights para o negócio da análise dessas informações. Mas a principal característica é que todas estas empresas são obcecadas em entender o cliente e suas necessidades. Se o empreendedor não estiver disposto a ter um tipo de análise semanal sobre a opinião do cliente e remodelar seu negócio de acordo com esta análise, não adianta sair criando soluções”, disse.


20 abril, 2017

A Cantarino Brasileiro acaba de definir os temas das palestras, painéis e workshops do Fintech Show, evento que acontecerá nos dias 25 e 26 de abril em São Paulo e reunirá os mais importantes players do ecossistema de startups financeiras da América Latina. A programação voltada ao conteúdo contempla a segunda edição do congresso Fintech View que este ano terá dois dias de discussão e apresentações de tendências e cases.

Alguns palestrantes já confirmados são Fabio Lacerda do Banco Central, Guga Stocco, head de estratégia e inovação do Banco Original, Leo Chermam, head do Sofisa Direto, Patricia Peck sócia da Patrícia Peck Advogados, Oliver Cunningham, sócio da KPMG, Bruno Balduccini, sócio do Pinheiro Neto Advogados.

Entre os temas definidos, alguns dos destaques são: “Implicações legais e tendências regulatórias para fintechs “, “Empréstimos: Análise e concessão de crédito por meio das fintechs”, “Investimentos: Como os robôs estão avançando no mercado financeiro” entre outros

Não faltará também o tema sempre concorrido dos pagamentos que será abordado num painel sobre as oportunidades que as Fintechs e o varejo têm para aproveitar a sinergia no desenvolvimento do setor.  Outro assunto do momento que será analisado sob todos os seus aspectos é o desenvolvimento do Blockchain, passando por Bitcoin, assim como internet das coisas e outras aplicações.

A programação ainda contará com a cerimônia de entrega dos prêmios para os vencedores do Fintech Awards Latam 2017, a maior competição do segmento da América Latina. Toda a programação acontecerá no Hotel Intercontinental, em São Paulo.

Programação completa no site. Aproveite os últimos dias de inscrição e garanta sua participação pelo site www.fintechview.com.br


20 abril, 2017

O Head do Sofisa Direto, Leo Cherman, ministra a palestra “Nove verdades e uma mentira sobre a Experiência do Cliente”, durante o Fintech View 2017, que acontece no dia 25 de abril, às 16h, no Hotel Intercontinental, em São Paulo. A ideia é trazer pontos relevantes que fidelizam e atraem os clientes em um mundo sob transformação digital.

A palestra de Cherman se dá no no Fintech Show, o primeiro evento brasileiro a reunir os mais importantes players do ecossistema de startups financeiras da América Latina, que conta com exposição, clínicas temáticas voltadas para empreendedores; congresso – o Fintech View, que conta com palestras de experts mostrando o cenário fintech em diversas partes do mundo. Além do Fintech Awards Latam 2017, que premia os melhores cases latino-americanos nas categorias User Experience, Modelo de Negócios, Inclusão Financeira, Tração e Disrupção.

Serviço:

“Nove verdades e uma mentira sobre a Experiência do Cliente”
Fintech View 2017
Data: 25/04/17
Horário: 16h00
Local: Hotel Intercontinental
End.: Alameda Santos, 1123, Jardim Paulista
Horário: 9h às 17h (dia 25/4) e 9 às 18h (dia 26/4)


20 abril, 2017

Inspirado por modelos de sucesso globais como Facebook (o maior veículo de mídia sem criar conteúdo), UBER (maior companhia de transporte privado sem carros de frota própria), Alibaba (maior serviço de vendas sem ter estoque) e Airbnb (maior serviço de hospedagem sem hotéis e imóveis próprios), a Contabilizzato desenvolveu um modelo de negócios com o objetivo de ser referência desta característica no mercado de escritórios de contabilidade.

A fintech fundada no ano passado na cidade de Pouso Alegre, Minas Gerais, concorre ao Fintech Award Latam 2017 com a oferta de serviços contábeis e até o funcionamento de escritório em formato virtual. Seu público alvo é formado por estudantes universitários, recém-formados em Contabilidade e Administração, ou profissionais formados em Contabilidade que estejam atuando em outras áreas.

A proposta é fazer com que estes parceiros não precisem de uma sede física para exercer seu trabalho, acabando assim com os gastos fixos e variáveis da instalação de um local físico. Assim, o iniciante na carreira poderá ‘ser’ um escritório contábil sem ‘ter’ um escritório contábil. O projeto introduz a inovação tecnológica em um setor ainda muito resistente a mudanças, remodelando a forma como a contabilidade é tratada em relação aos usuários internos e externos, garantindo segurança e agilidade em relação à dados e documentações.


20 abril, 2017

Fundada em Belo Horizonte (MG) em 2015, a Conta.Mobi é uma conta digital focada especificamente nos microempreendedores individuais (MEI). Ela oferece serviços básicos para este público como emissão de boletos, recibos, alertas e meios de recebimento, entre outros. Mas a grande inovação que ela apresenta é a integração e acesso gratuito a uma empresa contábil.

Para isso, a fintech que concorre ao Fintech Award Latam 2017, conta com uma parceria exclusiva com a Federação Nacional das Empresas Contábeis. Por conta do acordo ela oferece aos empreendedores o suporte necessário não só para cumprir suas obrigações legais, mas principalmente para organizar melhor seu negócio, sendo um elo fundamental para o crescimento destes pequenos empresários.

O acesso à Conta.Mobi é feito gratuitamente e 100% digital. Se o usuário desejar, não há cobrança de mensalidade e também nenhum custo para acessar uma empresa contábil e obter suporte. O modelo de negócios baseia-se na união dos quatro pilares do sucesso do empreendedor que são o recebimento, o pagamento, o controle e o suporte contábil em uma só plataforma de fácil usabilidade.


20 abril, 2017

Considerando que segundo a Febraban a quantidade de não bancarizados no Brasil hoje é superior a 20 milhões de pessoas acima de 16 anos, número que supera a população do Chile, por exemplo, e supondo que obviamente grande parte deles, senão todos, têm desejo de fazer compras pela internet, a E-Pregag desenvolveu uma solução que permite aos consumidores que não possuem cartões de crédito a oportunidade de fazer compras no comércio eletrônico e pagar por elas com dinheiro em estabelecimentos físicos.

A empresa, que concorre ao Fintech Award Latam 2017 montou seu próprio gateway e sua própria rede de pontos de venda que atualmente já conta com 5 mil pequenos estabelecimentos comerciais espalhados por todo o país, não apenas em capitais, mas também em cidades do interior. Todos esses pontos são facilmente identificados através de material de sinalização no local, ou através do mapa presente no site da E-Prepag e nos sites de todos os lojistas afiliados a fintech.

Para usar o sistema, basta informar sua localização e o mapa mostra os pontos de venda parceiros mais próximos. A criação de uma conta exige apenas informações cadastrais como CPF, nome e data de nascimento. Depois basta adquirir créditos pela própria internet ou em um ponto autorizado. Com a conta abastecida o cliente pode passar a fazer compras nos lojistas afiliados.

A ferramenta permite que os pontos de venda ganhem uma nova fonte de renda e ainda atraiam mais pessoas para seus estabelecimentos comerciais, o que impulsiona a venda de outros produtos e serviços disponíveis nesses locais. Os lojistas online alcançam novos consumidores oferecendo mais alternativas de pagamento a seus clientes. Além disso, eles reforçam suas marcas através de material de sinalização nos pontos de venda parceiros e em eventos como campeonatos ou experimentação de serviços que a E-prepag organiza em parceria com esses pontos de venda.


20 abril, 2017

Ao realizar um simples check-in e check-out utilizando o GPS do celular do colaborador, a fintech Expense Mobi traça a rota realizada pelo trabalhador e traz para o gestor uma visão precisa do que está acontecendo nas atividades externas. Com isso, os reembolsos de quilometragem são realizados com exatidão, sem distorções ou desvios.

Historicamente esta operação tem conseguido reduzir em cerca de 30% o valor pago em reembolso e pode levar a Expense Mobi a conquistar o Fintech Award Latam 2017.

A plataforma desenvolvida pela fintech paulistana criada em 2013 trabalha com toda a gestão de despesas e reembolsos dos colaboradores em tempo real. Ela gerencia e determina as políticas de reembolso da equipe. Através do módulo Foto Scanning, por exemplo, que utiliza a tecnologia OCR, a plataforma preenche automaticamente os relatórios de despesas de viagem e outros gastos como restaurantes, estacionamentos, pedágios, etc. Isto torna a prestação de contas extremamente simples e rápida.

Outro destaque do sistema é a seção Alertas e Política de Despesa. Ela permite o envio de alertas e notificações aos aprovadores quando as despesas solicitadas não estiverem em conformidade com as normas estabelecidas pela companhia.


20 abril, 2017

Criada em 2016 em São Paulo, a fintech MoneyMan tem como foco de negócios a reinterpretação da análise de risco de pessoas com nenhum ou muito pouco acesso a crédito em função de histórico recente ou de negativações em serviços de proteção ao crédito.

A empresa, que concorre ao Fintech Award Latam 2017, desenvolveu uma robusta plataforma tecnológica que leva em consideração inúmeras variáveis que geralmente passam desapercebidas das grandes instituições. Com isso ela consegue distinguir em poucos minutos o potencial de tomador de crédito de clientes que muitas vezes não são nem analisados pela indústria tradicional de crédito.

O sistema trabalha com variáveis ao longo do processo de proposta que analisam desde o tempo gasto em cada página do site até informações capturadas em seis bases de dados diferentes.

O cliente faz todo o processo online, sem sair de casa e leva menos de cinco minutos. Ele recebe uma resposta em segundos que pode ser positiva, negativa ou talvez. Caso o resultado seja indefinido, são feitas confirmações por telefone. Havendo a aprovação, o solicitante recebe o dinheiro em poucas horas diretamente em sua conta corrente.


20 abril, 2017

A proposta de atuação da fintech paulistana Nexos é promover a ‘desbancarização’ dos empréstimos e financiamentos para pequenas e médias empresas. A iniciativa aproxima os potenciais investidores dos empreendedores em uma plataforma online que oferece ainda serviços para auxiliar o negócio como por exemplo a análise de crédito.

Dessa forma, ambos os lados conseguem condições melhores do que conseguiriam no mercado financeiro tradicional. Para as empresas a vantagem é uma taxa de juros menor. Já para o investidor a atração é a possibilidade de obter uma rentabilidade maior na transação.

A fintech, que concorre ao Fintech Award Latam 2017, afirma conseguir um crédito de até R$200mil para empresas em menos de uma semana, sem necessidade de garantia real, com um processo 100% online, inclusive a assinatura dos contratos. Toda essa velocidade com taxas de juros em média 30% mais baixas do que nos bancos. A companhia informa que os investidores têm obtido retorno de até 26% ao ano (21% a.a em média), em poucos minutos, também 100% online.

A Nexxos passou a integrar a Oxigênio Aceleradora em agosto de 2016, e logo depois lançou sua plataforma no Brasil. Desde então já facilitou o financiamento de R$3 milhões para as pequenas e médias empresas.


18 abril, 2017

A startup chilena CryptoMarket, especializada em Blockchain Ethrereum, traz para concorrer ao Fintech Awards 2017, plataforma de negociação eletrônica, que permite, de forma inclusiva, receber e enviar valores (ethereum ETH) digitalmente, em segundos e em qualquer lugar do mundo. Fundada em 2016, a empresa que integra 600 milhões de pessoas na América do Sul oferece um novo modo de fazer pagamentos internacionais, com taxas menores que 1%.  E provê aos usuários registrados o uso da tecnologia Blockchain com contratos inteligentes, as “carteiras”, para a transferência de dinheiro digital.

A plataforma conecta e fornece a base para a integração com os sistemas de pagamento existentes, o gera um novo meio de pagamento inclusivo aos usuários. A tecnologia CryptoMarket também melhora a cadeia e gera mudança disruptiva na sociedade, assegurando que participantes do mercado de diferentes países ou culturas troquem valores na web. A empresa avalia que, atualmente, os intermediários são altamente ineficientes e deixam de fora 60% da população da América Latina que não podem ter serviços bancários. Ainda segundo a empresa, na área financeira, a confiança é o ponto chave para a troca de valores entre os participantes do mercado e os intermediários dão a confiança necessária entre as partes para o intercâmbio ocorrer.

A tecnologia também gera automaticamente ordens de compra e venda por meio da funcionalidade Instant Exchange, segundo as condições de mercado. Além disso, a plataforma CryptoMKT permite escolher, adquirir ou vender valores digitais via ordens de mercado (formato de comércio avançado) e conhecer os detalhes da cada operação no registro histórico. O sistema autenticação 2 passos (Two factor Authentication), o que dá mais segurança com o uso de apps de verificação do usuário Authy (idêntico ao sistema de digipass bancário).


18 abril, 2017

A Facturedo, startup de financiamento com seguro de crédito, é mais uma chilena que disputa o Fintech Awards Latam 2017. Sua plataforma une, de um lado, as PMEs com necessidades de financiamento de capital de giro e, do outro, investidores privados e institucionais. O objetivo é criar um marketplace em que os diferentes atores interajam em um espaço controlado que cria uma relação ganha-ganha para todos.  A fintech ajuda a financiar empresas de pequeno e médio porte que não teriam acesso ao financiamento de outra forma, seja por seu tamanho ou história.

A democratização do investimento deste tipo de ativo também está na pauta da empresa, que permite a investidores de varejo invistir em contas a receber de maneira automizada e diversificada. Os preços são determinados com base em modelo de risco interno, mais os leilões dos investidores. Esse modelo in house define uma faixa de preço a partir da qual se investe e melhoram a taxa. Toda a interação do usuário da Facturedo é via plataforma, 100% online. Além disso, a chilena trabalha com a companhia de seguros COFACE, que cobre o risco de crédito.


18 abril, 2017

A Alpha Ledger é uma fintech com fundo de investimentos que opera criptomoedas e utiliza estratégias “Deep Learning” com “High Frequency Trading”, um modelo inovador de comprar e vender ativos, que usa o Big Data do mercado e a inteligência computacional.  De acordo com a Alpha Ledger, hoje as estruturas de trading, quando existentes, são fragmentadas e não confiáveis. Para suportar suas operações, a startup carioca, que concorre ao Fintech Awards Latam 2017, está construindo toda uma base tecnológica proprietária, robusta, segura, transparente e confiável. O objetivo é conectar a empresa com as top Bitcoin exchanges e prover aos investidores sistema para checar suas contas de investimento em segurança e em tempo real.

Todas as operações rodam 24/7 e não dependem de um gestor e seu emocional para as estruturas de compra e venda de criptomoedas. Deste modo, a Alpha Ledger ganha em escala no número de transações diárias feitas e elimina o fator emocional como uma variável que pode interferir nas operações. A empresa avalia que ao buscar diversos pequenos ganhos com baixa volatilidade, que somados ao longo do dia, trazem um retorno sobre o investimento sem correlação nenhuma com qualquer outro produto financeiro existente.


18 abril, 2017

A goiana EasyCrédito, conecta pessoas com pouco ou nenhum acesso a serviços financeiros a empresas que oferecem soluções em crédito na internet como cartões, empréstimos e financiamentos. Uma das inovações da startup, que está na disputa pelo Fintech Awards Latam 2017, é a antecipação da análise de crédito. O consumidor sabe quais empresas estão dispostas a conceder crédito, o que evita o constrangimento de ter sua solicitação reprovada. O modelo beneficia idosos, estrangeiros, jovens e demais pessoas sem score de mercado ou que ainda não tiveram oportunidade de formar um histórico de crédito.

A solução funciona como um “Buscapé do Crédito”, o consumidor cadastra seus dados no aplicativo e seleciona o local em que deseja crédito. Em poucos minutos tem a resposta. Mesmo que não seja aprovado, o EasyCrédito mostra outros lugares onde a pessoa tem crédito pré-aprovado. Além disso, a centralização das consultas no aplicativo dá mais poder de negociação com bureaus fornecedores de informações, que é repassado ao fornecedor a um custo menor.

De acordo com a empresa, a plataforma é a primeira no Brasil a utilizar dados de redes sociais, geolocalização, dados do dispositivo, integração com bureaus de crédito e mais de 450 informações externas de fontes públicas e privadas. Por meio da análise preditiva de dados e redes neurais, a EasyCrédito monitora oportunidades que escapam da regra de crédito tradicional. Para tanto, a fintech goiana cruza informações de perfis dos usuários com as regras de crédito das empresas, o que gera (BI) Business Inteligence e Big Data para o negócio e permite monitorar e atualizar os dados do cliente em tempo real. A integração com diversas fontes de informações ainda propicia mais assertividade no processo de decisão e ajuda evitar a inadimplência.

Vale ressaltar que a migração de todo o processo de concessão para a internet aumenta a atuação geográfica e consecutivamente o volume de propostas e número de vendas. Outras vantagens do EasyCrédito são a redução do tempo de contratação e melhora da Imagem Institucional. A fintech goiana explica que existe demanda reprimida por crédito. Cada usuário que acessa a plataforma solicita crédito em três diferentes locais em um curto espaço de tempo. Além disso, a startup utiliza as diretrizes de material de design do Google, o que tornou seu aplicativo e site tão fácil de usar como o WhatsApp.


18 abril, 2017

A IOUU., marketplace de empréstimo Peer-to-peer, leva crédito mais barato e com menos burocracia para para micro e pequenos empreendedores brasileiros com necessidade de financiarem suas empresas. Além de investimentos com alta rentabilidade a partir de R$ 100,00. A startup paulistana, que concorre ao Fintech Awards Latam 2017, viabiliza empréstimos em menos de 15 dias e os investidores têm milhares de empréstimos na ponta dos dedos e podem rapidamente diversificar, emprestando pequenas quantias a cada um. Segundo a IOUU., este tipo de investimento, até agora, não estava disponível.

O funcionamento é simples. A fintech paulistana atua como correspondente bancário, conecta empresas que querem crescer a investidores que querem emprestar. E também faz a aquisição de clientes e análise de crédito com base em tecnologia. Uma vez que um empreendedor solicita um empréstimo e este é financiado pelos investidores da IOUU., é a instituição financeira parceira que origina a operação, lastreada por títulos, tanto de crédito (CCB – Cédula de Crédito Bancário), quanto de renda fixa (RDB – Recibo de Depósito Bancário). Assim, a IOUU. consegue aliar taxas mais baratas tanto para empréstimos quanto para investimentos, mais facilidade com menos burocracia, rentabilidades superiores do que as oferecidas pelas aplicações tradicionais e a segurança de se estar dentro dos parâmetros da regulamentação do Sistema Financeiro Nacional.


18 abril, 2017

A iugu, especializada em personalização e automatização dos fluxos de recebimentos e pagamentos, é mais uma startup que concorre ao Fintech Awards Latam 2017. A empresa paulistana criou uma infraestrutura que permite automatizar toda operação financeira via API; entrega um sistema de gestão 100% whitelabel e facilmente integrável. Comercializado como SaaS – Software as a Service – a iugu criou planos de mensalidades, limitados por funcionalidades, que pagam pela licença de uso mais tarifas conforme utilização de serviços.

O foco da fintech paulistana é atender demandas dos novos negócios digitais que oferecem serviços online, baseados em modelos de cobrança recorrente. Segundo a iugu, a maioria das soluções de pagamentos online existentes foi criada para atender o mercado do varejo online, que é baseado na venda direta. Essas soluções possuem sua proposta de valor fundamentada no processamento de transações, inclusive no modelo de receita, que cobra tarifa por transação. A startup inovou ao prover toda infraestrutura financeira, desde recebimentos – gestão de cobranças online – até pagamentos de terceiros – Split de pagamento e automação de transferências bancárias, para que o negócio opere de forma transparente e foque na entrega do serviço.

Outra novidade é o ambiente de teste e produção, que melhora a experiência de integração. A iugu também mantém bibliotecas de desenvolvimento nas principais linguagens e realiza o atendimento e suporte técnico com programadores.


18 abril, 2017

O aplicativo móvel poupa certo ajuda pessoas sem acesso ao sistema financeiro tradicional a controlar suas finanças e a poupar. Focado na população com renda individual de até R$ 1500,00, a startup paulistana concorre ao Fintech Awards Latam 2017. O poupa certo também utiliza teorias de mudança de comportamento como economia comportamental, machine learning e gamification (avaliadas por grandes instituições acadêmicas da área) para mudar a realidade financeira e cultura de poupança no Brasil.

Para a empresa, atingir metas de guardar dinheiro significa saber consumir bem e entender em que, como e quando se gasta. De forma acessível e descomplicada, a plataforma digital poupe certo controla gastos e receitas e analisa as despesas para definir o objetivo financeiro de cada pessoa. Isso facilita o processo de poupar e o torna um hábito simples, gratificante e automatizado. Ao final do ciclo de uso, os usuários conseguem entender quanto realmente entra e sai dos seus bolsos; atingir metas de poupança por meio de dicas diárias de como esticar o orçamento mensal, e acessar serviços financeiros de parceiros do poupe certo que se ajustam a seus perfis.


18 abril, 2017

O URBE.ME, primeira empresa de investimento imobiliário online do Brasil, assegurou a mais pessoas aplicar seu dinheiro na construção de imóveis, anteriormente disponível a apenas grandes investidores. A partir de R$1000, é possível garantir rendimentos de 20% a.a. Segundo a empresa, que concorre ao Fintech Awards 2017, na fase de incorporação a rentabilidade é superior à da renda fixa, inclusive, houve um case que superou os 30% ao ano. A URBE.ME reúne em sua plataforma de crowdinvesting imobiliário, incorporadores, que precisam captar recursos para sua obra, e investidores, que buscam maior rentabilidade e baixo capital para começar.

Além de romper o paradigma dos valores mínimos, o URBE.ME inova ao permitir que os investimentos na etapa de incorporação, já bastante tradicional, sejam feitos online. Em sua plataforma, o investidor consegue, com apenas quatro cliques, investir e ter acesso a todas as informações, o que inclui acompanhar o andamento do empreendimento. Ao realizar o aporte, o usuário adquire um título de dívida cujos rendimentos estão atrelados ao Valor Geral de Vendas (VGV) do empreendimento e receberá uma participação nas vendas das unidades. A incorporação dá garantias, uma vez que o terreno e o próprio imóvel avalizam o retorno. A rentabilidade mínima, a da poupança, tamém é assegurada por contrato e os empreendimentos em captação devem estar registrados sob o regime de afetação patrimonial, que protege os recursos do investidor. O URBE.ME é regulado pela CVM e todos os projetos passam por avaliação antes de serem lançados na plataforma.

Os incorporadores precisam estruturar ofertas públicas de investimento, já que antes só conseguiam acessar capital por meio de seu relacionamento. Após a estruturação e acompanhamento do projeto junto a CVM, a startup gaúcha faz a captação por meio da sua rede e de parceiros. Então, faz o serviço de acompanhamento e prestação de contas básico para as captações bem sucedidas. Do outro lado, atende a investidores que procuram diversificar seus investimentos com garantia e altas rentabilidades que, de acordo com a empresa, não são encontradas hoje no mercado. Outra vantagem, é que eles não pagam nada para acessar seus investimentos via UBRE.ME, e podem investir com a menor burocracia possível.


13 abril, 2017

Dois eventos sobre fintechs realizados no Reino Unido nesta semana estão tendo como atração um case brasileiro. De acordo com publicação do FintechLab, trata-se da SalaryFits, nome utilizado pela Zetra para internacionalizar o software eConsig, referência em Gestão Eletrônica de Margem Consignável, ou mais popularmente conhecido como crédito consignado.

O Innovate Finance Global Summit é uma das conferências mais prestigiadas da indústria da tecnologia financeira. Ela reúne representantes de startups, políticos e investidores com o objetivo de compartilhar ideias e soluções para os desafios enfrentados pelos serviços financeiros. Já a International FinTech Conference tem uma intensa programação de painéis e workshops, reunindo todo o setor de finanças, principalmente, da Europa, além de investidores de todo o mundo. Ambos os eventos aconteceram em Londres.

Com sede em Londres a “Nível 39” – maior aceleradora de empresas de tecnologia financeira da Europa, a SalaryFits se lançou no mercado internacional amparada pelo sucesso da plataforma brasileira eConsig. Atualmente a startup já tem atuação simultaneamente em cinco países distintos: Reino Unido, Portugal, Itália, México e Índia.

Criada no Brasil pelo empresário Renato Araujo, a plataforma tem mais de 250 clientes entre empresas privadas e órgãos públicos, relacionados aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. A empresa administrou em 2016 um estoque de 60 bilhões de reais em consignados, correspondentes a 2,5 milhões de servidores públicos e mais de 100 mil funcionários do setor privado.


13 abril, 2017

Um estudo publicado ontem (12) pela Associação Nacional das Empresas Financeiras de Montadoras (ANEF) revelou que o total de recursos liberados para compra de veículos entre janeiro e fevereiro deste ano somou R$ 13,9 bilhões. Esse volume representa um aumento de 13,2% no volume de negócios do setor na comparação com o mesmo período de 2016. Na ocasião os bancos concederam financiamentos na ordem de R$ 12,2 bilhões.

Segundo a entidade, para as operações de CDC foram liberados R$ 13,7 bilhões, nos dois primeiros meses de 2017, enquanto os R$ 217 milhões restantes envolveram as operações de leasing.

O presidente da ANEF, Gilson Carvalho, explica que essa ligeira alta é um sinal de que o consumidor está, aos poucos, recuperando sua confiança. “O volume de negócios ainda é bastante tímido, mas indica que as pessoas estão voltando a investir na aquisição de um veículo novo. Essa deverá ser a tendência para 2017: o consumidor mantém sua cautela, mas já esboça mais confiança para adquirir ou trocar seu veículo”, afirma Carvalho.

De acordo com os dados do boletim divulgado pela ANEF, em fevereiro os bancos liberaram R$ 6,4 bilhões em CDC, volume 11,5% inferior ao registrado no mês anterior, mas 10,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Desse total, R$ 5,7 bilhões foram destinados para as pessoas físicas e os 663 milhões restantes para as pessoas jurídicas.

Já para as operações de leasing foram liberados R$ 113 milhões, alta de 8,7% em relação a janeiro e redução de 36,5% na comparação com fevereiro de 2016. O maior volume, de R$ 90 milhões, foi destinado para as empresas e o restante para pessoas físicas.


13 abril, 2017

O anúncio feito na terça-feira (11) pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, que coloca os nomes de grande parcela dos representantes eleitos pelo povo como investigados por esquemas de corrupção fortalece o entendimento dos entusiastas do blockchain. Segundo eles, a tecnologia terá condições de levar a sociedade a poder adotar em 20 anos a democracia líquida, sistema no qual as pessoas poderiam votar por si próprias nos projetos de seu interesse, ao invés de eleger terceiros.

Uma das vozes que defendem esta tese é a do perito em Blockchain, Daniel Maloney. Ele declarou ao repórter Iyke Aru, do portal Cointelegraph que está otimista com a adoção do sistema de voto Blockchain no futuro. Em sua opinião desde o advento da Blockchain houve inovações de sistemas de votação para torná-lo confiável, transparente e não-adulterável.

Bjorn Bjercke, também especialista mencionado na reportagem, vê a eventual adoção do Blockchain para a votação como um fenômeno inevitável. Ele prevê uma implementação gradual do processo a partir de configurações menores, como votar em reality shows. Bjercke também contou ao Cointelegraph sobre os esforços que fez para um projeto de prova de conceito com uma das maiores emissoras de TV na Noruega para o uso da tecnologia com este objetivo.

Bjercke diz que em 20 ou 30 anos a partir de agora, experimentaremos a democracia líquida. “Com o uso de Blockchain, poderemos dar nossos votos sobre as questões que nos preocupam e dar nossos votos sobre as questões que não nos preocupam muito. Isso efetivamente nos dará um híbrido entre democracia direta e democracia representada também como democracia líquida”, finaliza.


13 abril, 2017

O Banco Central (BC) anunciou ontem (12), pela quinta vez seguida, a redução dos juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu baixar a taxa Selic em 1 ponto percentual, de 12,25% ao ano para 11,25% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

Segundo matéria publicada pela Agência Brasil, com a nova redução, a Selic retorna ao nível de dezembro de 2014, quando também estava em 11,25% ao ano. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano, no menor nível da história, e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Somente em outubro do ano passado, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia.

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA ficou em 0,25% em março, o menor nível registrado para o mês desde 2012.

Nos 12 meses terminados em março, o IPCA acumula 4,57%. Até o ano passado, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabelecia meta de inflação de 4,5%, com margem de tolerância de 2 pontos, podendo chegar a 6,5%. Para este ano, o CMN reduziu a margem de tolerância para 1,5 ponto percentual. A inflação, portanto, não poderá superar 6% neste ano.

No Relatório de Inflação, divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária estima que o IPCA encerrará 2017 em 4%. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,09%.


13 abril, 2017

Com a programação praticamente definida e os palestrantes e panelistas em fase final das confirmações, a segunda edição do Fintech View, congresso que acontecerá nos dias 25 e 26 de abril em São Paulo, dentro da programação do Fintech Show, já tem uma constatação assegurada que é o crescimento da participação feminina no ecossistema.

O fato é comprovado pela realização de um painel específico para debater o assunto. Ele acontecerá no dia 26, às 14 horas sob o tema: “Empoderamento feminino: Os desafios das mulheres empreendedoras”. Entre as painelistas já estão confirmadas as presenças de Viviane Sedola, co-fundadora da Kickante, Rosini Kadamani, co-fundadora da BlockChain Academy e da Original My, Marcela Miranda, fundadora da Trigg e Stephanie Fleury Rassi, CEO da Dindin

O diretor da Cantarino Brasileiro, empresa responsável pela realização do evento, Marcos Cantarino avalia como extremamente simbólica a realização deste painel. “Trata-se da comprovação de que o ambiente fintech brasileiro não é disruptivo somente no que se refere a tecnologias e modelos de negócios, mas também na forma de mudar as velhas estruturas no mercado de trabalho”, afirma.

Além da programação do Fintech View, o Fintech Show terá a cerimônia de entrega dos prêmios para os vencedores do Fintech Awards Latam 2017, a maior competição do segmento da América Latina. Toda a programação acontecerá no Hotel Intercontinental, em São Paulo.


13 abril, 2017

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro aprovou terça-feira (11) o projeto de lei 1.594/16, que proíbe os bancos a obrigarem os correntistas a utilizarem biometria para fazer saques no Estado. O deputado Dionísio Lins (PP), autor do texto afirma que a finalidade do mesmo é resguardar as pessoas em caso de assaltos e sequestro.

Segundo reportagem publicada pelo jornal Extra, o parlamentar afirma que a biometria deve ser utilizada somente caso esta seja a vontade do correntista, e não uma exigência, já que valores em conta são de propriedade do mesmo. “É certo que o objetivo dos bancos é prevenir os clientes contra fraudes, porém eles esquecem que a segurança pessoal do correntista está em risco” teria declarado à publicação.

O projeto vai ser votado em segunda e última discussão na próxima terça-feira. Se aprovado, será encaminhado para sanção do governador. Na mesma sessão, também na terça-feira, os deputados cariocas aprovaram o projeto de lei da peemedebista Ana Paula Rechuan (PMDB). O texto determina que os bancos não podem cobrar tarifas por contas correntes sem movimentação por mais de 120 dias. Pela proposta, o banco deverá informar ao cliente a não movimentação e se há interesse em mantê-la ou encerrá-la:

A justificativa da matéria informa que uma resolução do Banco Central determinava o cancelamento da conta corrente que estivesse inativa por seis meses. Só que muitas pessoas abrem conta salário, e, ao sair do emprego, imaginam que o serviço será cancelado. No entanto, as taxas continuam chegando. O projeto segue para sanção do governador.


13 abril, 2017

Após a confirmação por parte do Banco Central da queda da taxa Selic, Bradesco, Itaú e Santander anunciaram que seguirão o movimento e também estão reduzindo os juros de suas linhas de crédito. Segundo reportagem do jornal O Globo, o Itaú Unibanco, por exemplo, informou que está repassando integralmente a seus clientes (pessoas física e jurídica) o corte de 1 ponto percentual na taxa básica.

Segundo a instituição, a redução passa a valer a partir da próxima terça-feira (18) e vai impactar todos os clientes que utilizam o empréstimo pessoal e cheque especial. Para as micro e pequenas empresas, haverá redução nas taxas do cheque especial e capital de giro.

O Bradesco também informou que está reduzindo as taxas de juros de suas principais linhas de crédito. Para os clientes pessoa física, por exemplo, o Cheque Especial teve sua taxa mínima reduzida de 9,65% para 9,57% ao mês, e a máxima caiu de 13,49% para 13,41% ao mês. Na modalidade Crédito Pessoal, a taxa mínima passou de 1,83% para 1,75% ao mês, e a máxima de 7,66% para 7,58% ao mês. As novas taxas do banco passam a valer já na segunda-feira, dia 17.

Por sua vez, o Santander reduziu as taxas de juros das suas principais linhas de crédito de varejo. Segundo o banco, a partir de segunda-feira, a taxa mínima do crédito pessoal em todos os canais de atendimento cairá de 1,99% para 1,89% ao mês, enquanto a taxa máxima diminuirá de 7,99% para 7,89% ao mês. Já a taxa máxima dos juros para financiamento de veículos será reduzida de 2,79% para 2,69% ao mês. As condições valem para todos os canais de relacionamento do banco: Internet Banking, APP Santander, caixas eletrônicos e agências.


13 abril, 2017

A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) divulgada ontem (12) revelou que a proporção de famílias paulistanas endividadas voltou a subir em março. De acordo com o estudo, o número de pessoas que não terão condições de pagar as contas no próximo mês subiu pelo terceiro mês consecutivo, passando de 8,4% em fevereiro para 8,7% em março. Este é o maior patamar desde outubro de 2006 e é dois pontos percentuais superior ao registrado em março de 2016, quando 6,7% das famílias declararam estar nessa situação.

No mês, 50,2% das famílias declarou ter algum tipo de dívida, alta de 1,7 ponto porcentual (p.p.) na comparação com fevereiro. Em relação a março de 2016, quando essa parcela era de 51,6%, houve queda de 1,4 p.p. Em números absolutos, o total de famílias endividadas passou de 1,873 milhão em fevereiro para 1,941 milhão em março.

Segundo a assessoria econômica da Federação, depois do uso dos recursos adicionais do décimo terceiro salário para quitar as dívidas era natural que o número de famílias endividadas voltasse a subir. A entidade ressalta, porém, que este patamar ainda é inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, refletindo ainda o conservadorismo dos consumidores que, diante da crise econômica e do receio do desemprego, estão avessos à tomada de crédito.

Na segmentação por renda, o endividamento é maior dentre as famílias que ganham até dez salários mínimos. Para este grupo, o porcentual de endividados em março foi de 54,6%, alta de 1,8 p.p. em relação ao mês anterior, quando 52,8% pessoas estavam endividadas. Para as famílias com renda superior a dez salários mínimos, a proporção de endividados foi de 37,6% em março, alta de 1,7 p.p. em relação a fevereiro (35,9%).


11 abril, 2017

O líder de estratégia e inovação do Banco Original, Guga Stocco, ministra a palestra “Digitalização do mundo financeiro: um caminho sem volta”, durante o Fintech View, que acontece em 26 de abril, no hotel Intercontinental, em São Paulo. Na ocasião, o executivo, que fundou sua primeira startup em 2004, analisa como a inovação das soluções desenvolvidas por empresas financeiras iniciantes entusiasmam usuários insatisfeitos com as práticas antigas e engessadas das instituições tradicionais. Além desse contexto que propiciou o surgimento das startups financeiras, Stocco fala da agilidade no desenvolvimento das soluções, normalmente atreladas ao mundo mobile.

O Fintech View integra o Fintech Show, primeiro evento brasileiro a reunir os mais importantes players do ecossistema de startups financeiras da América Latina. Estrategicamente planejado pela Cantarino Brasileiro acontece em um espaço de 700 m2, nos dias 25 e 26 de abril, em São Paulo. E conta com exposição, onde alguns projetos poderão ser testados em tempo real pelo público; clínicas temáticas voltadas para empreendedores; congresso Fintech View, com palestras de experts mostrando o cenário fintech em diversas partes do mundo. Além do Fintech Awards Latam 2017, que premia os melhores cases latino-americanos nas categorias User Experience, Modelo de Negócios, Inclusão Financeira, Tração e Disrupção.

Digitalização do mundo financeiro: um caminho sem volta por Guga Stocco

Data: 26/4 – quarta-feira
Horário: 16h30
Local: Fintech View – Hotel Intercontinental
End.: Alameda Santos, 1123
São Paulo – SP


11 abril, 2017

A plataforma virtual de financiamento coletivo, Kickante, captou, em apenas três anos de existência, mais de 40 milhões de reais, impulsionando projetos, vidas, e sonhos de mais de 50 mil brasileiros. Um dos diferenciais da empresa, que concorre ao Fintech Awards 2017, é não haver investimento inicial ou riscos para o empreendedor, que paga apenas sobre o que arrecada. Além disso, o criador lança sua campanha sem controle humano de curadoria, o que assegurou à plataforma ultrapassar mil campanhas lançadas por mês, sem anúncio pago. O máximo conseguido no Brasil, até então, eram 30.

A fintech avalia que quebrou o conceito de que crowdfunding é vaquinha e o ressignificou como um formato profissional, uma vez que trata criadores e financiadores de maneira segmentada, utiliza o conceito white label e foi primeira a fechar parceria com grandes empresas brasileiras. São mais de 200 canais que arrecadam para iniciativas como selos de música, distribuidoras de filmes, editoras e outros, o que aumenta as possibilidades de tirar projetos do papel.

Com campanhas flexíveis, em que o valor arrecadado é levado pelo criador independente de bater a meta, a empresa acredita que o Brasil é um país com desigualdades e incertezas, mas cheio de oportunidades. Os números confirmam isso: 17% dos contribuidores doam mais de uma vez, 5% doam mais de 10 vezes e há casos de clientes que doaram mais de 80 vezes. E 25% dos criadores lançaram mais de uma campanha. Alguns, lançaram mais de 20, em menos de três anos.

Atualmente, a Kickante é a maior plataforma de crowdfunding do Brasil e conta com mais de 500.000 brasileiros que contribuem e financiam o sonho de 50 mil criadores de campanhas. A empresa, que sempre faz a primeira doação, reduzindo o teor emocional de se divulgar uma campanha com zero aceitação, também atua no patrocínio de iniciativas de marketing com grandes marcas e parcerias exclusivas com VIPs, selando contratos de três anos.


11 abril, 2017

A Magnetis, consultoria de investimentos automatizados, desenvolveu um robo-advisor que personaliza as indicações e permite que pessoas com pouco conhecimento em finanças, optem pelas melhores aplicações financeiras disponíveis. A solução, que concorre ao Fintech Awards Latam 2017, cria um plano sob medida, feito por algoritmos que analisam perfil e objetivos de cada pessoa. Por serem elaboradas de forma imparcial, as recomendações deixam de ser enviesadas, eliminando conflito de interesses normalmente presente nas indicações dos bancos tradicionais que, vale lembrar, concentram 85% dos recursos investidos pelos brasileiros.

Segundo a empresa, seu modelo de negócio democratiza o acesso a esse tipo de consultoria que, tradicionalmente, era acessível somente a pessoas com muitos milhares ou alguns milhões para investir, clientes classificados no perfil private dos bancos. Para aplicar, é preciso abrir uma conta na corretora parceira, Easynvest. O serviço contratado, que é gratuito, foi testado por mais de 25 mil pessoas e assegura investimentos mais inteligentes e com menor custo. O valor mínimo é de R$ 15 mil e todas as carteiras possuem uma combinação de ativos pensada para maximizar a rentabilidade e minimizar os riscos de acordo com o perfil de cada pessoa.

O plano de investimentos projetado pelo algoritmo é posto em ação automaticamente, com monitoramento constante. Todo o processo é 100% online, mas a Magnetis oferece para quem tem dúvidas, atendimento de uma equipe de consultores por telefone, e-mail ou chat. O uso de algoritmos faz com que os custos de consultoria da Magnetis sejam menores que dos bancos ou assessorias tradicionais. Outra diferença, é que no modelo tradicional os consultores humanos não conseguem atender a um volume grande de clientes. Com a automatização, o serviço ganha escala e, com isso, os custos são reduzidos.


11 abril, 2017

A uruguaia GeoPagos, empresa de pagamentos especializada em soluções de ponto de venda móvel (mPOS), concorre ao Fintech Awards Latam 2017. Sua solução combina redução significativa de preço, de quatro a cinco vezes mais baixa, que os terminais POS tradicionais e oferece alto valor agregado ao comércio. Além da utilização do cartão, a GeoPagos tem funcionalidades de um banco de dados, que permite conhecer os clientes, gestão da equipe de vendedores, consulta do histórico das transações e das informações, acesso a relatórios analíticos das diferentes variáveis de negócio, etc.

A empresa afirma que as soluções mPOS são essenciais à inclusão financeira, tanto pela evolução do produto e o seu valor agregado, com processos de programas de eficiência e de inovação destinados a captar segmentos desbancarizados. Bem como o trabalho conjunto com os governos em questões regulatórias que estimulem a adoção de novas tecnologias para melhorar essa inclusão.

Além disso, a solução da GeopPagos é flexível e conta com ferramenta de gestão para os comerciantes (empresas) e adquirentes, consultoria em novas tendências tecnológicas (hardware). E com certificações de segurança máxima e protocolos que proveem aos adquirentes um sistema com time-to-market quase imediato, o que os ajuda a incorporar novas tecnologias e captar novos clientes. Compatível com as principais plataformas (iOS / Android / Web), a solução prioriza o processo de pagamento em um fluxo sem atrito e respeita uma estética única para navegar as diferentes seções intuitivamente.

GeoPagos tem clientes em 10 países – Argentina, Costa Rica, Panamá, Honduras, Nicarágua, El Salvador, Guatemala, Uruguai, Bolívia e Estados Unidos – com parcerias com os principais adquirentes de cada mercado. A expectativa da empresa é fazer, pelo menos, quatro lançamentos em outros mercados, ainda neste ano.


11 abril, 2017

A Quotanda, plataforma de empréstimos como serviço (do inglês lending-as-a-service LAAS), desenvolveu um sistema de empréstimo estudantil, que permite que organizações implementem, gerenciem e mantenham programas de financiamento e, assim, tornem a educação de baixo custo mais acessível. Para se ter uma ideia, apenas durante o programa piloto da startup mexicana, que concorre ao Fintech Awards Latam 2017, foram registrados mais de 6M de dólares em pedidos, dez vezes o capital que a empresa tinha para apoiar os empréstimos.

Com o impacto do seu programa piloto e o sucesso das solicitações aprovadas pela plataforma, a empresa planeja fazer parcerias na América Latina e com bancos espanhóis (tentando se conectar com a geração de valor máximo da vida, os millenials) e escolas (que buscam aumentar a matrícula e retenção). Além disso, os governos, como o governo do México, oferecem programas de risco compartilhados para incentivar os bancos a emprestar para estudantes de alto risco em certas instituições.

O conjunto de serviços de empréstimo estudantil criado pela Quotanda faz a gestão dos principais aspectos da proposta, desde a abertura, passando pelas decisões de crédito até a gestão em longo prazo. O mecanismo é automatizado, com aplicação para celulares, fácil acesso e atendimento profissional ao longo de cada processo de concessão, o que amplia o acesso dos estudantes.

Do outro lado, esses recursos permitem que credores, escolas, instituições, fundações, governos, comunidades e investidores lancem e participem, de forma rápida, de programas de empréstimo estudantil.  Para as escolas, a Quotanda melhora as taxas de matrícula e conclusão com o potencial de incrementar os lucros e fluxo de caixa (com contas a receber factoring). Já para os bancos, oferece um canal com custo de aquisição baixo orientando a clientes com alto valor da vida.

A história de empréstimos estudantis no México mostra que estes foram limitados a apenas 2% da população em idade universitária. Com resultado relativamente baixo em taxas de matrícula em universidades e cursos de graduação. A Quotanda tenta inverter esta tendência e melhorar o acesso financeiro ao ensino pós-secundário, servindo um mercado pouco atendido, uma vez que desenvolver e manter programas de empréstimo para estudantes envolvem custos muito elevados, tanto em tecnologia com em pessoal treinado.


11 abril, 2017

Ao remover todas as barreiras de entrada e baixar o montante mínimo das aplicações para 100 pesos, em torno de R$ 17,00, a piggo abriu a porta do mundo de investimentos para mexicanos com pouca, muita ou nenhuma experiência em finanças. A ideia da empresa, que concorre ao Fintech Awards Latam 2017, é democratizar e humanizar os serviços financeiros. Por acreditar que as aplicações não devem ser exclusivamente de peritos e milionários, a piggo removeu também a comissão de compra e venda de fundos.

Segundo a empresa, com a solução foi possível romper o paradigma do que, por muito tempo, significou investir. Sempre com o apoio de seus coaches, a piggo criou um produto mais próximo às pessoas, 100% digital. O aplicativo mexicano foi pioneiro em funcionar como um ‘roboadvisor’ para fazer recomendações de investimento, cujo algoritmo inteligente personaliza o estilo para cada pessoa e resolve conflitos de interesse dos aconselhamentos nos modelos tradicionais.

Em uma única plataforma, sem barreiras, custos ocultos ou penalidades, a piggo pensou em garantir uma experiência nova para o usuário poupar e investir nos clássicos fundos de investimento, domiciliário, SPEI, calculadoras de poupança.  Além disso, a empresa também gera conteúdo de educação financeira como ebooks, cursos, webinars e publicações em seu blog, blog.piggo.mx.


11 abril, 2017

A plataforma de cartão pré-pago da PayPaxx, empresa do grupo HubPrepaid, especializada em gestão de despesas corporativas e pagamento de recebíveis, colocou na mão de mais de 150 mil taxistas da 99TAXIS, um meio de receber suas corridas, fazer compras e pagar de títulos. A mudança para esses motoristas, muitos deles desbancarizados ou com restrição financeira em conta corrente, foi significativa. Com a conta pré-paga PayPaxx Recebíveis, o dinheiro das corridas está disponível em, no máximo, cinco minutos após a transação ser aprovada pelo aplicativo. Anteriormente, demorava, em média, seis dias. E para aqueles que não possuíam conta em banco, muitas vezes, a remuneração chegava por ordem de pagamento, por cheque ou mesmo em espécie.

O novo meio de pagamentos, que concorre ao Fintech Awards Latam 2017, permitiu também que os taxistas tivessem todas as corridas em um único extrato, com o “de para” com o código da corrida e acesso à rede de benefícios da PayPaxx. Além disso, com o cartão pré-pago PayPaxx Recebíveis, é possível comprar produtos e serviços em estabelecimentos afiliados pelas adquirentes que aceitam a bandeira MasterCard, bem como realizar saques na rede 24H, Cirrus e em 18 mil casas lotéricas. O taxista também consegue fazer pagamento de contas e de títulos e conta com um programa de descontos com alguns parceiros

Para a 99TAXIS, a solução para liquidação financeira das corridas realizadas pelos taxistas usuários do aplicativo, reduziu sensivelmente o custo de TED/DOC, quantidade de erros operacionais, e conquistou um público que prefere, ou não pode no momento, trabalhar com os bancos tradicionais. Antes da implantação, o processo para a liquidação das corridas era oneroso. Havia dificuldade na conciliação das viagens realizadas e pagas; utilizava-se grande contingente na operacionalização dos pagamentos e havia alto índice de falhas no processo.

Segundo a PayPaxx, a parceria com a 99TAXIS vai além do pagamento das corridas realizadas ao motorista. A 99 está com um novo projeto de abrir novas frentes, disponibilizando a venda de maquininha (POS) ao taxista, por um preço muito competitivo.


11 abril, 2017

A LabsBank, startup de São Paulo fundada em 2015, criou interfaces de programação de aplicações – APIs – estruturadas para integrar informações, como saldos, extratos, boletos de cobranças e transferências de fundos entre sistemas financeiros e bancários. A plataforma conecta esses dados no aplicativo do cliente, com segurança e controle total do correntista em como cada aplicativo pode interagir com sua conta corrente. A proposta da LabsBank, que concorre ao Fintech Awards Latam 2017, é tornar o sistema bancário um ambiente realmente do século XXI, conectado por APIs.

Vale lembrar que os serviços dessas interfaces de programação são facilmente consumidos por dispositivos IoT, o que permite a integração das informações financeiras com dispositivos “smarts” como geladeiras, Google Home, lâmpadas, pulseiras e outros.

Com conceito de inovação aberta, a plataforma da LabsBank entrega o suporte necessário para desenvolvedores de apps, de softwares e de ERPs focarem no que interessa: o desenvolvimento de soluções, baseadas nos dados e funcionalidades disponíveis, e suas regras de negócios. E empodera o usuário final como proprietário de suas informações, o que permite o seu uso de diversas maneiras. De acordo com a empresa, a solução também facilita a modernização e reduz custos operacionais dos bancos e financeiras participantes.


6 abril, 2017

Pelotas e Morro Redondo, no Rio Grande do Sul, serão as primeiras cidades brasileiras a testar o registro de imóveis em blockchain. A informação foi publicada ontem (5) no portal www.coindesk.com. Segundo o autor da reportagem, Garrett Keirns, o anúncio teria sido feito pela empresa Ubitquity.

A nota informa que o teste incorporará informações detalhadas como endereço de propriedade, proprietário, número de parcela e classificação de zoneamento no blockchain. A publicação atribui aos fundadores o argumento de que o programa piloto seria um esforço para eliminar os registros em papel desenvolvendo uma solução 100% computadorizada, com a vantagem de que os registros armazenados na cadeia de bits do bitcoin são imutáveis, significando que eles não são suscetíveis a roubo, corrupção, dano ou fraude.

A informação é de que a Ubiquity teria firmado um contrato de exclusividade com os Cartórios de Registro de Imóveis para fornecer os serviços de registro. Se o projeto piloto for bem sucedido, a Ubiquity planeja franquear seu software a outros municípios interessados ​​em migrar registros para o blockchain.

O CoinDesk, informa que uma iniciativa similar do registo de propriedade está sendo desenvolvida na Suécia, onde a autoridade de registro de terra de Lantmäterie tem parceiros trabalhando em blockchain para registar negócios envolvendo propriedades em um ledger distribuído.


6 abril, 2017

Na terça-feira (04) o Head de Estratégia e Inovação do Banco Original, Guga Stocco recebeu em Boston (EUA), em nome da entidade, a condecoração pela vitória no prêmio Model Bank of The Year 2017. A conquista da instituição brasileira aconteceu na categoria Consumer Digital Platform e foi concedida pela Celent, empresa global de pesquisa e consultoria para o setor financeiro.

O case vencedor foi o desenvolvimento da plataforma Open Banking, lançada em setembro de 2016, com a qual o Banco Original permite a integração de diversos aplicativos com os serviços do banco por meio da abertura de APIs (Interface de Programação de Aplicativos, em inglês).

O Original é um dos primeiros bancos a abrir APIs no mundo. Com a iniciativa, empresas de qualquer setor da economia, em parceria com o banco, podem criar soluções que proporcionam experiências inéditas ao cliente, como acessar a conta corrente onde ele estiver, sem necessariamente o uso do celular. A previsão é que, futuramente, sejam elaborados mecanismos para acesso aos serviços bancários do Original por uma TV ou até mesmo pelo painel de um carro.

“Este é o segundo prêmio internacional que o Banco Original ganha por conta da plataforma Open Banking, o que demonstra seu teor disruptivo e dá a dimensão de seu potencial de impacto no mercado. Ele nos permite acelerar o desenvolvimento de inovações, que sempre são criadas tendo como objetivo proporcionar facilidades e boas experiências para o cliente, que no fundo é o que norteia a nossa operação e o trabalho que desenvolvemos no dia a dia”, afirma Guga Stocco.


6 abril, 2017

A Cantarino Brasileiro anunciou os temas das palestras, painéis e workshops do Fintech View, evento que acontecerá nos dias 25 e 26 de abril, em São Paulo e reunirá os mais importantes players do ecossistema de startups financeiras da América Latina. A programação, com dois dias de debates e discussões, apresentará tendências, cases consolidados, experiências e muito mais.

Entre os temas definidos, alguns dos destaques são: “Implicações legais e tendências regulatórias para fintechs”, “Empréstimos: Análise e concessão de crédito por meio das fintechs”, “Investimentos: Como os robôs estão avançando no mercado financeiro”.

Não faltará também o tema sempre concorrido dos pagamentos que será abordado num painel sobre as oportunidades que as Fintechs e o varejo têm para aproveitar a sinergia no desenvolvimento do setor.  Outro assunto do momento que será analisado sob todos os seus aspectos é o desenvolvimento do Blockchain, passando por Bitcoin, assim como internet das coisas e outras aplicações.

Alguns palestrantes já confirmados são Guga Stocco, head de estratégia e inovação do Banco Original, Bruno Diniz, da Next Money, Marcelo Bradaschia, co-funder do FintechLab, Oliver Cunningham, sócio da KPMG, Marcelo Eisele, co-funder da Blockchain Academy, Leandro Gimeno , sales VP Latin Amercan da Strands e Bruno Balduccini, sócio do Pinheiro Neto Advogados.

A responsável pelo conteúdo do evento, Regina Crespo, afirma que além de ter duplicado em termos de carga horária, o conteúdo do Fintech View cresceu significativamente em termos de praticidade e efetividade nas discussões. “As palestras acompanharão o amadurecimento do mercado e tratarão muito mais de ações que estão realmente acontecendo na prática do que apenas conceitos”, afirma.


6 abril, 2017

Na sessão de julgamento de ontem (05), o Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) homologou dois Termos de Compromisso de Cessação – TCCs com o Itaú Unibanco S/A e suas controladas, Rede S/A e Hipercard.

O primeiro tem o objetivo de pôr fim à exclusividade atualmente vigente entre a bandeira Hipercard em relação à credenciadora Rede, do mesmo grupo econômico. O TCC tem duração de dois anos, ao longo dos quais foram fixados prazos com metas para captura de outras credenciadoras pela Hipercard, que deverá estar aberta para homologação a partir do próximo dia 30 de abril.

O segundo TCC visa possibilitar a inserção de chaves criptográficas de credenciadoras concorrentes nos equipamentos Pinpad da Rede. Pelas bases do acordo, a Rede se compromete a dar acesso em seus Pinpads a todas as demais credenciadoras, indiscriminadamente, desde que essas empresas concedam a ela o mesmo tratamento em seus próprios equipamentos.

Segundo comunicado publicado pela Assessoria de Comunicação Social do próprio Cade, com os acordos o órgão espera aumentar a competição nesse mercado, possibilitando que credenciadoras rivais tenham mais espaço para desenvolvimento, e que os estabelecimentos comerciais passem a ter mais opções quando precisarem contratar uma credenciadora. Uma concorrência mais efetiva nesse mercado poderia permitir reduções de custos com taxas de desconto, crédito de pré-pagamento e com o aluguel de equipamentos, por exemplo.


6 abril, 2017

A Caixa Econômica Federal anunciou a antecipação para este sábado (8) o pagamento do segundo lote das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Nesta edição terão direito ao saque os trabalhadores nascidos em março, abril e maio. Com o objetivo de atender a esta demanda, mais de duas mil agências da Caixa estarão abertas entre 9h e 15h do próprio sábado.  Além disso, está prevista a abertura antecipada (2 horas antes) de todas as agências da Caixa nos dias 10, 11 e 12 de abril para pagamento exclusivo de contas inativas do FGTS.

Mais de 7,7 milhões de brasileiros têm direito ao saque neste lote. O valor total disponível ultrapassa R$ 11,2 bilhões e equivale a 26% do total disponível. No total, serão 4,8 milhões de trabalhadores, que pediram demissão ou foram demitidos por justa causa até 31/12/2015, que possuem o direito.

Entre os dias 10 e 31 de março, a Caixa registrou o pagamento de mais de R$ 5,9 bilhões a cerca de 3,7 milhões de pessoas. O valor equivale a 85% do total inicialmente previsto (R$ 6,96 bilhões) e aproximadamente 77% dos trabalhadores (4,8 milhões), nascidos em janeiro e fevereiro, beneficiados com a Medida Provisória 763, que permite o saque de contas inativas.

O pagamento das contas inativas começou no dia 10 de março e vai até 31 de julho, de acordo com o mês de aniversário do trabalhador. Quem nasceu em janeiro e fevereiro e ainda não sacou o dinheiro, pode buscar os recursos até julho. As retiradas poderão ser efetuadas até o dia 31 de julho deste ano e apenas o trabalhador que pediu demissão ou foi demitido por justa causa até o dia 31 de dezembro de 2015 pode sacar o saldo da conta inativa.


6 abril, 2017

A Wittel, uma das primeiras empresas brasileiras a trabalhar com soluções para Contact Center no país acaba de anunciar o lançamento do “WE Tools” (Wittel Engagement Tools), uma metodologia de análise contínua das soluções implementadas. O objetivo é acompanhar de perto o funcionamento de cada operação e garantir os melhores resultados. Com esta solução a empresa dá sequência a uma reestruturação promovida nos últimos dois anos que prevê um crescimento de 30% em 2017.

O novo serviço prioriza a comunicação com o cliente e fornece insights que permitem gerar novas oportunidades de negócios. Tudo de forma integrada para viabilizar resultados que façam diferença para as instituições.

“Atualmente, cerca de 75% das soluções que as empresas utilizam não funcionam adequadamente por falta de engajamento e, por essa razão, os resultados são bem aquém do esperado. Por isso, a nossa decisão de investir em uma ferramenta que, associada a todas as nossas soluções, garanta o que realmente importa – resultados”, explica Fernando Jardim Filho, sócio e responsável pela área de marketing da Wittel.

A empresa conta com o Customer Success Group (CSG), que avalia constantemente, por meio do “WE Tools”, o nível de utilização das soluções, interagindo com o cliente para propor melhorias e garantir os resultados estabelecidos no contrato.

Uma das metas da empresa em 2017 é ampliar a atuação em pequenas e médias empresas. “O ‘WE Tools’ é uma solução flexível, com a chancela de grandes corporações. Queremos que o mercado realmente entenda a importância da experiência do usuário e invista, independentemente do tamanho, na satisfação do cliente com o apoio da transformação digital”, complementa Sérgio Camilo.


6 abril, 2017

A telemetria, tecnologia que permite as seguradoras utilizarem informações como a rotina de deslocamento do motorista, assim como sua prudência ao volante para oferecer produtos mais personalizados e custos diferenciados em seus contratos de seguro é um dos principais temas que estão sendo discutidos no 6º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro. O evento teve início ontem e será encerrado hoje (6).

De acordo com estudos da Swiss Re, empresa líder no fornecimento por atacado de resseguro, seguro e outras formas baseadas em seguros de transferência de risco, esse é um caminho sem volta e que trará aumento na segurança do motorista e a possibilidade de implementação de um novo modelo de precificação para as seguradoras.

No painel “O Futuro das Organizações”, que contará com Katia Miyaki, subscritora de riscos de responsabilidade civil, a empresa abordará o conceito do seguro baseado no perfil do usuário. Segundo ela, está claro que, em breve, será possível às seguradoras oferecer produtos mais personalizados e, eventualmente, com custo mais competitivo.

Florian Kummer, Head Property & Casualty para a América Latina da Swiss Re, declara que a utilização da internet das coisas e de diversas tecnologias nos veículos possibilitará o surgimento de novos serviços. “A forma como nos comportamos ao utilizar diferentes produtos e serviços será cada vez perceptível para as empresas. Se identificamos que um usuário possui um perfil de menor risco, poderemos oferecer condições e produtos diferenciados e com valores mais precisos”, revela Kummer.


6 abril, 2017

A Casa Petra, espaço de eventos de Moema, em São Paulo está sendo palco hoje para um dos mais importantes eventos da Visa no Brasil,  o Visa Security Summit 2017. Realizado a cada dois anos, ele reúne 220 profissionais da indústria de tecnologia entre executivos de bancos, adquirentes além de representantes de fornecedores, lojas e comércios.

A programão contempla participação de líderes do mercado internacional de meios de pagamento, considerados referências em estratégias de mitigação de riscos e fraudes, como Ellen Richey, Chairman e responsável global pelas áreas de Risco e Políticas Públicas da Visa Inc. Ela trará detalhes em seu painel sobre segurança em um mundo conectado.

Outro destaque é Penny Lane (VP Global de Fraudes da Visa Inc.), que abordará a questão da realidade e da mitigação de crimes digitais. Já Bruce Poore (VP Sênior Global de Serviços e Instituições Financeiras da Cardinal Commerce) fará uma introdução sobre a empresa líder no setor de autenticação de pagamentos para comércio eletrônico e Eduardo Perez (VP Sênior de Riscos da Visa para a América Latina e Caribe) encerra o dia fazendo um resumo de tudo o que foi discutido e traçando caminhos para o futuro da segurança dos meios de pagamento.

Além dos executivos, em um dos painéis centrais, estará Kevin Lee Poulsen – ex-hacker, hoje jornalista e escritor, considerado um dos melhores hackers de seu tempo. Também farão parte dos debates e exposições de produtos e soluções, empresas como a CyberSource – uma empresa Visa, Cielo, Decolar.com, Itaú Unibanco, Grupo Dafiti, Netshoes, IntelCav, BeyondTrust, Tempest, Trustwave e EmailLage.

A programação tem início às 8h30 e será encerrada às 17h30. A Casa Petra na Av. Aratãs, 1010 – Moema, São Paulo.


4 abril, 2017

A Sodexo Benefícios e Incentivos ministra palestra sobre como a qualidade de vida no ambiente de trabalho impacta na produtividade, durante o Fintech Awards Latam 2017, que acontece nos dias 25 e 26 de abril, em São Paulo. A ideia é trazer para o evento, focado em startups financeiras, discussões que mostrem que investir na motivação, retenção e desenvolvimento da equipe se tornou um fator fundamental para fortalecer o negócio e acelerar o crescimento.

A companhia lançou recentemente um serviço personalizado de gestão de pessoas para ajudar startups que tenham a partir de um funcionário. Se o crescimento continuar, essas empresas vão precisar desse apoio. De acordo com o Report Fintech Lab 2017, o número de fintechs no Brasil cresceu 87% no último ano, totalizando 244. O estudo ainda revelou que os negócios estão amadurecendo e 10% das fintechs contam com mais de 50 colaboradores e outros 7%, com mais de 100.


4 abril, 2017

De olho no potencial do mercado de criptomoedas, a corretora brasileira de bitcoins, Foxbit, desenvolveu plataforma online para intermediação financeira e garantiu liquidez para se tornar a principal bolsa de moedas digitais do Brasil e América Latina. A empresa, que iniciou suas operações em 2014 e detém mais de 50% de market share do mercado latino-americano, concorre ao Fintech Awards Latam 2017, que vai premiar os melhores cases latino-americanos em 26 de abril. Entre as vantagens da tecnologia está a facilidade e a segurança na utilização. Qualquer pessoa pode baixar o aplicativo no celular e realizar transações.

Além disso, a startup se destacou por usar muito bem os canais de comunicações disponíveis e mais próximos do público como Facebook, Skype, WhatsApp e e-mail. A Foxbit acredita que o potencial financeiro da tecnologia bitcoin é enorme, está apenas no começo, assim, seus objetivos não são nada modestos. O prognóstico da empresa é ser não somente a principal plataforma de compra e venda de bitcoin do Brasil e da América Latina, mas a maior bolsa de ativos digitais da região. Isso porque, segundo a fintech brasileira, no futuro tudo ou quase tudo tende a ser tokenizado no blockchain e a Foxbit estará pronta para esse futuro.


4 abril, 2017

Cotar, comprar e receber dólares onde quiser é uma comodidade que o Bidollar.com tornou possível para muitos brasileiros. A startup, presente em mais de 90 cidades, criou um marketplace entre corretoras de câmbio e seus clientes, que faz cotações em tempo real, de acordo com o perfil do usuário, que pode comprar à taxa do mercado e não à do balcão e, assim, obter o melhor preço do momento. Outra facilidade é a cotação e trava da ordem via robô no Facebook e no Telegram.

Por ser end-to-end, a plataforma do Bidollar.com conecta todas as ordens entre o broker e o cliente via sistema, o que torna 99% das operações automatizadas, diminuindo o risco. Além disso, também é um gerenciador financeiro, que dá mais transparência às transações; controle do dinheiro, inclusive com demonstração do que foi pago em relação à média do mercado e a economia obtida, bem como a gestão do investimento que se faz nas viagens. Para utilizar o serviço, basta fazer o cadastro uma única vez.

O serviço foi viabilizado a partir de parcerias oficiais com corretoras de câmbio de renome no mercado e a startup paulista, que recebe comissões sobre as transações, e faz todo o cadastro KYC – Know Your Customer ou conheça seu cliente – para elas; autentica não apenas a documentação como o pagamento para o cliente. Além disso, o portal (www.bidollar.com) conta com plataforma B2B para agência de viagens.


4 abril, 2017

A Biva lançou em 2015 a primeira plataforma da América do Sul de peer-to-peer lending ou empréstimo coletivo, a conectar investidores (iniciantes e qualificados), oferecendo maior rentabilidade em renda fixa, com micro empreendedores individuais (MEI), pequenas e médias empresas, e a estudantes de ensino superior, que necessitam de crédito. A empresa, que concorre ao Fintech Awards Latam 2017, criou sofisticados motores e modelos de geração e análise de dados para examinar solicitações de crédito em segundos, o que permite a concessão 100% online, com segurança para todo o Brasil e taxas competitivas, que iniciam em 1,7% a.m.

O front-end foi projetado para dar aos usuários uma experiência única mesmo em diferentes plataformas (desktop e mobile), sempre de maneira limpa, direta e intuitiva, muito inspirado em exemplos de UX de marketplace como Airbnb e Kickstarter. Além disso, para cada ‘persona’(empreendedores, investidores e estudantes), a startup utiliza comunicação especifica e inclui informações diferenciadas às comunicações transacionais como dicas, curiosidades e informativos. Outra preocupação é em educar e manter contato por meio de posts semanais no blog, disponibilização gratuita de e-books, uso de newsletter e atendimento diferenciado e humano.

A empresa, que promete taxas mais justas para tomadores de crédito, avalia que pequenas empresas e estudantes são públicos geralmente negligenciados pelos grandes players por conta do escasso volume de informações e alto risco de inadimplência. Diferentemente de bancos, que ganham dinheiro principalmente com o spread bancário, a Biva é remunerada pela instituição financeira parceira no momento da originação do empréstimo, pelo trabalho de aquisição de clientes, análise de crédito, gestão de carteira e ferramenta de cobrança. Na outra ponta, os investidores têm à disposição carteiras diversificadas, o que reduz o risco, além de horários pré-determinados para veiculação de oportunidades de investimentos, dashboards para controles de investimentos e de empréstimos, entre outros.


4 abril, 2017

O correspondente bancário Noverde lançou, em 2016, plataforma mobile de empréstimo para pessoas físicas da classe C, com renda familiar mensal entre R$1 mil a R$3 mil; empregos como motoboy, porteiro, empregada doméstica, etc. e pouco familiarizada com produtos financeiros. O objetivo é incluir uma camada da população brasileira que não tem acesso ao sistema tradicional ou recebe atendimento insatisfatório, principalmente no ambiente de crédito. A inciativa concorre ao Fintech Awards Latam 2017, que premia os melhores cases latino-americanos.

O processo de solicitação de crédito é simples e muito rápido. A Noverde consegue pré-aprovar uma proposta, em ate dois minutos. Além disso, por ser uma tecnologia mobile, o cliente pode utilizar a câmera para tirar fotos dos documentos solicitados e depois enviá-los. Outra facilidade é na comunicação, após a liberação do empréstimo, por meio de notificação push e ferramentas de mensagem.

A startup desenvolveu um modelo de funding pioneiro no segmento de plataformas digitais. Um fundo de investimentos dedicado a Noverde que financia os empréstimos, fomentando taxas mais competitivas a partir da desintermediação bancaria.


4 abril, 2017

A falta de conhecimento e a dificuldade de pessoas comuns obterem informações sobre como investir, levaram a Vérios a desenvolver solução para gestão de investimentos que permite a qualquer pessoa rentabilizar suas economias. O case, que concorre ao Fintech Awards Latam 2017, promovido pela Cantarino Brasileiro, destaca-se por oferecer um serviço, até então disponível apenas aos clientes “Private”, a todos, de qualquer segmento. Com seis perguntas fáceis sobre a relação com o dinheiro e o risco, a empresa entrega uma sugestão gratuita, utilizando apenas investimentos muito seguros, como Tesouro Direto e ETFs.

A fintech paulista usa um conjunto de algoritmos para determinar a alocação do patrimônio em diferentes classes de ativos – papéis pós-fixados, prefixados, títulos atrelados à inflação e ações negociadas na bolsa brasileira e no mercado americano. O objetivo, segundo a empresa, é remover barreiras na hora de investir. E o resultado é a automatização dos investimentos, o que garante indicações baseadas no perfil do investidor, e também da gestão. A Vérios monitora as contas e opera os recursos de forma metódica e disciplinada, atentando a coisas normalmente negligenciadas como os custos que incorrem sobre a conta do cliente e alíquotas de impostos.


30 março, 2017

Nos dias 4 e 5 de abril será realizado em Foz do Iguaçu, a Conferência Internacional de Cooperativismo e Desenvolvimento Regional. O evento reunirá especialistas de diversos setores do cooperativismo financeiro do Brasil, América do Sul e da Europa. Entre os temas a serem debatidos os destaques são as discussões em torno das diferenças que devem existir entre uma cooperativa financeira e um banco de varejo, além da definição sobre qual deve ser o diferencial competitivo de uma cooperativa no mercado financeiro.

Segundo o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Central Unicoob, Jefferson Nogaroli, um dos organizadores do evento, “as cooperativas têm uma vocação que é mudar a realidade das comunidades onde elas se inserem”. Por isso, debater sobre a contribuição que as cooperativas podem oferecer, inclusive, para a geração de riquezas, segundo Nogaroli, “é essencial nesse momento em que o Brasil passa por uma grave crise econômica e de valores”. “As cooperativas nascem para mudar a vida das pessoas, e não podemos perder essa perspectiva senão passamos a jogar o jogo do mercado e fugimos de nossa vocação”, argumenta Nogaroli.

A conferência também trará painéis especiais para discutir os temas da educação cooperativa e tecnologias inovadoras, com a participação do Banco Central, do Sebrae e do Instituto Sicoob.

Participarão da Conferência líderes dos principais sistemas de cooperativas financeiras como o Sicredi, Sicoob, Cresol, Cecred, Uniprime, além de representantes do Banco Central do Brasil e das Sociedades de Garantias de Crédito. As vagas para o evento são limitadas e as inscrições podem ser feitas no site www.conferenciacdr.coop.br


30 março, 2017

A fintech de crédito iEmpréstimos teve sua marca exposta pela primeira vez para todo o país nessa semana (28) durante a transmissão do jogo entre Corinthians e Clube Atlético Linense, pela última rodada da fase de classificação do Campeonato Paulista. A empresa fechou uma parceria para ter seu nome exposto na parte frontal e nos ombros da camisa do time do interior. Disputado na Arena Corinthians, a partida foi transmitida pelo canal SporTV.

A iEmpréstimos iniciou suas operações em janeiro de 2017 com o objetivo de facilitar a concessão de crédito de uma forma segura, prática e rápida. A empresa se destaca principalmente pela velocidade na análise das propostas. Em três minutos após ter preenchido a aplicação para o empréstimo, a equipe da iEmpréstimos entra em contato com o cliente para validar as informações preenchidas. O número de campos para preenchimento no formulário é de apenas sete contra 50, em média, das demais empresas do setor. Além disso, em virtude da alta tecnologia utilizada no processo de análise de crédito, a empresa consegue ampliar as possibilidades de o cliente conseguir um empréstimo.

Para o CEO e idealizador da iEmpréstimos, Roger Madeira, trata-se de uma oportunidade de apresentar a empresa de uma forma rápida, direta e objetiva ao seu público alvo. “Nós acreditamos no poder do esporte e estamos buscando um clube de futebol para construir a aproximação entre a nossa marca e os nossos clientes. E a paixão do brasileiro pelo esporte mais praticado no país nos colocou nessa direção, no marketing esportivo”, diz.

A iEmpréstimos opera como correspondente bancário e já tem diversas parcerias com bancos, financeiras, e outras instituições. Para solicitar qualquer uma dessas alternativas basta acessar o site iEmpréstimos.com.br, pelo computador ou dispositivos móveis e seguir as orientações.


30 março, 2017

Na próxima quinta-feira (6) acontecerá em Munique, na Alemanha, o BlockShow Europe 2017, evento que reunirá mais de 500 participantes entre empresários, investidores, representantes corporativos e entusiastas da tecnologia blockchain. Na ocasião, seis startups estarão concorrendo ao prêmio ‘Blockchain Oscar 2017’, que distribuirá 13 mil euros aos vencedores.

A iniciativa escolherá a Blockchain Startup mais inovadora e o projeto mais valioso para a humanidade. As finalistas são as seguintes:

CoinDash, uma espécie de rede social na qual os usuários podem acompanhar os melhores investidores de criptografia, investir como eles e aprender com eles. Ela remove a barreira de entrada para investir em ativos criptográficos, trazendo-o para a adoção convencional.

SolarChangeCoin, um programa de recompensa acoplado à produção de energia solar limpa. Ele permite que os produtores de energia verde recebam uma recompensa pela sua contribuição ao planeta.

Shelf Network, uma solução para leilões multicanal. Ela oferece simultaneamente licitações em tempo real e troca de informações importantes entre várias páginas de comércio eletrônico.

Ethan IoT Platform, uma plataforma que resolve desafios de confiabilidade, escalabilidade, segurança e gerenciamento remoto como, por exemplo, fechaduras, automação residencial e muito mais.

Status, um sistema de aplicativos descentralizados que elimina a necessidade de intermediários e servidores centralizados, fornecendo um caminho claro para uma Internet na qual os usuários são donos de seus próprios dados e baseada em protocolos abertos.

Etherisc, permite criar aplicações de seguros descentralizadas que tornam a compra e venda de seguros mais eficientes, com menores custos operacionais, maior transparência em relação às operações tradicionais e democratiza o acesso aos investimentos de resseguro.


30 março, 2017

O Banco Central divulgou ontem (29) dados que revelam uma ligeira queda dos juros no país. De acordo com nota publicada no Portal Brasil, as taxas caíram 0,6 ponto percentual na comparação entre fevereiro e janeiro. Segundo o estudo, quatro modalidades para pessoas físicas ficaram mais baratas no mês.

Entre as operações que apresentaram queda uma das mais acentuadas foi o rotativo do cartão de crédito. A alternativa cujas regras mudaram para evitar que os consumidores fiquem comprometidos com uma fatura quase impagável, teve um recuo de 5,2 pontos percentuais, para 481,5% ao ano.

Outro destaque foi o cheque especial. A taxa do produto recuou 1,3 ponto percentual no período, passando ao patamar de 327% ao ano, o que significa a menor taxa desde setembro de 2016.

Além dessas duas modalidades, houve recuo nas taxas de aquisição de veículos, que passou de 26,2% ao ano para 25,7%; e no crédito consignado, com queda de 0,1 ponto percentual entre janeiro e fevereiro.

As taxas menores levaram como consequência a um aumento das concessões de crédito que, no mês, subiram 9,5%. Os números da instituição mostram, ainda, que no crédito livre, que são operações sem subsídios, as concessões cresceram 8,3% frente a janeiro; no crédito direcionado, que tem taxas determinadas pelo governo, o aumento foi de 24,4%.

Diante desse cenário, o BC projeta que o crédito, em 2017, deve crescer 2%. Na divisão por tipo de instituição financeira, os bancos públicos devem avançar 2%, enquanto os privados nacionais, 1%. Já as instituições estrangeiras devem registrar um incremento de 2%.


30 março, 2017

Será realizada hoje em São Paulo, a cerimônia de entrega da 14ª edição do Prêmio Segurador Brasil 2017. O evento acontecerá a partir das 20 horas, no Edifício Itália (esquina entre as avenidas Ipiranga e São Luiz), no Centro.  A competição classificará as empresas ganhadoras em três categorias “Melhor Desempenho”, “Liderança de Mercado” e “Maior Crescimento de Vendas”.

Com a elaboração das análises e estudos sob a responsabilidade da empresa Silcon Estudos Econômicos, o Prêmio Segurador Brasil adotou uma metodologia diferente dos anos anteriores. “Os avanços e a rápida modernização do setor convergindo para o mercado internacional exigem critérios mais severos, capazes de identificar os destaques do mercado. Por princípio, foram eliminadas da análise, as empresas que apresentaram regime de run off, aquelas que iniciaram seus negócios em 2016 ou apresentaram atividade eventual”, informa o economista Claudio Contador, Ph.D, responsável pela Silcon Estudos Econômicos.

A análise para o melhor desempenho se baseou em três indicadores parciais que foram o dinamismo, o posicionamento no mercado e a qualidade da gestão do risco. No que se refere ao dinamismo, foi medido o crescimento dos prêmios de 2016 em relação a 2015 comparado com o crescimento médio do mercado. Já em relação ao posicionamento no mercado, o fator de observação foi a mudança do market share da seguradora no ramo. Finalmente, com relação à gestão de risco do seguro, media utilizada foi a variação da sinistralidade em relação à média do ramo examinado.

Toda a análise que norteou a seleção das empresas, e que indicou as vencedoras, foi fundamentada nas estatísticas disponíveis no site da Susep (SES) em 8 de fevereiro de 2017.

Para mais informações acesse: http://premioseguradorbrasil.com.br


30 março, 2017

Na terça-feira (28) a Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória 751/2016, que cria o programa Cartão Reforma. Lançado pelo governo federal em novembro passado, ele atende famílias brasileiras de baixa renda que necessitam reformar suas casas, tendo orçamento inicial de R$ 1 bilhão. Com a aprovação, o texto segue para análise do Senado Federal.

Pela previsão do governo federal, cerca de 100 mil pessoas devem ser beneficiadas pelo programa nesta primeira fase. O Cartão Reforma vai oferecer o valor médio de R$ 5 mil para famílias que possuem renda bruta mensal de até R$ 2,8 mil para adquirir materiais de construção destinados a reformar, ampliar ou concluir moradias.

O repasse da verba será feito pelo Ministério das Cidades, via Caixa Econômica Federal, que vai entregar o cartão para famílias selecionadas. Esses valores não são um financiamento, mas um benefício. As pessoas não terão de pagar prestação ou juros pelo uso do dinheiro.

Na cerimônia de lançamento, em novembro passado, o presidente da República, Michel Temer, disse que prestigiar a indústria de material de construção é uma forma de gerar empregos. Para ele, o programa vai aquecer o comércio e também criar oportunidades para os brasileiros. “Não há outra fórmula de gerar emprego se não incentivar a iniciativa privada”, afirmou.


30 março, 2017

A empresa resultante da fusão entre a BM&FBovespa e a Cetip começou a operar oficialmente hoje (30) com o nome de Brasil Bolsa Balcão (B3). Apesar disso, o comunicado oficial de imprensa divulgado nessa manhã informa que não há qualquer alteração na forma tradicional das transações realizadas nas instituições para o investidor de bolsa de valores e de títulos negociados em balcão. “As mudanças serão comunicadas com a antecedência necessária”, diz a nota.

O anúncio aconteceu exatamente uma semana após o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovar a fusão das empresas. A B3 inicia suas operações tendo como diretor-presidente Edemir Pinto (BM&FBovespa) e como diretor executivo de integração Gilson Finkelsztain (Cetip).

Segundo declarações de Gilson Finkelsztain à imprensa, o processo de integração total deve levar cerca de 12 a 18 meses. Por sua vez, Edemir Pinto, afirmou que com a junção das companhias, a B3 se torna a quinta maior bolsa do mundo. Segundo ele, o valor de mercado da nova empresa é de U$$ 13 bilhões.

O diretor de operações da bolsa, Cícero Vieira, explicou que a nova companhia assume agora o compromisso de prestar serviços de clearing e central depositária e de publicar as regras para o acesso à infraestrutura. Vieira ainda lembra que a B3 assumiu o compromisso com Comissão de Valores Mobiliários (CVM) de colocar em audiência pública, no fim de abril, as regras técnicas e comerciais. O mercado terá 30 dias úteis para avaliar a proposta e mandar sugestões.


30 março, 2017

Nos dias 4 e 6 de abril, respectivamente em São Paulo e no Rio de Janeiro, acontecerá o “FastTrack Day”, promovido pela Finnovista e Startupbootcamp FinTech. O evento selecionará 10 equipes para apresentar seus projetos diante de um público formado por mentores, experts da indústria financeira e investidores.

Os cases selecionados terão a oportunidade de conhecer em primeira mão todos os detalhes do programa Startupbootcamp FinTech México City. A iniciativa busca acelerar startups da América Latina oferecendo financiamento e mecanismos para promover seu crescimento através de mentorias, acesso a parceiros corporativos e clientes, aproveitando a Cidade do México como plataforma de lançamento ao resto da região Latino Americana.

O projeto é inspirado em programação semelhante realizada em Londres, Amsterdam, Nova York, Cingapura e Mumbai. Além de paulistas e cariocas, a oportunidade será oferecida também a empreendedores de Buenos Aires, Santiago, Bogotá, Medellín, Quito, Lima, Cidade do México, Guadalajara, Monterrey e Miami.

O programa será conduzido por Nektarios Liolios, Co-fundador da Startupbootcamp FinTech, Fermín Bueno e Andrés Fontao, co-fundadores da Finnovista e Eduardo Morelos, diretor do programa, todos especialistas reconhecidas no sector do FinTech em todo o mundo.


28 março, 2017

A primeira edição do prêmio recebeu mais de 140 projetos, que foram avaliados por um júri altamente qualificado, formado pelos principais especialistas, mentores e investidores em fintechs no mundo.

Os  80 projetos pré-selecionados para a fase final da competição  terão a oportunidade de participar de clínicas individuais, com duração de 45 minutos, que serão realizadas no dia 25 de abril pela KPMG, que há anos desenvolve estudos sobre fintechs. O objetivo é compartilhar experiência para apoiar essas empresas nos seguintes assuntos: auditoria, tributário, societário, M&A (Mergers & Acquisitions), valor de mercado, regulatório, tecnologia e negócios, RH e mercado empreendedor.

De acordo com Marcos Cantarino, diretor da Cantarino Brasileiro e organizador do evento, os temas serão discutidos por especialistas da KPMG e embasados em cases globais e regionais. “Além de gerar conteúdo de alto valor, esta também é uma grande oportunidade para criar relacionamento com outros executivos”, destaca.


28 março, 2017

A Dataholics, especializada na coleta de dados não estruturados na internet para composição de perfil de crédito, concorre ao Fintech Awards Latam 2017 categoria.

A startup desenvolveu uma plataforma que capta e estrutura milhões de dados de usuários nas redes sociais e também provenientes de diversas fontes públicas da web como resultados de busca do Google, diários oficiais, blogs, portais e serviços online. Este histórico abrangente viabiliza a concessão de crédito, com segurança, para pessoas desbancarizadas, muitas das classes C, D, e E, cujos dados e histórico não constam nos meios convencionais.

Para isso, a fintech paulista projetou um algoritmo que cria um perfil unificado das pessoas com indicadores comportamentais, histórico profissional e educacional, dados demográficos, status de relacionamento, até cinco fotos, gostos e preferências, baseado na chave de e-mail ou CPF. Com interface de consulta extremamente simples e funcional, a plataforma valida a identidade do solicitante na mesa de crédito, e faz o levantamento do potencial econômico dos consumidores e devedores baseado em Social Score, tudo integrado ao sistema do cliente. Desta forma, a solução pode ser usada também para prospecção e detecção de fraudadores, além de segmentar campanhas de marketing direto, recomendar produtos em ecommerces, fazer pesquisas de mercado, enriquecer bases de dados e gerar leads comerciais altamente qualificados.


28 março, 2017

O Fintech Show, primeiro evento brasileiro a reunir os mais importantes players do ecossistema de startups financeiras da América Latina, acontece nos dias 25 e 26 de abril, em São Paulo. Com dois dias de palestras, ações paralelas exclusivas para Fintechs, o congresso e exposição, onde alguns projetos poderão ser testados em tempo real pelo público, já é o maior do Brasil. Será realizado em um espaço de 700 m2.

Além disso, o Fintech Show traz o Fintech Awards Latam 2017, que premia os melhores cases latino-americanos nas categorias User Experience, Modelo de Negócios, Inclusão Financeira, Tração e Disrupção.

Sob a chancela da Cantarino Brasileiro, o evento foi estrategicamente planejado para garantir a troca efetiva de informações e experiências, ajudar a enriquecer e amadurecer projetos espalhados por todo o continente, gerar valor e transferir conhecimento nas áreas de gestão, tecnologia, marketing, RH, M&A.


28 março, 2017

Os 60 milhões de brasileiros negativados (40% da população ativa do país), ganharam um jeito novo de regularizar suas dívidas no QueroQuitar, um marketplace que funciona como um “mesa de negociação online” entre devedores e credores. Na plataforma web da startup, as empresas concentram seus créditos e criam parâmetros de negociação. Os inadimplentes são convidados a visitar o canal por meio de comunicados amigáveis enviados via SMS, e-mail e redes socias (indireto).  Então, o próprio devedor localiza seu débito e faz a negociação de forma automática, prática e segura, sem intervenção humana, sem atrito, 24/7 e com pagamento diretamente ao credor.

O modelo, que concorre ao Fintech Awards Latam 2017, agrega valor ao preservar a boa relação com clientes e mercado. Além de gerar informações estratégicas para as áreas de recuperação de crédito (cobrança) das companhias como o comportamento de pagamento do devedor no mercado e análises sobre segmento de mercado, tipo e aging da dívida, ticket médio e perfil do consumidor. Deste modo, é possível apontar as regras de negociação que mais funcionam em cada cluster de usuários ou até mesmo por CPF.

Entre os benefícios da ‘mesa de negociação online’, destacam-se a redução de custos, aumento da taxa de recuperação das empresas e reabilitação do inadimplente.


28 março, 2017

A argentina seguroAP lançou o serviço de contratação de seguros contra acidentes pessoais, para quem trabalha de forma independente, temporária, eventual ou informal. O sistema, totalmente online, permite contratar “microseguros” para que pessoas com poucos recursos possam adquirir um seguro econômico, apenas durante o tempo em que se realiza um trabalho, por exemplo. Além disso, o assegurado pode verificar se a apólice se encontra vigente com o código QR no certificado de cobertura.

Uma das vantagens do seguroAP, que concorre no Fintech Awards Latam 2017, é a possibilidade de contratação diária, que torna o custo muito acessível, especialmente para pessoas com recursos limitados e que precisam do seguro por poucos dias. A facilidade de contratação é outro diferencial. A média de permanência dos usuários no site é menor que cinco minutos. Um seguro de acidentes pode ser fechado em três etapas: cotação, comparação e pagamento.

Segundo a empresa, há dois tipos de usuários: os que contratam seguros para eles mesmos e usuários como empresas que contratam para seus colaboradores ou terceirizados. A maioria deles é recorrente e não contrata por períodos superiores a sete dias, mas voltam a contratar na semana seguinte.

O seguroAP começou em dezembro de 2015 com um modelo B2B, procurando empresas com grande movimento de pessoal temporário para gerar volume. Depois, passou a oferecer um novo canal para seguradoras e corretores, convertendo sua competência em aliados que poderiam utilizar o API do seguroAP. Por fim, entrou no mercado B2C, com a criação de aplicativos para celulares, com opções com a mesma filosofia de contratação diária. Agora, a empresa pretende desenvolver um indicador de trabalho para as instituições financeiras avaliarem o nível de risco, tendo em conta o número de dias que uma pessoa trabalha. Há usuários no sistema que não são registrados em nenhum lugar ou rede social.


28 março, 2017

A Transfeera, plataforma web que faz transferência de valores entre bancos e gera até 90% de economia em taxas, foi pensada para micro e pequenos empreendedores que efetuam pagamentos e recebimentos desta maneira. A startup catariense é mais uma concorrente ao Fintech Awards Latam 2017. Ela nasceu com o intuito de simplificar essas transações e atender com qualidade e agilidade empresas menores que não conseguem o mesmo tratamento em bancos maiores.

Como um hub de contas bancárias, recebe o dinheiro no mesmo banco do cliente, que é o remetente da transferência, e o liquida no mesmo banco do favorecido de forma instantânea. O dinheiro chega à Transfeera sem custo e em tempo real, então, ele é liquidado também sem taxas e de forma instantânea. A Transfeera ainda oferece recursos como importação de planilha de transferências, API de integração com ERPs e outros sistemas incorporando um novo meio de pagamento, rápido e barato e que pode facilmente realizar operações em lote.

O modelo de negócio da fintech catarinense é baseado na comercialização de transferências avulsas ou em pacotes de 60 ou mais transferências. As transferências avulsas tem o custo de R$ 3,50, os pacotes de 60 ou mais transferências custam até R$ 2 por transferências. A Transfeera se posiciona como aliada dos bancos por oferecer essas transações de forma ágil, simples e eficiente.


23 março, 2017

Em uma declaração publicada na semana passada e atualizada na terça-feira (21), os países do G20 reconheceram oficialmente os benefícios da tecnologia Blockchain e destacaram a possibilidade dela exercer um importante papel no sentido de restaurar a fé do público na cooperação econômica internacional.

De acordo com o portal especializado Criptomoedasfacil.com, o representante do Centro de Inovação em Governança Internacional, Julie Maupin, teria declarado que as tecnologias Blockchain são a chave para construir uma economia global digital inclusiva que seja auditável, segura e transparente para todos cidadãos do mundo.

“A tecnologia Blockchain pode desempenhar um papel crítico no fortalecimento da resistência econômica, ao mesmo tempo em que assegura que a economia global funcione em benefício de todos”, disse, ressaltando em seguida que o G20 deve tomar medidas decisivas para aproveitar esta tecnologia no serviço de suas metas de política.

Julie afirmou ainda já ser possível notar evidências de que os benefícios do Blockchain já estão sendo testemunhados pela economia global. Ele disse que aplicações blockchain já estão sendo implantados para substituir pontos de falha do sistema financeiro, utilizando estruturas de mercado descentralizadas. “Eles estão ajudando a expandir a inclusão financeira para as populações anteriormente não bancarizadas. Além disso, os projetos estão prontos para melhorar a supervisão dos mercados internacionais, fornecendo aos responsáveis, dados em tempo real sobre os fluxos financeiros e riscos de classe de ativos”, conclui.


23 março, 2017

Caso se confirmem as estimativas apresentadas no mais recente estudo da KPMG International para o mercado de seguros, o ano de 2017 deve ser um dos mais movimentados da história em termos de fusões e aquisições. A principal constatação do estudo é que 84% das companhias de seguros pesquisadas planejam efetuar entre uma e três aquisições durante este ano. O estudo afirma também que dois terços das seguradoras esperam realizar ainda uma aquisição transfronteiriça no decorrer do ano.

Para 33% das seguradoras, a transformação do modelo de negócios será o principal impulsionador das compras em 2017. A mesma taxa percentual pretende melhorar seu operacional, alterando seu modelo de negócios. “As seguradoras estão claramente com fome de boas oportunidades de fusões e incorporações. Eles estão focados em transformar seus negócios e modelos operacionais e, mesmo com incertezas geopolíticas, estão procurando agressivamente negócios que podem ajudar a atingir seus objetivos”, afirma Ram Menon, parceiro global, Advisory Deal com KPMG nos EUA, por meio de comunicado.

As parcerias também são vistas positivamente para a transformação operacional l- 87% das seguradoras indicam que irão se associar para novas capacidades operacionais, enquanto 76%, para ter acesso à nova infraestrutura tecnológica.

Cerca de 200 tomadores de decisão de seguros global foram ouvidos. E os EUA são identificados como o principal destino para aquisições, seguido pela China. Mas regionalmente, a Ásia-Pacífico domina, com 47% olhando para a região em busca de aquisições, mais do dobro da porcentagem para a América do Norte. Já a Europa Ocidental é vista como a maior oportunidade de alienação.


23 março, 2017

Após ter testado anéis de pagamentos com atletas nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, agora chegou a vez dos surfistas darem sua contribuição para a evolução da indústria financeira. Durante a realização da mais recente etapa da Liga Mundial de Surf que está acontecendo na Austrália, os competidores estão tendo oportunidade de experimentar óculos de sol que realizam pagamentos.

O acessório tem um pequeno chip NFC embutido em uma das hastes e conectado a um cartão pré-pago. A utilização de atletas para testar esses dispositivos é uma forma de demonstrar na prática a utilidade deste tipo de aplicação já que em suas atividades rotineiras de competições e treinos eles não têm espaço no uniforme para a confecção de bolsos onde possam carregar dinheiro, cartão ou smartphones.

De acordo com nota publicada no portal IDGNow, por enquanto, o óculos é apenas um protótipo e faz parte de um esforço contínuo da Visa para mostrar a facilidade de se implementar esta tecnologia. Terminais de pagamento (POS) por aproximação facilitam a transação com smartphones. E na teoria, é possível usá-los para pagar com qualquer outro dispositivo que consiga suportar um chip NFC.

Da mesma forma que os outros protótipos, os óculos de sol da Visa são à prova d’água. A companhia ainda não informou se pretende comercializá-los em um futuro breve.


23 março, 2017

A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) realizou ontem (22) a cerimônia de entrega da premiação para os vencedores da 8ª edição do Prêmio INFI-FEBRABAN de Economia Bancária. O evento teve como primeiro colocado um modelo desenvolvido para prever bons e maus pagadores no programa de habitação popular. Os premiados receberam um total de R$ 57 mil.

José Rômulo de Castro Vieira foi o autor do trabalho que ficou com a primeira colocação intitulado: ‘Predição do bom e do mau pagador no Programa Minha Casa, Minha Vida’. Na mesma categoria, de teses e dissertações, o segundo lugar ficou com o trabalho de Marco Antônio Borges, intitulado “Expansão do Crédito, comprometimento de renda e vulnerabilidade das famílias brasileiras na década de 2000”. A terceira colocação foi da pesquisa “Harmonizando as dimensões macro e micro da regulação financeira: evidências do mercado brasileiro”, de José Américo Pereira Antunes e Claudio Oliveira de Moraes.

Na categoria de graduação, o primeiro lugar ficou com Vinícius José Gimenes Strano, com trabalho sobre “O impacto das atas do Copom sobre a estrutura a termo da taxa de juros”. O segundo colocado nesta modalidade foi o trabalho de Ana Vitória Cunha, intitulado “A relação entre o perfil das operações de crédito e a rentabilidade dos bancos no Brasil”.

Já na categoria especial Educação Financeira, o trabalho de Gabriel Garber e Sérgio Mikio Koyama foi o vencedor, sob o título “Policy-effective financial knowledge and atitude factors”.


23 março, 2017

A Oxigênio Aceleradora deu início nesta semana às inscrições para o processo que irá selecionar de cinco a sete startups para participar do 4º Ciclo de Aceleração promovido pela iniciativa. Os empreendedores interessados terão até o dia 7 de maio para inscrever startups ou fintechs que possuam sinergia com um dos mercados nos quais a Porto Seguro atua e que já tenham produto constituído ou protótipo em estágio intermediário de desenvolvimento.

Cada uma das empresas selecionadas receberá um investimento de US$50 mil em dinheiro, além de US$100 mil aplicados em investimentos indiretos na forma de benefícios e recursos. Durante os três primeiros meses de aceleração, os empreendedores passam por sessões de mentoria, palestras e workshops com executivos da Porto Seguro e outros profissionais renomados do mercado e especialistas em diferentes áreas.

O 4º ciclo de aceleração da Oxigênio terá início em 14 de agosto de 2017, na sede da empresa localizada na Rua Conselheiro Nébias, no bairro de Campos Elíseos em São Paulo com duração de três meses. As inscrições dos projetos podem ser feitas pelo website da Oxigênio (www.oxigenioaceleradora.com.br).

A Oxigênio é a aceleradora de empresas da Porto Seguro. O programa de aceleração é realizado em parceria com a aceleradora americana Plug and Play Tech Center, com sede no Vale do Silício nos Estados Unidos, o que permite que as empresas realizem parte do programa no Brasil e a outra parte nos EUA. A cada seis meses, novas empresas serão selecionadas pela Oxigênio para desenvolverem seus negócios por meio do programa de aceleração.


23 março, 2017

A processadora Conductor anunciou nesta semana o investimento na plataforma IZIO, a empresa que oferece ao varejista a possibilidade de ter total controle sobre o comportamento de compra dos seus clientes por meio de smartphones e ferramentas como push, SMS informativo, cupom de desconto, campanhas e e-mail marketing.

Para utilizar o sistema, o cliente cadastra seu número de telefone celular e passa a ser alertado sobre promoções e novidades baseadas em seu relacionamento de compra, gênero e idade. As escolhas são feitas de acordo com o perfil de cada cliente em específico. Além disso, o usuário pode receber essas ofertas ao adentrar o ponto de venda. A plataforma reconhece o dispositivo devido a GPS do celular e uma vez que isso é mapeado, em uma fração de segundos, ele tem acesso à informações de seu interesse.

“Com essa plataforma nós conseguimos conectar o varejo com seus clientes, em qualquer hora e qualquer lugar, no momento certo”, afirma o empreendedor e idealizador da IZIO, Christian Vincent. Segundo ele, a ideia é fazer com que o consumidor vá para o varejo por incentivo do varejista, através de ofertas altamente personalizadas, usando inteligência artificial. A proposta é dar a possibilidade de trabalhar o marketing segmentado ou personalizado, de acordo com a necessidade.

A IZIO processa mais de 1,5 milhão de transações mensais, tem mais de 200 mil CPFs cadastrados nos clientes onde opera, e mais de 200 milhões de registros de comportamentos dos clientes.  As soluções da IZIO já operam em lojas nos Estados de São Paulo e o Rio de Janeiro.


23 março, 2017

Em um espaço de 700 metros quadrados, a Cantarino Brasileiro reunirá em abril os mais importantes players do ecossistema de startups financeiras da América Latina para o Fintech Show. O evento engloba a segunda edição do congresso Fintech View além de área de exposição, clínicas temáticas voltadas a empreendedores e  cerimônia de entrega dos prêmios para os vencedores do Fintech Awards Latam 2017, a maior competição do segmento da América Latina. Toda a programação acontecerá no Hotel Intercontinental, em São Paulo, nos dias 25 e 26 de abril.

O diretor da Cantarino Brasileiro, Marcos Cantarino, afirma que o Fintech Show é o primeiro evento brasileiro a alcançar tanto o gigantismo de uma abrangência geográfica continental quanto a relevância dos participantes. Segundo ele, além dos empreendedores dos cases de maior destaque do continente, a iniciativa reunirá representantes das principais entidades de fomento ao movimento fintech da América Latina. “O evento foi estrategicamente planejado para garantir a troca de informações e experiências, enriquecer e amadurecer projetos espalhados por todo o continente, além de gerar valor e transferir conhecimento nas áreas de gestão, tecnologia, marketing, recursos humanos, fusões e aquisições”, diz.

Cantarino chama a atenção também para o crescimento do congresso Fintech View. O evento foi realizado pela primeira vez em 2016 e teve apenas um dia de atividades.  “Já na segunda edição, este ano, ele dobra o volume de conteúdo e terá dois dias inteiros de palestras, painéis e apresentações de experts sobre o cenário de fintech não só no Brasil e nos países vizinhos, mas também em diversas partes do mundo”, acrescenta.

O executivo destaca finalmente a revelação dos ganhadores do Fintech Awards Latam 2017, que acontecerá durante a programação do Fintech Show e distribuirá mais de R$ 400 mil em prêmios para cada um dos vencedores.


23 março, 2017

O Grupo Segurador Banco do Brasil e MAPFRE e a Tokio Marine anunciaram suas participações no movimento “Hora do Planeta”, iniciativa global promovida pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF) que tem como objetivo a conscientização sobre os impactos das mudanças climáticas. Para participar, os interessados precisam tomar uma atitude bem simples: Apagar as luzes durante o período de uma hora todo último sábado de março, preferencialmente entre 20h30 às 21h30. Mas as seguradoras prometem ir além desta determinação.

A Tókio Marine, por exemplo, já informou que a iluminação de suas duas sedes será reduzida durante a sexta-feira, dia 24, enquanto for possível aproveitar a luz natural. “Acreditamos que as grandes mudanças acontecem, muitas vezes, pela soma de diversos gestos simples. Assim, ao reduzir as luzes de nossos prédios da Matriz durante todo o dia, simbolizamos nossa preocupação com o Planeta e reafirmamos nosso compromisso com a busca por uma vida mais sustentável e com mais qualidade. Nosso objetivo é também fomentar essa mudança entre todo o time, por isso, incentivamos nossas Sucursais a aderirem à ideia na sexta-feira e nossos colaboradores a participarem da Hora do Planeta no dia 25”, explica a Gerente de Recursos Humanos, Juliana Zan.

No caso da BB e MAPFRE, tanto a sede da companhia, localizada da Avenida das Nações Unidas, zona Sul de São Paulo, quanto as 102 sucursais distribuídas por todo o país farão o ato simbólico de apagar as luzes em apoio ao movimento, que em 2016 chegou a 178 países e territórios e 9.000 cidades e vilas, segundo a organização.

“Participar da Hora do Planeta estimula o engajamento de pessoas, cidades e empresas em ações que façam a diferença para a preservação ambiental. Mais do que simplesmente apagar as luzes durante uma hora, a iniciativa pode ajudar a potencializar a mobilização em busca de iniciativas concretas em favor das questões climáticas”, afirma Fátima Lima, diretora de Marketing e Sustentabilidade do grupo.


16 março, 2017

O indicador Score Digital, lançado nesta semana pela Visa Perfomance Soluctions, revelou que são realizadas no Brasil mais de 58 mil compras digitais por hora. O estudo tem como objetivo analisar as tendências e os impactos provocados pelas transações digitais na economia, no varejo e no mercado financeiro. Os números mostram que quatro em cada dez brasileiros portadores de cartão realizam transações deste tipo.

O novo modelo estatístico analisa uma série de variáveis, como intensidade de uso, variedade de comércios online, amplitude de valores gastos, evolução versus tempo, entre outras. São estudadas pela Visa todas as operações realizadas nas lojas virtuais e nos aplicativos, divididas em Media Streaming, Social Media, Central de Apps, E-commerces Tradicionais e Inovadores, Apps de Transporte e Turismo.

Entre essas variáveis, as que mais se destacaram em 2016, foram Media Streaming e Transporte, encabeçadas principalmente pela pulverização dos aplicativos de taxis e carros compartilhados além dos serviços de compartilhamento de filmes, músicas e séries. “Os consumidores digitais têm uma característica muito desejada pelas empresas: eles são leais. Por isso que essas duas dimensões cresceram tanto no ano passado, sobretudo se considerarmos variáveis como a frequência de gastos e a evolução de uso no tempo”, avalia Javier Vazquez, vice-presidente da Visa Performance Solutions.

Para entender o perfil dos compradores digitais, o Score Digital avalia os hábitos de compras em três categorias: os ‘Ocasionais’, que possuem um consumo digital esporádico; os ‘Emergentes’, que já adotam esses canais no dia a dia, mas em quantidade inferior às transações em lojas físicas; e os ‘Super Digitais’, que realizam predominantemente compras no mundo digital. A divisão entre essas características atualmente mostra que 51% são Ocasionais, 39% são Emergentes e 10% Super Digitais.


16 março, 2017

Em um estudo publicado nesta semana, o investidor internacional e entusiasta das criptomoedas Willy Woo afirmou que a quantidade de pessoas que passam a usar bitcoins dobra de volume a cada 12 meses. Para chegar a esta conclusão, segundo o portal CoinDesk, ele usou como base as pesquisas feitas no Google Trends e em outras ferramentas de busca sobre o assunto.

Woo afirma que para verificar o preço periodicamente da moeda, uma parcela significativa de usuários digita as letras ‘BTC USD’ no Google. “Eu diria que podemos usar este termo de pesquisa como um proxy efetivo para o crescimento do engajamento de usuários bitcoin ativos ao longo do tempo. Desta forma podemos ver que a base de usuários bitcoin está em um período de crescimento exponencial” diz.

Em um gráfico que expressa estes conceitos, ele demonstra que existe uma ordem de magnitude de crescimento a cada 3.375 anos. De acordo com essa ordem, a base de usuários dobra aproximadamente a cada 12 meses.

Enquanto isso, outra notícia publicada nesta semana revelou indícios do crescimento do uso do Bitcoin como moeda. De acordo com o site global de notícias Quartz, o provedor de pagamentos BitPay teria registrado mais de 200 mil pagamentos processados com a moeda criptográfica de dezembro de 2015 a fevereiro de 2017.  Os valores destes pagamentos totalizaram cerca de 160 milhões de doláres.


16 março, 2017

De acordo com o balanço apresentado em coletiva de imprensa na terça-feira (14) pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões e Serviços (ABECS), os meios eletrônicos de pagamento realizaram R$ 1,14 trilhão em transações no ano passado. O resultado significa um crescimento de 6,3% em relação a 2015. A divisão entre os tipos de operação revela que os cartões de crédito registraram R$ 703 bilhões, alta de 4%, e os cartões de débito, R$ 441 bilhões, alta de 10,2%.

A entidade informa que juntos, os cartões de crédito e débito registraram um total de 12,5 bilhões de transações, alta de 8,3%. Por modalidade, o crescimento foi de 6,7% em cartões de crédito e 9,7% em cartões de débito, totalizando, respectivamente, 5,7 bilhões e 6,7 bilhões de transações no ano.

Em relação à concessão de crédito por meio de cartões, a modalidade de parcelamento sem juros, também conhecida como parcelado lojista, continua na liderança. Por meio deste instrumento os emissores concederam aos brasileiros a quantia de R$ 353,1 bilhões no ano passado, o que representa 54,4% do volume de crédito concedido à pessoa física (recursos livres) para financiar o consumo de bens e serviços no Brasil.

Segundo pesquisa da Abecs realizada pelo Datafolha, 60% dos usuários de cartão usam o parcelado sem juros todos os meses e 71% fariam menos compras no mês se não houvesse essa opção de pagamento.

Durante a coletiva a ABECS comunicou que a partir deste mês, passará a divulgar sistematicamente as taxas de juros praticadas pelo setor de cartões. Na estreia deste novo indicador a associação revelou que a taxa média de juros do rotativo ficou em 406,6% ao ano (14,5% ao mês) na penúltima semana de fevereiro, entre os dias 20 a 24/2. A taxa média praticada no parcelamento de fatura, por sua vez, ficou em 181,3% ao ano (9% ao mês) no mesmo período.


16 março, 2017

O mercado brasileiro de centrais de atendimento acaba de registrar a chegada da Nuveto, a mais nova empresa do Grupo Pines. A companhia tem seu modelo de negócios baseado numa tecnologia disruptiva que permite a criação deste tipo de operação totalmente na nuvem.  Desta forma, é eliminada a necessidade de servidores e complexas integrações, além de ter um prazo de implantação muito menor que as soluções on-premise.

“Uma das principais vantagens das centrais de atendimento na nuvem é o baixo investimento inicial pela ausência de custos com hardware, manutenção ou atualizações do sistema”, afirma Luís Palermo, sócio e diretor comercial da Nuveto. “Atualmente, o contact center na nuvem é muito mais adequado a nossa realidade pois trata-se de uma solução totalmente flexível que permite aumentar ou reduzir o tamanho de sua central de acordo com a necessidade da empresa”, complementa Palermo.

A flexibilidade das soluções oferecidas pela Nuveto permite atender com eficiência desde pequenas centrais a partir de cinco posições de atendimento até empresas com grandes operações de contact center, respeitando as características do perfil de cada negócio. As empresas têm o melhor de dois mundos: a agilidade encontrada na Nuvem com a capacidade robusta de sistemas on-premise.

A tecnologia permite que qualquer pessoa do contact center possa configurar, gerenciar e modificar estratégias sofisticadas de roteamento, scripts de URA e anúncios. “Assim, os usuários podem controlar o seu próprio destino, tendo mais autonomia, atendendo melhor e mais rápido os seus clientes”, explica Antonio Ribeiro, sócio e diretor de Tecnologia da Nuveto.


16 março, 2017

A Strands Finance, empresa especializada em software de gerenciamento financeiro digital, publicou nesta semana em seu blog uma entrevista com o Vice-Presidente de Mercados Internacionais da Envestnet Yodlee, Jason O’Shaughnessy na qual o executivo afirma que o serviço de agregação de contas permite aos bancos, entre outras coisas, desenvolver uma experiência mais centrada nos usuários de serviços bancários, uma vez que o instrumento permite às instituições entenderem o que eles realmente querem.

Na entrevista, O’Shaughnessy afirmam que o principal benefício para o usuário, no que se refere à agregação de contas, é a capacidade de ver todas as suas relações financeiras através de uma única interface. Ele exemplifica citando que isso pode incluir um cartão de crédito que o usuário tenha da American Express, uma conta bancária do Barclays, uma conta poupança com ING e uma conta de investimentos com outro fornecedor. “A possibilidade de ter uma visão holística de suas finanças capacita os consumidores a gerenciar e acompanhar seus gastos através de um único login e, finalmente, ajudá-los a tomar decisões com mais informação, tomando as medidas necessárias para melhorar seu bem-estar financeiro”, diz.

Já do ponto de vista de um banco, o executivo analisa que a agregação de contas permite à instituição construir relacionamentos mais fortes com seus clientes. “Ele sempre voltará ao seu banco principal para gerenciar toda a sua vida financeira. O maior benefício para os bancos será que através da agregação, eles serão capazes de saber muito mais sobre o cliente, a fim de oferecer melhores produtos personalizados”, conclui.

A Strands promove inovações relacionadas ao movimento fintech em mais de 450 bancos e atende a mais de 100 milhões de clientes bancários em todo o mundo. Para ler a íntegra da entrevista acesse: http://blog.strands.com/interview-on-the-account-aggregation


16 março, 2017

Apesar de ofertas e promoções terem se multiplicado ontem (15), em comemoração ao Dia do Consumidor, uma informação publicada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) trouxe preocupação ao mercado. Segundo a entidade, 60 milhões de brasileiros estão com débitos pendentes, num montante que soma cerca de R$ 200 bilhões.

Na tentativa de conter a onda de endividamento, que hoje atinge quase 60% das famílias brasileiras, tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que reforma o Código de Defesa do Consumidor (PL 3515/2015).

A proposta disciplina a oferta de crédito, prevendo mecanismos que garantam mais transparência nas transações, além do estímulo à conciliação, à educação financeira e prevenção e tratamento de situações de endividamento excessivo. O projeto já foi aprovado pelo Senado e agora tramita na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara.

Presidente da comissão no último ano, o deputado Marco Tebaldi, do PSDB de Santa Catarina, avalia que a reforma do Código de Defesa do Consumidor deverá ser uma prioridade em 2017. “Tenho muita esperança que a gente possa aprovar isso e depois consiga reduzir esse grande percentual de famílias e de pessoas superendividadas.”

Pelo projeto em discussão na Câmara, o endividamento não pode ultrapassar 30% da renda, exceto o financiamento da casa própria. O texto pretende estimular também a conciliação entre credores e devedores, desafogando o Poder Judiciário. Por um lado, os planos de pagamento devem informar medidas que facilitem o fim da dívida, como novos prazos e redução de encargos. Por outro, devem prever que o consumidor se abstenha de condutas que agravem sua condição de superendividado.

Pesquisa feita pelo Instituto de Psiquiatria da USP indica que 80% dos endividados apresentam um alto índice de sofrimento psíquico.


16 março, 2017

Faltando pouco mais de duas semanas para a entrada em vigor das novas regras para os juros do rotativo do cartão de crédito, o Banco do Brasil anunciou terça-feira (14) uma nova redução das taxas. A partir de agora elas passam a variar de 1,92% a 9,79% ao mês, para o rotativo, e de 1,91% a 9,38% mensal, para o parcelado. Em janeiro, o banco estatal havia sido um dos primeiros a anunciar redução dos juros do cartão de crédito, com queda de quatro pontos percentuais na modalidade.

De acordo com o Banco do Brasil, serão adotadas cinco faixas de taxas de juros para cartões de crédito, que variam conforme o recebimento de proventos pelo banco e pelo tipo de cartão de cada cliente. “O destaque vai para as taxas válidas para cartões Ourocard Elo Nanquim, que passa de 5,10% ao mês para 1,92%, significando uma redução de mais de 3 pontos percentuais. Também foram reduzidas as taxas do parcelado para esses cartões, saindo de 3,13% ao mês para 1,91%”, disse o banco, em nota.

O economista e diretor-executivo de estudos econômicos da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel José Ribeiro de Oliveira, declarou à Agencia Brasil que o novo anúncio do banco público foi motivado pelas taxas que posteriormente foram anunciadas por outros bancos.

“O Banco do Brasil foi um dos primeiros bancos que anunciou a redução de taxa de juros do rotativo quando o governo mudou a regra. Só que depois vieram os outros bancos, Santander, Bradesco e Itaú anunciando uma taxa uma pouco menor. Então, essa taxa agora está dentro do que os demais haviam anunciado”, explicou.

O economista da Anefac ponderou que será preciso aguardar a entrada em vigor das novas regras para saber qual serão as taxas realmente aplicadas pelo sistema bancário.


16 março, 2017

Os bancos poderão ser proibidos de vincular a concessão de desconto em operação de crédito à contratação de seus produtos e serviços. É o que prevê o Projeto de Lei 6778/16, da deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO), em análise na Câmara.

Na justificativa do projeto a parlamentar afirma que a apresentação da proposta foi motivada por reclamações de consumidores. “Têm sido frequentes os relatos de clientes bancários que são prejudicados com o cancelamento e eliminação de descontos que possuem em operações de crédito junto aos bancos, pelo fato de não mais contratarem seus produtos e serviços ou por praticarem a portabilidade para outras instituições financeiras”, justifica a deputada.Segundo a autora do projeto, isso fere frontalmente ao Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90), que tipifica esse tipo de conduta como “venda casada”.

A proposta prevê que a conduta seja punida com as sanções previstas do Código do Consumidor, que vão de multa à interdição do estabelecimento. Mariana Carvalho destaca que o Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu, no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 2591-DF, que o código é aplicável às instituições financeiras.

A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Finanças e Tributação, inclusive quanto ao mérito; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


9 março, 2017

Em uma coletiva de imprensa realizada ontem (8), o Itaú Unibanco anunciou a redução da taxa do rotativo e as novas regras para o financiamento do saldo devedor das faturas dos cartões de crédito emitidos pelo banco. Na prática, após ter completado 30 dias com o saldo em rotativo, para não entrar em atraso, o cliente obrigatoriamente deverá realizar o pagamento total da fatura e quitar o saldo devedor ou escolher uma entre as três alternativas apresentadas pela instituição no evento.

A primeira delas é o pagamento mínimo da fatura. Nesse caso, quando o cliente entrar no rotativo, na fatura seguinte o valor será composto pelo saldo devedor das faturas anteriores mais o pagamento mínimo dos encargos do mês mais o pagamento mínimo dos gastos do mês.

Outra opção será o parcelamento da fatura. Para esta alternativa as taxas do parcelamento também serão reduzidas, em torno de 2 pontos percentuais, ficando entre 0,99% e 8,90% a.m.

A terceira oferta é a entrada para o financiamento. Ao fazer esta escolha o cliente decide o valor que deseja pagar de entrada com o restante sendo financiado em 12x com a mesma taxa oferecida no parcelamento da fatura. A entrada pode ser qualquer valor entre o valor da menor parcela oferecida para o parcelamento da fatura e o valor do pagamento mínimo.

A mudança na política do rotativo atende às regras estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) que alteram a dinâmica de financiamento das faturas a partir do dia 3 de abril.

“Estamos reduzindo significativamente a taxa do rotativo, em média caindo 4 pontos percentuais. No maior caso, a queda será de 7 pontos percentuais em relação aos preços praticados hoje. Clientes que utilizarem o rotativo com histórico de pontualidade terão acesso a taxas de 1,99% a 9,90% a.m.”, declara Marcos Magalhães, diretor executivo do Itaú Unibanco. Segundo ele, no Itaú, cerca de 85% dos clientes pagam o valor total ou parcelam suas faturas.


9 março, 2017

Foram apresentados ontem (8) os resultados do estudo sobre taxas de juros efetuada pela Equipe de Pesquisas da Diretoria de Estudos e Pesquisas da Fundação Procon-SP. Segundo o trabalho, as taxas médias de juros cobradas pelos bancos em empréstimos pessoais e no cheque especial caíram em março, o que significa  o segundo recuo seguido do indicador.

O relatório mostra que a taxa média cobrada para empréstimos pessoais foi de 6,40% ao mês. O valor é 0,9 ponto percentual menor que fevereiro (6,49%). Já no cheque especial, a taxa média entre os bancos pesquisados foi de 13,53% ao mês, ante 13,56% de fevereiro.

Dos seis bancos analisados (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, Safra e Santander), três reduziram as taxas cobradas pelo cheque especial e dois diminuíram as de empréstimos pessoais.

“Mesmo com a redução da Selic observa-se que as taxas das duas modalidades pesquisadas ainda estão em patamares muito elevados. O consumidor deve ter cautela e contratar crédito só se for extremamente necessário“, diz o órgão no relatório.

Considerando que existe a possibilidade de variação da taxa do empréstimo pessoal em função do prazo do contrato, foi estipulado o período de doze meses, já que todos os bancos pesquisados trabalham com este prazo. Vale lembrar também que os dados coletados se referem às taxas máximas pré-fixadas para clientes não preferenciais, independentemente do canal de contratação, sendo que para o cheque especial foi considerado o período de trinta dias.


9 março, 2017

A Mastercard, a Global Payments, e a desenvolvedora de software para administração condominial Superlógica, anunciaram nesta semana o lançamento de uma solução que oferece aos condôminos a opção de pagamento recorrente mensal por meio do cartão de crédito. Segundo estudos das empresas envolvidas, com base em números do IBGE e da Euromonitor, esse mercado deve movimentar R$ 61,3 bilhões no Brasil esse ano.

O funcionamento do sistema consiste cadastrar apenas uma vez os dados do cartão de crédito do cliente em um ambiente seguro, chamado Área do Condômino. A partir deste cadastro, as mensalidades recorrentes posteriores são cobradas de forma automática no cartão.

“Com isso, colaboramos para desenvolver uma tecnologia que faz com que o portador crie uma recorrência automática no pagamento da taxa condominial, gerando conveniência e evitando contratempos”, declara Alexandre Brito, vice-presidente de desenvolvimento de aceitação, varejo e novos negócios da Mastercard Brasil e Cone Sul.

De acordo com Marcia Nogueira de Mello, presidente da Global Payments no Brasil, “a parceria traz comodidade e automatiza uma demanda operacional para as administradoras de condomínios”. Já o vice-presidente de vendas da Superlógica, André Baldini, completa afirmando que “A plataforma cria essa série de benefícios aos condôminos e às administradoras, fornecendo uma nova opção para o pagamento de taxas”.


9 março, 2017

O Hotel Intercontinental, em São Paulo, foi escolhido como palco para a apresentação das melhores fintechs do continente. Em um evento que transcorrerá durante os dias 25 e 26 de abril, o mercado financeiro e os especialistas em tecnologia conhecerão os vencedores do Fintech Awards Latam 2017, a maior competição de startups financeiras da América Latina.

Além da premiação, haverá uma exposição na qual alguns projetos serão colocados à disposição do público. A intenção é que os participantes possam testar as soluções em real time e interagir diretamente com o usuário/cliente. A programação contemplará ainda clinicas voltadas para os empreendedores e palestras de experts mostrando o cenário fintech em diversas partes do mundo.

O Fintech Awards Latam conta com o apoio das principais entidades de fomento ao movimento fintech da América latina e distribuirá mais de R$ 400 mil em prêmios para cada um dos vencedores. O regulamento estabelece ainda que os vencedores das cinco categorias terão a oportunidade de se apresentar para os investidores convidados durante a cerimônia de premiação, ganharão um relatório com a visão do corpo internacional de jurados sobre as soluções apresentadas e ingressos para cursos na Blockchain Academy.

De acordo com Marcos Cantarino, diretor da Cantarino Brasileiro, empresa responsável pela iniciativa, o Fintech Awards representa um marco na integração entre os ecossistemas fintechs dos países da América Latina. “ Mais do que a escolha dos melhores cases, o evento proporcionará uma oportunidade de troca de informações e experiências capaz de ajudar a enriquecer e amadurecer projetos espalhados por todo o continente”, diz.


9 março, 2017

O Bradesco anunciou terça-feira (7) sua nova política para a cobrança de juros nas operações com cartões de crédito. Segundo o anúncio, os consumidores que usarem o rotativo do cartão de crédito além de 30 dias terão juros da nova linha de parcelado entre 3,50% e 9,80% ao mês (algo entre 50% e 210% ao ano). A definição sobre a faixa em que cada cliente será enquadrado dependerá do perfil de risco do tomador.

Segundo o diretor-executivo do banco, Rômulo Dias, as taxas são cerca de 30% inferiores às que a instituição pratica atualmente no crédito rotativo. De acordo com dados do Banco Central (BC), o mercado tem uma taxa média de 154% ao ano, no parcelado do cartão de crédito.

A nova regra, que passa a valer em três de abril, limita o uso do rotativo pelo período máximo de 30 dias. Com a mudança, quem usa o rotativo do cartão e realiza pagamentos de valores acima de 15% e abaixo de 100% da fatura por um período acima de 30 dias terá como alternativa quitar o débito ou aceitar uma linha parcelada a ser oferecida pelo banco, como determina a nova regulamentação.

No Bradesco, ao entrar pela primeira vez no rotativo, o cliente terá futuras dívidas no cartão automaticamente parceladas, sem que precise efetuar sobre elas o pagamento mínimo de 15%.

Para Rômulo Dias vai ficar mais fácil para o cliente manter-se em dia com o cartão de crédito, tanto porque a taxa caiu quanto porque o prazo para pagamento aumentou. De acordo com o executivo, o objetivo do novo modelo é simplificar o mecanismo e facilitar o entendimento para o consumidor.


9 março, 2017

Com a liberação do pagamento das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para os trabalhadores que nasceram em janeiro e fevereiro, a Caixa Econômica Federal informou que mais de 4,8 milhões de pessoas poderão realizar os saques a partir de amanhã (10).

Para isso, segundo o banco, estarão disponíveis neste mês R$ 6,96 bilhões, o equivalente a 15,9% do total dos recursos das contas inativas. Ao todo, 30,2 milhões de brasileiros têm R$ 43,6 bilhões nas contas inativas que podem ser sacados. A expectativa do governo é que sejam injetados mais de R$ 30 bilhões na economia.

De acordo com a Caixa, cerca de 1,65 milhão (ou 34%) terão o dinheiro automaticamente creditado nas contas da Caixa na sexta-feira. Outros 1,2 milhão de trabalhadores (25%) poderão sacar o dinheiro com o Cartão Cidadão nos terminais de autoatendimento, lotéricas e Correspondentes Caixa Aqui. Os demais precisarão ir a uma das agências da Caixa para sacar os recursos. Valores até R$ 1,5 mil podem ser sacados no autoatendimento, somente com a senha do Cartão Cidadão.

Para valores até 3 mil reais, o saque pode ser realizado com o Cartão do Cidadão e senha no autoatendimento, lotéricas e correspondentes Caixa. Acima de R$ 3 mil, os saques devem ser feitos nas agências da Caixa.

Para facilidade no atendimento, os trabalhadores devem sempre ter em mãos o documento de identificação e Carteira de Trabalho, ou outro documento que comprove a rescisão de seu contrato.


9 março, 2017

O senador americano Eric Brakey apresentou ontem (8) um pedido para a criação de uma comissão dedicada a estudar o uso da tecnologia blockchain em conjunto com as cédulas de papel nas eleições do Estado do Maine. O órgão seria composto por nove legisladores estaduais, bem como representantes do Secretário de Estado do Maine e do Procurador-Geral.

O texto da proposta afirma que a comissão estudará os usos potenciais da tecnologia blockchain para apoiar e melhorar o atual sistema eleitoral de votação em papel do Maine com o objetivo de melhorar a segurança das cédulas, aumentar a transparência das eleições e reduzir os custos. A comissão, se aprovada, será encarregada de elaborar um relatório sobre o assunto, a ser entregue até 7 de dezembro.

Recentemente um governo provincial da Coréia do Sul aproveitou a tecnologia desenvolvida pela startup de blockchain Blocko para realizar uma votação focada em projetos de ajuda comunitária. Este tipo de aplicação também foi objeto de um relatório do Parlamento Europeu.

Uma série de bolsas de valores em todo o mundo também tem buscado explorar esta possibilidade para uso em votos de procuração corporativa. Exemplos recentes incluem um teste da Nasdaq na Estônia e um serviço lançado pela Abu Dhabi Securities Exchange.


9 março, 2017

A Justiça do Rio de Janeiro concedeu ontem (8) uma liminar que impede 26 bancos de descontarem na conta corrente dos servidores os valores referentes à concessão de créditos consignados que não foram repassados pelo governo estadual. A liminar, que tem abrangência em todo país, também determina que se excluam os nomes dos servidores incluídos, por motivo de inadimplência com o consignado, do cadastro de devedores, assim como proíbe novas negativações por esse motivo.

Segundo reportagem do jornal O Globo, a Defensoria Pública do Rio de Janeiro e o Ministério Público estadual entraram com uma ação coletiva na 2ª Vara Empresarial, no dia 20 de fevereiro, pedindo a nulidade das cláusulas contratuais abusivas e o cancelamento da negativação dos servidores nos órgãos restritivos de crédito. A peça pedia ainda que os efeitos fossem estendidos aos servidores de todo o país, diante da sabida crise que afeta diversos estados e se refletem em atraso no pagamento dos trabalhadores.

Segundo a defensora Patrícia Cardoso, coordenadora do Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública do Rio de Janeiro, a liminar tem enorme impacto na vida do servidor público de todo o Brasil que vêm sofrendo com atrasos de salários em razão da notória crise que enfrentam vários estados da federação. “Proteger o consumidor que já vem sofrendo por não poder contar com o salário em dia é uma grande vitória” ressalta.

Toda a polêmica sobre o assunto teria sido iniciada por denúncias de descontos duplos na conta corrente e no contracheque pelo Estado. Diante das reclamações os órgãos passaram a investigar e identificar que os contratos dos 26 bancos contêm cláusulas que autorizam o desconto caso não seja feito o repasse.


2 março, 2017

Empresas entrantes do setor de meios eletrônicos de pagamentos como as adquirentes First Data, Stone, Elavon e Global Payments, entre outras, anunciaram nesta semana a criação da ABIPAG (Associação Brasileira de Instituições de Pagamentos e Fintechs). Segundo o comunicado, a entidade nasce do desejo de ampliar a concorrência, a transparência e a livre escolha para os lojistas.

Em linha com a agenda do Banco Central BC+, o foco de atuação será na universalização das bandeiras cuja data limite para início se encerrou no dia 17 de fevereiro. O resultado esperado é que as bandeiras controladas pelos grandes bancos possibilitem a inclusão de suas marcas junto as credenciadoras independentes. O atraso nesse processo, apesar dos inquéritos abertos pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), ainda é um entrave para uma efetiva competição, afirmam os membros da associação.

Para os membros da ABIPAG, o setor vive um momento de definições importantes e precisa avançar no sentido da ampliação da concorrência, da transparência e da livre escolha para o comércio. O objetivo da associação é ser mais ativa nas discussões sobre meios de pagamentos eletrônicos e trabalhar junto com os órgãos reguladores para fortalecer estas três colunas que suportarão a evolução saudável do mercado de cartões que hoje tem empresas independentes.

Os membros da ABIPAG já investiram mais de R$2 bilhões na indústria, contribuindo para a inclusão de práticas modernas, apoiadas nas novas tecnologias, tornando o mercado mais eficiente e inovador para os lojistas e principalmente para o consumidor final.


2 março, 2017

O Diário Oficial da União publicou ontem (1) a resolução que oficializa a decisão anunciada na semana passada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) que impede as instituições financeiras de cobrar taxas de juros de mercado dos clientes no caso de atraso nos pagamentos. A resolução do Banco Central (BC) entra em vigor em 1° de setembro.

Atualmente, os bancos podem cobrar juros de mora (punitivos) e juros remuneratórios. No caso dos juros remuneratórios, cobrados por dia de atraso, os bancos podem fixar a taxa com base nos juros definidos na ocasião da assinatura do contrato ou de acordo com as taxas vigentes de mercado.

Com a decisão do CMN, os bancos podem cobrar os juros de mora, e, no caso dos juros remuneratórios, a mesma taxa pactuada no contrato para o período de adimplência da operação. Segundo a publicação no Diário Oficial, “é vedada a cobrança de quaisquer outros valores além dos encargos previstos nesta resolução”.

Ao anunciar a medida, o BC destacou que ela traz mais uniformidade às operações de crédito e torna as regras mais claras para os clientes. No atual momento de queda de juros, no entanto, ela não significa juros mais baratos, já que as taxas de mercado (dos novos contratos) podem estar mais baixas do que os juros fixados no momento de assinatura dos contratos.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou também a Resolução nº 4.557, que trata do gerenciamento integrado de riscos e do gerenciamento de capital (GIR) por instituições supervisionadas pelo Banco Central (BC). A medida compõe o pilar “SFN Mais Eficiente”, da Agenda BC+.


2 março, 2017

Durante o Mobile World Congress, evento realizado esta semana em Barcelona, que se encerra hoje (2), a Mastercard e a Oracle anunciaram uma parceria estratégica global para levar interações digitais a todo o setor de varejo e hotelaria. O acordo estabelece a união entre as plataformas de software e tecnologias da Oracle com as soluções de pagamentos digitais da Mastercard, como o Masterpass. A intensão é criar experiências de consumo unificadas e seguras para empresas de qualquer porte, além de impulsionar eficiências operacionais no processamento de pagamentos para os clientes parceiros.

De acordo com o comunicado, a iniciativa estará focada inicialmente em restaurantes, hotéis e varejistas. Neste sentido, as aplicações serão desde o aplicativo Qkr! que permite aos consumidores fazerem pedidos e pagar por mercadorias e serviços de forma simples usando um telefone celular, sem a necessidade de esperar em filas ou serem atendidos por um funcionário, até  a integração do Masterpass aos produtos e soluções da Oracle para levar aplicações de pagamento digital de ponta que incorporem programas de fidelização e recompensas num único lugar, garantindo acesso fácil na hora de pagar.

A Mastercard e a Oracle já estão trabalhando com parceiros como Wagamama, Carluccio’s, Young & Co.s Brewery e Geronimo Pubs. Eles já adotaram o Qkr!, permitindo que seus clientes façam pedidos de itens adicionais durante suas refeições, paguem à mesa quando quiserem e dividam a conta com outras pessoas. A aplicação vai passar a ter suporte em seis novos mercados, durante 2017: Brasil, Canadá, Irlanda, Singapura, África do Sul e EUA.


2 março, 2017

Segundo nota publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo ontem (1), o presidente da Rede e diretor do Itaú Unibanco, Fernando Chacon, tem grande possibilidade de assumir o cargo de presidente da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). Para isso ele precisará vencer a eleição da entidade que acontecerá no final do mês. O registro de chapas pode ser feito até 10 de março. Caso vença, ele substituirá Marcelo Noronha, vice-presidente do Bradesco, que está à frente da entidade desde 2013.

Enquanto isso, a Abecs informou recentemente, segundo matéria da Broadcast Agência Estado, que em função da mudança do crédito rotativo anunciado recentemente pelo Governo, pretende ampliar a sua base de dados para passar a divulgar os juros médios cobrados na modalidade e ainda no parcelamento da fatura.

Segundo nota da entidade, a nova base permitirá o acompanhamento das taxas que efetivamente correspondem ao rotativo, diferenciando-as dos juros cobrados em atraso, o que permitirá maior transparência e melhores esclarecimentos sobre a composição e a evolução das taxas junto ao Banco Central e à sociedade.

No documento, a associação ressaltou que as instituições emissoras de cartão de crédito trabalham com “o devido rigor” para apresentar soluções que atendam à Resolução CMN nº 4.549, de 26 de janeiro de 2017, que estabelece que a partir de 3 de abril, o período máximo para a permanência no crédito rotativo será de 30 dias. Conforme a nova regra, se a dívida não for paga, terá de ser transferida para outra modalidade de crédito, como o parcelado no cartão, que tem custo menor.


2 março, 2017

Na terça-feira (28), um grupo de instituições globais que inclui bancos como o Santander, o BBVA, o JPMorgan e o Credit Suisse, anunciou em Nova York a criação de uma organização sem fins lucrativos chamada Enterprise Ethereum Alliance. Trata-se de um consórcio que tem a intenção de desenvolver aplicações baseadas na blockchain do Ethereum para as respectivas atividades empresariais. Além das instituições financeiras, compõem o grupo marcas como Accenture, BlockApps, CME Group, ConsenSys, IC3, Intel, Microsoft, Nuco, ING, Thomson Reuters e UBS, entre outros.

Segundo o site www.expansion.com, o diretor de iniciativas de inovação desenvolvimento e pesquisa do Santander, Júlio Faura  disse que o banco tem feito estudos sobre o potencial do blockchain e dos contratos inteligentes para uso em aplicações empresariais e que o Ethereum tem provado ser uma das melhores tecnologias neste sentido. “Agora é o momento de trabalharmos juntos para criar padrões que permitam adoção generalizada na indústria”, disse.

O consórcio será financiado através de doações de seus membros e espera-se que as diversas empresas que o compõem possam alinhar seus interesses e obter melhores benefícios do desenvolvimento e escalabilidade de aplicações, criando padrões de operacionalidade entre essas empresas.

Nas últimas semanas, quando surgiram vários rumores a respeito da criação deste consórcio, o preço de Ethereum teve um aumento significativo. No início de Janeiro 2017 ele estava em torno de 10 dólares, e agora no final de Fevereiro de 2017 ficou na casa dos 15 doláres.


2 março, 2017

A edição de janeiro da Carta Conjuntura do Setor de Seguros, publicação mensal assinada pelo Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo) traz perspectivas animadoras para o seguro de pessoas. Segundo a análise, após uma variação de 4% ao ano, em 2016, a evolução do setor apresenta projeções melhores para 2017.

O argumento apresentado é que o aumento da confiança em diversos setores, e a previsão da reforma da previdência, sinaliza um momento de avanço que levará implicações diretas nos setores de seguros de vida e previdência privada. “Se antes não estava clara a importância de o corretor de seguros apostar nos ramos de pessoas, conhecer melhor e oferecer os produtos de vida e previdência para seus clientes, chegou a hora. A longevidade é assunto recorrente e facilita a formação da cultura do seguro no brasileiro”, defende o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo.

De acordo com a entidade, as expectativas positivas do setor já são refletidas no aumento do número de corretores no Estado. De acordo com o estudo, o número de profissionais passou de 36 mil em janeiro de 2016 para mais de 40 mil no mesmo período deste ano. Em média, são dois mil novos corretores ou corretoras por ano trabalhando para o crescimento do mercado. A atuação desses profissionais nos ramos de vida, saúde e previdência correspondem a 20% de toda atuação do mercado.

Nos ramos típicos de seguros (por exemplo, automóvel, pessoas, residencial, empresarial, etc.), ainda sem considerar as operações de saúde suplementar, a variação acumulada foi positiva em 2%. Como comparação, em todo ano de 2015, esse mesmo número foi 5%, também positivo. Já nos produtos do tipo VGBL, a variação acumulada no ano, em comparação ao mesmo período de 2015, é mais de 18%. Em 2016, o patamar ultrapassou R$ 780 bilhões, com variação 20% no exercício.


2 março, 2017

O Sicoob apresentou ontem (1) seu balanço relativo ao exercício de 2016 e reportou um aumento de 7,2% no resultado financeiro. A instituição contabilizou R$ 2,55 bilhões no ano passado contra R$ 2,38 bilhões em 2015. Já os ativos totais somaram R$ 76,3 bilhões, um crescimento de 32,5% em relação ao ano anterior. O patrimônio líquido alcançou R$ 16,4 bilhões, um incremento de 18,2% ante R$ 13,8 bilhões registrados em 2015.

No período, as operações de crédito apresentaram variação positiva de 15,4%, passando de R$ 33,3 bilhões para R$ 38,4 bilhões. Os financiamentos rurais e agroindustriais totalizaram R$ 11,5 bilhões, resultado 17,8% superior a 2015. A taxa média de juros praticada pelas cooperativas do Sicoob no crédito pessoal foi de 2,27% ao mês (30,91% ao ano), enquanto no mercado a média foi de 3,65% ao mês (53,75% ano).

O Sicoob remunerou em R$ 797 milhões o capital social dos cooperados. O Capital Social é parte do patrimônio de uma cooperativa financeira e é composto pelo somatório de todas as quotas-partes dos cooperados. Em depósitos totais, o Sicoob registrou acréscimo de 32,5%, alcançando R$ 47,8 bilhões versus R$ 36,1 bilhões referente ao ano anterior. Nos depósitos à vista a expansão foi de 25,8% e nos depósitos a prazo foi registrado crescimento de 37,2%. Já nos depósitos de poupança a evolução foi de 15,3%.

Os cooperados também foram beneficiados com aumento da capilaridade regional e pontos de atendimento, com o incremento de 5,9%, totalizando 2.551 agências, sendo que em 198 municípios o Sicoob é a única instituição financeira presente. Ao todo são 1,2 milhão de brasileiros que não eram reconhecidos pelo sistema bancário tradicional, elevando a inclusão financeira por meio do cooperativismo financeiro.


2 março, 2017

A GSMA apresentou na terça-feira (28) seu sexto ‘Relatório do Estado da Indústria sobre Dinheiro Móvel’ que trouxe como uma das principais revelações a existência de mais de meio bilhão de contas de dinheiro móvel registradas globalmente no final de 2016. O estudo analisa uma década inteira do uso deste instrumento, desde o lançamento pioneiro da M-Pesa no Quênia, primeira a demonstrar o potencial da tecnologia móvel na transformação do acesso aos serviços financeiros. Atualmente o serviço é realizado em 92 países.

O Relatório afirma que o dinheiro móvel é um dos principais motores do crescimento econômico nos mercados emergentes, especialmente através da formalização dos pagamentos, do aumento da transparência e do aumento do PIB. Os provedores de dinheiro móvel estão na vanguarda dos serviços de pagamento em muitas economias de mercado emergentes. Somente em dezembro de 2016, a indústria processou 1,3 bilhão de transações, com média de 30 mil transações por minuto.

“Dar às pessoas carentes acesso aos pagamentos digitais aumentou a inclusão financeira de centenas de milhões de pessoas nos países em desenvolvimento e permitiu que elas estivessem mais seguras e mais capacitadas e fossem contribuintes mais ativos para as comunidades locais”, disse Mats Granryd, diretor geral da GSMA.

A pesquisa mostra ainda que quase 174 milhões de contas estão ativas (em uma base de 90 dias). Existem 35 serviços de dinheiro móvel com mais de um milhão de contas ativas. Em 30 países existem 10 vezes mais agentes ativos de dinheiro móvel do que agências bancárias. Com 277 serviços em tempo real em 92 países, o dinheiro móvel está disponível agora em 66% dos mercados de baixa e média rendas.


23 fevereiro, 2017

Após se transformar na maior plataforma de avaliação de risco de crédito da Ásia em 3 anos de existência, a Wecash anunciou nesta semana sua chega ao Brasil. Ela foi considerada pela KPMG como uma das 100 melhores fintechs do mundo. A empresa oferece relatórios gratuitos sobre as condições dos solicitantes para as instituições financeiras e passa a ser remunerada com um percentual da transação somente se o tomador do empréstimo ou financiamento pagar suas contas em dia. Desta forma ela afirma garantir uma economia na ordem de bilhões de reais à receita dos bancos e instituições financeiras.

Graças a este modelo, a Wecash já conta com mais de 63 milhões de usuários ativos e um valor de mercado próximo a R$ 1 bilhão. A empresa possui unidades no Vale do Silício, nos Estados Unidos, Pequim, Indonésia, Vietnam e agora São Paulo.

O Chief Operating Officer (COO) da Wecash, o brasileiro Roger Madeira, comenta que a chegada do modelo de negócios da Wecash ao Brasil ataca diretamente o primeiro problema do modelo de análise de crédito praticado no país, que é o custo da consulta à negativação das pessoas. Segundo ele, este fator resulta num prejuízo anual de bilhões de reais à receita bancária. “Esse custo encarece a concessão de crédito na medida em que ele é transferido para a taxa de juros do empréstimo. No fim, quem paga a conta é o próprio tomador”, explica.

Para alcançar tais resultados, a empresa construiu uma infraestrutura tecnológica para extrair, processar, relacionar e validar mais de oito mil variáveis e dados sobre cada consumidor em tempo real, o que possibilita gerar um relatório altamente detalhado sobre o perfil de risco de uma pessoa. Isto é feito com o suporte de uma plataforma integrada de avaliação de crédito e análise de risco que combina as tecnologias mais avançadas do setor: Inteligência Artificial, Machine Learning, Computação Cognitiva, Modelos Computacionais de Predição de Risco, Blockchain, Big Data, Mineração de Dados, Psicometria e Computação em Nuvem.


23 fevereiro, 2017

Na terça-feira (21), a Cantarino Brasileiro reuniu executivos de TI, da indústria financeira e do mercado de meios eletrônicos de pagamento de vários Estados num almoço realizado no restaurante Rubaiyat Faria Lima. A iniciativa marcou o encerramento do ciclo de apresentações dos cases vencedores da 12ª edição do Prêmio Relatório Bancário.  O evento foi patrocinado pela 7COMm, uma das empresas líderes em prestação de serviços e soluções em Tecnologia.

O diretor da Cantarino Brasileiro, Marcos Cantarino, explicou que o encontro tem o objetivo de ampliar o conhecimento sobre as melhores práticas e as soluções mais inovadoras e criativas identificadas por meio da premiação. Cantarino ressaltou a participação de alguns dos mais importantes executivos de marcas consagradas vindos de Brasília e do Rio Grande do Sul. Para ele, o fato é uma demonstração clara do quanto este formato de colaboração tem contribuído para disseminar as iniciativas que concorrem ao prêmio.

“O elevado nível de desenvolvimento das soluções apresentadas pelas empresas na premiação tem o seu potencial de impacto positivo reconhecido no dia a dia das instituições. Por isso, a oportunidade de trocar experiências e informações com os criadores desses projetos é sempre muito valorizada”, afirma.

Durante o almoço foram apresentados os seguintes cases: ‘Inteligência Artificial’, do Bradesco; ‘Digitalização do depósito em cheque’, do Banco do Brasil; ‘Cultura Digital’, do Santander; ‘Saque e Pague: uma rede multisserviços que transformou a indústria do autoatendimento bancário e não bancário no Brasil’ da Saque e Pague; ‘Livelo”, do Bradesco; ‘Nova plataforma de crédito rural’, do Sicoob; ‘Portal de desenvolvimento PIER Labs’, do CBSS e Conductor; e ‘Projeto de cobrança 100% digital e multicanal’, do BMG.


23 fevereiro, 2017

Após ouvir 100 líderes empresariais e executivos de tecnologia de 75 instituições financeiras em todo o mundo, a Infosys Finacle, anunciou terça-feira (21) que o investimento médio em projetos de Blockchain por parte dos bancos em 2017 deverá ser de cerca de US$ 1 milhão. A informação faz parte do estudo “Tecnologia Blockchain: Do hype à realidade”.

De acordo com a pesquisa, apenas 4% dos entrevistados planejam gastar mais de US$ 10 milhões em seus projetos com a tecnologia. Tanto este montante de recursos como as decisões a respeito de mais da metade das iniciativas em andamento estarão sob a responsabilidade dos diretores de Tecnologia ou diretores de Inovação das instituições.

O trabalho revelou ainda que a maioria dos profissionais de serviços financeiros (mais de 80%) espera ver a adoção comercial da tecnologia Blockchain até 2020, com quase metade das organizações nas quais trabalham já investindo ou planejando investir durante 2017. Metade dos bancos ouvidos também está trabalhando com startups ou fintechs para ampliar o domínio e uso da tecnologia. E 30% optaram pelo modelo do consórcio.

O tipo preferido de aplicação para 69% dos bancos é o que se baseia em uma cadeia privada, na qual as permissões de acesso são rigorosamente controladas com direitos de modificação ou leitura restrita a apenas alguns usuários. Um quinto está adotando, ou planeja adotar, cadeias híbridas ou ‘consórcios’ onde o processo de consenso é controlado por um conjunto de nós pré-selecionados. Apenas 10% dos inquiridos preferem uma cadeia pública ou completamente descentralizada, onde qualquer pessoa pode aderir ao processo de consenso.

O estudo também revelou que os cinco principais casos de uso esperados são pagamentos Cross Border, gerenciamento de identidade digital, compensação e liquidação, processo de carta de crédito e empréstimos concedidos por consórcios bancários.


23 fevereiro, 2017

O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC) anunciou ontem (22) a redução da taxa Selic em 0,75 ponto percentual. Desta forma os juros básicos da economia caem de 13% ao ano para 12,25% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros e marca a quarta queda consecutiva.

Com essa diminuição, a Selic retorna ao nível de março de 2015, quando também estava em 12,25% ao ano. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano, no menor nível da história, e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Somente em outubro do ano passado, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia.

Em comunicado, o Copom informou que a inflação está perdendo força em todos os setores da economia, com ajuda dos alimentos. “O comportamento da inflação permanece favorável. O processo de desinflação é mais difundido e indica desinflação nos componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária. Houve ainda uma retomada na desinflação dos preços de alimentos, que constitui choque de oferta favorável”, destacou.

De acordo com a nota, o Banco Central admitiu que algumas projeções internas baseadas nas estimativas das instituições financeiras podem abrir espaço para os juros básicos caírem quase três pontos percentuais até o fim do ano. “No cenário de mercado, as projeções do Copom recuaram para em torno de 4,2% em 2017 e mantiveram-se ao redor de 4,5% para 2018. Esse cenário embute hipótese de trajetória de juros que alcança 9,5% e 9% (ao ano) ao final de 2017 e 2018, respectivamente”, acrescentou o texto.

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA ficou em 0,38% em janeiro, o menor nível registrado para o mês desde o início da série, em 1979.


23 fevereiro, 2017

De acordo com texto publicado no site do Banco Central, até o final de março, os arranjos de pagamento, segmento do qual fazem parte as bandeiras, os credenciadores e os emissores de cartões de crédito e débito, deverão estar aptos a abrir participação nas atividades de emissão, de credenciamento e de prestação de serviços de rede (captura de transações por intermédio, por exemplo, das maquininhas de cartão, ou POS).

A medida, divulgada pela Circular nº 3.815, do Banco Central, busca aumentar a competição no mercado, em especial nas atividades de credenciamento e de prestação de serviços de rede, possibilitando ao estabelecimento comercial aceitar as principais bandeiras em uma única maquininha. Até setembro, os instituidores deverão implementar, ainda, a liquidação centralizada das transações no âmbito de seus respectivos arranjos.

“Com essas medidas, o Banco Central quer fomentar um ambiente cada vez mais competitivo no segmento de arranjos de pagamento. Quando todos tiverem capacidade de ofertar todas as bandeiras disponíveis, acreditamos que haverá aumento da competição no setor, o que significa, para os usuários, em especial os lojistas, melhores serviços e melhores preços”, explica Flávio Túlio, chefe do Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos.

Desde a abertura do mercado de credenciamento em 2010, a média da taxa de desconto nas compras com cartão de crédito (um percentual pago pelo lojista ao credenciador sobre o valor de cada venda realizada) caiu de 2,95% para 2,75% e a com cartão de débito, de 1,58% para 1,51%. Entretanto, as despesas com aluguel de POS e com conectividade aumentaram 65%, atingindo 18% do custo médio dos estabelecimentos comerciais ao aceitar cartão e, assim, reduzindo parte dos benefícios advindos da redução na taxa de desconto.


23 fevereiro, 2017

O Banco Daycoval anunciou ontem (22) ter alcançado um Lucro Líquido Recorrente de R$ 422,8 milhões em 2016. O resultado significa um aumento de 17,3% em relação ao montante acumulado nos 12 meses do ano anterior. A instituição é especializada em crédito para empresas, crédito consignado, financiamento e refinanciamento de veículos, produtos de câmbio (comércio exterior e turismo), leasing e investimentos.

Segundo explicou o diretor executivo do banco, Morris Dayan, em comunicado à imprensa, o resultado reflete que, mesmo em um cenário macroeconômico bastante desafiador, o Daycoval conseguiu manter seus resultados sólidos e com rentabilidade em expansão. “O aumento gradual das margens, a redução da despesa de provisão para crédito de liquidação duvidosa (PDD) e crescimento da carteira resultaram no melhor lucro líquido recorrente da nossa história”, afirmou.

A Carteira de Crédito Ampliada atingiu R$ 14,3 bilhões no fim do ano, apontando aumento de 2,2% em relação ao mesmo período de 2015, originado pela maior procura das empresas de pequeno, médio e grande portes, que representam 60% dos negócios do banco. Parte desse desempenho deve-se ao sucesso na aquisição de parte da carteira de pequenas e médias empresas do Citi Brasil. Do restante da carteira do Daycoval, 35% do total são relativos ao crédito consignado. O restante está dividido entre crédito para veículos (4%) e demais produtos (1%), como o CDC Lojista.

A Captação, por sua vez, finalizou o ano com R$ 14,1 bilhões, alinhada em valores, moedas e prazos de vencimento. Outro ponto importante nesse sentido foi a 5ª emissão pública de Letras Financeiras no valor de R$ 400 milhões, com ampla pulverização de investidores e redução do custo de captação. Com isso, o Banco alongou ainda mais o prazo médio das operações de Captação.


23 fevereiro, 2017

Amadurecimento do ecossistema, ganho de credibilidade e interseções com indústrias não financeiras estão entre as principais tendências pela EasyCredito, com apoio da Google Campus e da Cantarino Brasileiro. O evento reuniu mais de 50 líderes de fintechs de todo o país, para discussão de oportunidades e desafios.

“Em 2016, vimos um fortalecimento do ecossistema de fintechs e a inclusão de novos agentes nesse mercado. Mais do que afetar a indústria financeira, esse movimento transforma as relações financeiras”, define Marcelo Bradaschia, do FintechLab.

Conforme o Radar FintechLab 2017, as aplicações voltadas a pagamentos predominam, seguidas das ferramentas de gestão financeira. “O mercado cresce nos segmentos com pouca regulação ou com regulação flexível”, observa Marcos Ramos, diretor da EasyCrédito. “Vemos a “financeirização” de outros segmentos. Empresas de setores como telecomunicações ou transporte podem passar a oferecer serviços financeiros, sem precisar prover toda a oferta de um banco”, acrescenta. “A beleza está em inserir as transações financeiras no contexto da venda ou da prestação de serviço”, resume Marcelo Bradaschia. “Essa especialização e foco marcam a forma com que as fintechs crescem. Começam fazendo muito bem determinado serviço e com isso ganham confiança do cliente, abrindo mais oportunidades”, complementa Felipe Sotto-Maior, da Vérios.

A rotatividade de profissionais é o maior risco de mortalidade para as fintechs, maior ainda do que a falta de liquidez. “Mesmo com crescimento acelerado, as empresas não têm estrutura para montar planos de carreira. Vemos hoje multinacionais montando equipes e departamentos com gente revelada nas fintechs” diz Patrick Negri, da Iugu. A originalidade da estratégia de cada fintech dificulta ainda mais a continuidade com a substituição de profissionais. Manuela Gomes, coordenadora do Campus São Paulo da Google, nota que à medida que se criam serviços e processos que ninguém fazia antes, sem estrutura (e tempo) de documentação, a retenção de conhecimento fica comprometida.


23 fevereiro, 2017

A seguradora MAPFRE anunciou que será uma das patrocinadoras da escuderia Renault na edição 2017 da Fórmula 1. A marca será estampada nas asas dianteiras e nos aerofólios dos veículos, assim como no uniforme e no capacete do piloto britânico Jolyon Palmer, profissional com mais de vinte Grandes Prêmios no currículo. O novo carro da Renault Sport Formula One Team foi apresentado nesta terça-feira (21), em cerimônia oficial em Londres, capital inglesa.

A presença da marca no maior evento automobilístico do mundo é parte da estratégia da MAPFRE de investir em patrocínios esportivos de grande porte, como fez com o tenista espanhol Rafael Nadal e com o recente acordo de renovação como principal patrocinador de uma equipe participante da etapa 2017-2018 da Volvo Ocean Race.

“O investimento em patrocínios nos permite promover a marca em nível mundial, além de ser uma excelente oportunidade de apoio ao esporte e de reforçar os valores da MAPFRE, como equipe comprometida e de liderança”, comenta Wilson Toneto, CEO da MAPFRE no Brasil.

A MAPFRE é uma seguradora global presente nos cinco continentes, em um total de 51 países. No Brasil desde 1992, a companhia é dividida em unidades de Investimentos, Consórcios, Capitalização, Previdência e Vida Resgatável, Saúde, Seguros (por meio do Grupo Segurador Banco do Brasil e MAPFRE), Assistência e Pesquisa e Desenvolvimento (CESVI Brasil). A companhia ainda mantém a Fundación MAPFRE, instituição sem fins lucrativos, que promove e desenvolve atividades de interesse geral da população.


16 fevereiro, 2017

O aplicativo Celcoin, que oferece serviços financeiros realizados diretamente pelo telefone celular mesmo para quem não é correntista de banco, anunciou que está aceitando depósitos de créditos feitos em bitcoin. Desta forma, os recursos aplicados em forma da moeda criptográfica se transformam em créditos em Reais e podem ser usados para diversas finalidades e até saques em dinheiro nas lojas credenciadas.

O CEO e fundador do Celcoin, Marcelo França, explicou ao portal IT Fórum, que na prática o cliente pode trocar os bitcoins por crédito em dinheiro na plataforma e fazer todas as operações disponíveis no aplicativo, como recarga de celular, pagamento de contas, saques em dinheiro, e transferências para outros usuários da plataforma ou para contas em bancos.

A operação de recarga do saldo com bitcoin é simples. Basta que o usuário digite o valor em reais que deseja depositar. Em seguida, o app exibirá sua carteira bitcoin e todo processo pode ser feito diretamente pelo celular. A compensação ocorre em alguns minutos e após a confirmação, o saldo é liberado e já pode ser usado.

O projeto foi desenvolvido em parceria com a Bit.One, empresa do programa InovaBRA do Bradesco, especializada em gateway de pagamentos em bitcoin. Hoje, o aplicativo Celcoin tem mais de 90 mil cadastrados e está presente em quase todo o território nacional, com mais de duas mil lojas parceiras.


16 fevereiro, 2017

O Santander iniciou nesta semana a campanha “Esse ano vai dar samba – Dê um novo enredo para sua vida financeira”. Com a iniciativa, desde segunda-feira (13), o banco está oferecendo descontos de até 15% nas taxas de crédito Consignado e Crédito Pessoal, além de até 10% para o seguro automotivo. A instituição informou ainda que irá aumentar, pontualmente, os limites de cartões de crédito durante o período do feriado. Além disso, as viagens com Uber pagos com cartão ContaSuper terão até R$ 25 de desconto.

Segundo comunicado distribuído para a imprensa, o objetivo é apoiar os clientes a se organizarem financeiramente, com segurança, ou mesmo para planejamentos, como programação de viagens, para que eles tenham tranquilidade nesse período de festa. O banco também oferecerá seguros de vida, imóveis e capitalização. Aqueles que possuem somente cartão, mas não possuem conta corrente também contarão com ofertas especiais de crédito.

“O Santander cumpre seu papel como instituição financeira, neste momento de início de retomada da economia, ao praticar uma política de preços competitiva para seus produtos de crédito. As campanhas sazonais visam oferecer as melhores soluções e serviços financeiros para atender às necessidades do cliente”, diz o diretor executivo de Pessoa Física do Santander, José Roberto Machado. Em novembro, o Banco preparou ofertas diferenciadas na Black Week; em dezembro, para o período de Natal e, no mês passado, o #ComeçarBem, primeira chamada para os clientes organizarem suas finanças.

A contratação dos produtos poderá ser feita até 28/02 pelo site da campanha www.santander.com.br/vaidarsamba e também nos diversos canais de relacionamento do Banco, como Internet Banking, APP Santander, caixas eletrônicos e agências.


16 fevereiro, 2017

A partir de março o transporte de passageiros feito por meio do aplicativo 99, oferecerá um novo meio de pagamento que será chamado de “Maquinha 99”. De acordo com comunicado distribuído ontem (15) à imprensa, ela aceitará pagamentos em crédito e débito, permitindo que os valores sejam depositados em até 5 minutos no Cartão 99 do motorista. O dispositivo aceita as bandeiras Visa e Mastercard, e passará a aceitar as demais bandeiras em breve. O lançamento ocorrerá para todos os motoristas de São Paulo, inicialmente. E em breve, deverá ser estendido para todas as 550 cidades em que a 99 atua.

O diretor de Política e Comunicação da 99, Matheus Moraes afirmou que os principais benefícios da novidade são a oportunidade de operações com cartão de débito, o que, segundo ele, é absolutamente inédito em corridas com carros particulares e  sinal de alta qualidade em qualquer lugar do país.

O dispositivo é a segunda inovação da 99 no segmento fintech. O primeiro foi a implementação do Cartão 99, considerado pré-condição para os motoristas terem acesso ao aplicativo da 99. Ele viabiliza o pagamento de todas as corridas ao motorista de forma instantânea. O plástico também dá acesso a uma rede de serviços com desconto.

A 99 é uma startup brasileira de mobilidade urbana.  O App 99 conecta 10 milhões de passageiros a 140 mil taxistas e motoristas no Brasil em quatro categorias de serviços: 99POP, com motoristas particulares na cidade de São Paulo; o 99TAXI, que está presente em 550 cidades do país; o Modo Desconto que oferece táxi com valores até 30% mais baixos; e o 99TOP, serviço premium com táxis de luxo.


16 fevereiro, 2017

Após ter registrado quatro meses consecutivos de queda, o Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS), um dos principais termômetros do mercado, voltou a subir em janeiro e marcou 105,5 pontos. A pesquisa realizada pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) aponta que as seguradoras, as corretoras e as resseguradoras têm expectativas positivas para o semestre e voltaram a acreditar na recuperação da economia brasileira.

Para o presidente da Fenacor, Armando Vergílio, esse resultado é fruto da percepção do mercado de que a economia começa a dar sinais de recuperação e que o setor de seguros tem, mais uma vez, a chance de superar expectativas e também colaborar com a retomada do crescimento, especialmente lançando produtos voltados para as classes B e C. É o caso, por exemplo, do Seguro Auto Popular, que possibilita aos proprietários de carros usados protegerem o seu veículo, pagando valores mais compatíveis com a sua renda.

Além do ICSS, também são calculados mensalmente o ICES (Índice de Confiança das Seguradoras), ICER (Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras) e ICGC (Índice de Confiança das Grandes Corretoras) que recebem pontuação de 0 a 200. Todos esses dados também registraram alta em comparação à última medição, realizada em dezembro de 2016.

A pesquisa da Fenacor também apura a expectativa das empresas em relação ao faturamento para os próximos seis meses. O estudo mostrou que 89% das corretoras, 89% das seguradoras e 71% das resseguradoras apostam na manutenção ou melhora dos índices atuais. Na análise da rentabilidade, 78% das corretoras; 66% das seguradoras e 71% das resseguradoras esperam que os resultados cresçam ou fiquem estáveis.


16 fevereiro, 2017

Pesquisas recentes do SPC Brasil estima que cerca de 50% do dinheiro que será colocado à disposição do trabalhador referente às contas inativas do FGTS será destinado ao pagamento de dívidas. O saque deve injetar entre R$ 30 bilhões e R$ 35 bilhões na economia do país, o que representa 0,5% do PIB. Das 30,2 milhões de pessoas que poderão realizar os saques, 80% possuem até R$ 1.500 nas contas.

O presidente do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), Roque Pellizzaro Junior, declarou nesta semana que o recurso irá beneficiar principalmente os cidadãos das classes C, D e E, que devem utilizar o montante para as necessidades mais urgentes. Além da quitação de débitos, os estudos da entidade apontam que 30% dos sacadores irão economizar o dinheiro resgatado e o restante usará para outros gastos.

“O acesso ao dinheiro inativo das contas do FGTS é uma medida importante para injetar uma quantidade de dinheiro significativa na economia do país. Isso pode ajudar o cidadão afetado pela crise a sanar suas dívidas, limpar o nome e recuperar seu crédito”, avalia Pellizzaro. “Ao reduzir a inadimplência o impacto sobre a economia é positivo, resultando em menores taxas de juros cobradas ao consumidor”, disse.

O governo federal divulgou nesta terça-feira (14) o calendário para o saque dos recursos em contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Contribuição (FGTS). Agora, o trabalhador que pediu demissão ou foi demitido por justa causa até 31 de dezembro de 2015 pode sacar o saldo da conta vinculada, estando ou não fora do regime do FGTS.

A partir de 10 de março, as contas inativas com saldo até R$ 1,5 mil poderão ser sacadas no autoatendimento da Caixa apenas com senha do Cartão do Cidadão (sem a necessidade do plástico). Já para valores entre R$ 1,5 mil e R$ 3 mil, será necessário que o trabalhador possua o Cartão do Cidadão e senha para pagamentos no autoatendimento.


16 fevereiro, 2017

Com base nas normas previstas na Resolução nº 4.549 do Conselho Monetário Nacional (CMN), que limitam o uso do rotativo pelo período máximo de 30 dias, o Banco do Brasil anunciou ontem (15) as novas condições que passam a ser aplicadas, a partir de 3 de abril, para utilização deste tipo de financiamento em todos os cartões de pessoas físicas e jurídicas oferecidos pela instituição

Com a mudança, a partir das faturas que vencem em 3 de maio os clientes terão que obrigatoriamente liquidar o saldo remanescente da fatura anterior ou contratar um parcelamento. Outra novidade refere-se ao valor do pagamento mínimo da fatura. Ele passa a ser composto pelo saldo não pago da fatura anterior, se houver, somado aos encargos do rotativo, mais 15% sobre os gastos do mês, somados ao valor das parcelas de financiamentos de faturas anteriores, caso existam.

Assim, num exemplo hipotético, uma pessoa que tenha uma fatura de cartão no valor de R$ 200 no início de abril e só efetuar o pagamento mínimo (R$ 30, correspondente a 15% do valor total da fatura), deixará um saldo de R$ 170. Imaginando ainda que, no decorrer de abril, ela acumule mais R$ 50 em novos gastos e tenha uma parcela de financiamento de fatura anterior no valor de R$ 20, a fatura a vencer no início de maio terá o valor de R$ 240 mais os encargos do rotativo do mês anterior. Neste caso, o total a ser obrigatoriamente pago a título de valor mínimo, no início maio, será equivalente a: R$ 170 (saldo que ficou em aberto do período anterior) acrescido de R$ 7,50 (considerando um pagamento mínimo de 15% dos gastos do mês) e do montante de encargos, mais o valor da parcela do financiamento de fatura já contratado, de R$ 20.

O cliente continuará a ter a opção de escolher a condição de parcelamento da fatura que preferir, por meio dos canais do BB. Caso contrário, o parcelamento será feito automaticamente em 24 meses, desde que haja pelo menos o pagamento de valor igual ou maior que o valor exigido como entrada.


16 fevereiro, 2017

Devido a discordâncias entre os líderes partidários, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, retirou ontem (15) o requerimento de urgência para análise do Projeto de Lei Complementar (PLP) 181/15 que regulamenta a venda da dívida ativa pela União, pelos estados, pelo Distrito Federal e pelos municípios às instituições financeiras privadas. De autoria do deputado Vicente Candido (PT-SP) e outros parlamentares, a matéria tem o objetivo de conferir à Fazenda Pública um meio alternativo de cobrança da dívida ativa, a fim de aumentar o aproveitamento de créditos de difícil recuperação.

“A cobrança da dívida ativa pela estreita via da execução fiscal muitas vezes dificulta a recuperação de créditos, justamente por se submeter às formalidades dos procedimentos administrativo e judicial. O que se propõe é que a Fazenda Pública possa ceder a instituições financeiras esses créditos que ela própria tem dificuldade de recuperar, tornando mais econômica e eficiente sua cobrança pelo setor privado”, diz a justificativa do projeto.

Pelo texto, o crédito tributário continua existindo, mas o pagamento será devido ao banco que tomar o posto de credor, não mais à Fazenda Pública. Essa operação é chamada de cessão de créditos. Ela ocorre quando o credor (cedente; no caso, a União, o estado ou o município) de uma dívida transfere a um terceiro (cessionário; no caso, o banco), originalmente estranho ao negócio, a posição de novo credor, independentemente da autorização do devedor (cedido; no caso, o contribuinte).

Em complementação ao PLP 181/15, os deputados autores do mesmo também apresentaram o Projeto de Lei 3337/15, que permite à União promover leilão com o intuito de ceder a instituições financeiras os créditos referentes à dívida ativa consolidada.


16 fevereiro, 2017

A relatora da medida provisória que criou o programa habitacional Cartão Reforma, senadora Ana Amélia (PP-RS) declarou terça-feira (14) que acertou com o governo uma nova redação ao projeto com o objetivo de permitir que outros bancos oficiais também atuem como agentes financeiros do programa. Com isso, a Caixa Econômica não será mais a única agente operadora dos recursos, o que beneficia os bancos estaduais.

“O banco não vai ter acesso ao cadastro da pessoa, do beneficiário. Vai ter acesso ao recurso que a Caixa vai repassar para pagar a loja de material”, explicou a senadora.

A parlamentar declarou à Agência Câmara que a abertura para outros agentes financeiros foi reivindicada por estados como Tocantins e pelo Distrito Federal, que têm bancos próprios. O Cartão Reforma é um subsídio dirigido a famílias com renda bruta de até R$ 1,8 mil para aquisição de materiais de construção destinados à reforma, à ampliação ou à conclusão de residência.

Ana Amélia também adiantou que não pretende alterar o limite de renda familiar dos beneficiários do programa. Das 42 emendas apresentadas por deputados e senadores, pelo menos seis propõem a ampliação desse valor, que equivale hoje a cerca de 1,9 salários mínimos. O governo de São Paulo também quer um teto maior, sob a alegação de que o valor é baixo diante da renda média do estado. Mas a relatora disse que o aumento do limite dilui o foco do programa, que é atender os mais pobres.

O objetivo do programa é social. Então, o limite de dois salários mínimos, neste momento de muita gente desempregada, é uma questão de justiça social, mesmo que seja absolutamente legítima a demanda de São Paulo e de outros estados — disse Ana Amélia.

A MP tem mais 60 dias de vigência e deve ser votada no dia 15 de março, segundo calendário definido entre os integrantes da comissão mista que a analisa.


9 fevereiro, 2017

Na terça-feira (7) o Santander iniciou, em parceria com a Endeavor, o Programa Radar Santander. O objetivo é detectar empresas capazes de transformar a forma como o mundo financeiro se relaciona com as pessoas e com outros negócios. Dez empresas serão escolhidas para participar de um evento de seleção, quando farão um pitch sobre seus negócios. Os empreendedores interessados podem se candidatar por meio do site www.santander.com.br/radar até o dia 24 de março.

Após a última etapa da seleção, que acontecerá no dia 27 de abril, as cinco empresas escolhidas participarão do programa, entre maio e novembro, quando serão acompanhados por executivos do Santander e mentores da Endeavor. Contarão ainda com uma rede de networking e ajuda mútua formada por empresas que crescem e enfrentam desafios semelhantes.

“O que procuramos são as empresas que estão no ponto de inflexão, prontas para dar o salto. É nesse momento que a mentoria vai atuar”, afirma Angel Santodomingo, vice-presidente executivo e CFO do Santander Brasil.

O Radar Santander busca empresas com o perfil conhecido como scale up, ou seja, que tenham potencial para crescer exponencialmente e em um curto período de tempo. O objetivo é fazer com que as boas ideias cheguem mais rápido aos clientes, ainda que o modelo procurado não seja, necessariamente, o de uma fintech – empresa de tecnologia aplicada ao setor financeiro.

Além das mentorias, haverá conexão direta com a rede da Endeavor e com os principais executivos do Santander. Um dos grandes diferenciais do programa é sua forma de relacionamento entre as partes. O foco está na construção de pontes entre o empreendedor e o banco, uma vez que o programa não prevê a cessão de participação acionária ou contratos de exclusividade – o objetivo é que os vínculos sejam construídos, e não impostos.


9 fevereiro, 2017

De acordo com um estudo publicado pela Capgemini nesta semana, a maior parte dos consumidores poderia economizar mais de US$ 500 em taxas bancárias e de seguros, com a utilização de um novo tipo de contrato inteligente baseado na tecnologia blockchain. Os profissionais da indústria, startups e acadêmicos do setor de serviços financeiros, que participaram do estudo preveem que a plena adoção da tecnologia acontecerá até 2020.

Segundo o relatório, ao se comprar uma casa, por exemplo, ao invés do atual processo que envolve uma documentação complexa e intervenção manual, os detalhes seriam compartilhados numa rede de contratos inteligentes, conectando todas as partes no sistema. Este procedimento simplificaria o processo de empréstimos, reduziria custos de produção e resultaria em uma rápida transferência do título da propriedade. O desembolso subsequente de montantes de empréstimos e pagamentos de juros ocorreria automaticamente, conforme os termos codificados no sistema.

Os chamados contratos inteligentes assemelham-se às minutas contratuais padronizadas que possuem valor legal e são suportadas por um conjunto de termos e condições. A diferença é que os contratos inteligentes são eletronicamente programados e embasados em registros distribuídos, como a tecnologia blockchain. Isso significa que podem impor ações (como pagamentos) automaticamente, tão logo tenham sido cumpridas as condições acordadas, sem a necessidade de verificação independente ou processamento manual.

O estudo “Smart Contracts in Financial Services: Getting from Hype to Reality” concentra-se na indústria financeira, na qual a tecnologia e os sistemas sustentados por blockchain já estão em desenvolvimento em importantes instituições, como BNP Paribas, Deutsche Bank e Credit Suisse.


9 fevereiro, 2017

Na terça-feira (07) o Itaú Unibanco anunciou ter alcançado um lucro líquido de R$ 5,543 bilhões no quarto trimestre de 2016, o que significa uma alta de 2,76% sobre os R$ 5,394 bilhões registrados nos três meses anteriores. No ano inteiro de 2016 o lucro somou R$ 21,6 bilhões.

De acordo com a instituição, a rentabilidade sobre o patrimônio líquido médio foi de 19,8% em 2016, acima da média de cerca de 17% dos bancos na América Latina.

As perspectivas do banco para 2017 são de uma forte queda no volume de provisões consolidadas para perdas com inadimplência, fixando uma faixa de R$ 14,5 bilhões a R$ 17 bilhões. Em 2016, o volume total provisionado foi de R$ 22,4 bilhões.

O banco também previu para sua carteira de crédito a expansão de 4% neste ano, com contração da margem financeira de 0,5 a 4% no período, para o qual é esperada mais queda da Selic. Para as despesas não decorrentes de juros, as chamadas despesas administrativas, a faixa de crescimento prevista pelo banco é de 1,5 a 4,5%.

O presidente do Itaú Unibanco, Roberto Setúbal afirmou em entrevista concedida para comentar os resultados que a melhor notícia foi a inadimplência “Ela terminou o ano bastante mais baixa”, afirmou. “O grande impacto que nós tivemos vem do aumento de previsões para perdas de crédito, que devem se reduzir já em 2017 em função desta melhoria na inadimplência que já estamos assistindo”, completou.


9 fevereiro, 2017

Os seis últimos meses do ano passado registraram um aquecimento no segmento de consórcios imobiliário com aumento de 13,5% entre os semestres na venda de cotas, segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC). No total, o volume de créditos disponibilizados para compra de imóveis registrou a marca de R$ 7,09 bilhões entre janeiro e dezembro, já o número de contemplações ficou em 71,3 mil pessoas. Considerando todas as categorias de financiamento por meio de consórcio, o setor registrou a venda de 225,2 mil novas cotas em 2016.

Na opinião do presidente executivo da ABAC, Roberto Rossi, o consórcio se sobressai quando o consumidor compara as opções disponíveis no mercado. “Apesar da retração financeira, ficou evidenciada a confiança no Sistema de Consórcios. Também, o maior conhecimento das características da educação financeira, na qual os consórcios fazem parte, e a certeza de que planejar por meio de uma poupança com objetivo definido pode ser o melhor caminho para adquirir propriedades, veículos e outros bens de consumo ou mesmo contratar serviços, sempre de forma responsável”, disse.

Rossi avalia que o ano de 2017 tende a ser positivo. “Com a propagação cada vez maior dos conceitos de cidadania financeira, o consórcio deverá continuar permeando a vida financeira das pessoas, famílias e empresas, possibilitando a concretização de metas atuais e futuras”, finaliza.


9 fevereiro, 2017

O Grupo Bradesco Seguros divulgou ontem (08) ter registrado em 2016 um faturamento de R$ 71,4 bilhões, o que representa um acréscimo 10,5% sobre o resultado obtido no ano anterior. O balanço considera os segmentos de Seguros, Capitalização e Previdência Complementar Aberta. O lucro líquido registrou evolução de 5% na mesma base de comparação, totalizando R$ 5,6 bilhões, com Retorno sobre o Patrimônio Líquido Ajustado de 23%.

Para o Presidente do Grupo Bradesco Seguros Randal Zanetti, o perfil de atuação em múltiplos ramos da instituição colaborou para a preservação do equilíbrio operacional no ano passado. “Isso possibilita que os impactos sofridos por determinados segmentos fossem compensados por ganhos em outras categorias de produtos”, diz.

Os segmentos que apresentaram evolução em comparação com 2015 foram Saúde (14,7%), Vida e Previdência (10,7%) e Capitalização (6,5%). Em Saúde, a carteira de Pequenas e Médias Empresas cresceu 27% em receita, atingindo cerca de um milhão de vidas e mais de 140 mil empresas clientes. No total, o Grupo Segurador conta com mais de 4,1 milhões de segurados no segmento.

O volume de Provisões Técnicas registrou aumento de 25,6%, atingindo R$ 223,3 bilhões, e os ativos financeiros avançaram 26,1%, superando R$ 242 bilhões. Já o total pago pelo Grupo Bradesco Seguros em indenizações e benefícios alcançou R$ 52,3 bilhões em 2016, alta de 15,4% em relação a 2015.


9 fevereiro, 2017

No dia 22 de fevereiro a divisão de treinamentos do escritório de advocacia Patricia Peck Pinheiro (PPP) realizará um curso para os interessados em se aprofundar no mundo das startups financeiras que está revolucionando o mercado brasileiro. Tendo como título a provocativa pergunta: “Fintech são bancos?”, a iniciativa abordará os possíveis impactos, as implicações legais e as tendências regulatórias que envolvem o setor.

O curso será ministrado pelo sócio diretor do escritório PPP, Leandro Bissoli. Ele é membro do Instituto Brasileiro de Direito Digital (IBDDIG) e coautor dos livros: ‘Eleições Digitais’, ‘Direito Digital Aplicado’ e ‘Direito Digital Aplicado 2.0’.

Bissoli é pós-graduado em Negociações Econômicas Internacionais pelo Programa San Tiago Dantas, com especialização em Política Comercial Internacional pela Fundação Getúlio Vargas, além de especialista em Cooperação Internacional ao Desenvolvimento pela Universidade de São Paulo.

O programa do curso abrangerá temas como: Conceituação técnica e jurídica sobre a definição de fintechs; O cenário mundial das fintechs; Oportunidade ou Ameaça: quais são impactos relacionados a Riscos Operacionais no Sistema Financeiro; Como fazer a proteção legal de inovações na área bancária?;  Segurança da informação; Proteção de dados; Sigilo bancário e privacidade; Implicações legais das fintechs: regulamentar ou não?; Análise de casos nacionais e internacionais.

O curso acontecerá na sede do PPP Treinamentos, que fica no Edifício Times Office – Avenida Angélica, 223 – Sala Treinamentos Térreo. O horário será das 14 às 18 horas e mais informações podem ser obtidas por meio do telefone 11 2678 0188.


9 fevereiro, 2017

De acordo com dados nacionais divulgados ontem pela Boa Vista SCPC, a inadimplência do consumidor registrou uma alta de 3,9% em janeiro na avaliação dessazonalizada contra dezembro. Apesar disto, na comparação acumulada em 12 meses (fevereiro de 2016 até janeiro de 2017 frente aos 12 meses antecedentes) houve uma retração 1,9%. A entidade divulgou ainda diminuição das dívidas na observação do resultado de janeiro contra o mesmo mês de 2016. Neste critério a queda foi de 4,7%.

Regionalmente, na análise acumulada em 12 meses, a maior elevação ocorreu no Norte (3,3%), seguida das regiões Nordeste (1,6%) e Centro-Oeste (0,8%). Já nas regiões Sul e Sudeste houve retração de 4,5% e 3,4%, respectivamente.

A nota divulgada pela Boa Vista comenta que as adversidades ocorridas na economia ao longo dos últimos dois anos geraram grande cautela nas famílias, inibindo o consumo e consequentemente contribuindo para a diminuição do fluxo de inadimplência. Mantendo a perspectiva de pequeno crescimento da economia e renda, juros menores e inflação controlada, espera-se uma retomada sustentável da demanda de crédito, expandindo a renda disponível das famílias, fatores que colaboram para manter o atual cenário de estabilidade da inadimplência.

O indicador de registro de inadimplência é elaborado a partir da quantidade de novos registros de dívidas vencidas e não pagas informados à Boa Vista pelas empresas credoras. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100 e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau. Em virtude da Lei Estadual de São Paulo n° 15.659/2015, a partir de setembro de 2015 passou-se a usar como referência para este estado o número de cartas de notificação enviadas aos consumidores em vez dos números de débitos ativos na base do SCPC.

A série histórica do indicador está disponível em: http://www.boavistaservicos.com.br/economia/registro-de-inadimplencia/


9 fevereiro, 2017

Ao participar do painel sobre spread bancário realizado no Banco Central terça-feira (07), o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, informou que o governo está preparando um conjunto de regras que visam estabelecer um valor mínimo para o leilão de execução de garantia, situação na qual o banco vende imóvel ou veículo para quitar a dívida do cliente inadimplente. De acordo com Meireles, a expectativa é que a medida reduza a judicialização e acelere a redução do custo do crédito.

O projeto de lei com perspectiva de ser enviado no final do mês deve definir, por exemplo, que o valor mínimo em caso de leilão poderá seguir parâmetros como a dívida acumulada em IPTU, no caso de imóveis. Para outros bens, como carros, os critérios ainda não foram divulgados. Segundo o ministro, as mudanças se fazem necessárias porque uma das principais razões para o elevado custo do crédito é a insegurança dos bancos com o risco de calote.

A ideia é que o governo assegure o direito de preferência do devedor nos leilões de imóveis a partir da segunda rodada. Ou seja, o devedor só poderá tentar comprar o bem se o primeiro leilão não for bem-sucedido.

O governo também alertou que vai alterar a lei de recuperação judicial com o objetivo de dar mais poder aos credores. O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Murilo Portugal, participou do painel e elogiou as propostas. Segundo ele a alteração da alienação fiduciária permitirá reduzir o peso da inadimplência.


2 fevereiro, 2017

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) anunciou ontem (1) que acaba de criar uma Comissão Especial de Desenvolvimento de Produtos de Capitalização. A coordenação dos trabalhos ficará a cargo dos representantes da Susep, que se reportarão à Diretoria de Supervisão de Conduta – DICON e ao superintendente da autarquia, Joaquim Mendanha de Ataídes.

A iniciativa contempla uma reivindicação antiga do segmento. O diretor-executivo da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), Carlos Corrêa, diz acreditar que essa comissão, de caráter técnico, poderá colaborar de maneira efetiva para a construção do novo Marco Regulatório da Capitalização, condição essencial para o início de um novo ciclo de crescimento do mercado.

Natanael Castro, presidente da Comissão de Coordenação e Produtos da FenaCap, também comemorou a iniciativa. “É uma conquista e uma oportunidade para que o órgão regulador aprofunde o conhecimento em relação aos nossos processos”, assinalou.

A Comissão Especial, que poderá criar subcomissões temáticas para tratar de assuntos específicos, quando julgar conveniente, será constituída por um representante de cada um dos seguintes órgãos:

Susep; FenaCap; Fenacor (Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros) e Fenaber – (Federação Nacional das Empresas de Resseguro).


2 fevereiro, 2017

No início da semana a Cielo anunciou seu balanço do quarto trimestre de 2016 e revelou ter obtido um crescimento de 18%. De acordo com o comunicado, o lucro líquido da empresa no período somou R$ 1,064 bilhão.

A receita líquida da companhia somou R$ 3,1 bilhões entre outubro e dezembro, o que significa um aumento de 2,1%. O resultado reflete em parte a queda de receitas de controladas no exterior, em função da desvalorização do dólar frente ao real. Por outro lado, o custo dos serviços prestados da Cielo foi de R$ 1,51 bilhão, sinalizando uma redução de 3,6 % na comparação ano a ano.

A companhia informou que o número de pontos de venda ativos, que incluem os POS´s, as chamadas maquininhas de pagamentos, somou 1,6 milhão no fim de 2016, redução de 8,4 %, como reflexo dos esforços para desativar pontos com menor rentabilidade.

As despesas operacionais totalizaram R$ 450,8 milhões, crescimento de 7,7% ano a ano, e de 8,2% sobre o trimestre imediatamente anterior. Em outra frente, o resultado financeiro foi de R$ 387,6 milhões, alta de 30,3% ante mesma etapa de 2015, em função de maiores rendimentos com aplicações e menos gastos com serviço da dívida.

O resultado da companhia medido pelo lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda), somou R$ 1,396 bilhão nos últimos três meses do ano. O número representa um aumento de 5% na comparação com a mesma época de 2015.


2 fevereiro, 2017

A American Express anunciou nesta semana sua adesão ao projeto de Blockchain Hyperledger da Linux Foundation. Em comunicado, a empresa informou que seu vice-presidente sênior e chefe corporativo de dados da divisão digital, Sastry Durvasula, fará parte do Conselho de Administração da iniciativa.

Na nota, a Amex explica que o trabalho com a Hyperledger poderia levar a novos tipos de serviços para sua base de clientes. “Estamos entusiasmados por nos juntarmos à Hyperledger, pois buscamos aproveitar ao máximo o Blockchain para oferecer produtos inovadores para nossos clientes e parceiros, ao mesmo tempo em que transformamos os processos e aplicativos de negócios existentes”, diz o texto.

A marca global de cartões de crédito já tinha investido cera de US$12 milhões em rodada de negócios em setembro de 2015 na startup ABra’s.

“A medida que observamos o desenvolvimento da indústria de divisas digitais, vimos que a tecnologia blockchain e o ledger distribuído podem desempenhar um papel importante na formação do futuro”, disse o sócio gerente da Amex Ventures, Harshul Sanghi, ao portal CoinDesk.


2 fevereiro, 2017

Inicialmente prevista para começar a valer a partir de março, a nova plataforma de cobrança dos boletos bancários que possibilitará o pagamento de documentos vencidos em qualquer banco só terá início em julho. A informação foi divulgada ontem (1) pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban)

Segundo nota publicada pela entidade, as instituições optaram por postergar a primeira onda de validações de boletos a fim de garantir que o sistema já esteja integrado e sendo alimentado pelas plataformas de todos os bancos.

Pelo novo modelo, boletos bancários que tenham passado da data de vencimento poderão ser pagos em qualquer banco. A medida será implantada de forma escalonada e começará com os boletos de valor igual ou acima de R$ 50 mil, a partir do dia 10 de julho. Em dezembro de 2017, a mudança será estendida para boletos de qualquer valor, seguindo o cronograma divulgado pela Febraban.

A ação será possível devido a um novo sistema de liquidação e compensação para os boletos bancários criado pela federação em parceria com a rede bancária. O novo mecanismo deve reduzir as inconsistências de dados, evitar pagamento em duplicidade e permitir a identificação do CPF do pagador, facilitando o rastreamento de pagamentos e coibindo fraudes.

Segundo a Febraban, anualmente no Brasil são pagos cerca de 3,5 bilhões de boletos bancários de venda de produtos ou serviços. Todas as informações que obrigatoriamente devem constar no boleto (CPF ou CNPJ do emissor, data de vencimento, valor, nome e número do CPF ou CNPJ do pagador) vão continuar. O código de barras também permanece.


2 fevereiro, 2017

Na terça-feira (31) a Mastercard divulgou ter alcançado uma alta de 9,5% na receita do quarto trimestre de 2016. A bandeira informou ter registrado um faturamento de US$ 2,76 bilhões. De acordo com o comunicado, o lucro líquido do período subiu 4,8%, para US$ 933 milhões, ou 0,86 dólar por ação, ante US$ 890 milhões, ou 0,79 dólar por ação, registrados no mesmo período do ano anterior.

A Mastercard reiterou sua meta de crescimento de receita entre 2016 e 2018 de duplo dígito baixo e expansão do lucro por ação ao redor de 15%. As projeções da companhia indicam que o crescimento da receita no primeiro semestre deve ser menor do que no segundo semestre devido aos incentivos mais elevados, disse a diretora financeira, Martina Hund-Mejean em teleconferência com analistas.

Outras perspectivas informadas foram que as despesas operacionais do ano devem crescer um dígito alto em base cambial neutra e que o dólar deve impactar negativamente o aumento da receita em cerca de 2% e, lucro líquido em 3%, em 2017. A Mastercard processa mais de 65 mil transações por minuto.


2 fevereiro, 2017

De acordo com um estudo realizado pela Access, segunda maior empresa do mundo em gestão de documentos e informações, que fornece soluções para formalização de contratos às principais instituições financeiras do país, o segmento de empréstimos consignados teve um crescimento de 20% no volume de negócios durante o ano passado.

O levantamento mostra que dos mais de 400.000 contratos formalizados mensalmente pela empresa, 90% são concedidos a servidores públicos e aposentados e 67% são de até R$3.000. Cerca de 40% deste volume corresponde a transações realizadas no Estado de São Paulo.

Com uma taxa de juros média de 3%, uma das mais baixas do mercado, o empréstimo consignado se caracteriza por descontar o valor das prestações diretamente na folha de pagamento ou do benefício previdenciário do contratante. A consignação depende da autorização prévia do cliente à instituição financeira.

Segundo a vice-presidente da Access no Brasil, Inon Neves, apesar do crescimento no volume absoluto de negócios, o segmento experimentou uma forte oscilação quando observado por parâmetros regionais, por exemplo. “Diferente de São Paulo, os Estados do Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul registraram queda nos volumes de 2016 em relação à 2015, de 6% e 12% respectivamente” , explica.

Neves comenta que apesar de ser uma alternativa fácil, a modalidade pode causar um grande comprometimento da renda do consumidor. “É preciso ter muito cuidado na hora de formalizar esse tipo de serviço em um contrato para evitar que os contratantes se endividem ainda mais”, conclui.


2 fevereiro, 2017

Os clientes do Banco Original que indicarem amigos para abrirem contas na instituição serão recompensados com pontos no Programa de Pontos Cash Back Original. Desta forma, o correntista pode ser recompensado com até R$ 40,00 para cada amigo que se tornar um novo cliente da instituição.

“Desde o início de nossa operação no varejo buscamos oferecer vantagens aos nossos clientes. Uma delas é recompensá-lo por indicações de seus amigos ao Banco Original, por meio do programa Amigo Original, em que tudo é feito de maneira muito prática. O processo de indicação é fácil e rápido, realizado com poucos toques no celular”, afirma Marcos Lacerda, diretor de comunicação e marketing do Banco Original.

Para enviar convites a sua rede de contatos, basta clicar em “Convidar Amigos” no aplicativo ou internet banking, e inserir celular ou e-mail dos seus amigos. Com isso, o indicado receberá um SMS ou um e-mail convidando-o a abrir uma conta. Ao abrir a conta pelo aplicativo Seja Original é preciso informar o celular da pessoa que o indicou para garantir a participação no Amigo Original.

O cliente correntista que fez a indicação poderá receber até 40 pontos, sendo 10 pontos na ativação da conta e 30 pontos quando houver alguma movimentação de pelo menos R$ 1.000,00 em conta corrente ou cartão de crédito dentro de um mês.

O Programa de Pontos Cash Back Original é outro benefício que o cliente do banco pode contar. Ele é vinculado ao cartão de crédito e débito e, como diz seu nome, funciona com o sistema “cash back”, em que uma parte do gasto volta em dinheiro para o cliente usar como e onde quiser.

Neste programa, cada 1 ponto equivale a R$ 1, ou seja, se o cliente tiver 40 pontos no cartão, ele terá R$ 40,00 para usar, sem ficar preso a catálogos de produtos, programas de milhagem ou à cotação do dólar, resgatando os valores de maneira simples e rápida, com poucos toques no celular.


2 fevereiro, 2017

A plataforma online de empréstimo pessoal Lendico, aumentou ontem (1) de R$ 35 mil para R$ 50 mil os limites de empréstimo para seus clientes. Segundo a empresa, antes da mudança, 26% dos solicitantes de empréstimo pré aprovados não prosseguiam com o pedido, pois o limite do empréstimo era considerado inferior ao necessário.

“Esse é caso dos nossos clientes que são empreendedores e dos que desejam efetuar o pagamento de dívidas mais altas, como empréstimos mais caros, ou fazer a aquisição de veículos e imóveis”, diz Marcelo Ciampolini, CEO da Lendico. Hoje, os pedidos de empréstimos para empreender correspondem a 17% da base total, pagamentos de dívidas 54%, aquisição de veículos 8% e de imóveis 2%.

Os prazos de parcelamento também foram ampliados, e agora chegam a 30 meses. O novo prazo junta-se aos anteriores de 12, 18 e 24 meses. “Alguns usuários, que são bons pagadores, não eram aprovados por conta do limite máximo de comprometimento de renda que a parcela do empréstimo poderia tomar. Agora, com mais prazo, a parcela cai, e se encaixa dentro desse limite”, explica o CEO.

As taxas de juros também foram diminuídas. Agora o custo efetivo total mínimo na Lendico é de 3,02% ao mês. Antes, esse custo era de 3,09%. Com essas mudanças a empresa estima aumentar em 15% o volume emprestado. Desde sua fundação no Brasil, em julho de 2015, a marca já atendeu mais de 7 mil clientes e emprestou mais de R$ 48 milhões.


26 janeiro, 2017

Na reta final do prazo de inscrições, as startups financeiras da América Latina ganharam mais um importante motivo para participar do Fintech Awards Latam 2017. A Microsoft acaba de confirmar seu apoio ao evento. A empresa disponibilizará pacotes de seus programas e serviços tanto para os vencedores como para inscritos pré-selecionados. Os interessados podem garantir vaga na disputa até o dia 31 de janeiro por meio do site (www.fintechawardslatam.com). Com a tecnologia oferecida pela Microsoft, o Fintech Awards Latam, além da exposição das fintechs junto ao seu público, distribuirá mais de R$ 400 mil em prêmios para o vencedor de cada categoria. Os prêmios vão desde produtos importantes para o seu desenvolvimento, como softwares e cursos, até ações de marketing e publicidade.

A criadora do Windows fornecerá para os participantes o BizSpark, que contém a assinatura MSDN. Ela dá acesso aos softwares da Microsoft como Windows, Office 2016, Visual Studio e entre outros, além de cinco contas de US$ 150 mensais no Azure, que somadas totalizam US$ 750 por mês. Já as fintechs vencedoras em cada uma das cinco categorias receberão o BizSpark Plus. Ele oferece conta do Azure com o crédito de US$ 120mil dólares, sem teto mensal por dois anos, em uma única conta e assinatura MSDN.

O regulamento estabelece ainda que cada vencedor receberá R$ 30 mil em ações de marketing para impulsionar seus negócios envolvendo as publicações da Cantarino Brasileiro, empresa organizadora do evento que edita a News Letter Relatório Bancário, e os Anuários Brasileiros de Bancos, de Canais de Pagamento e Cartões e de Cobrança.  Além disso, receberão ingressos para cursos na Blockchain Academy.  e poderão apresentar suas soluções para os investidores convidados durante a cerimônia de premiação.


26 janeiro, 2017

O Banco Central (BC) anunciou terça-feira (24) a simplificação das regras para o cumprimento do compulsório, que é a parcela de valores que os bancos são obrigados a recolher à autoridade monetária. De acordo com o órgão, as mudanças não alterarão a quantidade de dinheiro em circulação na economia, apenas reduzirão os custos administrativos dos bancos. O objetivo principal é a diminuição do custo do crédito no médio e no longo prazo.

Uma das medidas é a unificação das deduções, parcela que pode ser abatida dos compulsórios. As cerca de 15 deduções existentes atualmente serão unificadas em um valor único equivalente à soma de todas elas no fim de janeiro. Essas deduções serão gradualmente reduzidas para 50% do valor apurado até o fim de 2018, 30% até o fim de 2019 e zeradas a partir de janeiro de 2020.

De acordo com o diretor de Política Monetária do BC, Reinaldo Le Grazie, o mecanismo perdeu a importância ao longo do tempo. Ele explica que o sistema passou a ser adotado a partir de 2009 para estimular o crédito.

Segundo ele, as deduções dos compulsórios permitem aos bancos deixar de recolher parte do exigido em casos como compra de carteira de crédito de bancos menores por bancos maiores e financiamentos de veículos, de motocicletas e de capital de giro. “Essas medidas foram importantes à sua época, mas perderam a efetividade com o passar do tempo. Hoje, existe uma complexidade para que as instituições façam o controle sobre cada tipo de dedução. O objetivo é a simplificação com redução do custo de observância dos dados”, disse Le Grazie. A mudança no cálculo da dedução entrará em vigor em 3 de fevereiro.


26 janeiro, 2017

Tendo como base um estudo publicado pelo provedor de inteligência de mercado global Euromonitor International (EI), o portal Cointelegraph (https://cointelegraph.com) publicou uma reportagem ontem (25) afirmando que o uso de bitcoins como forma de pagamento pode superar o volume de transação realizadas com cartões de crédito e débito em uma década.

O texto informa que, de acordo com o EI, o volume de pagamentos com cartões de crédito e débito chegou a US $ 25 trilhões nos últimos 12 meses e superou as transações em dinheiro em 2016 pela primeira vez na história. Na sequência a reportagem afirma que assim como os cartões de crédito e débito ultrapassaram os pagamentos em dinheiro, as transações fintech ou não-bancárias podem muito possivelmente ultrapassar os pagamentos com cartão de crédito e débito dentro da próxima década.

O argumento usado na matéria é que o estudo apresentado pelo EI não leva em consideração os números produzidos por iniciativas como o Bitcoin, a Alipay, o PayPal e outras plataformas financeiras populares. Segundo o texto, se isto tivesse acontecido o trabalho teria mostrado uma margem muito mais dilatada entre o volume total de pagamentos em dinheiro para transferências eletrônicas, em pelo menos alguns trilhões de dólares.

O texto afirma que somente o Bitcoin liquida cerca de 200 mil transações diariamente, de acordo com o provedor de serviços de carteira Bitcoin mais utilizado no mundo. Por sua vez, a Alipay controla mais de 50% do mercado de pagamentos on-line e mais de 78% do mercado de pagamentos móveis na China. Ela liquida 80 milhões de transações diariamente, processando cerca de US$ 500 bilhões anuais. A rede financeira chinesa também suporta 900 milhões de usuários ativos que usam a aplicação para processar todos os tipos de transferências de dinheiro. Já o PayPal registrou mais de US$ 280 bilhões em 2015.

“O papel do Bitcoin na era das transferências eletrônicas é vital no sentido de que ele continua a ser um dos únicos métodos de transferência de dinheiro que permite aos usuários enviar dinheiro de um ponto a outro dentro de um ecossistema descentralizado. A rede em si não é propensa a manipulação ou vulnerabilidade e uma entidade central ou administração não tem autoridade sobre a liquidação de transações” afirma o autor Joseph Young.


26 janeiro, 2017

O novo sistema de liquidação e compensação para os boletos bancários criado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em parceria com a rede bancária começará a funcionar efetivamente no dia 13 de março. A partir desta data os boletos bancários que tenham passado da data de vencimento de valor igual ou acima de R$ 50 mil poderão ser pagos em qualquer banco. O benefício será estendido a todos os valores de forma escalonada seguindo um cronograma divulgado pela Febraban.

O novo mecanismo promete reduzir inconsistências de dados, evitar pagamento em duplicidade e permitir a identificação do CPF do pagador, facilitando o rastreamento de pagamentos e coibindo fraudes.

Segundo a Febraban, no país, são pagos cerca de 3,5 bilhões de boletos bancários de venda de produtos ou serviços. Todas as informações que obrigatoriamente devem constar no boleto (CPF ou CNPJ do emissor, data de vencimento, valor, nome e número do CPF ou CNPJ do pagador) vão continuar, além da permanência de um código de barras.

Quando o consumidor, seja pessoa física ou empresa, fizer o pagamento de um boleto vencido, será feita uma consulta ao novo sistema para checar as informações. “Se os dados do boleto que estiver sendo pago coincidirem com aqueles que constam no sistema, a operação é validada. Se houver divergência de informações, o pagamento do boleto não será autorizado e o consumidor poderá fazer o pagamento exclusivamente no banco que emitiu a cobrança, uma vez que essa instituição terá condições de fazer as checagens necessárias”, informou a Febraban.


26 janeiro, 2017

O Banco Santander divulgou ontem (25), em Londres, que a instituição registrou um lucro de 510 milhões de euros no Brasil durante o quarto trimestre do ano passado. O resultado representa um aumento de 2,6% na comparação com o período de julho a setembro, levando-se em conta a variação em euros constante. Considerando o impacto do câmbio, a alta no período foi de 4,6%.

No acumulado de 2016, o Santander Brasil apresentou lucro de 1,786 bilhão de euros para a controladora espanhola, o que representa uma alta de 9,5% sobre 2015 ou de 15% sem considerar a variação cambial.

A margem líquida no último trimestre do ano passado na filial brasileira ficou em 1,882 bilhão de euros, o equivalente a um crescimento de 0,5% ante o terceiro trimestre ou a uma queda de 1,6% sobre o mesmo período, mas desconsiderando-se o impacto cambial.

Em 2016, a margem líquida da instituição no Brasil somou 6,856 bilhões de euros, o que representa um avanço de 2,3% ou de 7,6% sem a diferença entre as moedas.

As provisões com perdas para crédito somaram 953 milhões de euros nos últimos três meses de 2016 e 3,377 bilhões de euros ao longo do ano. Esta soma ficou 2,3% maior do que em 2015 e 7,6% mais elevada na mesma comparação considerando o resultado cambial.

Em relação à margem bruta, o resultado foi de 3,187 bilhões de euros no último trimestre do ano passado e de 11,321 bilhões de euros no acumulado do ano. O Santander divulgou ainda que o índice de inadimplência na instituição brasileira estava em 5,90% em dezembro de 2016. Já o índice de cobertura ficou em 93,1%. O Santander Brasil contava com 46.728 funcionários ao final do ano e com uma rede formada por 3.431 agências.


26 janeiro, 2017

A Câmara dos Deputados está analisando o Projeto de Lei Complementar 220/16, que protege os direitos dos segurados de planos operados por seguradoras, operadoras de planos previdenciários e sociedades de capitalização. O objetivo da proposta é possibilitar a redução ou eliminação do impacto financeiro para o consumidor no caso falência da empresa seguradora.

De acordo com a proposta, a proteção é feita pela afetação de uma parte do patrimônio das empresas, ou seja, da separação de parte dos bens que a seguradora tem exclusivamente para quitar eventuais obrigações com os segurados. As regras estabelecidas no projeto não valem para seguradoras e demais entidades sob intervenção, em liquidação extrajudicial ou falência quando o texto for transformado em lei.

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) será a responsável por definir qual parte do patrimônio da seguradora será afetada para garantir recursos aos segurados. Ela também irá estabelecer regras de contabilização para não confundir esse patrimônio a outros das seguradoras. A Susep é uma autarquia ligada ao Ministério da Fazenda responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, previdência privada aberta, capitalização e resseguro.

Pela proposta, os bens e direitos do patrimônio de afetação serão vinculados à Susep e poderão ter sua movimentação suspensa pelo órgão. Além disso, a entidade é quem decidirá se os bens poderão ou não ser alienados.

A Susep, pelo texto, também deve fixar critério para definir o nível mínimo do patrimônio de afetação de cada empresa e fiscalizar se o valor está sendo mantido. A proposta impede qualquer ação judicial que possa fazer com que o patrimônio separado para honrar dívida com o segurado fique abaixo do nível mínimo.

A proposta tramita em regime de prioridade e será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação (inclusive quanto ao mérito); e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, segue para o Plenário.


26 janeiro, 2017

O Itaú e o Multiplus lançaram terça-feira (24) o primeiro cartão de crédito co-branded, como resultado da parceria anunciada entre as duas marcas em julho de 2016. O novo cartão Multiplus Itaucard chega ao mercado com um programa de acúmulo de pontos que varia de 2,5 pontos por dólar gasto, na variante Black, a 1,3 ponto por dólar gasto na variante Internacional, dependendo da versão contratada. Além disso, o plástico oferece bônus promocional diferenciado na aquisição do produto e resgate de pontos que poderão ser convertidos em viagens, compras e lazer. Com a bandeira MasterCard, e em breve Visa, o cartão estará disponível nas versões Internacional, Gold, Platinum, Black e Infinite para correntistas ou não do banco.

Todos os cartões Multiplus Itaucard terão desconto de 30% na compra de pontos Multiplus, parcelamento de até 10x sem juros em qualquer passagem aérea da LATAM e Acelerador de Pontos com custo diferenciado. Ao longo do ano, os portadores dos cartões terão acesso a promoções exclusivas e outros benefícios. Os portadores do cartão Multiplus Itaucard Black contarão também com embarque preferencial em voos LATAM em território nacional e acesso a sala VIP MasterCard Black no aeroporto de Guarulhos e a mais de 700 salas no mundo inteiro através da Loungekey.

Para celebrar o lançamento, a promoção “Super Pontos” dará 100 mil pontos para o cliente que contratar a versão Black e tiver um gasto de R$ 60.000 reais entre 1° de abril e 30 de setembro de 2017. Os clientes que adquirirem a versão Platinum terão 30 mil pontos se acumularem um gasto de R$ 30.000 reais no mesmo período.

Para se tornar um cliente do cartão Itaucard Multiplus basta solicitar o novo cartão no site. Não é necessário ser correntista do banco para solicitar o cartão.


26 janeiro, 2017

A Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) divulgou terça-feira (24) os resultados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) de 2016. O estudo revela uma redução de 3,9% no número de famílias com dívidas no ano passado. Enquanto isso, o número de famílias com contas (ou dívidas) atrasadas (inadimplentes) aumentou 18,4% em comparação a 2015.

A Peic é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18.000 consumidores.

O levantamento mostra que apesar da redução no número médio de famílias endividadas em relação a 2015, os indicadores de inadimplência apresentaram alta no período, principalmente no terceiro trimestre do ano. Com isso, a parcela de famílias com contas ou dívidas em atraso aumentou em relação a 2015.

Para o economista da Confederação, Bruno Fernandes, tanto a queda do nível de endividamento como o aumento da inadimplência “foram reflexos da retração da economia doméstica em 2016”. Para ele, “a desaceleração do consumo, proveniente da piora do mercado de trabalho e das altas taxas de juros, ocasionou maior dificuldade às famílias para honrar os seus compromissos no período”.

A pesquisa divulgada pela CNC constatou mais uma vez que, assim como nos anos anteriores, o cartão de crédito foi o principal responsável pelo endividamento, com a modalidade atingindo no ano passado 77,1% das famílias. O carnê vem em segundo lugar, atingindo 15,4% das famílias e, em terceiro lugar, as dívidas contraídas por famílias para financiamento de carro, que chegam a 11,2% do total.


19 janeiro, 2017

Um estudo publicado pela Accenture nesta terça-feira (17) em conjunto com a empresa de análise McLagan afirma que os maiores bancos de investimento do mundo conseguirão reduzir seus custos de infraestrutura de US$ 8 bilhões a US$ 12 bilhões por ano até 2025 com o uso do blockchain. O estudo levou em consideração dados de oito das dez maiores instituições do mundo neste segmento.

A justificativa é que ao criar um banco de dados praticamente à prova de violação, a tecnologia elimina a necessidade de reconciliação e poderia ser um recurso útil para auditoria. De olho neste tipo de vantagens, bancos e instituições financeiras de grande porte de todo o mundo têm acelerado esforços para desenvolver tecnologia baseada em blockchain para executar alguns processos de contabilidade mais onerosos como compensação e liquidação de valores mobiliários.

O diretor de serviços financeiros da Accenture, David Treat disse que os investimentos significativos na tecnologia não surpreendem por causa do enorme custo de reconciliação de dados, que é parte de cada processo da indústria do mercado de capitais.

O relatório estima que, implantando uma tecnologia similar à do bitcoin para executar alguns processos, como relatórios de finanças, os oito bancos analisados poderiam reduzir custos de infraestrutura em 30% em média, além de melhorar qualidade de dados e transparência.

Os custos associados à conformidade e operações de negócios, como suporte a negócios e operações centralizadas, podem cair em até 50%. As estimativas não incluem potenciais custos e investimentos necessários para implementar a tecnologia.


19 janeiro, 2017

Um levantamento feito pela Corretora de Seguros Bancorbrás revela que na hora de contar com a cobertura do seguro a maior parte dos clientes dá preferência por proteger o automóvel em detrimento de um seguro de vida ou de outros bens. O estudo informa que em 2016 do total de vendas e renovações de contratos, a empresa vendeu 86,15% de seguros de automóveis; 0,37% de seguro de vida e 1,60% de seguros de residências. Além disso, o índice de renovação de seguros de automóveis está entre os maiores do mercado segurador nacional: 88,27% de janeiro até 20 de dezembro do ano passado.

A gerente comercial e de relacionamento da Bancorbrás, Alessandra Monteiro afirma que para o seguro de veículos, o consumidor parece mais disposto a manter o máximo de coberturas que seu orçamento permite e ele não abre mão da cobertura compreensiva, ou seja, contra colisão, incêndio e roubo.

Segundo ela, essa maior disposição está diretamente ligada a questões como a mobilidade, já que o automóvel é estacionado em locais diferentes ao longo do tempo e nem sempre é vigiado. Além disso, são muitas as ocorrências diárias de colisões, furtos e roubos de veículos. “Apesar dos casos de violência direta contra pessoas e de arrombamentos e furtos a residências noticiados constantemente, a impressão é que o brasileiro teme essas situações adversas, mas acredita que não irão acontecer com ele”, comenta Monteiro.

A executiva comenta que muitas pessoas acreditam estar economizando ao relevar ou adiar a contratação do seguro, considerando que isso pode significar uma pequena economia. Segundo ela, se houver alguma ocorrência (ou sinistro, no caso de seguros) isso poderá gerar um grande gasto para recuperar os danos materiais e, eventualmente, físicos às pessoas não seguradas. “”Em qualquer lugar, contratar um seguro é um investimento. E no Brasil, que apresenta altos índices de violência urbana, é um superinvestimento”, finaliza.


19 janeiro, 2017

O Boston Consulting Group (BCG) publicou no início desta semana o estudo “Fintech in Capital Markets, A Land of Opportunity”, que envolveu mais de 8 mil fintechs. Entre as principais constatações da pesquisa está a revelação de que as startups financeiras apoiadas por bancos ou outros players estratégicos, como agentes cambiais, tendem a alcançar a maturidade mais rápido e a ter mais sucesso do que aquelas que não são apoiadas por esta indústria.

Segundo o levantamento, em média, as fintechs suportadas pelo setor financeiro alcançam a fase de independência em seis anos. Enquanto isso, as empresas apoiadas apenas por fundos de capital de risco precisam de sete anos em média para alcançar o mesmo estágio de sustentabilidade.

A pesquisa mostrou também que o financiamento médio para fintechs apoiadas pelo setor financeiro no primeiro semestre de 2016 foi de US$ 24 milhões, na comparação com menos de US$ 11 milhões para aquelas apoiadas apenas por companhias de capital de risco.

Os autores do estudo comentam que sob o ponto de vista histórico, o fenômeno das chamadas fintechs começou a se desenvolver no mercado de capitais há alguns anos, mas a novidade é que agora ele cresce com apoio da digitalização global e ganha confiança do setor financeiro. O relatório informa que desde a virada do século foram levantados US$ 96 bilhões com fundos de capital de risco. Deste montante US$ 4 bilhões foram destinados especificamente para fintechs.


19 janeiro, 2017

De acordo com dados da ANEF (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras), o mercado de crédito de veículos registrou em novembro o melhor resultado do ano na carteira de CDC (Crédito Direto ao Consumidor). A entidade informa que no período foram liberados R$ 7,3 bilhões, o que representa uma alta de 10,4% em relação ao mês anterior e de 6,2% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Até então, o maior volume de recursos liberados no ano passado havia sido registrado em agosto, que foi de R$ 7,2 bilhões.

A ANEF revela que desse total, R$ 6,6 bilhões foram destinados às pessoas físicas, o que corresponde a uma alta de 10,4% em relação a outubro e de 7,8% em doze meses. Para as pessoas jurídicas foram liberados R$ 717 milhões, volume 7,3% superior ao registado no mês anterior, mas queda de 6,5% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Na carteira de leasing foram liberados R$ 194 milhões, alta de 32% na comparação com outubro, mas queda de 17,4% em doze meses. Para as pessoas físicas foram destinados R$ 158 milhões, volume 41,1% superior ao registrado no mês anterior e 19,7% maior que o mesmo período de 2015. Os outros R$ 36 milhões liberados para as pessoas jurídicas representam um aumento no volume de negócios de 5,9% na comparação com outubro, mas uma queda de 65% em doze meses.

“O mercado ainda sente a ausência de consumidores que receiam a aquisição de bens de maior valor. Esse cuidado está refletindo na queda do endividamento. Em dezembro, os volumes – que serão detalhados oficialmente em breve – devem registrar uma leve recuperação, mas ainda muito aquém dos anos anteriores, quando tínhamos um mercado forte”, avalia Gilson Carvalho, presidente da ANEF.


19 janeiro, 2017

O game lançado nesta semana pelo Santander Universidades dará uma razão muito forte para os estudantes não se separarem de seus telefones celulares. O Academicxs Game é um jogo que testa os conhecimentos dos universitários e, no final, premia os melhores com 20 bolsas de estudo com tudo pago na Babson College, em Massachusetts, nos Estados Unidos.

Universitários de todo o Brasil têm até o dia 3 de abril para baixar o aplicativo e começar a jogar. Ele está disponível dentro do app Santander Universitário para Android e iOS. Nele, eles poderão começar as trilhas de jogos que testarão conhecimentos gerais e também em inglês. Ganha o grande prêmio – que deve ser usufruído em julho de 2017 – aqueles que melhor pontuarem.

As atividades do game serão liberadas semanalmente dentro do app no ícone do Academicxs e serão disponibilizados em blocos de atividades com quantidades determinadas de tarefas – que compõem cinco minijogos: o Adivinha Aí, Quiz, Misturados, Remember That e TapTap.

O diretor do Santander Universidades, Ronaldo Rondinelli, explica que o game é uma forma de levar os benefícios aos usuários de uma maneira lúdica. “Utilizamos a estratégia de gameficação para apresentar nossos benefícios não-financeiros de uma maneira lúdica e leve ao público universitário”, diz.

Para participar, é preciso ter ao menos 18 anos, estar cursando ou concluindo sua graduação em 2016, ser titular de uma conta corrente Santander individual ou primeiro titular, possuir um cartão de débito, crédito ou múltiplo das bandeiras Visa ou Mastercard também do Santander em sua titularidade.


19 janeiro, 2017

O presidente Michel Temer participou ontem (18) do lançamento do “Empreender Mais Simples – menos burocracia, mais crédito”. Trata-se de um programa do governo federal que envolve o Banco do Brasil e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). A iniciativa tem como objetivo reduzir a burocracia e orientar o acesso a crédito aos empresários de pequenos negócios.

Ao todo será disponibilizado um total de R$ 8,2 bilhões para atender cerca de 40 mil empresas em dois anos. Deste total, R$ 1,2 bilhão por meio da linha Proger Urbano Capital de Giro, com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), e R$ 7 bilhões da linha BNDES Capital de Giro Progeren.

A parceria prevê soluções de financiamentos por parte do Banco do Brasil, com orientação e acompanhamento, antes e depois da concessão de crédito, por consultores do Sebrae, para uso consciente dos recursos e melhoria da gestão financeira das empresas com redução de riscos de inadimplência.

Segundo nota publicada no Blog do Palácio do Planalto, também serão investidos R$ 200 milhões no desenvolvimento e melhoria de dez sistemas que irão diminuir a complexidade e o tempo gasto no cumprimento das obrigações tributárias, previdenciárias, trabalhistas e de formalização.

Entre os sistemas que serão desenvolvidos está o e-Social voltado para empresas. Nesse portal, os empreendedores poderão cumprir de forma unificada suas obrigações trabalhistas e previdenciárias. Com isso, serão eliminadas 13 obrigações acessórias e será possível incluir o recolhimento das contribuições à Previdência retidas dos empregados e ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) na mesa guia do Simples Nacional.


19 janeiro, 2017

A caderneta de poupança chegou ao final de 2016 sendo a opção de investimento preferida por 76% dos brasileiros de acordo com um levantamento divulgado ontem (18) pela Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ) e pelo Instituto Ipsos. A pesquisa ouviu 1,2 mil pessoas em 72 municípios. O percentual de preferência revela uma diminuição da escolha por este tipo de aplicação pois o patamar já chegou a ser de 88% em 2012, por exemplo.

Em relação a 2015, a sondagem mostra estabilidade na parcela de famílias com algum dinheiro guardado (18%). Por faixa etária, a maior quantidade de brasileiros que poupam dinheiro de alguma forma está entre os que têm a partir de 60 anos (25%); seguida pelos que têm de 45 a 59 anos (21%). Nas faixas de 16 a 24 anos, de 25 a 34 anos e de 35 a 44 anos, 15% têm o hábito de guardar dinheiro.

Os homens superam as mulheres que informaram ter dinheiro guardado: 20% contra 16%. Em relação à escolaridade, os que têm nível de ensino médio ou superior são maioria entre os que guardam dinheiro (23%); seguidos de 13% com ensino fundamental e 9% sem instrução. A maior parte dos brasileiros que disseram ter dinheiro guardado está na Região Centro-Oeste (29%). Em seguida, aparecem as regiões Sudeste (19%), Sul (16%), Nordeste (15%) e Norte (10%).

De acordo com o levantamento, sete em cada dez brasileiros que poupam guardam o dinheiro para usar em alguma eventualidade. Outros 10% pretendem usar os recursos guardados para reformar a casa, 6% dizem poupar para comprar um automóvel e 6% pretendem gastar as economias com lazer.


19 janeiro, 2017

A Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi) informou nesta terça-feira (17) que os seguros de pessoas, que incluem vida, acidentes pessoais, viagem, educacional, entre outros registraram R$ 2,70 bilhões em prêmios no mês de novembro, o que significa um  aumento nominal de 8,87% frente aos R$ 2,48 bilhões verificados no mesmo mês do ano anterior.

Na divisão por produto, o seguro de vida registrou prêmios de R$ 1,067 bilhão, o que corresponde a um aumento de 6,38% em relação a novembro de 2015, quando foram registrados R$ 1,003 bilhão. Já o seguro prestamista, que cobre o pagamento de prestações do titular da apólice em caso de morte, invalidez ou perda involuntária do emprego, registrou crescimento de 7,68% e prêmios de R$ 762,35 milhões.

De acordo com o levantamento da FenaPrevi, o seguro de acidentes pessoais obteve alta de 6,59% em novembro de 2016, em relação ao mesmo mês do ano anterior, registrando R$ 429,49 milhões.

O balanço da federação mostra que o auxílio funeral registrou R$ 41,45 milhões em prêmios, representando alta de 30,63% em relação aos R$ 31,73 milhões contratados em novembro de 2015. O seguro educacional, impulsionado pelo receio das famílias quanto à capacidade de fazer frente aos custos de educação dos filhos, teve forte expansão: 137,45% em relação a novembro de 2015, com prêmios da ordem de R$ 5,58 milhões em novembro de 2016.

“Tivemos um bom crescimento nominal em novembro, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, mas ainda não podemos afirmar que a recuperação se manterá ao longo do tempo. Tudo dependerá do comportamento da economia”, diz Edson Franco, presidente da FenaPrevi.


12 janeiro, 2017

Após entrevistar mais de 50 profissionais entre banqueiros, administradores de fundos de capital, especialistas em TI, executivos de associações internacionais de meios de pagamento e CEOs de startups, a consultoria Bain & Company, elaborou um estudo no qual afirma que as instituições financeiras ainda não estão aptas a utilizar moedas digitais, ou distributed ledgers nos meios de pagamento internacionais e por esta razão podem perder cerca de US$ 150 a US$ 200 bilhões.

Segundo uma matéria publicada pelo portal IT Forum 365, o estudo revela que a maior parte das instituições financeiras optou por não desenvolver ainda essa ferramenta em razão de aspectos como a volatilidade, a governança e a exigência de escalabilidade da tecnologia.

Outra barreira relatada pelos executivos entrevistados é a falta de clareza em relação ao “caminho” das moedas digitais. A nota informa que a Bain & Company considera que os bancos reconhecem o potencial desse recurso para aperfeiçoar a transparência, velocidade e eficiência dos pagamentos, mas como a estrutura atual oferece estabilidade de realizar anualmente transações que totalizam US$ 300 trilhões em receitas, as instituições preferem não arriscar.

Outra constatação é que apesar da resistência dos bancos, a onda de investimentos em moedas digitais dá sinais claros de que os canais de pagamento estão atraindo interesse, e novos competidores mudaram as expectativas dos clientes. Neste sentido, a conclusão da empresa autora do estudo é que este é justamente o melhor momento para que os bancos adotem essa nova ferramenta digital.


12 janeiro, 2017

Está marcado para o dia 27 de janeiro o lançamento oficial da Colômbia Fintech, associação que reúne startups de produtos e serviços financeiros inovadores baseados em tecnologia naquele país. Na ocasião será apresentada à mídia local e à comunidade financeira a agenda da entidade para 2017 que tem como objetivo construir um ecossistema dinâmico para o desenvolvimento dos negócios fintech.

O diretor executivo da Colômbia Fintech é Edwin Zácipa, um dos maiores especialistas do assunto na América Latina e que será um dos jurados do Fintech Awards Latam 2017(www.fintechawardslatam.com), iniciativa organizada pela Cantarino Brasileiro que tem o objetivo de identificar as principais startups financeiras do continente.

Ele conta que a Associação foi fundada pelas 13 fintechs colombianas com maior experiência e nível de inovação no mercado. Entre elas se destacam marcas como Rapicredit, Mesfix, Lineru, Wikiplata, PayU e Busqo, entre outros empreendimentos promissores que participaram em 2016 do primeiro programa de aceleração da NXTP Labs, o fundo de investimento mais ativo em empresas de tecnologia em fase inicial na América Latina.

Para Zácipa, o fenômeno fintech está crescendo rapidamente na Colômbia e já contava com mais de 130 empresas mapeadas no final de 2016 de acordo com dados da Associação. Ele comenta que assim como no caso do cenário brasileiro, os segmentos de negócios com o maior número de Fintechs na Colômbia são meios de pagamento, canais eletrônicos, crédito on-line e provedores de soluções que geram valor para a infraestrutura das instituições financeiras tradicionais. “Isto se deve aos esforços que o país está fazendo para ter um sistema financeiro mais inovador, inclusivo, robusto e eficiente devido ao baixo nível de acesso a serviços financeiros” finaliza.


12 janeiro, 2017

Os cases inscritos no Fintech Awards Latam 2017 (www.fintechawardslatam.com) serão avaliados por um corpo de 12 jurados com experiências tanto nos ecossistemas de negócios do próprio continente latino americano como também de países como o Canadá e Singapura. Os nomes foram definidos nesta semana e a lista contempla empreendedores reconhecidos mundialmente pelo sucesso à frente de projetos financeiros inovadores. A Cantarino Brasileiro, empresa que organiza a iniciativa, também decidiu prorrogar o prazo de inscrição. Agora, os interessados terão até o dia 31 de janeiro para concorrer ao título de melhor startup financeira da América Latina em cinco categorias.

Os representantes do fenômeno fintech asiático no corpo de jurados serão Stefano Covolan, head of growth da Dragon Wealth Asia, uma das fintechs mais reconhecidas de Singapura e do Vietnã, Christian Konig, fundador do Fintechnews.sg, também de Singapura, e Varun Mittal, responsável por fintech na EY, antiga Ernst & Young, cobrindo assuntos relacionados ao tema na Associação de Nações do Sudeste Asiático. A América do Norte será representada pelo canadense Oscar A. Jofre, presidente e CEO da KorenConx.

Já os países vizinhos serão representados pela argentina Lisa Besserman, CEO da Startup Buenos Aires e considerada uma das 100 mulheres mais influentes na tecnologia, pelo peruano Renzo Reyes Rocha, coordenador da Startup Peru, pelo colombiano Edwin Zácipa, diretor executivo da Colômbia Fintech e pelo também argentino Leandro Pisaroni, gestor de fundos na Incutex.

O Brasil será representado no júri por Marcelo Bradaschia, do FintechLab, José Prado, diretor executivo da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintech), Bruno Diniz, da Next Money e Fernando Gemi, Sócio Diretor da Centria.


12 janeiro, 2017

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou ontem (11) pela terceira vez consecutiva a redução dos juros básicos da economia. Desta vez, contando com a unanimidade, o BC cortou a taxa Selic em 0,75 ponto percentual, para 13% ao ano. A decisão surpreendeu os analistas financeiros, que previam o corte de 0,5 ponto percentual.

Com a decisão, a Selic está no menor nível desde abril de 2015, quando estava em 12,75% ao ano. Mantida em 7,25% ao ano, no menor nível da história, de outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano, em julho de 2015. Somente em outubro do ano passado, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia.

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA fechou 2016 em 6,29%, o menor nível desde 2013 (5,91%).

A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros menores impulsionam a produção e o consumo num cenário de baixa atividade econômica. A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação.


12 janeiro, 2017

Logo após o anuncio feito ontem (11) de que o Banco Central havia cortado 0,75 pontos percentuais da taxa Selic, o Bradesco anunciou que também reduzirá os juros para suas linhas de crédito voltadas para pessoas físicas e empresas a partir da semana que vem.  O comunicado da instituição informa que as mudanças passam a valer a partir da próxima segunda-feira (16).

A informação é que para pessoas físicas o Bradesco reduzirá os juros da linha de crédito pessoal de 2,84% para 2,78% ao mês (taxa mínima) e de 7,78% para 7,72% ao mês (taxa máxima). Já a modalidade CDC Veículos passará de 1,65% para 1,50% ao mês (mínima) e de 3,66% para 2,99% ao mês (máxima). A taxa máxima do cheque especial também cairá de 13,55% para 13,49% ao mês.

Nas linhas de financiamento voltadas a pessoas jurídicas, haverá redução na contratação de capital de giro para micro e pequenas empresas, passando de 2,10% para 2,04% ao mês (mínima) e de 4,27% para 4,19% ao mês (máxima).

O financiamento de veículos para empresas também cairá de 1,65% para 1,59 % ao mês (mínima) e de 3,62% para 2,99% ao mês (máxima). A taxa mínima da Conta Garantida, limite pré-aprovado na conta para pessoa jurídica, passará de 4,24% para 3,98%.

De acordo com o comunicado do banco todo o portfólio de cartões de crédito Bradesco também terá redução dos juros no rotativo em 6 pontos base.


12 janeiro, 2017

Mesmo com um recuo de 0,41% registrado entre os meses de novembro e dezembro, o número de devedores no Brasil chegou ao final do ano passado a 58,3 milhões de pessoas. Este volume corresponde a 39% da população adulta do país. Os dados foram revelados nesta semana pelo SPC Brasil. A entidade informou também que durante os 12 meses cerca de 700 mil consumidores ingressaram na lista de negativados. No ano anterior a situação havia sido ainda pior, pois este número havia sido de 2,5 milhões de pessoas.

As explicações do SPC Brasil mostram que a redução dos índices de endividamento está relacionada mais a fatores sazonais e mudança de comportamento do consumidor do que a uma recuperação da economia. A entidade afirma que o movimento de novembro e dezembro, por exemplo, é típico da época. Os dois últimos meses do ano concentram os pagamentos de direitos como o décimo terceiro e a entrada desse recurso é uma oportunidade para o consumidor com dívidas quitar seus débitos.

Já a inclusão de um menor número de indivíduos nos cadastros de negativados pode ser explicada pelo cenário de recessão da economia, que reduziu a capacidade de pagamento das famílias diminuindo consequentemente a disposição para a tomada de crédito.

As dívidas bancárias, que contemplam atrasos no cartão de crédito, financiamentos, empréstimos e seguros, cresceram 0,78%. Em termos de participação, os bancos concentram a maior parte das dívidas do país: 48,26%. Em seguida, aparecem o comércio, com 20,04% desse total; o setor de comunicação (13,07%) e o de água e luz, concentrando 8,55% do total de pendências.


12 janeiro, 2017

O Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre anunciou ontem (11) o lançamento do seguro para veículos com validade de seis meses e também o “Auto Mais Responsável”, que contempla somente a indenização para danos causados a terceiros. Segundo o diretor geral de Automóvel e Massificados da instituição, Jabis Alexandre o objetivo é atender aos consumidores que buscam reduzir os gastos, mas priorizam a proteção do carro.

“Em momentos de retração financeira, o seguro é ainda mais importante para a preservação do patrimônio familiar. Oferecemos seguros modulares permitindo que o cliente escolha propostas de acordo com a sua necessidade”, diz.

Segundo ele, a “Auto Mais 6 Meses” é uma apólice inédita e pode ser adquirida em renovações ou novas aquisições. O seguro custa a metade do valor anual do contrato tradicional. A solução prevê todas as coberturas oferecidas pelo GRUPO, variando conforme a escolha no momento da compra, como colisão, incêndio, roubo, furto, responsabilidade civil, além das assistências gratuitas para o veículo (socorro mecânico, assistência emergencial para gestante, guincho etc.) e para o imóvel do cliente (serviços de chaveiro, elétricos e hidráulicos).

“A procura parte, principalmente, de consumidores que não têm certeza sobre como estará o orçamento no curto prazo. E há a vantagem de poder parcelar o valor em até cinco vezes, sem juros”, complementa Alexandre.

Já o “Auto Mais Responsável” contempla apenas a cobertura de responsabilidade civil. Em caso de acidentes envolvendo o veículo e que ocasionem prejuízos físicos, materiais e morais a terceiros, o seguro arca com a indenização. “A apólice representa uma proteção financeira ao motorista e demais condutores. E destaca-se por ser uma solução que pode custar até 75% menos que os contratos tradicionais”, finaliza o especialista.


12 janeiro, 2017

A RTM (Rede de Telecomunicações para o Mercado), provedora de serviços para integração do setor financeiro, acaba de anunciar o lançamento do RTM Trade Solution, uma plataforma integrada de comunicação e colaboração para mesas de operações financeiras e centros de decisão. A solução é ofertada na modalidade de contratação como serviço, o que proporciona às instituições a oportunidade de não precisarem mais arcar com altos investimentos de uma só vez na obtenção desta estrutura.

A novidade faz parte das inciativas do Programa de Inovação Conecta RTM, que teve como um de seus primeiros resultados um investimento na BYNE, startup residente na Acate em Florianópolis, especializada em soluções de comunicação crítica. O acordo entre Byne e RTM permitirá oferecer com exclusividade ao mercado financeiro, o RTM Trade Solution via cloud em rede privada.

Com arquitetura para o gerenciamento de múltiplas chamadas simultâneas e gravação integrada, a plataforma permite uma comunicação ágil, interface simples e intuitiva, facilitando a administração e gerenciamento de gravações. Ela conta com a conectividade de Linhas Privadas (LP) da RTM, direto em seu core e redundância para alta disponibilidade.

“Estamos buscando uma forma de reduzir custos na área de telefonia, sem perder as características fundamentais ao operador. Disponibilizamos a infraestrutura tecnológica necessária, bem como serviços de gerenciamento, monitoramento, segurança e disponibilidade do ambiente. Nosso principal diferencial é oferecer um meio de comunicação em nuvem privada, no qual o cliente dispõe de confiança e total segurança para realizar suas operações”, conclui o diretor geral da RTM, André Mello.


5 janeiro, 2017

O Fintech Awards Latam, iniciativa que tem o objetivo de identificar as principais startups financeiras da América Latina, já conta com o apoio de algumas das principais entidades nacionais e internacionais de incentivo ao setor. O evento contará com a participação ativa da Associação Brasileira de Fintechs (ABFINTECH), do FintechLab, da NextMoney e Techsampa, além da Colômbia Fintech, Startup Perú, Startup Buenos Aires e EmpreAr, também da Argentina e do Digital Bank Latam.

A organização destaca ainda a presença da ACREFI (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento), entidade com mais de 58 anos de história e que possui entre suas associadas as maiores instituições financeiras do País.

Os empreendedores interessados em concorrer com seus projetos podem fazer as inscrições no site  www.fintechawardslatam.com até o dia 13 de janeiro.

A escolha dos melhores projetos será feita por especialistas, investidores e mentores do setor, que, ao final do processo, darão feedback enfatizando o potencial de expansão para América Latina aos finalistas e vencedores. Eles farão suas observações dividindo a competência dos projetos para as categorias de User Experience, Disrupção, Tração, Inclusão Financeira e Modelo de Negócios.

Após o encerramento do período de inscrições haverá uma fase de pré-seleção quando serão definidos os melhores projetos para a etapa seguinte. Em fevereiro os jurados farão a análise dos projetos classificados e poderão convocar as fintechs para esclarecimentos adicionais. Os vencedores serão notificados em março e receberão os detalhes sobre a cerimônia de premiação que ocorrerá em abril, quando as Fintechs vencedoras farão um pitch de 10 minutos para os convidados.

“O Fintech Awards Latam proporcionará uma oportunidade de troca de experiências entre empreendedores do setor de finanças que trabalham com o foco disruptivo em realidades diferentes dos serviços financeiros em seus respectivos países”, comenta Marcos Cantarino, diretor da Cantarino Brasileiro, empresa organizadora da iniciativa.


5 janeiro, 2017

O Banco do Brasil anunciou ontem (4) o início de uma campanha de educação financeira direcionada aos clientes que estão, por exemplo, pagando o valor mínimo nas faturas mensais do cartão de crédito. O destaque da estratégia é livrar cerca de 2 milhões de usuários do endividamento com crédito rotativo.

A intenção é orientar a migração para uma linha especial de parcelamento que custa mais barato. Em breve o Banco também alertará os usuários que, por determinação do Banco Central, o tempo de permanência no rotativo será reduzido.

Além disso, o BB investirá em peças publicitárias falando sobre o uso responsável do crédito. Com o mote “Use o cartão de crédito a seu favor”, o BB está reforçando seus mecanismos para evitar endividamento dos clientes, buscando diminuir o comprometimento de renda. A campanha dará dicas sobre as vantagens do parcelamento da fatura e dos serviços oferecidos pelo banco para maior controle dos gastos com cartão de crédito.

Em linha com a estratégia de incentivar o crédito consciente, o Banco também criou uma central com mais de 100 especialistas em uso responsável do crédito, que entrou em operação em novembro. A equipe atua em conjunto com a rede de agências para orientar os clientes que utilizam o rotativo com frequência a buscarem alternativas mais baratas e alinhadas com as suas necessidades.

Apenas em novembro, 4 milhões de clientes foram abordados para indicar opções com taxas mais baratas do que aquelas que vinham utilizando. A estratégia permite que o crédito rotativo no BB – instituição que detém 22% do faturamento do mercado de cartões – some apenas 9% do total desta linha no sistema financeiro.


5 janeiro, 2017

O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP, sigla em inglês) divulgou ontem um relatório no qual afirma considerar a tecnologia financeira como instrumento crucial para o desenvolvimento global sustentável. Na sua publicação “Fintech e Desenvolvimento Sustentável: Avaliação das implicações” a agência cita Blockchain, Inteligência Artificial e Internet das Coisas como as tecnologias com potencial de redesenhar a estrutura da economia como a conhecemos hoje, por meio da automatização de processos.

O programa da ONU dedicado à criação de planos para o desenvolvimento de uma economia sustentável prevê a utilização de tecnologias descentralizadas para criar uma distribuição equilibrada dos benefícios para a sociedade, através de sistemas eficientes, fazendo melhor uso dos recursos naturais. Também estabelece uma gestão transparente das cadeias de suprimentos em indústrias, gerando estabilidade em nível ambiental, social e financeiro.

A UNEP defende o uso de tecnologias descentralizadas como uma solução eficiente para os problemas que ainda existem no cenário mundial como a fome, os refugiados, as alterações climáticas e a pobreza.

“A descentralização e o uso de registros inalteráveis na indústria são essenciais para a transparência da base de processos, levando a uma gestão eficiente e responsável de capital que moverá as engrenagens do sistema econômico atual”, explica o estudo que foi feito em colaboração com os governos da Alemanha, Grã-Bretanha, Itália, Suíça e Reino Unido.


5 janeiro, 2017

A pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC) revelou uma redução no volume de endividamento das famílias no mês de dezembro. Segundo o levantamento, o percentual de pessoas que relataram ter dívidas entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro ficou em 56,6% no último mês de 2016. Este patamar representa uma redução em relação ao mês anterior que havia registrado 57,3%.

O indicador recém-divulgado também foi menor do que o número revelado em dezembro de 2015. Na ocasião a pesquisa mostrava 61,1% das famílias comprometidas com pagamento de contas.

No geral, o cartão de crédito liderou as citações como principal tipo de dívida. Ele foi apontado por 77,1% das famílias endividadas, seguido de carnês, com 14,4%, e financiamento de carros, com 10,4%.

No grupo de famílias com renda até dez salários mínimos, a classificação traz cartão de crédito, com 78,0%, carnês, com 15,6%, e crédito pessoal, com 9,7%. Já entre as famílias com renda acima de dez salários mínimos, os principais tipos de dívida apontados em dezembro de 2016 foram: cartão de crédito, por 72,9%, financiamento de carro, por 21,7%, e financiamento de casa, por 14,6%.

A proporção de famílias com contas ou dívidas em atraso diminuiu, assim como a proporção daquelas que relataram não ter condições de pagar. Na comparação com o ano anterior, houve melhora de ambos os indicadores de inadimplência e um número menor de famílias mostrou dificuldade de pagar suas contas e dívidas em dia.

Apesar da queda, as condições econômicas ainda adversas, como crédito e mercado de trabalho, podem dificultar um recuo mais intenso dos indicadores de inadimplência.


5 janeiro, 2017

A fintech brasileira Kitado, plataforma on-line e gratuita para negociação de dívidas, e a Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, anunciaram nesta semana o lançamento de uma solução que proporciona um ambiente gratuito, didático e seguro para zerar os débitos com as principais instituições financeiras do país.

Para liquidar as dívidas pela plataforma é necessário acessar o site do Kitado e selecionar a instituição financeira com a qual deseja negociar. Após um breve cadastro, o consumidor é direcionado para um canal de atendimento gratuito e on-line, no qual ele poderá escolher as melhores condições para quitar os débitos. São utilizadas avançadas técnicas de CRM e as melhores soluções de interação com clientes no ambiente digital.

A parceria estratégica da Stefanini com a Kitado surgiu como resultado da segunda rodada do programa OpenStartups. “O diferencial da plataforma está na combinação de tecnologia, dados e estratégia de comunicação que ofereçam uma experiência ao usuário nunca antes vista na indústria de cobranças, desconstruindo o modelo tradicional de ligações telefônicas, que, por vezes, pode constranger o cliente”, afirma Breno Barros, Head of Solution Center & Innovation da Stefanini.

De acordo com Paulo de Tarso, CEO da Kitado, a plataforma já atende importantes instituições financeiras do país, acumulando mais de 250 mil acordos e um total aproximado de R$ 270 milhões recuperados. Segundo o executivo, com essa nova abordagem é possível recuperar entre 10% e 20% dos créditos em um prazo de três meses. “Queremos que o consumidor se sinta à vontade para quitar o débito, recuperar o crédito e voltar a consumir de forma mais consciente, mantendo uma boa relação com os credores”, conclui Tarso.


5 janeiro, 2017

O Banco Santander divulgou nesta semana a projeção de que a carteira de crédito total do sistema financeiro brasileiro crescerá 3,4% em 2017. De acordo com a instituição, o resultado positivo será reflexo de uma leve melhora do consumo de bens duráveis e dos investimentos, ambos puxados pela trajetória de queda dos juros iniciada no fim de 2016 e por uma recuperação da confiança dos empresários.

Apesar do otimismo, o banco ressaltou que o crédito ainda encontrará dificuldades neste ano como o alto nível de endividamento de empresas e das famílias e a perspectiva de mais um ano de retração da carteira do BNDES, de 4,5%, em linha com o ajuste fiscal.

A projeção apresentada no trabalho é de que a taxa Selic deve encerrar 2017 a 9,75% ao ano, o que não ocorre desde o fim de 2013. O economista do Santander, Everton Gomes, que foi um dos autores do levantamento, explicou que o endividamento alto das empresas e das famílias limita a recuperação do crédito, mas não impede que a queda dos juros contribua para o crescimento de 3,4% da carteira.

Segundo ele, a expectativa de retomada, além de reduzir o custo de oportunidade dos investimentos, deve provocar uma recuperação da confiança dos empresários, estimulando a demanda por crédito. A projeção do Santander é que a Formação Bruta de Capital Fixo, que mede o nível de investimentos, cresça 3,5% em 2017, bem acima da sua previsão para o PIB (0,7%).


5 janeiro, 2017

Apesar de ainda não estar trocando dados bancários abertamente com instituições de outros países, na prática, todas as transações feitas envolvendo bancos suíços desde o dia 1º de janeiro não estão mais protegidas pelo tradicional sigilo bancário que existia no país desde 1934. Os acordos assinados pela Suíça, com a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) em 2014 e com a União Europeia (EU) em 2015, estabelece que em 2017 o país deve iniciar os procedimentos necessários para entregar os dados deste ano referentes a seus clientes estrangeiros para efeito de fiscalização no próximo exercício.

Segundo reportagem publicada pela agência EFE, os bancos suíços administram R$ 21 trilhões, metade desse montante pertence a estrangeiros; o país se tornou destino de recursos oriundos de fraude fiscal. A reportagem informa que a Suíça é o líder indiscutível na gestão de fortunas privadas de estrangeiros, ao concentrar 25% da cota mundial deste negócio, segundo dados da Associação Suíça de Banqueiros (ASB). O mercado financeiro fornece 9,3% do PIB suíço e o setor bancário gera 167 mil postos de trabalho.

A partir de 2018, as Fazendas de outros países não precisarão mais fazer solicitações específicas para obter informações sobre contas e movimentações financeiras de seus cidadãos no país europeu. Todas as informações serão entregues anualmente de forma automática. Apesar disso, os suíços ainda se negam a fazer o mesmo com relação às operações que envolverem dados roubados.


5 janeiro, 2017

O Banco Intemedium estreou com goleada no mundo do futebol. Na terça-feira (3) os juniores do Tricolor exibiram pela primeira vez nas costas e ombros do uniforme a marca da instituição e golearam o Genus, de Roraima, por 6 a 0. O jogo foi válido pela primeira rodada da Copa São Paulo. O início da exposição da marca nas camisas da equipe profissional está programado para acontecer a partir do mês de março.

O Intermedium possui mais de 22 anos de atuação no mercado e em 2014 criou a Conta Digital Intermedium, que oferece todos os serviços por meio digital, incluindo a abertura, sem nenhuma cobrança de tarifa. A instituição conta com uma carteira de crédito de mais de R$ 2,2 bilhões e responde por mais de 1% do segmento de crédito imobiliário no Brasil. Seu patrimônio líquido é de R$ 347,2 milhões e os ativos totais ultrapassam R$ 3 bilhões.

Com duração de três anos, o acordo com o São Paulo inclui a exposição na camisa, um camarote no Morumbi, placas no CT da Barra Funda e ações nas redes sociais do clube, além de outras ações.

“Estamos muito felizes em iniciar essa parceria com o São Paulo Futebol Clube, um dos maiores clubes de futebol do Brasil. Um time tradicional e vitorioso, o maior campeão mundial do país. Estamos certos de que essa parceria duradoura, de três temporadas, será de grande valia para ambos. O SPFC, apesar de muito tradicional, é um clube jovem, com 86 anos de história, assim como o Intermedium, um banco também jovem e inovador, que veio para mudar a forma como as pessoas pensam e se relacionam com os bancos. 2017 será um grande ano para ambas as instituições, um ano de crescimento, fortalecimento e grandes vitórias”, celebra João Vitor Menin, presidente do Banco Intermedium.


22 dezembro, 2016

A Visa e a Easy (antiga Easy Taxi), maior aplicativo de transporte da América Latina, anunciaram nesta semana o início das operações do Visa Checkout, ferramenta que permite aos passageiros cadastrarem seus cartões com muito mais rapidez, por meio da solução implementada dentro do aplicativo. O acordo estabelece que até sexta-feira (23/12) os usuários de todo o Brasil que cadastrarem cartões bandeira Visa através do Visa Checkout e utilizarem o cartão como método de pagamento terão 40% de desconto em todas as corridas, em todos os serviços Easy.

Nas corridas “EasyTaxi Economy” – opção lançada em junho pela Easy, em que taxistas oferecem tarifa reduzida em 30% – o passageiro poderá se beneficiar dos dois descontos na mesma viagem, totalizando até 70% de redução do valor final. Sem contar que o passageiro pode compartilhar esta corrida com outro usuário, bastar habilitar a opção EasyShare no app, economizando ainda mais.

Seguindo informações das empresas, os usuários que utilizarem Visa Checkout no aplicativo vão obter além dos descontos em corridas, sorteios de ingressos, viagens, e muito mais. Esse método de pagamento é aceito em todas as corridas e serviços do aplicativo em todo Brasil.

Para cadastrar no Visa Checkout o cliente deve acessar o aplicativo Easy e clicar na opção “Meus Cartões” do menu principal. Depois selecionar o botão do Visa Checkout e seguir os passos para criar sua conta. Em seguida deve selecionar  seu cartão dentro do Visa Checkout e confirmar. Feito este procedimento basta pedir a corrida e pagar com o cartão Visa cadastrado no Visa Checkout. O desconto será aplicado automaticamente.


22 dezembro, 2016

Lançado em 2014 para negociação de dívidas pela internet, o Portal de Soluções de Dívidas do Banco do Brasil já realizou mais de  326 mil acordos com clientes em todo país, num total de R$ 3,47 bilhões. O ticket médio é de aproximadamente R$ 7 mil para pessoa física e R$ 68 mil para pessoas jurídicas.

A ferramenta facilita a vida de quem deseja renegociar seus débitos sem a necessidade de se deslocar até uma agência. Na prática, a solução oferece aos clientes com dívidas com o Banco um ambiente exclusivo no autoatendimento pela internet, onde é possível consultar o saldo devedor e o número de parcelas em atraso dessas operações – além do valor de tarifas pendentes. Tudo em tempo real, tanto para pessoas físicas quanto para empresas.

Ao final da consulta, o cliente do BB seleciona, entre uma série de possibilidades de parcelamento, a melhor forma para quitar sua dívida que pode ser paga por boletos gerados no próprio Portal. A ferramenta também avalia a possibilidade de concessão de abatimentos no valor das pendências. Os pedidos são analisados por um algoritmo que pondera, entre outros aspectos, a probabilidade de recuperação do crédito.

A versão mobile do serviço que foi lançada em setembro deste ano, passou por um período de testes com grupo reduzido de clientes. Agora está definitivamente aberta para negociações em todo o país. Basta acessar a função ‘Solução de Dívidas’ no aplicativo do BB para celular. A nova função está disponível nos sistemas operacionais Android e IOS.


22 dezembro, 2016

Em café da manhã com jornalistas ontem (21), o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, declarou que ao contrário do que estava sendo divulgado no dia anterior, a equipe econômica não recuou em relação a mudanças no sistema de pagamento de cartões de crédito. De acordo com o ministro, a diminuição de 30 para dois dias no prazo em que as administradoras de cartões de crédito repassam o valor das compras aos lojistas depende apenas de resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) para ser fixada. Segundo Meirelles, o governo espera que os bancos baixem os juros de forma voluntária nos próximos 30 dias. Caso a redução não ocorra, a equipe econômica mudará o prazo, na reunião de janeiro do conselho.

“O cronograma continua rigoroso. As medidas serão tomadas de uma forma ou de outra. O importante é que o custo para o consumidor seja menor. Existe um instrumento do CMN para encurtar o prazo (de pagamento ao lojista). Os bancos definem os juros. Vamos observar a queda. Se ela não acontecer, diminuímos o prazo”, declarou Meirelles.

Na semana passada, ao anunciar o pacote de medidas microeconômicas no Palácio do Planalto, o ministro tinha dito que a definição sairia em dez dias. No café da manhã de ontem, ele esclareceu que se referia apenas à direção que o governo pretende tomar – diminuição voluntária dos juros ou diminuição do prazo – ao informar o prazo de dez dias. “Se os bancos não começarem a baixar voluntariamente os juros, o CMN toma a decisão na reunião de janeiro”, acrescentou.

O ministro disse não acreditar que as administradoras de cartões aumentem os juros em represália a uma eventual diminuição do prazo sem acordo com os bancos. “Acho pouco provável que o sistema financeiro adote qualquer represália contra o CMN e o Ministério da Fazenda. Existe um processo normativo dentro do poder de cada um”, afirmou.


22 dezembro, 2016

A Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) divulgou terça-feira (20) uma nota afirmando apoiar os esforços anunciados pelo governo e pelo Banco Central, na mesma data, com o objetivo de permitir a redução do spread bancário de maneira consistente e sustentável. O documento da entidade elogia principalmente a criação de um grupo de trabalho com participação do setor para propor medidas visando reduzir os custos da intermediação financeira. A ideia é tratada como uma excelente iniciativa na direção desejada de queda nos spreads e, consequentemente, no custo do crédito.

O texto considera igualmente ‘muito bem-vindo’ o apoio manifestado pelo presidente do BC, Ilan Goldfajn, às medidas para ampliar a educação financeira dos cidadãos e a mecanismos de solução de conflitos sem necessidade de judicialização, além das iniciativas para maior transparência na atuação do setor.

A FEBRABAN diz que a agenda anunciada pelo Banco Central também contempla medidas estruturais importantes que contribuirão para dar maior racionalidade e transparência às relações entre o Tesouro Nacional e o Banco Central. “A modernização e simplificação do depósito compulsório, o estabelecimento do depósito remunerado, a promoção das duplicatas eletrônicas e a regulamentação das Letras Imobiliárias contribuirão para incentivar o crédito e reduzir seu custo”, registra o documento.

Outro item citado foi o aperfeiçoamento do cadastro positivo, com o fim da responsabilidade objetiva e solidária das fontes de informação e dos usuários do cadastro. Segundo a entidade tal mudança aumentará os incentivos para sua mais rápida implantação.


22 dezembro, 2016

A agência de notícias a Bloomberg divulgou ontem (21), com base em estudos do escritório de advocacia Reed Smith, a informação de que os pedidos de patente ou as patentes concedidas para tecnologias com base em blockchain praticamente duplicaram desde o início do ano. Em novembro foram registradas 356 contra apenas 180 solicitadas em janeiro.

Segundo a divulgação, entre os requisitantes destas patentes figuram verdadeiras gigantes da economia mundial como Goldman Sachs, Bank of America e Mastercard. A bandeira internacional de aceitação inclusive admite ter pedido mais de 30, segundo seu representante Justin Pinkham. Ele ressalta, no entanto, que a Mastercard só está solicitando patentes para tecnologias que ela mesmo inventou. “Estamos expandindo o nosso portifólio de patentes para proteger o pensamento da companhia, as inovações e a propriedade intelectual”, disse à Bloomberg.

Apesar disso, a agência de notícias destaca a opinião de especialistas como Vitalik Buterin, um dos criadores da blockchain Ethereum. Ele alerta que as empresas podem ver-se envolvidas em atritos devido ao mau uso das patentes. De acordo com ele, este tipo de reserva pode ser usada para, por exemplo, derrubar uma empresa rival, o que em sua opinião atrasaria a evolução tecnológica.

A Bloomberg indica que outro temor é que grandes companhias obtenham exclusividade sobre o trabalho já desenvolvido pelos pioneiros entusiastas do blockchain.


22 dezembro, 2016

Com a certeza de que nenhum programa de experiência do cliente (CX) consegue prosperar sem uma base ampla de apoio dos membros do conselho executivo e dos líderes das equipes nas empresas, a Verint elaborou um conjunto de ações que, ao serem seguidas, podem promover o suporte necessário para o crescimento e sucesso desses projetos. São cinco iniciativas básicas divulgadas num artigo escrito pela Vice Presidente Global Customer Experience da empresa, Nancy Porte e publicado no Blog da companhia.

No texto ela ressalta, por exemplo, a necessidade de pedir aos executivos feedback sobre o programa de experiência do cliente. “Ao encontrar com os executivos, pergunte: Você realmente acha que estamos indo para a direção correta? Estamos coletando feedbacks úteis para as operações diárias?” estimula.

Outra prática importante segundo Nancy Porte é celebrar as conquistas do programa de CX. “Nas reuniões de apresentação de resultados eu sempre dou o crédito pelas melhorias aos times e líderes em que o progresso aconteceu. Esse compartilhamento de crédito ajuda a fortalecer a confiança e o relacionamento entre o time de CX e as áreas envolvidas”, diz.

A vice-presidente também adverte para o potencial de convencimento das histórias do dia-a-dia, associadas aos números dos relatórios. Ela conta que utilizou uma dessas histórias e conseguiu a aprovação unanime dos executivos para uma proposta que até então não estava sendo muito bem entendida.

O acontecimento relatado por ela foi sobre um representante da companhia que recebeu a notificação de um cliente insatisfeito em sua área. No dia seguinte ele foi até o escritório do cliente, ouviu suas preocupações e mostrou que iria pessoalmente garantir uma experiência excepcional em cada etapa de correção. Segundo Nancy Porte, hoje este não é só um dos clientes da Verint, mas também um dos clientes no programa de referência. “Após contar essa história, nosso time executivo aprovou unanimemente a nova política para o processo de loop fechado”, diz.

O texto completo pode ser acessado no endereço:  http://www.verintintouch.com.br/5-dicas-para-conquistar-o-suporte-ao-programa-de-cx/


22 dezembro, 2016

O Banco Agiplan anunciou, em parceria com a Stefanini Tecnologia, o lançamento do Agipag (www.agipag.com.br), plataforma digital que transaciona pagamentos a partir do smartphone, sem a necessidade de intermediários ou pagamento de taxas pelos estabelecimentos comerciais e pelas pessoas físicas. O serviço já está operando em todo o Brasil e, em apenas uma semana, abriu mais de 50 mil contas.

Segundo o presidente do Banco Agiplan, Marciano Testa, a indústria de meios de pagamentos por cartão de crédito cobra mais de R$ 30 bilhões ao ano do varejo e dos usuários. “Criamos uma solução que permite aos varejistas receberem suas vendas com total segurança por meio do celular, sem taxas e aluguel de máquinas. Com o Agipag, eles podem receber suas vendas pelo celular, através de dinheiro digital, de forma bem mais segura e prática”, explica o executivo.

Segundo o executivo, além da redução de custos referentes a taxas e manutenção do maquinário, outro diferencial do Agipag está no fato de ter transações automáticas. “O sistema realiza operações em real time, logo, o comerciante não precisará fazer qualquer operação de antecipação de recebíveis, o que gerará ainda mais economia com o pagamento de taxas bancárias, além do acompanhamento do histórico de transações”, completa.

O aplicativo Agipag também tem diferenciais importantes para o usuário Pessoa Física. Além de ser totalmente gratuito, o aplicativo permite transferências e pagamentos entre quaisquer pessoas físicas ou jurídicas, fornecendo acesso a uma linha de crédito pré-aprovado que dá um prazo de até cinco dias corridos sem cobrar juros no caso de utilização do limite.

Para ter acesso aos serviços do Agipag, basta o usuário baixar o app, disponível nas lojas Apple Store e Google Play, cadastrar o CPF e fornecer alguns dados pessoais. O mesmo funcionamento serve para Pessoa Jurídica, neste caso usando o CNPJ.


22 dezembro, 2016

O Tribanco (Banco Triângulo), braço financeiro do Sistema Integrado Martins de Uberlândia, cuja atuação é nacional, fez uma parceria com a Accesstage, especialista em soluções para intercâmbio de dados financeiros, para desenvolver um produto que ofereça ao pequeno, médio e grande varejista uma solução adequada para manter em dia a conciliação das transações feitas com cartões nos seus respectivos estabelecimentos comerciais.

A nova solução amplia o leque de opções para o varejista manter em dia as transações feitas na loja. O novo conciliador de cartões Tribanco traz como opções, além da Conciliação de Cartões, a Consolidação de Cartões e o Conciliador Bancário. “Nós já oferecíamos a conciliação de cartões para o nosso cliente. Agora, com o novo produto, ele tem a possibilidade de se beneficiar da Consolidação de Cartões que traz dados atualizados diariamente, em relação ao valor comercializado, o montante a receber dentro dos prazos para cada movimentação (crédito ou débito), as taxas cobradas pela administradora do cartão e o volume (R$) recebido via cartões; e do serviço de Conciliador Bancário, que amplia a conciliação para uma melhor administração dos negócios, já que o sistema cruza os dados e apresenta todos os indicadores necessários para o varejista avaliar ganhos e perdas e realizar melhor a gestão do fluxo de caixa”, explica o superintendente de marketing do Tribanco, Sílvio Cury.

Estudos realizados pelo Tribanco apontam que entre 1,5% e 2% das vendas deixam de ser recebidas pelos lojistas e passam despercebidas. “Isso pode acontecer por falha na transmissão de dados, por exemplo. Todavia, com o sistema de Conciliador Bancário, esse problema será solucionado”, reforça Cury. A expectativa, num primeiro momento, é atingir em torno de 4 mil clientes com a nova tecnologia.


15 dezembro, 2016

Enquanto as notícias políticas e econômicas no Brasil e no mundo continuam trazendo incertezas para o mundo dos investimentos, as informações sobre a credibilidade do bitcoin seguem no sentido contrário. De acordo com um levantamento feito pela consultoria Economatica, divulgado no início da semana, o Bitcoin foi o investimento com o melhor desempenho nos últimos dois anos diante dos principais canais conhecidos. O estudo aponta para um crescimento de 200% desde dezembro de 2014. No mesmo período, o segundo melhor desempenho é o do CDI, que valorizou 28,18%. Já a pior opção teria sido o Euro, com 10,83% de valorização.

O estudo afirma que até segunda-feira (12) o bitcoin registra a melhor valorização dos investimentos listados na pesquisa Economatica com 49,75%. O Ibovespa no mesmo período valorizou 36,52%. O ouro, dólar e euro registraram retração. No ano de 2015 o bitcoin teve valorização de 100,77%. Naquele ano, o segundo melhor desempenho foi do dólar Ptax Venda com 47,01%. No ano passado o Ibovespa teve o pior desempenho com desvalorização de -13,31%.

“Hoje, a soma do valor dos bitcoins em circulação é de mais de 12 bilhões de dólares. Há pessoas que acreditam que os bitcoins não deveriam valer nada, e outras que acreditam que essa soma chegará à casa dos trilhões de dólares. Os próximos anos dirão quem está certo”, diz Rodrigo Batista, CEO do Mercado Bitcoin, empresa criada em 2011 como site para intermediação de compra e venda de moedas digitais.


15 dezembro, 2016

Na terça-feira (13) o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou um conjunto de medidas para simplificar, agilizar e ampliar o acesso ao crédito das micro, pequenas e médias empresas (MPMEs). O impacto esperado é de um aumento de 20% nos desembolsos para o segmento, um acréscimo de R$ 5,4 bilhões até o fim de 2017.

Entre janeiro e outubro deste ano o BNDES desembolsou R$ 21,9 bilhões para as MPMEs. Para facilitar a aquisição de itens necessários às atividades produtivas das micro, pequenas e médias empresas, o banco vai aumentar o limite máximo do Cartão BNDES de R$ 1 milhão para R$ 2 milhões a partir de janeiro de 2017. O produto, que é uma linha de crédito rotativa e pré-aprovada, com pagamento em até 48 prestações mensais fixas, poderá ser obtido pelas MPMEs com receita de até R$ 300 milhões.

A instituição também ampliará de R$ 90 milhões para R$ 300 milhões o limite para enquadramento das micro, pequenas e médias empresas. Com essa mudança, o banco prevê que, no próximo ano, cerca de 1,5 mil novas empresas poderão obter financiamentos da instituição com melhores condições.

Os programas BNDES Finame, BNDES Automático e BNDES Finem financiarão até 80% em Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) no valor de 7,5% ao ano em projetos de investimento e compra de máquinas e equipamentos para as MPMEs. Essa é a condição de crédito mais favorável do banco. Anteriormente, esse percentual variava entre 50% e 80%, dependendo do programa.

Para implantação a partir do segundo semestre de 2017, o plano é simplificar todas as linhas de crédito em uma plataforma tecnológica integrada, para que a maior parte das contratações seja realizada de forma totalmente automática, diminuindo, assim, os custos de transação. A meta é reduzir, até o fim de 2018, de 30 dias para dois dias úteis, o tempo de aprovação das operações de crédito do banco.


15 dezembro, 2016

O Banco do Brasil anunciou ontem (14) já ter à disposição e em pleno funcionamento 54 equipamentos nos quais o cliente pode comprar dólar dos EUA em menos de um minuto. Os principais pontos onde eles podem ser encontrados sãos os Aeroportos Internacionais de Brasília (DF), do Rio de Janeiro (Galeão) e de Guarulhos (Cumbica), onde funcionam 24 horas nos sete dias da semana.

Eles também estão à disposição em pontos estratégicos de Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins. O objetivo do BB é proporcionar ao cliente que precisa adquirir dólar dos EUA, uma opção prática, ágil e segura.

Segundo o gerente executivo da Diretoria de Soluções Empresariais do BB, Paulo Guimarães, nas agências que possuem TAA Câmbio, quase 60% das operações já ocorre via terminal. “A transação de compra de dólar em TAA se assemelha a um procedimento de saque e é realizada em cerca de apenas 1 minuto, com limite de US$ 3 mil ao dia, sendo US$ 10 mil ao mês”, detalha.

Desde a criação dos TAA do BB para venda de dólar – ou seja, desde fevereiro de 2015 até hoje – foram realizadas mais de 30 mil operações. “Estimulamos o uso do TAA Câmbio por conta de seus benefícios ao cliente, que ganha em comodidade e agilidade, pela diminuição do tempo de atendimento, com débito direto na conta corrente, além de ser considerada uma solução inovadora e eficiente”, explica Guimarães.


15 dezembro, 2016

A Cantarino Brasileiro está com inscrições abertas para o Fintech Awards Latam, iniciativa que tem o objetivo de identificar as principais startups financeiras da América Latina. A participação pode ser assegurada até o dia 13 de janeiro por meio do site www.fintechawardslatam.com.

A Cantarino Brasileiro é responsável pela publicação dos Anuários Brasileiro de Bancos, de Canais de Pagamento e de Cobrança. Além disso, a empresa realizou este ano dois eventos relacionados à revolução digital no segmento de finanças que foram o FintechView (www.fintechview.com.br) e o BlockchainView (www.blockchainview.com.br), ambos com as segundas edições já confirmadas para 2017. Para o Fintech Awards Latam a empresa está fazendo parcerias com as principais entidades associativas de fintechs e startups do continente. O objetivo é que elas auxiliem tanto na avaliação dos projetos como na divulgação do Prêmio.

Haverá uma fase de pré-seleção até o dia 31 do mesmo mês quando serão definidos os melhores projetos para a etapa seguinte. Entre os dias 2 e 24 de fevereiro os jurados farão a análise dos projetos classificados e no dia 10 de março os vencedores serão notificados. A cerimônia de premiação ocorrerá em abril, quando as Fintechs vencedoras farão um pitch de 10 minutos para os convidados.

O diretor da Cantarino Brasileiro, Marcos Cantarino, afirma que o Fintech Awards Latam proporcionará uma oportunidade de troca de experiências entre empreendedores do setor de finanças que trabalham com o foco disruptivo em realidades diferentes dos serviços financeiros em seus respectivos países. “Essa diversidade tem um grande potencial de enriquecer as iniciativas que estão sendo desenvolvidas por todos, além do estímulo que um reconhecimento internacional como este certamente representa para os participantes”, disse.


15 dezembro, 2016

A primeira edição do Hackathon WeAr + C&A de wearables do Brasil teve como vencedor um dispositivo que se encaixa em patches e traz informações de identificação pessoal e pagamento. Cada um dos três membros da equipe Freedom, criadora do dispositivo, receberam como prêmio R$ 1 mil em compras na C&A, e uma bolsa de estudo para qualquer pós-graduação do IED-SP. A maratona de dois dias contou com 235 inscritos, sendo que os 44 participantes selecionados foram divididos em nove equipes. Eles tiveram como desafio criar e prototipar um item conceitual ou que esteja pronto para ser produzido para o mercado em grande escala. O time vencedor foi composto por Evelyn Costa, Sarah Lopes e Gabrielle Pigato.

O patch vencedor, com funções de cartão de crédito e débito, foi bordado à mão por uma das designers, já que o grupo teve a preocupação de unir o processo artesanal a alta tecnologia. “A gente quer ir à balada ou sair para almoçar durante o trabalho e deixar a bolsa no escritório e assim criamos um patch com um adesivo que cola em qualquer peça de roupa”, diz Evelyn Costa, uma das integrantes do grupo.

Entre os jurados estava a consultora de moda Gloria Kalil, além de profissionais da área de moda e varejo, que avaliaram os projetos segundo critérios de criatividade, design, execução, viabilidade de produção e eco-friendly.

Os participantes contaram ainda com o auxílio de mentores especializados em moda, negócios e tecnologia, como o estilista Dudu Bertholini, que deu suporte na modelagem da ideia, prototipagem e com soluções em softwares e processos. Além disso, foram disponibilizados equipamentos de confecção, hardwares e componentes para a produção das peças no laboratório do IED.

O Hackathon WeAr + C&A teve copatrocínio do cartão ELO, além do apoio do IED – Instituto Europeo di Design, Airfrance, Shop2gether, Basico.com, Santista Jeanswear e Metro Jornal.


15 dezembro, 2016

A Pesquisa de Risco e Intenção de Endividamento (PRIE), elaborada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), publicada ontem (14) revelou que o Índice de Intenção de Financiamento registrou alta de 16,8% em novembro, na comparação com outubro, passando de 15,7 para 18,4 pontos. As razões para este movimento positivo seriam a tradicional queda do risco de crédito em novembro, impulsionado pelo 13º terceiro salário (muitas vezes usado para pagar dívidas) e o crescimento da intenção de contrair dívidas devido às compras de Natal.

No comparativo com o mesmo mês de 2015, houve crescimento semelhante de 16,7%. Porém, apesar da melhora na intenção de financiar, apenas cerca de 9% dos consumidores paulistanos estão dispostos a tomar crédito nos próximos três meses, muito abaixo dos 10,1% da média histórica.

Segundo a assessoria econômica da FecomercioSP, a pesquisa tem mostrado com frequência o comportamento conservador do lado da demanda de crédito, com as famílias muito pouco encorajadas a assumirem novos compromissos, diante do quadro de desemprego.

A entidade pondera que, diante da crise e com a entrada de recursos do 13º salário, muitos consumidores optam por quitar dívidas ao invés de fazer compras de Natal. Com isso, a proporção de famílias que deve usar os recursos extras para quitar dívidas ou fazer poupança deve ser maior, e, portanto, o indicador de segurança de crédito pode melhorar após dezembro. A partir de 2017, com uma esperada melhora da economia, a tendência, segundo a Federação, é gradativamente a retomada do mercado de crédito e a redução do risco, pelo aumento da poupança ou pela redução do desemprego, coisas intimamente correlacionadas.


15 dezembro, 2016

Com o recente anúncio da aquisição da OpinionLab, líder em soluções de audição de clientes (VoC), a  Verint amplia seu portfólio  de otimização de engajamento de clientes e inclui a capacidade para ouvir, analisar e agir sobre a VoC em todos os canais – digital, voz, texto e social.

De acordo com o VP & GM Customer Experience Solutions, da Verint, Ben Smith, o uso cada vez mais frequente dos canais digitais para pesquisar e fazer compras, obriga as empresas maduras a ter a capacidade de mensurar as experiências digitais e agir rapidamente com base nos insights para oferecer serviços personalizados e consistentes. “Com a aquisição, a Verint agregou ao portfólio de soluções de engajamento do cliente a líder em iniciativas focadas no cliente no meio digital. Com isso, vem a habilidade de mensurar as interações e transações nos dispositivos móveis e desktop, para a análise e tomada de ação em tempo real a partir do feedback durante a jornada do cliente”, explica.

Segundo ele, a partir de agora, se um cliente falar, escrever ou clicar, as soluções da Verint e OpinionLab podem coletar, analisar e permitir que as empresas tomem ações a partir disso.

“Capturar, analisar e agir sobre a voz do cliente são fundamentais para qualquer organização em qualquer setor”, diz Elan Moriah da Verint, presidente da Customer Engagement Solutions. “Com a combinação de OpinionLab, estamos levando a voz do cliente para um novo nível, dando às organizações uma solução completa para melhorar a experiência do usuário através de canais de engajamento.”


15 dezembro, 2016

A partir desta sexta-feira (16) até o dia 25 de dezembro, o Santander estará realizando a campanha “Natal Numa Boa”, que vai oferecer produtos de crédito para os clientes planejarem seu fim de ano, como compras e viagens ou ainda se organizar para o começo de 2017. O Banco também propõe investimentos para aqueles que desejam guardar ou investir os ganhos extras dessa época.

Entre os produtos de planejamento financeiro, estão o Crédito Pessoal e o Crédito Consignado, com redução de até 15% de desconto. A ação também oferece ao cliente a possibilidade de fazer um financiamento de veículos com o pagamento da primeira parcela somente após o Carnaval, ganhando um folego financeiro no começo de ano

Em investimentos, as opções são Certificado de Depósito Bancário (CDB), com rentabilidade de até 100% do CDI, Previdência e Poupança, ofertadas de acordo com o perfil e necessidade dos clientes.

O Santander também oferece soluções para os clientes dos segmentos Empresas aproveitarem ainda mais esse período de vendas, dentre eles: oferta da maquininha Getnet, antecipação de recebíveis e CDB.

“Assim como na Black Week, queremos oferecer as melhores soluções para que os clientes se planejem financeiramente, seja para aplicação de suas reservas, quanto para obtenção de recursos com condições exclusivas”, diz Maxnaun Gutierrez, superintendente executivo de E-commerce do Santander.

A ação também reforça a promoção “Quero+Prêmios”, onde o cliente ainda pode receber 4x mais bônus no cartão em suas compras de natal e concorrer a prêmios.


14 dezembro, 2016

Logo após iniciar uma oferta de alto volume a seus associados, de emissão de cartão com a bandeira MasterCard, em 2014, a Administradora de Cartões Sicredi, por meio de pesquisa com o Instituto Medida Certa, constatou falta de conhecimento dos clientes em relação às facilidades do produto, como o programa de recompensas. A partir disso, foi definida a produção de 15 vídeos, publicados no Youtube, sobre temas como uso consciente do cartão, recompensas, seguros e outras vantagens, muitas vezes não utilizadas do produto. Além dos vídeos que servem como tutoriais, também são incluídas peças dedicadas a assuntos como a contribuição do cartão ao desenvolvimento regional.

Com a divulgação na fanpage do Facebook do Sicredi e publicação no Youtube, a cooperativa teve um alcance de mais de 800 mil visualizações dos 7 vídeos publicados até julho de 2016, além de 13 mil curtidas e mais de 2 mil compartilhamentos, inclusive no Whatsapp, que normalmente gera uma visualização imediata.


14 dezembro, 2016

Na série de projetos Novas funcionalidades no Internet Banking – Soluções digitais para pessoas físicas, o Bradesco inclui facilidades como solicitação de cartão de crédito, renegociação de dívidas, simulação de consórcios, operações de câmbio, cancelamento de correspondência e produtos para diferentes perfis de investidores, como o Poupa Troco e o resgate automático de aplicações em CDB.

Para facilitar a transição dos clientes do HSBC, foi incluída a consulta a comprovantes de transações anteriores à fusão. Os nomes dos principais produtos do HSBC também foram incluídos na ferramenta de busca do Bradesco Internet Banking, para que o cliente HSBC encontre seu correspondente no novo ambiente.

O Bradesco tem cerca de 20 milhões de clientes cadastrados em seu Internet Banking.


14 dezembro, 2016

Permitir que o consumidor entenda com clareza, navegue com facilidade e valorize efetivamente os diferenciais de seu produto são os desdobramentos do Livelo, da Bradesco Cartões. A nova plataforma de resgate de pontos Livelo trouxe para seu site os principais recursos consolidados na indústria de e-commerce e que ainda não estavam presentes nos programas de fidelidade do país, como o carrinho único, por exemplo.

O reforço tecnológico para criar uma plataforma de última geração também vai permitir compreender melhor o comportamento do cliente e possibilitar a oferta de produtos e serviços que estejam, de fato, alinhados aos interesses de compra.

A Livelo também disponibiliza aos clientes novos meios de consulta e resgate como o APP Livelo, disponível para iOS e Android.

O programa de fidelidade inclui mais de 500 mil opções de recompensas. O cliente também pode transferir seus pontos para parceiros. Se não tiver pontos suficientes, pode completar o valor pagando com o seu cartão de crédito Bradesco em qualquer categoria do site.

Em uma segunda etapa, a Livelo iniciará o modelo de coalizão, por meio do qual os clientes passarão a ter novas fontes de acúmulo no varejo. Além dos pontos vindos dos cartões de crédito, os clientes também ganharão pontos do estabelecimento onde efetuaram a compra sempre que a loja for um parceiro de coalizão.


14 dezembro, 2016

O Portal de Desenvolvedores PIER Labs, desenvolvido pela Conductor, expõe as interfaces com os serviços da processadora de meios de pagamento aos desenvolvedores de aplicações. O objetivo é aproveitar o conhecimento de negócio desses parceiros, assim como facilitar customizações, integrações e outros diferenciais dos clientes.

Ao se inscrever no Portal de Desenvolvedores PIER Labs e cadastrar a sua aplicação, o desenvolvedor recebe automaticamente um token de acesso para começar a fazer uso dos métodos das APIs da Conductor, em ambiente de sandbox, e integrar a sua solução. Uma vez testada e integrada, a aplicação pode ser posta em produção rapidamente. Para isso, basta solicitar à Conductor o Access Token, sem a necessidade de um processo de homologação.

A abordagem de exposição de APIs traz um aumento significativo de performance, comparado à integração via web services. No entanto, a Conductor destaca que os objetivos são viabilizar autonomia para os emissores definirem suas próprias regras de negócio, e permitir que escolham quem vai desenvolver suas novas soluções, a Conductor, ele próprio ou um terceiro.


14 dezembro, 2016

Educação financeira e melhoria do relacionamento familiar por meio de um game são os eixos do projeto Trato – O BB na Educação Financeira Infantil. O Trato é uma solução criada para as famílias aprimorarem o planejamento financeiro, ensinando conceitos de gestão financeira, junto a outros valores, a crianças e pré-adolescentes. O aplicativo permite aos pais darem recompensarem o cumprimento de tarefas, de acordo com o desempenho.

Pelo aplicativo, os pais estabelecem um trato com os filhos para a realização de tarefas que podem ser de educação; cuidados domésticos; alimentação; ou comportamento, com a opção de escolher qualquer outro tipo de compromisso. Para cada tarefa, conforme a sua importância ou complexidade, é estabelecido um nível de dificuldade. Cada nível tem, proporcionalmente, a sua recompensa que pode ser presentes, dormir na casa dos primos, viagem, uma graninha, um abraço apertado, ou qualquer coisa desejável à criança. Para cada tarefa cumprida são estabelecidos pontos que se acumulam até atingir o número suficiente. E quando se trata de desafios, a criança recebe uma recompensa imediata.


14 dezembro, 2016

Preparar a infraestrutura e a arquitetura de TI para suportar crescimento da demanda de serviços com melhor aproveitamento dos recursos é o objetivo da Modernização do Datacenter, da Bradesco Seguros. Após um mapeamento da estrutura existente e definição da estratégia de inovação, foram definidas quatro etapas: virtualização; consolidação de serviços; entrega de IaaS (infraestrutura como serviço); e futura evolução para PaaS (plataforma como serviço.

Conforme dados da seguradora, a virtualização dos servidores existentes permitiu uma redução de 52% no número de máquinas físicas; e ganhos de 72% em nível de utilização;42% em disponibilidade e 48% em segurança. A etapa de consolidação implicou  a migração para servidores blade e sistemas de armazenamento mais compactos e menores e mais potentes, o que reduz o espaço necessário e o consumo de energia. Na terceira fase, os recursos de infraestrutura de TI da companhia passam a compor um portal de autoprovisionamento. Como desdobramento, serão oferecidos serviços de mais alto nível, como capacidade de banco de dados, em PaaS.


14 dezembro, 2016

Por meio de mecanismos efetivos e fluxos eficientes de análise, a ClearSale minimizou as incidências e tentativas de fraude, para aumentar as oportunidades e reduzir riscos na operação do Banco Pan, com o projeto Emissão Online de Cartões com foco na Autenticação de Clientes. Nos primeiros 30 dias paós a implementação, em maio do ano, metade das fraudes foi evitada e essa redução de exposição se manteve durante três meses. Em uma medição de 10 meses, de maio a fevereiro, o índice de fraudes caiu de 6,23% a 0,78%.

Todas as propostas de emissão passam por um modelo estatístico específico para o segmento. As mais arriscadas seguem a uma análise humana, e as demais são aprovadas automaticamente. Em paralelo, também é feita uma comparação, por análise humana, com os ataques a outras empresas protegidas pela ClearSale, o que permite detectar padrões e barrar futuras fraudes com as mesmas características.


14 dezembro, 2016

O projeto 100% Online – Digital Channels for Sale, de venda de cartões de crédito 100% online por meio de uma plataforma web desenvolvida pela Atento confirma a preferência pelo cliente e uma maior eficácia do canal. Além de apresentar uma margem de 49% sobre a receita, contra 15% do canal presencial, o canal digital passou a realizar a retenção de vendas por meio de derivação de clientes que não finalizaram a proposta, compondo 50% do volume de vendas online e 60% de conversão de propostas abandonadas pré-aprovadas.

Em cerca de dois anos, foram realizadas cerca de 30 mil vendas de cartão de crédito pelo canal digital com quase 4 milhões de acessos. Em um comparativo ao canal tradicional, uma equipe  de 255 pessoas atinge um Ebitda de R$ 1.168 por pessoa. Já, pelo canal digital, são necessários menos recursos, apenas com 9, atingindo um Ebitda de R$ 9.184 por pessoa.

As funcionalidades e processos desenvolvidos no projeto têm alto grau de complexidade, mas hoje são facilmente replicáveis.


12 dezembro, 2016

A Frente Riscos da TI – Visão 360 e Controle é uma iniciativa da área de governança de TI do Bradesco para monitorar e controlar os principais riscos de TI e proporcionar uma visão executiva e estratégica às partes interessadas (diretoria, auditorias, reguladores, controle etc.) sobre a exposição a riscos que possam afetar o negócio, por meio de Indicadores de Riscos de TI (KRIs), de uma gestão efetiva dos pontos de auditorias, das não-conformidades das áreas de TI, e da monitoração da capacidade dos processos da TI, tratando todos esses temas de forma integrada.

Embora a metodologia siga referências como ISO, ITIL, normas do Bacen e vários frameworks de governança, o Cobit 5 funciona como principal instrumento de direcionamento e integração de ações. Além de ser o principal framework de auditoria de riscos de TI utilizado mundialmente, o Banco Central do Brasil audita os processos da TI do Banco com o Cobit 5, assim como o departamento de Auditoria Interna do Bradesco.


12 dezembro, 2016

Junto ao redesenvolvimento de 55 funcionalidades transacionais, o SIMPL – Novo caixa Aqui implicou a reformulação de toda plataforma tecnológica para ganhos de segurança, usabilidade, desempenho e estabilidade do sistema, que dá ao correspondente bancário da Caixa Econômica Federal condições de prestar os serviços disponíveis nas agências. Entre as mudanças, componentes proprietários, como o controle que realizava a interface com o PINPAD, foram substituídos por tecnologias padronizadas, com mais estabilidade e gacilidade de atualização.

Desenvolvido junto à BRQ, SIMPL é implantado no nó JBoss EAP 6.3 para conter as implementações de negócio integração com os sistemas corporativos. Esta comunicação pode ser feita através do SirotCon (diretamente com os programas de mainframe). No nó JBoss EWS 2.x ficarão os artefatos de renderização de páginas implementados usando HTML, CSS e Javascript. Tais artefatos farão requisição HTTP(s) com o JBoss para consumo de dados/informações. O nó Correspondente diz respeito ao usuário do sistema Correspondente Bancário. Nesde nó, é necessária a instalação de um artefato para comunicação com os dispositivos PinPad.


12 dezembro, 2016

Utilizar os recursos de leitura de impressão digital dos dispositivos móveis para acesso aos serviços, pagamentos e outras funções foi uma das inovações para os portadores de cartão de crédito emitidos pelo Banco do Brasil, com a funcionalidade Touch ID – Biometria APP Ourocard. Além de permitir o acesso imediato à app sem a necessidade de digitar senhas, os clientes que dispõem de celulares Android com NFC podem ainda realizar pagamentos por meio dessa modalidade de autenticação..

Disponível para os clientes pessoas físicas de todos os cartões emitidos pelo Banco do Brasil (Visa, MasterCard, Elo e Amex, nas modalidades de crédito e pré-pago), a APP Ourocard reune funcionalidades de autoatendimento que abrangem todos os serviços, como pedido de um novo cartão, habilitação para uso no exterior, bloqueio temporário, ativação de um novo cartão, solicitação de cartão personalizado com foto, sem necessidade de se ir a uma agência ou ligar para a central de atendimento.


12 dezembro, 2016

O Digio é um cartão de crédito de nova geração, emitido pelo CBSS sem anuidade e com gerenciamento simplificado online por app móvel. O produto é particularmente competitivo entre os clientes da classe C, foco das demais operações do grupo. Sem crédito rotativo, com todas as operações acessíveis pela app mobile, autenticação biométrica e análises avançadas para prevenção a fraude, o Digio – Cartão de crédito e Aplicativo se sustenta em um modelo de alta eficiência operacional, que viabiliza o atendimento de qualidade, com as funcionalidades que o público efetivamente valoriza.

Conforme dados do CBSS, houve mais de 200 mil solicitações espontâneas, ainda em fase de piloto beta (sem marketing), e já se chegou a analisar mais 12 mil propostas por dia. Na prática, mais do que funcionar como instrumento de crédito, o Digio amplia o acesso a um meio de pagamento cada vez mais necessário para o consumo de serviços digitais, que usam o cartão de crédito para transações de qualquer valor.


12 dezembro, 2016

Uma redução estimada em 80% doa custos ambientais e econômicos do transporte de numerário em carros-fortes foi um dos resultados do Saque e Pague, uma iniciativa pioneira de utilização de depósitos em dinheiro para a servir a saques nos terminais de autoatendimento instalados em pontos de varejo.

O Saque e Pague agrega conveniência e segurança ao lojista, ao dispensar o acúmulo de numerário e o depósito em agências. Também reduz a necessidade de retirada e abastecimento de alto volumes de dinheiro, o que implica menor exposição a riscos para guardas de segurança transeuntes. Os bancos parceiros, por sua vez, minimizam seus custos de logística e ampliam sua oferta de serviços, com uma opção a custos compartilhados. A rede de autoatendimento tem a  projeção de gerar, até o final de 2016, 32,60 milhões de transações, com um volume de R$ 11,66 bilhões entre saques e depósitos.


12 dezembro, 2016

Com a Nova Plataforma de Crédito Rural Sicoob, a rede de cooperativas redesenhou o processo de concessão de crédito. A nova solução tecnológica se integra nativamente aos sistemas de cálculos e controle de limites, classificação de operações, worklfow, controle de alçadas e gerenciamento eletrônico de documentos, criando um ambiente unificado para as atividades relacionadas a crédito rural.

Outro importante aplicativo integrado à nova plataforma é o Sicoob Mapas, indispensável para coleta de informações para atendimento do marco regulatório do crédito rural. A plataforma permite que os usuários que atuam no processo de concessão de crédito nas cooperativas (agências) possam realizar suas funções de forma segregada (proposta, documentação, garantias, análise, formalização e liberação). Quando o cliente chega para solicitar o crédito rural, já foi previamente classificado quanto ao risco e conta um portfólio de produtos dentro de seus limites definidos.

O projeto foi desenvolvido com a linguagem de programação Java, banco de dados DB2, servidor de aplicação JBoss, camada de interação com o usuário utilizando o conceito de Rich Internet Application – Ria, com Adobe Flex Builder.


12 dezembro, 2016

Com a consolidação do novo Centro Tecnológico de Mogi Mirim (CTMM), o Itaú Unibanco precisava de uma nova rede de dados exclusiva para interligar os novos datacenters e o datacenter de São Paulo, que passa a servir como site de espelhamento. A CYLK, juntamente com a Juniper Brasil e sob liderança dos engenheiros do banco, projetou, forneceu, implantou e presta suporte técnico a um backbone baseado na família de roteadores MX960 e MX104, usados em grandes operadoras de telecomunicações do mundo.

O Novo Backbone Metropolitano utiliza redundância com circuitos atendidos por equipamentos de dois fabricantes, maximizando a disponibilidade do ambiente e mitigando o risco de paradas ocasionadas por eventuais bugs de software de um dos fornecedores. Além dos requisitos de interoperabilidade e alta escalabilidade, também pesaram os fatores de eficiência energética e custo total de manutenção, atualização e expansão da infraestrutura.


12 dezembro, 2016

Garantia dos SLAs, redução de erros operacionais e agilização dos processos foram os resultados do projeto a Nova Era dos Poderes, em que o Itaú Unibanco reestruturou toda a área de banco de atacado responsável pela manutenção de poderes dos clientes do banco de atacado, com cerca de 8000 análises/mês. O banco estima uma redução de custos diretos de R$ 560 mil ao ano, com a diminuição de 60% nas inconsistências (pendências de documentação ou na pré-análise), melhoria no fluxo de trabalho e mais agilidade nos processos.

A atividade da área de Poderes  consiste na análise de documentação societária e cadastramento de poderes no sistema utilizado por todo conglomerado, cujas informações são utilizadas para o abono de operações/instrumentos de garantias, dando respaldo legal para proteger o banco frente a possíveis ações judiciais. A experiência do Itaú Unibanco com esta solução inovadora fez com que fosse replicada no processo de manutenção de poderes do varejo.


8 dezembro, 2016

O Centro de Convenções Rooftop 5, localizado no mesmo prédio do Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, foi palco na segunda-feira (5) de uma das maiores confraternizações do país entre representantes dos Bancos, da indústria financeira, de meios de pagamento eletrônico e desenvolvedores de soluções tecnológicas. Cerca de 300 executivos participaram do coquetel que marcou a entrega do 12ª Prêmio Relatório Bancário, realizado pela Cantarino Brasileiro.

Na abertura do evento, o diretor da Cantarino Brasileiro, Marcos Cantarino ressaltou que o conjunto de cases inscritos demonstrou que os técnicos, executivos e líderes destas indústrias foram capazes, mais uma vez, de compatibilizar todas as facetas do momento e desenvolver soluções que correspondem ao status que este segmento já consolidou como vanguarda de eficiência tecnológica e grande aliada da cidadania. “As pessoas que estão aqui não são simples competidores de uma premiação. Mas são referências de excelência para a comunidade brasileira, hoje carente de bons exemplos em todas as áreas”, disse.

O evento teve o patrocínio da 7COMm, Aspect, Avaya, BSI, Conductor, CYLK, Dimension Data, Exceda, Goon, Juniper Networks, NCR, Nice, Saque e Pague, Scopus, Verint e Wittel .

A cerimônia reconheceu os melhores cases com o Prêmio Excelência, entregue às companhias desenvolvedoras de 21 projetos. A iniciativa elegeu também quatro executivos como Personalidades Financeiras do ano e concedeu cinco reconhecimentos especiais às empresas e instituições que se destacaram com contribuições que impactaram todo o setor ao longo do ano de 2016. O anuncio final, como já se tornou tradição nas outras 11 edições do evento, ficou por conta do anúncio do Banco do Ano.


8 dezembro, 2016

Ao chegar a sua 12ª edição, o Prêmio Relatório Bancário comprova ser uma das iniciativas mais prestigiadas pela indústria financeira do país, tornando-se avalista dos melhores projetos voltados ao avanço do setor. A premiação deste ano, encerrada segunda-feira (5), teve 187 cases individuais inscritos, número maior que o registrado no ano passado.

Para receber o troféu na modalidade “Prêmio Excelência”, a comissão de avaliação, composta por especialistas e profissionais de imprensa, escolheu as melhores propostas com base em critérios estabelecidos para 21 categorias distintas.

O diretor da Cantarino Brasileiro, empresa responsável pela realização do prêmio, Marcos Cantarino, explica que os jurados têm sempre a missão central de avaliar os cases com o olhar direcionado para a sustentabilidade e a inovação “Nesta edição demos ênfase para disrupção, a revolução digital e a mudança de comportamento do consumidor. Diante deste novo cenário, a resposta comprovou que nossos profissionais são bastante resilientes”, disse.

A lista de premiados é a seguinte:

  • Aplicativo – Digio
  • Autoatendimento – Saque e Pague
  • Cartões – Livelo
  • Contact Center – Bradesco
  • CRM – Banco Original
  • Data Center – Bradesco Seguros
  • Eficiência Operacional – Bradesco
  • Gestão de Documentos – Itaú
  • Inclusão Financeira – Banco do Brasil
  • Inovação em Agência – Caixa Econômica Federal
  • Inovação em Cobrança – Isban
  • Inovação em Crédito – Sicoob
  • Infraestrutura em TI – Itaú
  • Internet – Santander
  • Meios de Pagamento – Banco do Brasil
  • Prevenção à Fraude – Banco Pan
  • Processos – Itaú
  • Produtos para Conta Corrente – Banco do Brasil
  • Redes Socias – Sicredi
  • Segurança – Bradesco
  • Serviços de Integração – Banco CBSS

8 dezembro, 2016

Fundado em 1966 pelas centrais cooperativas filiadas ao Sicoob, o Bancoob fechou com chave de ouro as comemorações pelos seus 20 anos de atuação. Nesta segunda-feira (5), na cerimônia de entrega da 12º edição do Prêmio Relatório Bancário, a instituição conquistou o título de Banco do Ano.

O evento realizado pela Cantarino Brasileiro, aconteceu no Centro de Convenções Rooftop 5 e reuniu cerca de 300 pessoas com representantes de algumas das instituições mais relevantes da indústria financeira, de meios de pagamento eletrônico e desenvolvedores de soluções tecnológicas para estes setores.

Para atribuir a honraria, a comissão julgadora da premiação considerou a atuação da instituição no desenvolvimento de uma plataforma colaborativa, capaz de levar aos associados das cooperativas de crédito todas as facilidades que um banco oferece.

Além disso os especialistas salientaram que em 2016 a instituição alcançou um dos maiores marcos do sucesso desta estratégia ao assumir a 6º colocação, no ranking dos bancos brasileiros. Nesta trajetória o Bancoob subiu 28 posições.

O troféu foi recebido pelo presidente do Conselho Administrativo do Bancoob e Presidente do Sicoob, Henrique Castilhano Vilares e pelo diretor Financeiro do Bancoob, Ricardo Simone Pereira.


8 dezembro, 2016

Quatro executivos foram homenageados com o título de Personalidade Financeira na cerimônia de entrega da 12ª edição do Prêmio Relatório Bancário, realizada segunda-feira (5) no Centro de Convenções Rooftop 5, localizado, em São Paulo. A honraria uniu a instituição financeira mais tradicional do país, o Banco do Brasil a uma das companhias mais novas do setor, o Banco Original. Além deles foram agraciados profissionais da adquirente Rede e da desenvolvedora de soluções de TI Scopus Tecnologia.

Estreante no evento, o Banco Original levou o troféu Personalidade Financeira de Bancos Privados com Guilherme (Guga) Stocco, Head de Estratégia e Inovação da instituição. Um dos motivos para escolha foi a condução junto às autoridades reguladoras sobre a liberação de abertura de contas correntes por via digital.  O êxito nesta tarefa ajudou a acelerar o processo de digitalização do sistema financeiro brasileiro como um todo.

Na modalidade Bancos Públicos, o vencedor foi o Banco do Brasil, com Marco Mastroeni. No quesito Tecnologia, o executivo considerado Personalidade do ano foi Marcelo Frontini, da Scopus. Já na categoria Cartões, a personalidade financeira foi Fernando Chacon, da Rede

Além dos respectivos troféus, os quatro executivos receberam também exemplares do livro Genesis, do fotógrafo Sebastião Salgado, oferecido pela Wittel.


8 dezembro, 2016

Considerado um dos primeiros bancos com a concepção totalmente digital do país, o Banco Original foi homenageado com um Reconhecimento Especial pela comissão julgadora da 12ª edição do Prêmio Relatório Bancário em cerimônia realizada segunda-feira (5) no Centro de Convenções Rooftop 5, localizado em São Paulo.

Realizada pela Cantarino Brasileiro, a premiação destacou a filosofia inovadora da companhia que foi responsável por fazer com que, mesmo sendo tão jovem, a marca já tenha sua presença registrada na história como uma das instituições responsáveis pela adoção de práticas mais modernas e eficientes para toda a indústria financeira do país.

A organização do Prêmio Relatório Bancário fez questão de ressaltar que o vanguardismo do Original também é reconhecido internacionalmente, pois a companhia figura entre os primeiros bancos a abrir APIs no mundo para que desenvolvedores e empresas de qualquer setor da economia possam criar soluções que proporcionem experiências inéditas ao cliente. Segundo o comunicado, a previsão é que, futuramente, seja disponibilizado acesso aos serviços bancários do Original por uma TV ou até mesmo pelo painel de um carro.

O Reconhecimento Especial foi materializado em uma placa entregue pelo sócio da KPMG, Ricardo Anhesini a Wanderley Baccalá, e Márcio Linhares, respectivamente CIO e presidente do Banco Original.


8 dezembro, 2016

A cerimônia de entrega da 12ª edição do Prêmio Relatório Bancário teve um momento marcante para a 7COMm, empresa referência em prestação de serviços e soluções em TI. A companhia foi homenageada com um Reconhecimento Especial pela comemoração de seus 30 anos de atuação junto à indústria financeira do país. Neste período ela registra a concretização de mais de 800 projetos para um dos maiores bancos do país e o desenvolvimento de sistemas complexos e de missão crítica para uma das maiores Bolsas de Valores do mundo.

A comissão julgadora do Prêmio destacou ainda o fato de a 7COMm oferecer uma variedade de serviços e soluções para aprimorar os negócios como: desenvolvimento de aplicações, qualidade e testes, soluções em Cloud Computing, consultoria especializada, soluções de transferência eletrônica de dados entre sistemas e seus parceiros de negócios, integração e automação do varejo com seus fornecedores, solução de office banking online, antecipação de recebíveis e processamento de transações.

Outro destaque mencionado foi o lançamento do Pagg7, uma solução completa de pagamentos móveis, indicada para o uso em processos de compra, venda direta, autoatendimento e e-commerce. A placa comemorativa foi entregue pelo diretor do Bradesco, Antônio Melhado à diretora da 7COMm, Estefanie Takase.


8 dezembro, 2016

Um vídeo institucional contando a trajetória da NCR desde o início de sua atuação no Brasil em 1936 abriu a programação da cerimônia de entrega da 12ª edição do Prêmio Relatório Bancário, realizada segunda-feira (5) em São Paulo. Na sequência, o presidente da NCR do Brasil, Marcelo Zuccas recebeu uma placa que representa o Reconhecimento Especial da comissão julgadora à companhia.

O prêmio marca a comemoração dos 80 anos de operação da NCR Corporation, líder global em soluções omnichannel no país. Neste período, a empresa construiu uma fábrica de terminais de autoatendimento na cidade de Manaus que hoje é responsável pela produção dos equipamentos comercializados em toda América Latina. Em 2010 a NCR inaugurou a segunda fábrica, destinada a produção de cofres e produtos como os quiosques de terminais de autoatendimento encontrados em shoppings, supermercados, e outros locais.

Hoje a empresa é responsável por executar mais de 600 milhões de transações financeiras todos os dias nos setores de varejo, financeiro e hospitalidade. No ano passado investiu US$ 230 milhões em pesquisa e desenvolvimento. Somente no Brasil ela conta com mais de 800 colaboradores que este ano comemoram os 80 anos de atuação da empresa no país.


8 dezembro, 2016

A 12ª edição do Prêmio Relatório Bancário, entregou dois troféus de Reconhecimento Especial a iniciativas que atuaram de forma destacada no apoio ao desenvolvimento de startups financeiras em 2016. Uma delas foi o Inovabra, programa de inovação do Bradesco. A outra é o FintechLab, hub de inovação que se consolidou como uma das principais fontes de consulta para pessoas, startups, empresas e investidores.

O Inovabra chegou à sua terceira edição com a expectativa de superar os milhares de projetos inscritos nas duas edições anteriores e com o incremento do InovaBra Ventures, fundo de investimentos em startups, com R$ 100 milhões de capital proprietário. O troféu foi recebido por Fernando Freitas, do Bradesco.

Já o Fintechlab consolidou seu “Radar Fintechlab”, que já soma mais de 200 empresas, como uma das principais referências sobre o ecossistema de fintechs existentes no Brasil atualmente. O prêmio foi entregue por Regina Crespo ao diretor da instituição, Marcelo Bradaschia.

O diretor da Cantarino Brasileiro, Marcos Cantarino, explicou que reconhecer as iniciativas que se dedicaram a impulsionar o crescimento deste setor ao longo do ano é uma demonstração de conexão do Prêmio com a realidade do mercado “O movimento fintech veio para ficar e incentivar seu desenvolvimento é dar uma parcela de contribuição na busca de modernidade, eficiência e redução de custos para toda a indústria financeira. Por isso, a Cantarino Brasileiro realizará em 2017, entre outros eventos, o Fintech Award Latam, premiação que movimentará o setor em toda a América Latina”, diz.


1 dezembro, 2016

O consórcio de blockchain R3, um coletivo de cerca de 70 bancos e instituições financeiras dedicada ao desenvolvimento de tecnologia de contabilidade distribuída, anunciou ontem (30) o cumprimento de sua promessa inicial de liberar a plataforma Corda para a colaboração pública. A entidade descreve a solução como um instrumento que registra, executa e gerencia contratos financeiros das instituições com seus pares e que, ao contrário de muitas iniciativas feitas por fintechs, foi desenvolvido em estreita colaboração com grandes instituições bancárias ao redor do mundo.

Para o consórcio, a plataforma Corda captura os benefícios dos sistemas blockchain, mas com opções de design que a tornam capaz de atender às necessidades de instituições financeiras regulamentadas. Fundamentalmente, o Corda restringe o acesso a dados dentro de um acordo apenas para aqueles que precisam para validá-lo.

David Rutter, executivo-chefe do R3, disse que o sucesso da aplicação nos serviços financeiros baseia-se na possibilidade das novas soluções serem capazes de trabalhar de forma integrada. “As aplicações estão sendo construídas. Elas precisam ser interoperáveis e comuns, assim como os protocolos comuns em que a internet opera hoje. Abrir a possibilidade para o abastecimento é o próximo passo na transformação do Corda em uma dessas plataformas”, disse.


1 dezembro, 2016

Após ser implantado em 14 países (Estados Unidos, Canadá, Áustria, Bélgica, República Tcheca, Dinamarca, Finlândia, Alemanha, Hungria, Holanda, Noruega, Espanha, Suécia e Reino Unido), finalmente deve chegar ao Brasil o Mastercard Identity Check Mobile, solução da bandeira internacional que permite aos portadores de cartão substituir suas senhas por reconhecimento facial através de selfies. O anúncio foi feito durante o Fórum Anual de Inovação para a América Latina e o Caribe.

Em seu comunicado, a Mastercard comenta que a nova tecnologia simplifica as compras online. Ela trabalha com biometria, incluindo impressão digital e reconhecimento facial, para verificar a identidade do portador do cartão.  Segundo a empresa, tradicionalmente os métodos de verificação de identidade existentes levam os compradores para fora do site ou do aplicativo da loja e geralmente exigem que os compradores insiram uma senha para concluir a compra.

O Mastercard Identity Check Mobile elimina a necessidade de os portadores de cartão lembrarem de senhas, agilizando muito a experiência de finalização da compra digital e aumentando a segurança. O portador do cartão pode verificar sua identidade utilizando o scanner de impressão digital ou através de tecnologia de reconhecimento facial, bastando tirar uma ‘selfie’ em seu smartphone.

“Estamos concentrando nossos esforços na simplificação da experiência de pagamentos online, sem comprometer a segurança,” disse Ajay Bhalla, presidente de Risco e Segurança Corporativos da Mastercard. “Hoje estamos diante de um marco na evolução dos pagamentos. Após a revolução nas compras físicas com inovações como a tecnologia de chip, agora temos pagamentos sem contato e dispositivos ‘wearable’”, complementa.


1 dezembro, 2016

A Rede, uma das empresas líderes no mercado de meios eletrônicos de pagamento, anunciou nessa da semana ter iniciado em novembro a captura das transações da bandeira de alimentação e refeição Alelo, que conta com aproximadamente oito milhões de cartões emitidos. Com o objetivo de aumentar a capilaridade e a importância da aceitação regional para os seus clientes, a adquirente adotou a estratégia de fazer um forte investimento neste semestre em um programa de captura de novas bandeiras. Com isso ela registrou desde julho a aceitação de outras quatro novas marcas, além da Alelo.

Uma delas é o Banescard, cartão de débito e crédito de bandeira própria do Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes), presente em todos os municípios capixabas e com filial em São Paulo, com mais de um milhão de cartões. A lista inclui também a JCB, bandeira japonesa com presença em mais de 190 países e 90 milhões de cartões emitidos. Atualmente, a aceitação desta bandeira auxilia dos cartões emitidos no Brasil a partir do ano que vem.

Já a captura da VR, marca tradicional que atua há quase 40 anos em âmbito nacional, com uma bandeira de benefícios com mais de um milhão de cartões emitidos e processados em 2016, beneficiará diretamente os ramos de restaurantes, supermercados, combustível e serviços para o automóvel.

Finalmente, em outubro, a Rede passou a capturar as transações da bandeira CREDZ, com forte atuação na região Sudeste, principalmente nos segmentos de vestuário, calçados, cama, mesa e banho, materiais de construção, entre outros, com mais de 400 mil cartões.

“Com a captura dessas novas bandeiras levaremos mais oportunidades de negócios para nossos clientes”, explica Fernando Chacon, presidente da Rede.


1 dezembro, 2016

Um recente estudo feito pela Verint em parceria com a Opinium, com o objetivo de avaliar como as empresas devem proceder para alcançar o equilíbrio entre o atendimento digital e humano revelou que o nível de complexidade da tarefa a ser executada representa um fator determinante para a escolha da alternativa correta entre as duas opções. No caso da realização de um serviço considerado simples, 64% dos consumidores preferem a opção dos canais digitais. Já na situação de necessitar uma operação mais complexa, até 67% preferem a interação humana.

O trabalho levou em consideração as respostas de 24 mil consumidores e mil empresas distribuídas por 12 países. Além desta constatação, a abordagem demonstrou que mesmo com toda a revolução digital, manter um elemento humano continua sendo um fator essencial. Cerca de 80% dos entrevistados informaram que preferem um serviço de atendimento ao cliente com interações humanas a alternativas digitais e 83% acreditam que falar com um representante de atendimento ao cliente ao telefone ou na loja física será sempre importante.

Outras revelações significativas se referem à prioridade máxima que as pessoas atribuem a temas como personalização, segurança e privacidade. Nove em cada dez consumidores estão preocupados com a segurança e privacidade de seus dados, à medida que a demanda por serviços mais personalizados aumenta para 54%.

Além disso, a pesquisa mostrou que apesar de estarem impulsionando a revolução digital, os chamados ‘nativos digitais’ ainda não estão totalmente satisfeitos. Dois terços dos consumidores participantes da pesquisa (67%) e 94% das empresas acreditam que o serviço de atendimento ao cliente on-line e através de dispositivos móveis precisa ser mais rápido e mais intuitivo para satisfazer os usuários finais.


1 dezembro, 2016

As startups interessadas em participar da terceira edição do InovaBra têm somente até o dia 9 de dezembro para efetuar suas inscrições. A novidade deste ano é que os cases escolhidos poderão contar com o apoio do InovaBra Ventures, um fundo de investimentos em startups, no modelo de corporate venture, com R$ 100 milhões de capital proprietário.

O programa, desenvolvido pelo Bradesco com foco em descobrir projetos inovadores que tenham soluções aplicáveis ou com possibilidade de adaptação no setor de produtos e serviços financeiros, permite às startups testarem suas soluções com clientes reais.

O objetivo é estabelecer parcerias para acelerar o processo de entrega de experiências inovadoras aos clientes e oferecer como contrapartida a possibilidade dessas startups escalarem seus negócios rapidamente uma vez que as soluções podem ser distribuídas para os 69 milhões de clientes, em mais de 60 mil pontos de atendimentos, além de 55 sites de internet e 62 aplicativos móveis. As inscrições podem ser feitas no site www.inovabra.com.br

Os interessados devem apresentar projetos inovadores de startups em qualquer segmento, com soluções aplicáveis ou com possibilidade de adaptação ao segmento financeiro, principalmente relacionados a produtos e serviços, varejo, canais digitais, meios de pagamento, seguros, e que enderecem desafios nos seguintes temas: pagamentos, algoritmos, segurança, engajamento de clientes, gerenciamento financeiro, plataformas de investimentos, crowdfunding, customização massificada, IOT, blockchain e inteligência artificial.


1 dezembro, 2016

A Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), publicada ontem (30), revelou que no mês de novembro o número de famílias endividadas no Brasil atingiu o total de 57,3%. Além de apresentar um patamar inferior ao de outubro, quando o percentual era de 57,7%, a nova marca significa o menor índice desde julho de 2012.

De acordo com a CNC, as dívidas estão entre cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro. O percentual das famílias com dívidas ou contas em atraso também diminuiu na comparação mensal: de 23,8% para 23,4%. Já na comparação anual, no entanto, houve um aumento: em novembro de 2015, o total era de 22,7%.

Em relação ao mês passado, também caiu o percentual das famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que portanto permaneceriam inadimplentes: 9,1% em novembro ante 9,4% em outubro. No mesmo período do ano passado, o total era de 8,5%.

A proporção das famílias que se declaram muito endividadas também melhorou entre os meses de outubro e novembro – com queda de 14,2% para 14,1%. Na comparação anual, houve alta de 0,7 ponto percentual.

Entre as famílias com conta ou dívida em atraso, o tempo médio foi de 63,3 dias. Já o tempo médio de comprometimento com dívidas é de sete meses, sendo que 33,5% possuem dívidas por mais de um ano. Além disso, 21,3% afirmaram ter mais da metade da sua renda mensal comprometida com o pagamento de dívidas.

O cartão de crédito foi apontado por 77,2% das famílias como o principal tipo de dívida, seguido de carnês (14,3%) e financiamento de carro (10,5%).


1 dezembro, 2016

A CI&T, especialista global em soluções digitais, inaugurou oficialmente o Prisma, um novo espaço de criação de experiências digitais. Localizado em Campinas (SP), no Pólis de Tecnologia, onde mantém sua sede, o ambiente recebeu investimentos de R$ 10 milhões em uma estrutura de 4,6 mil metros quadrados onde é possível vivenciar na prática experiências com tecnologias de ponta como Internet das Coisas (IoT) e Machine Learning, além da experimentação com protótipos físicos (impressos em 3D, ali mesmo) e digitais.

A CI&T explica que a nova sede aumentará sua estrutura para conduzir grandes empresas às mudanças exigidas pelo novo consumidor da era digital, trabalhando lado a lado na execução efetiva dessa transformação e acelerando o caminho desde a definição de estratégias até o sucesso de produtos digitais. O diretor executivo responsável pela concepção do Prisma da CI&T, Daniel Jerozolimski, explica que as salas são especialmente concebidas para o trabalho de cocriação, onde equipes multidisciplinares desenham novos serviços e produtos baseados em soluções digitais.

“A cultura da CI&T privilegia espaços modernos, colaborativos e que fomentam a inovação. Por essa razão, oferecemos ambientes descontraídos que estimulam a integração das equipes, incentivam a criatividade e a geração de insights no trabalho”, destaca Daniel.

A empresa também utiliza design sprints com seus clientes, apostando nesse método extremamente enxuto e eficaz para a solução de problemas complexos de maneira criativa. No método são usados apenas cinco dias para responder questões críticas de negócios através de design, prototipagem e teste das ideias com usuários.


1 dezembro, 2016

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou na sessão de terça-feira (29) o Projeto de Lei do Senado (PLS) 407/2016 que tem como objetivo limitar os juros cobrados nas operações feitas com cartões de crédito. A ideia é que o percentual aplicado não seja superior a uma proporção de duas vezes a taxa do Certificado de Depósito Interbancário (CDI). Atualmente a alíquota praticada no CDI mantém-se próxima à Selic e, em novembro de 2016, correspondeu aproximadamente a 14% ao ano. Desta forma, se o projeto fosse transformado em lei hoje, a taxa anual dos cartões de crédito ficaria limitada a 28%.

O relator, senador Lindbergh Farias (PT-RJ), observou que a taxa média do rotativo do cartão de crédito para pessoas físicas chegou a 480% em setembro de 2016, patamar que considerou excessivo. “Isso faz com que uma dívida de R$ 1 mil de um trabalhador que compre no cartão de crédito e venha a perder seu emprego posteriormente chegue ao montante de R$ 6,6 milhões em cinco anos”, calculou Lindbergh.

Autor do projeto, o senador Ivo Cassol (PP-RO) disse que os juros abusivos exigem limites regulatórios. Segundo ele, a despeito de alguns esforços que foram feitos, as taxas de juros “ainda são exorbitantes”, especialmente as cobradas em empréstimos na modalidade do rotativo do cartão de crédito.

Com a decisão da CAE nesta terça-feira, o projeto seguirá para votação em Plenário.


24 novembro, 2016

Entre os dias 7 e 8 de dezembro o hotel Crowne Plaza Times Square, em Nova York, receberá o Big Data & Analytics for Banking Summit, evento que reunirá mais de 150 especialistas para tratar de temas como blockchain, machine learning, entre outros.

Os palestrantes falarão a respeito dos mais recentes desenvolvimentos em criptomoeda, análise de dados e Fintechs. Estarão presentes personalidades como Liana Guzman, VP de Marketing & Comunicações da Blockchain.info. Ela abordará o tema sob a perspectiva de como os bancos podem adotar Blockchain e outras tecnologias disruptivas para ganhar vantagem competitiva. A executiva será acompanhado por representantes de instituições como Citi, PNC Bank e AIG, entre outros.

Anand Balasubramanian, vice-presidente de Gestão e visualização de dados do Goldman Sachs, também apresentará seus conceitos. Ele demonstrará um pouco da experiência do Goldman Sachs que recentemente registrou uma patente intitulada “Sistemas e Métodos para atualizar um Ledger distribuído com base em validações parciais de transações”, que tem o objetivo de aumentar o nível de privacidade entre as partes envolvidas no mercado de câmbio.

Em uma pesquisa recente da Accenture intitulado “Blockchain: Como os bancos estão construindo uma rede global de pagamentos em tempo real”, foi detectado que 90% das principais instituições dos EUA, Canadá, e dos bancos europeus estão atualmente explorando a tecnologia blockchain no campo de pagamentos, gestão de ativos, seguros e conformidade entre outras áreas nas quais o blockchain pode ter um impacto real.

Mais informações podem ser obtidas no site do evento:

https://theinnovationenterprise.com/summits/big-data-analytics-for-banking-summit-new-york-2016?utm_source=Coindesk&utm_medium=PR&utm_term=Overview&utm_content=Nov+&utm_campaign=BDA+Bank+NY+2016


24 novembro, 2016

A GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, realizará no dia 30 de novembro, às 11 horas, um webinar para avaliações e detalhamento do estudo intitulado ‘“Pagamentos Móveis 2016: análise do mercado atual, impactos e recomendações para o setor bancário”. O trabalho fornece uma visão abrangente dos oito principais mercados internacionais: Alemanha, Suíça, Espanha, Itália, Reino Unido, EUA, Brasil e China. O evento é gratuito e as vagas são limitadas. As inscrições podem ser realizadas pelo site http://bit.ly/2fvGET0.

De acordo com as informações já divulgadas pela companhia, as soluções de pagamento móvel continuam ganhando importância em nível global. No Brasil o estudo mostra uma acelerada evolução com entrada de novos players, especialmente fintechs, convivendo com os tradicionais provedores do mercado que também buscam inovação em serviços de pagamento. A análise compara a evolução destes mercados chave e os progressos alcançados desde o último estudo realizado pela GFT em 2012, analisando como o mercado tem se desenvolvido desde então e onde é necessária uma ação decisiva no setor bancário.

“O futuro das operações de pagamento é determinado pela evolução das cadeias de criação de valor que estão crescendo e cada vez ficando maiores e mais complexas. Outros concorrentes, na área ainda dominada por bancos e operadoras de pagamento, são as Fintechs”, pontua o diretor executivo da GFT Alemanha, Bernd-Josef Kohl. Segundo ele, em muitos países novos competidores estão abrindo caminho no mercado. Dentre os entrantes estão, de um lado, os fabricantes de smartphones, que trazem consigo um amplo conhecimento do sistema operacional móvel aliado às ideias disruptivas de negócios, e de outro, as poderosas empresas de internet, particularmente interessadas na monetização dos seus relacionamentos com os clientes por meio de uma carteira móvel.


24 novembro, 2016

Se ao invés de adquirir uma nova dívida o consumidor quiser se livrar de suas pendências, a Black Friday também pode ser uma opção. Neste caso o endereço procurado não deve ser uma loja, mas sim um banco, pois algumas instituições financeiras decidiram aproveitar o período de liquidações que começa oficialmente à 0h desta sexta-feira (25) para oferecer condições especiais aos seus clientes.

A Caixa Econômica Federal, por exemplo, está praticando uma redução de até 20% nas operações de renegociação praticadas nesta semana. As promoções se estendem para as empresas. O banco também oferece taxas mínimas de juros reduzidas para linhas de crédito pessoal (CDC, Consignado e Crédito Auto).

O Santander também promove uma semana de condições diferenciadas para seus produtos e serviços, tanto para pessoas físicas quanto jurídicas. Ao todo serão oferecidas condições especiais para cerca de 20 produtos. No crédito pessoal e consignado, por exemplo, a redução na taxa de juros é de 15%. Os produtos de investimentos também participarão da ação.

No Banco do Brasil, os descontos são no financiamento de veículos pelo aplicativo BB; na contratação de seguros; preço diferente na aquisição de pontos e bônus na transferência para os parceiros do programa Ponto pra Você; desconto nos catálogos Livelo e Dotz; preços distintos de trechos aéreos no Viaje com pontos e vantagens pela utilização da Stelo, entre outras promoções.


24 novembro, 2016

O Santander disponibilizou ontem (23) nas lojas virtuais a plataforma digital Santander Way. A solução possibilita a realização de compras via aplicativo (carteira digital), o uso de cartão virtual nas compras online e ainda a conversão da compra em bônus do programa de fidelidade do Banco, o Santander Esfera. O aplicativo está disponível para os sistemas operacionais Android, versão 4.4 ou superior, e IOS, versão 8 ou superior e pode ser usado por correntistas e não correntistas da instituição.

O superintendente executivo de Cartões do Santander, Rodrigo Cury informa que o Santander Way reúne mais de 20 funcionalidades relacionadas às operações com cartões, muitas das quais só estavam disponíveis pela central de atendimento. “No curto prazo, o potencial de redução do contato do cliente com os canais físicos do Banco é de 50%,” disse.

Um dos recursos disponíveis é o cartão virtual, que nas compras online alterna apenas o código de segurança do cartão. Outras funções já liberadas no aplicativo são: a visualização da timeline das transações recentes; consulta de saldo, limite total e limite utilizado; habilitação para uso no exterior; gestão do limite de crédito; consulta de saldo e extrato do Bônus Esfera; notificações sobre a fatura (fechamento, vencimento e atraso); desbloqueio e ativação do cartão (titular e adicional); cadastro de fatura por e-mail; e consulta de senha e chave de segurança.

Também é possível parcelar a fatura; contratar cartão adicional; solicitar 2ª via da fatura por e-mail; cadastrar a fatura em débito automático; bloquear o cartão por perda ou roubo; e copiar o código de barras para pagamento da fatura em outro canal.


24 novembro, 2016

Segundo dados apurados pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), o mercado de seguros supervisionado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) registrou crescimento de 7,2% em sua receita no período de janeiro a setembro deste ano na comparação ao mesmo período de 2015. O estudo registra um montante superior a R$ 170 bilhões arrecadados no acumulado do ano.

“Com este resultado, mantivemos a dinâmica de crescimento vista no segundo trimestre, de 8,7%, sinalizando uma tendência diferente da vista no primeiro trimestre, quando o segmento cresceu 3,6%, desempenho que assustou o mercado que vinha crescendo dois dígitos”, afirmou o presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano, ao chamar ainda a atenção para o equilíbrio que se mantém devido à estabilidade de ramos como massificados, patrimoniais e seguro de Pessoas.

Diante deste desempenho, Marcio Coriolano reiterou a expectativa para o crescimento do setor em 2016, de 8% a 10% em prêmios emitidos. Ele lembrou que o quarto trimestre tem forte peso no resultado anual do setor, uma vez que as pessoas contratam ou reforçam seus planos de previdência para abater o Imposto de Renda (IR).

O executivo diz que ainda é difícil fazer projeções sobre 2017. Segundo ele é preciso ter o quarto trimestre materializado. Além disso, Coriolano pondera que há vários fatores que dependem de um desfecho e que podem influenciar o desempenho do mercado de seguros no próximo ano. Como exemplo, ele cita a ampliação do Seguro-Garantia para obras públicas, a reforma da Previdência Social, a aprovação do Seguro de Vida Universal, que combina coberturas de previdência, e ainda eventos macroeconômicos, como a votação da PEC dos gastos públicos do governo, além da volatilidade gerada com a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos.


24 novembro, 2016

O Banco Central (BC) anunciou ontem (23) a criação do Comitê para Assuntos de Relacionamento do Cidadão com o Sistema Financeiro e com o Banco Central (Comitê do Cidadão). De acordo com a comunicação, o órgão será integrado por chefes de unidades do BC relacionadas a assuntos de interesse do cidadão: relacionamento institucional e cidadania; atendimento institucional; educação financeira; supervisão; meio circulante e ouvidoria.

A rotina de trabalho estabelece que o grupo se reunirá ordinariamente ao menos uma vez a cada trimestre e apresentará aos diretores das áreas envolvidas relatório semestral de suas atividades, com indicação das sugestões de melhoria do relacionamento do cidadão com as instituições do Sistema Financeiro e com o Banco Central.

Além do novo comitê, o Banco Central também anunciou a criação da Política de Relacionamento do Banco Central com o Cidadão e Partes Interessadas, identificadas como organizações ou indivíduos que se relacionam com o BC e com o Sistema Financeiro Nacional, com atuação em temáticas afeitas ao cidadão.

Segundo o BC, a política tem o objetivo de garantir a efetividade do relacionamento do Banco Central com a sociedade, por meio da oferta de serviços, do diálogo e da prestação de contas, como fator indispensável à satisfação do interesse público, à promoção da cidadania e ao cumprimento da missão institucional.


24 novembro, 2016

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta semana em Brasília, um crédito de R$ 26 bilhões para investir em habitação até o final deste ano, em todo o Brasil. O anúncio foi feito durante encontro com o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Distrito Federal (Sinduscon/DF) e empresários do setor imobiliário e da construção.

Durante o evento, o vice-presidente de Habitação do banco, Nelson Antonio de Souza, lembrou que a Caixa detém 66,7% do crédito imobiliário no Brasil. “No início de 2016, havia R$ 67 bilhões para habitação. Fomos atrás de mais recursos e hoje temos R$ 93 bilhões, mais do que em 2015”, recordou. “Podem contratar. É importante aplicarmos esses recursos.”

Nelson Souza anunciou ainda que nesta semana o Ministério das Cidades e a Caixa vão assinar contrato para a retomada das obras de 8,6 mil casas e apartamentos do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) em todas as regiões do País.

O programa já entregou mais de 3 milhões, das 4,5 milhões de unidades contratadas. Segundo o vice-presidente, a Faixa I do MCMV já está com orçamento garantido para 100 mil unidades em 2017.

A Caixa anunciou ainda ter financiado a construção do primeiro prédio construído em madeira no Brasil. O empreendimento de três pavimentos com tecnologia sustentável foi montado em 40 horas no município paranaense de Araucária e se destina ao programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). A tecnologia já havia sido usada na construção de casas para o programa atendendo a mais de 10 mil famílias. Ela usa painéis de madeira – sistema já homologado pela CAIXA e pelo Ministério das Cidades.

Segundo a gerente nacional de Padronização e Normas Técnicas para a Construção Civil da CAIXA, Anna Paula Cunha, a tecnologia é nova no Brasil, mas já consolidada em outros países. “No Canadá, por exemplo, essa tecnologia é comum, tem uma indústria florestal bastante consolidada”, explica a gerente.


24 novembro, 2016

Aproximadamente um mês depois do anúncio da criação da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) por startups financeiras com atuação em segmentos variados como Allgoo, Urbe.me,Yubb, Conexão Fintech, Meu Câmbio entre outras,  foi divulgada ontem (23) a fundação da Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD), que reúne algumas das principais fintechs de crédito do pais, como Biva, BankFacil (BKF), Geru, Just, Lendico, Simplic e Trigg.

A nota da nova entidade afirma que seu objetivo é impulsionar o desenvolvimento do setor de crédito online no Brasil e consolidar as boas práticas do segmento. A associação atuará no relacionamento com órgãos reguladores, de proteção ao crédito e defesa do consumidor, bancos e outras instituições financeiras.

A ABCD informou também que já nasce com um código de conduta e melhores práticas. Ela diz que uma de suas principais pautas é o desenvolvimento do mercado de forma que o consumidor brasileiro seja beneficiado com o aumento de eficiência do setor.

“A entrada das fintechs no mercado trouxe variedade à oferta de produtos e serviços financeiros, diminuiu o tempo gasto na contratação, aumentou a segurança e a praticidade, e tornou o atendimento mais amigável e personalizado”, diz o comunicado da ABCD.

Além da melhor experiência do usuário, as empresas de serviços financeiros digitais têm gerado renda e novos empregos. Um recente estudo da consultoria McKinsey mostra que o setor poderá criar até 4 milhões de novos empregos e representar um aumento de PIB no Brasil de 5,5% até 2025. A associação é aberta e receberá outras empresas que trabalham com crédito digital no País.


17 novembro, 2016

Cerca de 1,2 milhão de consumidores de todo o país já participaram do Super Feirão Limpa Nome da Serasa Experian para negociar dívidas atrasadas. A iniciativa conta com a participação de 43 empresas que oferecem vantagens e condições exclusivas de pagamento. O projeto funciona pela internet e termina no dia 26 de novembro. Pelo canal é possível renegociar dívidas atrasadas diretamente com os credores de forma gratuita, de qualquer lugar do país.

De acordo com o balanço preliminar anunciado pela entidade, para os sete primeiros dias do evento, o estado de São Paulo está na liderança com 33,37% dos acessos. Em seguida estão Rio de Janeiro (13,86%), Minas Gerais (7,87%), Bahia (6,13%), e Paraná (4,77%).

Para participar, o consumidor deve acessar o site do evento e preencher o cadastro. Depois, ele é direcionado a uma página em que estarão listadas todas as dívidas que constam na base de dados da Serasa. Para as dívidas com as empresas participantes serão apresentados os canais de atendimento disponíveis (telefones, e-mail e chat).

Em seguida, o consumidor entra em contato com as empresas para negociar e, em alguns casos, o boleto já pode estar disponível com proposta individualizada feita pelo próprio credor. De acordo com a Serasa Experian, o site é desenvolvido em ambiente protegido e seguro, o que dá ao consumidor tranquilidade para inserir dados pessoais de qualquer computador.

“O consumidor deve aproveitar a oportunidade para limpar seu nome porque as empresas estão dispostas a oferecer boas propostas. Ele também pode apresentar alternativas que realmente caibam no seu bolso para se livrar da inadimplência. Para quem está empregado, é a época de recebimento do 13º salário que pode ajudar a complementar ou pagar todo o montante da dívida atrasada. Este é o momento para o cidadão limpar o nome”, observou o gerente de Recuperação de Crédito da Serasa, Raphael Salmi.


17 novembro, 2016

A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido de R$ 3,4 bilhões no acumulado do ano até setembro. Apenas no terceiro trimestre, a instituição obteve ganho de R$ 998,1 milhões. O balanço do banco, que foi divulgado segunda-feira (14), apresenta avanços na geração de receita de crédito, qualidade da carteira e controle dos gastos.

A carteira de crédito ampla apresentou saldo de R$ 699,6 bilhões, crescimento de 5 % em 12 meses e participação de 22,2% no mercado, avanço de 1,4 ponto percentual. “O crescimento das operações de habitação, saneamento infraestrutura e crédito consignado, que possuem baixo risco, foram os principais responsáveis pelo aumento da carteira”, destacou o banco.

O crédito habitacional, principal segmento de crédito da Caixa, registrou saldo de R$ 401,5 bilhões, com evolução de 6,7% em 12 meses. Esse salto representa 66,8% do mercado. As operações de saneamento e infraestrutura apresentaram saldo de R$ 77,8 bilhões, avanço de 13,8% em 12 meses.

As operações comerciais com pessoas físicas e pessoas jurídicas totalizaram R$ 193,5 bilhões, redução de 1,9% em 12 meses, influenciadas principalmente pelo segmento pessoa jurídica que apresentou queda de 4,2%.

O segmento comercial pessoa física apresentou estabilidade no mesmo período, tendo como destaque o crédito consignado que cresceu 8% e fechou o terceiro trimestre com saldo de R$ 62,9 bilhões.

Os números mostram ainda que a inadimplência superior a 90 dias ficou dentro do planejamento da instituição. De acordo com o balanço, o índice encerrou setembro em 3,48%, número abaixo da média de mercado, que hoje está em 3,73%.


17 novembro, 2016

O Sicoob anunciou ontem (16) que o resultado financeiro das instituições associadas ao sistema alcançou R$1,9 bilhão no acumulado até setembro deste ano. Os dados consolidados neste 3º trimestre representam um acréscimo de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Seguindo as regras do cooperativismo financeiro, uma das vantagens do sistema é que parte deste resultado será revertido em distribuição de sobras aos associados ao final do exercício.

Entre julho, agosto e setembro deste ano os depósitos totais cresceram 25,7% em relação a setembro de 2015, chegando a R$ 46,5 bilhões. Já o patrimônio líquido somou R$ 15,7 bilhões, um aumento de 14,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. O capital social também teve elevação de 16%, contabilizando R$ 10,3 bilhões, resultado direto da elevação de 11,1% em número de cooperados, que fechou o período com 3,5 milhões. Em ativos totais, o Sicoob fechou o 3º trimestre com variação de 18% em relação ao 3º trimestre de 2015, alcançando R$ 74,1 bilhões.

Em número de agências, o crescimento foi de 7,6%, em um ano, chegando a 2.039 distribuídas em 100% do território nacional. Em relação a pontos de atendimento, o aumento foi de 6%, somando 2.525. Para suportar este crescimento, o sistema aumentou em 18,4% o número de funcionários, fechando o trimestre com mais de 30 mil pessoas.

Henrique Villares, presidente do Sicoob, avalia os números positivos como resultado da representatividade nacional e contribuição significativa no desenvolvimento econômico e social de seus cooperados. “Estamos presentes em todos os estados brasileiros realizando um trabalho fundamental na vida financeira de indivíduos, famílias, empreendedores, pequenos empresários, profissionais liberais e produtores rurais”, finaliza Villares.


17 novembro, 2016

A Verint acaba de anunciar que realizará, no dia 30 de novembro, um webinar com o título de “O poder do Speech Analytics”. O evento marcado para as 14 horas, no horário de Brasília, terá o objetivo de demonstrar como as empresas podem analisar as interações com seus clientes usando a própria voz dos mesmos de forma inteligente, rápida e precisa. A empresa afirma que a observação massiva do contexto completo de interações auxilia no entendimento da causa raíz dos diversos problemas que podem estar afetando tanto a receita quanto o índice de satisfação dos clientes.

No comunicado sobre o webinar a Verint explica que recursos como a detecção automática de temas e análise de tendências de termos e categorias trazem à superfície questões desconhecidas pela empresa, permitindo resultados praticamente instantâneos.

No mês de outubro a Verint recebeu as melhores notas em cinco categorias relacionadas à satisfação de revendedores e em outras dez associadas à satisfação com o produto, na nova pesquisa “Speech Analytics Product and Market Report 2016/2017”, realizada pela DMG Consulting LLC. A empresa também foi indicada como “Speech Industry Star Performer 2016” pela revista Speech Technology e recebeu o prêmio “Speech Technology Excellence” pela revista CUSTOMER.

De acordo com o relatório da DMG, a Verint recebeu as melhores notas – cinco de cinco – nas seguintes categorias de satisfação dos revendedores: Serviço e Suporte Contínuos, Serviços Profissionais, Capacidade de Resposta às Solicitações de Melhoria do Produto, Comunicação e Satisfação Geral do Revendedor.

Para participar do webinar basta se inscrever por meio do endereço:

http://info.verint.com/LP=3268?s=701w0000001dYIhAAM%20&e=4183&d=Verint&m=RegForm&v=CALA-Br_email?elqTrackId=ede867ed42f64cdc81bf8d88923cd1c4


17 novembro, 2016

A Rádio Internacional da China (CRI), uma emissora estatal que transmite sua programação para todo o mundo, divulgou ontem (16) nota a respeito de trabalhos de pesquisa sobre moeda digital, uma vez que o país espera utilizar novas técnicas para tornar as transações financeiras mais transparentes e eficientes. De acordo com a nota, apesar de ter o mesmo conceito e ser baseada em blockchain, a mesma tecnologia do Bitcoin, a moeda digital da China terá uma configuração diferente. Enquanto o Bitcoin não é vinculado a um banco ou governo, a versão chinesa será emitida pelo banco central do país e apoiada legalmente pelo governo como uma alternativa ao papel-moeda.

Desde que a China lançou planos para uma moeda digital com apoio legal em 2014, duas rodadas de revisões do plano original foram realizadas, disse Yao Qian, funcionário do banco central que lidera o centro de pesquisa de moeda digital. Ele declarou à CRI que primeiro a China introduzirá a moeda em certos mercados monetários e promoverá seu uso de forma gradual e cautelosa. Segundo ele, comparada com o papel-moeda tradicional, a moeda digital utiliza técnicas criptográficas sofisticadas, custa menos para circular, melhora a eficiência das transações e aumenta a transparência.

Mais de 50 pessoas participaram de um seminário recente incluindo representantes do Minsheng Bank, China Everbright Bank, Hua Xia Bank, Prudential Bank and Insurance Group junto com executivos da Air China, China Eastern Airlines e Shenzhen Airlines além de pesquisadores da Universidade Beihang. Durante a reunião foi abordado o potencial do blockchain para influenciar a infra-estrutura financeira em todo o país, suas vantagens competitivas que poderiam ser adquiridas por instituições dispostas a se adaptar e responder rapidamente aos avanços na tecnologia financeira.


17 novembro, 2016

O Banco do Brasil realizou ontem, no Brasília Palace Hotel, o “Workshop Desenvolvimento Sustentável”, com o objetivo de atualizar o Plano de Sustentabilidade BB – Agenda 30 para o período 2017-2019. Na ocasião, foi assinado um acordo de cooperação técnica para apoio ao empreendedorismo.

Participaram do evento mais de 100 executivos das diversas áreas da instituição, além de profissionais do mercado, como o professor Eduardo Giannetti e representantes da ONU/PNUD, Ieva Lazareviciute, da Febraban, Mario Sergio Vasconcelos, e do WWF-Brasil, Roberto Waack.

As iniciativas da Agenda 30 BB contribuem para o posicionamento estratégico da empresa em alinhamento com o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU; para a conformidade com a Resolução CMN 4.327; e para performance do BB em importantes índices do mercado de capitais como o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBOVESPA, e o Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI), da Bolsa de Valores de Nova Iorque.

Durante o evento foi assinado ainda o acordo de cooperação técnica entre Banco do Brasil, Fundação Banco do Brasil e a empresa Movera, que atua de forma diferenciada na oferta de microcrédito produtivo orientado (MPO), para a promoção da inclusão bancária e produtiva, por meio da execução de tecnologias sociais e de ações de capacitação e orientação financeira.

O Banco do Brasil é o único banco brasileiro na edição 2016 do ranking das empresas mais sustentáveis do mundo (Global 100, divulgado na revista Forbes). Há 11 anos consecutivos está listado no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBOVESPA e, há cinco anos consecutivos, no Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI), da Bolsa de Valores de Nova Iorque.


17 novembro, 2016

A empresa Dataholics foi a vencedora da etapa semifinal Latino Americana da competição global de Fintechs FF17, que terá sua grande final em Hong Kong no mês de janeiro. A companhia é especializada na coleta de dados não estruturados na internet para composição de perfil de crédito e sua conquista aconteceu na sexta-feira (11) durante a programação do Next Money SP – Fintech Summit, evento integrante da São Paulo Tech Week.

O Next Money foi organizado pela Innercore Solutions, teve o apoio da Telefônica Open Future e do Consulado Inglês, além do patrocínio do Banco do Brasil e da Simplic – plataforma de empréstimos alternativos. O evento iniciou com a abertura de Bruno Diniz, co-fundador da Innercore Solutions e representante da Next Money no Brasil, que explicou sobre o funcionamento da organização pelo mundo e sobre a segunda edição da conferência em solo nacional.

Um dos destaques foi a palestra realizada por Marco Mastroeni, diretor de Negócios Digitais do Banco do Brasil, que discorreu sobre o processo de transformação digital que está ocorrendo agora. “Somos uma instituição de 208 anos de história, presente em todo Brasil, e que está buscando se adaptar a um novo momento da indústria financeira”, explica Mastroeni. Ele também contou sobre a experiência do laboratório de inovação do Banco do Brasil no Vale do Silício, que foi inaugurado esse ano, e dos planos para o programa de inovação aberta previsto para 2017.

Outro momento marcante foi a participação de Rafael Pereira, CEO da Simplic, que mostrou uma visão geral de como o mercado de empréstimos digitais alternativos funciona na prática em nosso país. Além disso Rafael apresentou a recém-criada ABCD, Associação Brasileira de Crédito Digital, que tem como principal objetivo apoiar o desenvolvimento do setor de crédito no país através de ganhos de eficiência proporcionados pela introdução de novas tecnologias em diversas etapas do ciclo de crédito.


17 novembro, 2016

A Receita Federal depositou ontem (16) as restituições do Imposto de Renda Pessoa Física de 2,25 milhões de contribuintes, totalizando R$ 2,75 bilhões. Neste penúltimo lote de 2016, serão liberadas também restituições dos exercícios de 2008 a 2015 de declarações que deixaram a malha fina.

O contribuinte deve acessar a página da Receita na internet ou ligar para o Receitafone, no 146, para saber se teve a declaração liberada. As consultas às declarações e à situação cadastral do CPF também podem ser feitas por meio de aplicativo para tablets e smartphones.

Caso o valor da restituição não seja creditado, o contribuinte poderá ir à qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento – telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para pessoas com deficiência auditiva) – para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

O último lote regular de restituição está programado para dezembro. Depois, serão liberados lotes residuais em 2017. O contribuinte deve consultar a página da Receita, serviço e-CAC, para verificar o extrato da declaração.

No endereço é possível saber se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.


11 novembro, 2016

Uniformização dos processos, resposta imediata aos segurados e prestadores de serviços, e segurança em relação a conformidade e qualidade de atendimento são os objetivos da Automação de análise de procedimentos médicos e hospitalares, na Bradesco Seguros. O núcleo da solução tecnológica é o Motor de Regras. Com base nos parâmetros de análise, o software verificar cobertura para o procedimento solicitado, referenciado, carências contratuais, histórico clínico, análise de planos e exceções contratuais.

A automação, além de reduzir o tempo de atendimento, também mitiga os riscos de falhas ou inconsistência na análise das apólices. Outro efeito é a redução do número de ligações para a central de relacionamento, uma vez que o referenciado poderá obter os resultados da sua solicitação através do Portal do Referenciado.

Atualmente há aproximadamente 80 procedimentos cadastrados sendo liberados automaticamente. O tempo de resposta para essas solicitações passou a ser de aproximadamente nove segundos, contados a partir do momento da criação da solicitação.


11 novembro, 2016

Permitir que o consumidor entenda com clareza, navegue com facilidade e valorize efetivamente os diferenciais de seu produto são os desdobramentos do Livelo, da Bradesco Cartões. A nova plataforma de resgate de pontos Livelo trouxe para seu site os principais recursos consolidados na indústria de e-commerce e que ainda não estavam presentes nos programas de fidelidade do país, como o carrinho único, por exemplo.

O reforço tecnológico para criar uma plataforma de última geração também vai permitir compreender melhor o comportamento do cliente e possibilitar a oferta de produtos e serviços que estejam, de fato, alinhados aos interesses de compra.

A Livelo também disponibiliza aos clientes novos meios de consulta e resgate como o APP Livelo, disponível para iOS e Android.

O programa de fidelidade inclui mais de 500 mil opções de recompensas. O cliente também pode transferir seus pontos para parceiros. Se não tiver pontos suficientes, pode completar o valor pagando com o seu cartão de crédito Bradesco em qualquer categoria do site.

Em uma segunda etapa, a Livelo iniciará o modelo de coalizão, por meio do qual os clientes passarão a ter novas fontes de acúmulo no varejo. Além dos pontos vindos dos cartões de crédito, os clientes também ganharão pontos do estabelecimento onde efetuaram a compra sempre que a loja for um parceiro de coalizão.


11 novembro, 2016

No projeto Governança de TI – Transparência e Controle, a área de governança corporativa do Bradesco destaca o trabalho nas Comissões de TI e no Comitê de TI, em que as unidades de negócios e os líderes das várias áreas são coautores das decisões tecnológicas. Nesses fóruns, são deliberadas ações que representam atualmente R$ 6,5 bilhões de investimentos em TI da organização.

O Comitê Executivo de TI (CETI) tem por objetivo apreciar e aprovar normas, medidas, procedimentos e orientações que assegurem o suporte aos processos relativos à TI na organização. O fórum inclui todos os vice-presidentes, diretores executivos, diretores departamentais de negócio convidados, diretoria executiva de TI e diretores departamentais das seis áreas de TI.

As Comissões de Tecnologia da Informação reúnem gestores de diversas áreas do Bradesco para  acompanhar o portfólio de projetos de TI voltados ao atendimento dos direcionadores estratégicos das unidades de negócio pertinentes, e posicionados na reunião do CETI.

Na última avaliação da Austin Rating Consultoria, o rating de governança corporativa do Bradesco foi elevado para AA+, destacando, entre os fatores dessa elevação, a maturidade do Comitê Executivo de TI (CETI).


11 novembro, 2016

O projeto Extra Compras, do Itaú Unibanco, centraliza os processos de pagamento a fornecedor de pequenas compras da rede de agências e da administração central. A uniformização dos procedimentos nas unidades foi concomitante à adequação do processo ao novo sistema de pagamentos do ERP.

Além de economia com um controle de custos centralizado, houve uma redução de 50% de registros contábeis utilizados no processo. O ganho de produtividade é maximizado à medida que a padronização do modelo de pagamentos, com transferência do esforço operacional das agências para área especializada, libera recursos para força de vendas.

A centralização também melhora a gestão de riscos, dissemina as políticas corporativas e padroniza o relacionamento com fornecedores.


11 novembro, 2016

Entre os canais 24 x7 de atendimento a clientes, o PayPal conta com equipe dedicada exclusivamente ao monitoramento de Facebook, Google+ e Twitter, principais canais de atendimento virtual. A estratégia de Excelência no atendimento ao cliente via redes sociais rendeu à PayPal Brasil um alto nível de satisfação entre os usuários, inclusive por atendê-los em seus ambientes de preferência.

A companhia recebeu, em três trimestres consecutivos, o Prêmio Socially Devoted do Facebook – graças a uma taxa de resposta/resolução de chamados de 96% por meio dessa mídia social. O serviço de atendimento ao cliente da companhia também conta com uma unidade dedicada ao Twitter, pelo qual se relaciona com os clientes. A companhia também ostenta 66% de NPS (Net Promoter Score), métrica internacional cujo objetivo é mensurar o grau de satisfação e fidelidade de seus consumidores.


11 novembro, 2016

No projeto Firewall NG – Segmentação em camadas, do Banco ABC Brasil, a implementação de firewalls de próxima geração é feita de forma integrada ao Active Directory (AD). Na prática o projeto supera a noção de segurança de perímetro e garante que determinado usuário apenas tenha acesso às aplicações relacionadas a sua área, mesmo nos acessos pela rede corporativa interna.

O objetivo da implementação é identificar todo o tráfego de aplicação entre as redes de usuários e de servidores, integrando com o AD. A premissa é manter todos os aplicativos identificados e inspecionados pelo firewall, sem a existência de regras implícitas (Any-Any), principalmente em aplicações desenvolvidas internamente ou por software houses sob encomenda. A automação da parametrização do firewall em função da liberação de regras de usuários ou grupos no AD também reforça a consistência das políticas.


11 novembro, 2016

Apesar de ter uma equipe de cinco pessoas trabalhando na carteira de crédito do Banco BMG, a Mingoo está entre os 15 maiores escritórios de recuperação, entre os 40 que servem ao banco. A Cobrança 100% Digital & Multicanal, implementada há um ano, atinge hoje cerca de 15 mil clientes por mês, que representariam um custo unitário de R$ 6 na comunicação por call center ou mais ainda no atendimento em ponto de venda.

Hoje, mais de 65% dos clientes fazem as suas negociações pelo samtphone, no Portal Mobile. Muitos deles, além de efetuar as negociações no portal, também entram no chat para tirar dúvidas com as atendentes na própria aplicação online.

Ainda que haja interações humanas, o canal digital é percebido como menos intrusivo. Além de dar a inciativa ao consumidor, tem uma forma de interação menos constrangedora, o que gerou um índice de 90% de aprovação entre os usuários. A taxa de quebra de acordos na plataforma fica entre 14% e 19%.


11 novembro, 2016

O Aplicativo Rede, oferecido pela adquirente do grupo Itaú Unibanco para os estabelecimentos credenciados, simplifica as transações e gestão dos serviços entre os varejistas e a Rede, e ainda acrescenta facilidades como digitalização de comprovante de venda, solicitação de bobina e kit de identificação sem custo e criação do relatório do modelo exclusivo de venda Preço Único.

O aplicativo tinha registrado um total 300 mil downloads. A média de acessos é de 10 mil usuários por dia. O acompanhamento das vendas de forma digital já implica redução de despesas com papel e energia e o comprovante de venda representa um dos maiores gastos do lojista.


10 novembro, 2016

Enquanto a maioria dos mercados verificaram quedas após a eleição de Donald Trump para Presidente dos EUA, o bitcoin foi na direção contrária e valorizou. De acordo com a CoinDesk, desde o anúncio da vitória do republicano, o Bitcoin teve um crescimento gradual e alcançou no seu pico máximo o valor de 738 dólares. A alta da moeda criptográfica foi de cerca de 4%, montante comparado apenas ao ouro, que teve uma elevação de 3%. Enquanto isso o dólar desvalorizou cerca de 12%, depois do anúncio do resultado das eleições.

Os investidores e analistas do mercado de bitcoin acreditam que o resultado eleitoral nos EUA provocará um impulso limitado, mas impactante nos preços do bitcoin, o que será um efeito semelhante ao que ocorreu no mês de junho, quando foi anunciada a decisão do Reino Unido de abandonar a União Europeia. O fato provocou fortes incertezas e provocou um aumento de até US $ 100 no preço do bitcoin em apenas um pregão.

O comportamento do mercado frente ao bitcoin nos dois momentos parece ter confirmado a avaliação dos especialistas de que a criptomoeda se consolida como alternativa para pessoas que procuram diversificar as suas carteiras em momentos imprevisíveis para a economia mundial. “A maneira como o seu movimento de preços é desvinculada de outros ativos do mercado de capitais pode ser uma característica desejável para muitos investidores em face da incerteza”, disse Chris Burniske, da  ARK Invest, ao portal CoinDesk.com.


10 novembro, 2016

O Banco Original foi premiado pela IT Mídia como uma das 100+ Inovadoras no uso de TI, na categoria bancos. O anúncio foi feito durante o IT Forum Expo 2016, evento B2B de TI que ocorre durante a SP TechWeek.

Para o CIO da instituição, Wanderley Baccalá, a conquista representa o reconhecimento do setor à criação do banco de varejo 100% digital, baseado no uso intenso de tecnologia para entregar novos produtos e serviços.

Ele afirma que a TI é parte essencial do projeto. Todas as soluções desenvolvidas foram projetadas de forma a proporcionar rapidez e flexibilidade para auxiliar os gestores de negócio no objetivo de traçar estratégias de aumento de receitas e redução de custos. Por isso, todos os produtos e serviços podem ser acessados por canais digitais como Internet Banking, Mobile Banking, Atendimento (Call Center) e ATM.

Baccalá comenta que para criar um banco sem agência, foi necessário desenvolver, entre diversas soluções, um aplicativo que possibilitasse a abertura de contas 100% digital. “Após várias pesquisas, estudos e encontros com equipes multidisciplinares, chegamos ao desenvolvimento do aplicativo de abertura de contas, facilitando assim a relação cliente-banco”.

Já são mais de 100 mil correntistas em cerca de seis meses de operação. Todos eles podem se beneficiar dos produtos e serviços de um banco completo, concluiu o executivo.

O Banco Original desenvolveu soluções de Big Data/Analytics para entender o cliente, se aproximar e estabelecer um relacionamento mais aderente às suas necessidades, o que possibilita a oferta de produtos e serviços mais adequados aos diversos perfis.


10 novembro, 2016

A Cielo, maior adquirente do país, anunciou terça-feira (8) que seu lucro líquido de julho a setembro somou R$ 1,05 bilhão. O resultado representa uma alta de 14,5% sobre o mesmo período do ano passado. A explicação apresentada para o desempenho foi uma combinação de controle de custos com melhores resultados financeiros. Isso teria compensado os efeitos da desaceleração nas operações com cartões de crédito e de débito.

O volume financeiro de pagamentos feitos por meio de terminais da Cielo somou R$ 143,5 bilhões, alta de 4,5% sobre o ano anterior. No segundo trimestre, o crescimento anual tinha sido de 9,8%.

No fim de setembro, o total de pontos de venda ativos da Cielo era de 1,7 milhão de unidades, queda de 2% em 12 meses. A base de POS – as maquininhas de pagamentos – teve redução de 3,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O resultado financeiro de R$ 370,6 milhões no trimestre foi 43,5% maior em relação aos 12 meses anteriores, refletindo mais receitas com aplicações, menos despesas e mais ganhos com antecipação de recebíveis e lojistas.

As antecipações de recebíveis, líquidos do custo de captação com terceiros e dos tributos, cresceram 5,4%, para R$ 603,6 milhões no trimestre, refletindo parcialmente o aumento de spread, diante de maiores volumes de aquisições de pequenos varejistas que pagam taxas de juros maiores.

No mês passado a Cielo anunciou Eduardo Gouveia como novo presidente-executivo no lugar de Rômulo Dias.


10 novembro, 2016

A Caixa Econômica Federal anunciou na terça-feira (8) que todos os clientes pessoa física e jurídica que comprarem imóveis financiados pela instituição terão direito a pagar menos juros. O banco informou ter reduzido as taxas dos financiamentos imobiliários e diminuído a cota mínima de financiamento dos imóveis comprados dentro do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Em nota, a Caixa informou que a redução dos juros é reflexo da diminuição da taxa Selic (juros básicos da economia), anunciada recentemente pelo Banco Central. De acordo com o banco, o objetivo é contribuir para impulsionar as vendas de imóveis novos de construtoras parceiras e atrair novos clientes para a instituição.

Todos os clientes pessoa física que financiarem imóveis novos ou usados, enquadrados no SBPE, terão redução linear de 0,25 ponto percentual na taxa, independentemente do relacionamento com o banco que concentra dois terços do crédito imobiliário do país. Caso o cliente compre imóveis novos ou na planta com construção financiada pela Caixa e escolha receber o salário pelo banco, a redução será maior, com juros iguais aos oferecidos aos servidores públicos.

Para as pessoas físicas nessa situação, os juros passarão de 11,22% para 9,75% ao ano para imóveis do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) de menor valor e de 12,5% para 10,75% ao ano para imóveis do Sistema Financeiro Imobiliário, de valor mais alto.

Para os financiamentos imobiliários a empresas, a Caixa reduziu os juros em 1 ponto percentual para todas as faixas de relacionamento. As taxas cairão de 14% para 13% ao ano para micro e pequenas empresas e de 13,5% para 12,5% ao ano para médias e grandes empresas. O banco adotou ainda um sistema de classificação de risco que poderá beneficiar as empresas consideradas como boas pagadoras com redução de até 1,5 ponto percentual.


10 novembro, 2016

A epay Brasil, líder global em operação e viabilização de cartões pré-pagos para redes de lojas, divulgou ontem (09) uma projeção de crescimento para o setor este ano. De acordo com a empresa, graças a um forte avanço do chamado “cartão presente”, sobretudo no Natal, o número de ativações de plásticos com estas características deve aumentar cerca de 20% em relação ao ano passado.

O diretor de marketing da epay, Rogério Lima, informou que supermercados, minimercados, farmácias e outras redes varejistas estão aumentando o rol de opções para presentes neste fim de ano não só com seus produtos, mas também com cartões presente. “O produto tipo cartão com marca própria, mais conhecido como cartão presente, vem crescendo ano a ano, pois possibilita ao consumidor carregar o valor que considera mais conveniente e também usá-lo como preferir,” diz.

Segundo ele, as razões para o crescimento da procura são diversas, uma delas é a substituição da tradicional cesta de natal com produtos como panetone, peru, bebidas e outros condimentos. O executivo afirma que muitas empresas estão preferindo o cartão por possibilitar a escolha dos produtos pelo presenteado.

Outro fator de crescimento é a maior praticidade para amigos-secretos e a facilidade na compra de presentes na correria de fim de ano: os “cartões presente” são uma ótima opção no Natal. Quem ganha pode escolher algo que queira ou esteja precisando.


10 novembro, 2016

A Blockchain Academy, rede colaborativa de educação voltada para a formação multidisciplinar focada em bitcoin, blockchain e a consultoria especializada em gestão da inovação Innosciense, realizarão no dia 19 de novembro, em São Paulo, o evento “Blockchain: 7 grandes desafios mundiais e o Design Thinking”.

A programação organizada por Marcelo Eisele e Carolina Rossi Wosiack terá 8 horas de atividades que vão explorar ideias inovadoras para resolver os sete grandes desafios da humanidade que estão presentes nos principais setores produtivos e sociais do mundo. Aberto para reunir pessoas de diversas áreas de atuação, o evento utilizará métodos de Design Thinking aplicados na fase de ideação, incentivando a geração de novas ideias e soluções.

Um dos destaques será o debate sobre “O futuro das Moedas Digitais e o Blockchain”, que reunirá especialistas como Gustavo Paro (Microsoft), Edilson Osório (Originalmy.com) e Fernando Bresslau (Aceleratech).

Além deste painel, o evento terá temas como: “Blockchain: Conceito e Cases”, “Atividade em Grupos: Blockchain – o que precisamos saber?”, “Introdução à Dinâmica Design Thinking”, “Dinâmica Design Thinking em grupos” e finalmente a apresentação dos grupos.

O encontro será realizado no We.Colab (Rua Fernandes Moreira 1166 – Chácara Santo Antônio- São Paulo) .  As Inscrições podem ser feitas pelo Meet up (https://www.meetup.com/pt-BR/Blockchain-7-grandes-desafios-mundiais-e-o-Design-Thinking/events/235005429/)


10 novembro, 2016

O 11º Seminário Internacional (SIAC) realizado pela Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) acontecerá no dia 22 de novembro, em São Paulo, e debaterá os rumos do cenário macroeconômico nacional e internacional. Entre os especialistas convidados destacam-se Otávio Ribeiro Damaso, Diretor de Regulação do Banco Central (Bacen), Otaviano Canuto, diretor executivo do World Bank Group; Hilgo Gonçalves, presidente da Acrefi; Eduardo Giannetti da Fonseca, economista; Marcos Troyjo, diretor do Briclab da Universidade de Columbia, Massimo Volpe, Chairman do FIRAE – Fórum for International Retail Associations e James Conrad, CEO da TNS Brasil.

O SIAC é focado em temas de grande relevância, tanto em termos de projeção interna da economia quanto nos impactos dos mercados internacionais. É considerado um dos principais eventos do setor, tendo o objetivo de traçar uma análise do momento que o País atravessa, sob diversos ângulos, aferindo os cenários mais prováveis e suas consequências.

A programação prevê a apresentação da Pesquisa ACREFI/TNS, feita pelo CEO da TNS Brasil, James Conrad, e as palestras: “Mercados Emergentes e a Economia Global em 2017”, proferida pelo Diretor Executivo do World Bank Group, Otaviano Canuto; “ O Brasil e as Novas Megatendências”, apresentada pelo Diretor do BRICLab da Universidade Columbia, Marcos Troyjo; e “O Momento Econômico Brasileiro e o Desafio do Crescimento Sustentável”, pelo economista Eduardo Giannetti da Fonseca.

O evento será realizado no Teatro Cetip (Rua Coropé, 88 – Pinheiros), das 8 h às 12h45. As inscrições são gratuitas, contudo as vagas são limitas. Para mais informações e inscrições, acesse http://www.acrefi.org.br


10 novembro, 2016

As fintechs interessadas em participar do ahead, primeira edição do novo programa de aceleração da Startup Farm, maior aceleradora independente da América Latina, tem até o dia 19 de novembro para garantir suas inscrições. Realizada com o patrocínio da Visa, a iniciativa busca startups focadas em revolucionar o mercado financeiro nos setores de Pagamentos, Seguros, Gerenciamento Financeiro, Investimentos, Funding, Eficiência Financeira, Bitcoin, Blockchain, Empréstimos e Renegociação de Dívidas. As inscrições podem ser feitas no site http://aceleracao.startupfarm.com.br

O objetivo do programa é levar as startups da fase mais inicial até o nível onde apresente o produto funcionando e vendas com crescimento consistente. Para isso, a partir de 2017, as startups escolhidas para o ahead passarão por um processo que irá durar 6 meses e terá três fases de aceleração com focos específicos:

  • Laser focus – 5 semanas: Imersão “full life” para os fundadores trabalharem focados na construção do modelo de negócios da sua startup, suportados pela Farm e por uma ampla rede de mentores, parceiros e investidores.
  • Get Sales Done – 5 semanas: neste módulo a startup trabalhará na construção de uma estratégia de vendas e definirá as principais métricas de desempenho do seu negócio.
  • Fundraising – 15 semanas: a startup irá construir uma projeção inicial de necessidade de capital, assim como trabalhará na definição da melhor estratégia de captação.

Cumpridos os três módulos, a startup estará habilitada para o Demo Day, um evento que será voltado para uma plateia de investidores com interesse de investir tickets entre R$ 300 mil e R$ 1 milhão. O ahead Visa contará ainda com o suporte de tecnologia e negócios do time de executivos da bandeira internacional de aceitação e de outras instituições parceiras.


7 novembro, 2016

Em um ano de operações, o e-Dinheiro, sistema de pagamentos direcionado ao público de baixa renda e desbancarizado, atingiu 70 comunidades em 18 estados. A plataforma também estendeu seus serviços. Hoje, além de pagamentos no varejo, o sistema evoluiu para um canal mais amplo de serviços financeiros digitais, como transferências, cobranças, pagamentos de contas, venda de seguros, recarga de celular, e empréstimos.

Desenvolvido pela MoneyClip e implementado em 2015 pela Rede Brasileira de Bancos Comunitários, o-Dinheiro pode ser usado em apps Android ou IoS e mantém ainda suporte a SMS e USSD, para atingir toda a base de celulares. Os serviços ao estabelecimento são totalmente suportados por uma plataforma em web, o que torna prescindível qualquer investimento em software, hardware e aparato de segurança por parte do varejista. Assim o custo do meio de pagamento é minimizado, o que, junto a taxas competitivas, fortalece a sustentabilidade da estratégia de inclusão financeira.


7 novembro, 2016

Logo após o Banco Central regulamentar a abertura online de conta-corrente, a App Abreconta Itaú Unibanco gerou cinco mil solicitações de novas contas apenas na fase beta do canal. As informações cadastrais, a documentação e dados biométricos (selfie e assinatura) dos candidatos a correntistas são capturados e transmitidos pelo smartphone, e então submetidos aos sistemas de documentoscopia e outros mecanismos centralizados de análise.

A capacidade de analisar por software milhares de minúcias da imagem dos documentos, além da verificação adicional dos dados, torna o processo tão ou mais seguro do que o presencial. O processo convencional implica imprimir, preencher e assinar pelo menos seis páginas.

A partir da resolução 4.480/2016 do Banco Central, o Itaú Unibanco completa a oferta ao público que prefere o relacionamento 100% online, que demanda mais serviços digitais e tarifas razoáveis (sem custos espúrios embutidos).


7 novembro, 2016

No projeto para a Casa do Crédito, a Easycredito desenvolveu um canal online que conecta diretamente os pequenos empresários que precisam de microcrédito para capital de giro diretamente à mesa de decisão da empresa. Além de evitar gargalos burocráticos e eventuais constrangimentos pessoais, a plataforma de crédito online se integra a ferramentas de redes sociais, geolocalização e mobile para ativar mais clientes sem a necessidade de corretores.

Ainda em fase de testes, o objetivo da iniciativa é capilarizar a carteira de crédito com segurança e agilidade, atendendo o maior número possível de empresários pelos canais online. Além de prescindir da intermediação pessoal, que gera custos e desgastes, a transparência e o tempo de resposta do canal atende mais adequadamente esse tipo de operação.


7 novembro, 2016

A iniciativa Desmaterialização na concessão de Crédito – Agilidade e comodidade com o uso de Assinatura Digital Grafométrica elimina a circulação, guarda e todos os custos associados às assinaturas em papel. Por meio de dispositivos que capturam a imagem da assinatura de forma digital e seus vetores de biometria, os documentos assinados vão diretamente para os sistemas do Bradesco, sem a necessidade de processos intermediários (transporte, digitalização, indexação e guarda do “original”).

As maiores preocupações se referiam à aceitação do novo modelo pelo judiciário brasileiro. Segundo a Bradesco Financiamentos, na fase piloto, os desafios inicias foram superados sem nenhuma objeção.

O projeto envolveu as áreas de TI, Operações, Finanças, Comercial, P&D e Departamentos Jurídicos. Em junho deste ano foram coletadas cerca de 1 mil assinaturas e houve o ajuizamento de um contrato assinado através deste novo modelo, provando a sua validade legal.


7 novembro, 2016

Educação financeira e melhoria do relacionamento familiar por meio de um game são os eixos do projeto Trato – O BB na Educação Financeira Infantil. O Trato é uma solução criada para as famílias aprimorarem o planejamento financeiro, ensinando conceitos de gestão financeira, junto a outros valores, a crianças e pré-adolescentes. O aplicativo permite aos pais darem recompensarem o cumprimento de tarefas, de acordo com o desempenho

Pelo aplicativo, os pais estabelecem um trato com os filhos para a realização de tarefas que podem ser de educação; cuidados domésticos; alimentação; ou comportamento, com a opção de escolher qualquer outro tipo de compromisso. Para cada tarefa, conforme a sua importância ou complexidade, é estabelecido um nível de dificuldade. Cada nível tem, proporcionalmente, a sua recompensa que pode ser presentes, dormir na casa dos primos, viagem, uma graninha, um abraço apertado, ou qualquer coisa desejável à criança. Para cada tarefa cumprida são estabelecidos pontos que se acumulam até atingir o número suficiente. E quando se trata de desafios, a criança recebe uma recompensa imediata.


7 novembro, 2016

O projeto Bradesco Inteligência Artificial é uma implementação em escala massiva com a utilização do IBM-Watson, para atender um público de 65 mil funcionários com o objetivo de responder às perguntas sobre os produtos e serviços do Banco. Até o momento de inscrição deste case, funcionários de 1,3 mil agências estavam usando e “educando” o sistema, o que deve ser estendido a todas as 5,65 mil agências ainda neste mês.

O sistema cognitivo não é pré-programado; aprende conforme o conteúdo fornecido a ele ao longo do tempo. Além de ser o projeto de uso de supercomputação com a maior quantidade de usuários, é também a primeira solução em escala corporativa que não é em inglês.

As 140 mil perguntas respondidas apresentaram uma precisão média de 80% (análogo às nossas métricas humanas) e o tempo médio de resposta de menos de 10 segundos (melhores do que nossas métricas do passado).


7 novembro, 2016

Mais do que oferecer a gestão online de dívidas, a tecnologia implementada no Projeto Multicanais, do Santander Brasil, estende a inteligência analítica aos clientes, para encontrar as melhores alternativas de renegociação. A plataforma também define os canais de comunicação eletrônicos prioritários (ATM, Internet Banking e o Portal Relacionamento) e as formas de abordagem com maior potencial de eficiência.

O componente central do projeto é uma ferramenta denominada “motor”, capaz de parametrizar inúmeras variáveis para encontrar a melhor abordagem a clientes em situação de inadimplência. O “motor” é alimentado com informações obtidas pelo contato direto nas bases internas (gerentes das agências, funcionários do departamento de cobrança etc.), com informações de mercado, e, posteriormente, parametrizado pelos funcionários que tratam das estratégias de renegociação.

O “motor” permite aplicar políticas distintas de renegociação por canal de comunicação, seguindo estratégias desenvolvidas pelo banco, que podem ser alteradas pelos funcionários responsáveis pela renegociação, sem a necessidade de intervenção da equipe de TI.


7 novembro, 2016

Ao mesmo tempo em que aumentou as exigências de qualificação dos operadores e supervisores, o Bradesco promoveu o estudo, instrumentalizou os funcionários e concedeu um significativo incremento salarial para atingir os objetivos do projeto Transformação e valorização das pessoas na Central de Relacionamento para Clientes Pessoa Jurídica.

Entre o início de 2014, quando se implementa a inciativa, a meados daquele ano, a performance de qualidade passou de 67% a 90%. O tempo médio de espera caiu 50%; o absenteísmo de 13% para menos de 4%; a rotatividade de 8% a 2%; e a capacidade de resolução de 84% a 95%.

As ações incluíram formação de funcionários, que passaram a cursar faculdades; revisão das ferramentas de TI; e aumentos de até 100% para supervisores e 70% para os atendentes.


4 novembro, 2016

No projeto Tecnologia Robótica Maximizando os Resultados da Operação, a ddCom Sistemas atuou na customização e licenciamento de robô processador para automatizar os processos de tabulação de dados recebidos por SMS pelo sistema interno da instituição financeira. A ddCom desenvolveu ainda os dashboards para gestão da operação. Após a automação, a capacidade de tabulação passou de 14 mil a 60 mil mensagens dia e 65 operadores foram deslocados para outras funções. A economia estimada é de R$ 78 mil por mês, o que fez o pay back ocorrer no segundo mês de operação dos robôs.

Entre os requisitos técnicos, a solução teria que rodar em uma infraestrutura virtual e sem limitações de performance e disponibilidade. O modelo comercial definido também é inovador ao demandar do parceiro a entrega de hardware, software e assistência técnica de toda a plataforma no formato de locação.


4 novembro, 2016

Com a solução de Mobilidade do Gerente de Negócios PJ, desenvolvida pela BRQ para o Itaú Unibanco, a área de atendimento a empresas do banco buscou transformar o processo de visitas presenciais, para maximizar a capacidade de relacionamento, a habilitação imediata de serviços aos clientes e o fechamento de contratos.

No novo canal para tablets, os gerentes têm facilidade de expor conteúdo aos clientes, assim como têm acesso aos contratos e outros dados do correntista. Além da transparência e das oportunidades geradas pelo acesso direto aos sistemas de suporte aos gerentes de conta, a aplicação agiliza processos com a captura de informações documentais.


4 novembro, 2016

O projeto 100% Online – Digital Channels for Sale, de venda de cartões de crédito 100% online por meio de uma plataforma web desenvolvida pela Atento confirma a preferência pelo cliente e uma maior eficácia do canal. Além de apresentar uma margem de 49% sobre a receita, contra 15% do canal presencial, o canal digital passou a realizar a retenção de vendas por meio de derivação de clientes que não finalizaram a proposta, compondo 50% do volume de vendas online e 60% de conversão de propostas abandonadas pré-aprovadas

Em cerca de dois anos, foram realizadas cerca de 30 mil vendas de cartão de crédito pelo canal digital com quase 4 milhões de acessos. Em um comparativo ao canal tradicional, uma equipe  de 255 pessoas atinge um Ebitda de R$ 1.168 por pessoa. Já, pelo canal digital, são necessários menos recursos, apenas com 9, atingindo um Ebitda de R$ 9.184 por pessoa.

As funcionalidades e processos desenvolvidos no projeto têm alto grau de complexidade, mas hoje são facilmente replicáveis.


4 novembro, 2016

A quebra de paradigmas na estratégia de serviços bancários implicou uma abordagem inovadora de sistemas de atendimento, com a Plataforma de Atendimento Banco Original. Implementado pela BSI Tecnologia, o front-end de transações para as equipes de gerentes de contas e atendimento foi construído sobre a plataforma de CRM da Salesforce.com,

A Plataforma de Atendimento é 100% baseada em nuvem e integrada com o barramento do Banco Original. Assim, os sistemas de Atendimento e Comercial contam com alta velocidade de implementação de mudanças e incrementos, que possibilitam ao Banco Original ser ágil em suas inovações.

Além da escalabilidade do modelo de infraestrutura e o software em nuvem, a solução de CRM inclui uma base de conhecimento centralizada, que proporciona à Central de Atendimento as informações necessárias solicitadas de forma única, tornando o atendimento mais rápido e eficaz.


4 novembro, 2016

O Portal de Desenvolvedores PIER Labs, desenvolvido pela Conductor, expõe as interfaces com os serviços da processadora de meios de pagamento aos desenvolvedores de aplicações. O objetivo é aproveitar o conhecimento de negócio desses parceiros, assim como facilitar customizações, integrações e outros diferenciais dos clientes.

Ao se inscrever no Portal de Desenvolvedores PIER Labs e cadastrar a sua aplicação, o desenvolvedor recebe automaticamente um token de acesso para começar a fazer uso dos métodos das APIs da Conductor, em ambiente de sandbox, e integrar a sua solução. Uma vez testada e integrada, a aplicação pode ser posta em produção rapidamente. Para isso, basta solicitar à Conductor o Access Token, sem a necessidade de um processo de homologação.

A abordagem de exposição de APIs traz um aumento significativo de performance, comparado à integração via web services. No entanto, a Conductor destaca que os objetivos são viabilizar autonomia para os emissores definirem suas próprias regras de negócio, e permitir que escolham quem vai desenvolver suas novas soluções, a Conductor, ele próprio ou um terceiro.


4 novembro, 2016

Antecipar as respostas para decisão do cliente, agilizar as simulações e análises de crédito e digitalizar todo o processo de financiamento de veículos são alguns dos resultados do Novo Modelo de Negócios da Financeira, do Santander. O banco disponibilizou uma plataforma para os revendedores que apoia todo o ciclo, da pré-venda ao contrato. A solução é totalmente baseada em web e mobile, o que não implica investimento para os usuários, ao mesmo tempo em que elimina custos burocráticos.

Um dos ganhos destacados é a autonomia na adequação do financiamento. Antes o revendedor precisava que seu cliente tivesse escolhido o veículo para, então, por tentativa e erro, fazer simulações de financiamento de acordo com sua renda. Essa lógica levava muitas vezes à recusa na aprovação do crédito e à inviabilização do negócio. Agora, mesmo sem a escolha do veículo, o lojista pode personalizar a proposta de financiamento com muito mais flexibilidade, simulando diversos cenários e adaptando os valores de entrada, as parcelas e o prazo.

O novo modelo do Santander Financiamentos também torna a análise de crédito mais rápida e menos burocrática. O lojista consegue fazer uma simulação e pré-análise de crédito online preenchendo apenas oito campos e, para formalizar o financiamento, apenas 32 campos, e diversos são preenchidos automaticamente com uma foto da CNH.


4 novembro, 2016

O projeto BB Mobile Banking O banco com o jeito do cliente envolve o acréscimo funcionalidades de autoatendimento pelo celular, a partir de uma pesquisa sistemática junto aos clientes.

O projeto se diferencia pelo estabelecimento de um sistema de gestão de desempenho dos canais de atendimento para capturar informações específicas sobre os usuários. A Gerência de Negócios Digitais analisa o comportamento e o feedback dos clientes em todos os canais digitais, pelas redes sociais, pelas lojas de aplicativos, pelo SAC que, por sua vez, trabalha em conjunto com a equipe de Mobilidade no atendimento às lojas. São trocas de mensagens diárias entre usuários do Autoatendimento BB Mobile e especialistas técnicos que, criteriosamente, analisam e avaliam todos os elogios, críticas e sugestões de melhorias.

Embora a maioria dos comentários nas lojas virtuais sejam positivos, se observou durante o projeto que as críticas que informam erros surgem de clientes que atribuem notas 1, 2 e 3 ao aplicativo. Contudo,  as sugestões de melhoria vêm de todos, independente da nota de satisfação.


4 novembro, 2016

Cerca de 25 mil pessoas, entre participantes, atletas e equipes da força de trabalho utilizaram o cartão pré-pago Bradesco para consumir alimentos e bebidas, bem como adquirir produtos oficiais nos locais dos jogos. O Pré-Pago Comemorativo dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 apresentou um volume de R$ 6,6 milhões em transações, com um tiket médio de R$ 260.

Como a aceitação nos locais dos Jogos Olímpicos era apenas bandeira Visa, o projeto viabilizou a adesão ao pré-pago nos stands, com um cadastro simplificado; a disponibilização de carga instantânea no próprio quiosque, por meio de pagamento com cartão de crédito ou débito de outras bandeiras; uso do valor carregado na rede de aceitação bandeira Visa em todo Brasil e exterior pelo prazo de um ano; além de serviços de consulta por Internet ou app.


2 novembro, 2016

A GSMA divulgou ontem (02) em Londres um relatório que analisa o impacto do dinheiro móvel na redução do custo das remessas internacionais. Entre as conclusões do estudo se destaca o fato de que a realização deste tipo de operação por meio de dinheiro móvel é, em média, 50% mais barato do que a utilização de operadores globais de transferências monetárias.

Além disso, o trabalho intitulado “Driving a Price Revolution: Mobile Money in International Remittances” (Impulsionando a Revolução dos Preços: o Dinheiro Móvel nas Remessas Internacionais), também revelou que quando as pessoas enviam remessas desde uma conta de dinheiro móvel, o custo médio do envio de US$ 200 é de 2,7%, comparado com 6% quando se utiliza o serviço tradicional. Taxas de transação mais baixas podem ser traduzidas diretamente em renda adicional para os destinatários das remessas.

“O dinheiro móvel é uma das inovações mais emocionantes nos serviços financeiros, com mais de 400 milhões de contas de consumidores registradas em mais de 90 países”, disse John Giusti, diretor de Regulação da GSMA. “Hoje em dia, os serviços de dinheiro móvel são amplamente utilizados para transações domésticas, com as transferências internacionais representando o segmento que cresce mais rápido entre todos os serviços de dinheiro móvel. Em poucos anos, o dinheiro móvel passou de um serviço puramente doméstico a um serviço que permite que os migrantes enviem remessas entre mais de 20 países ao redor do mundo”.

De acordo com o Banco Mundial, mais de 250 milhões de pessoas vivem fora de seu país de nascimento e, frequentemente, enviam dinheiro para suas terras natais, contribuindo tanto para a estabilidade financeira de suas famílias quanto para a economia de seus países de origem. Em 2015, as remessas globais totalizaram US$ 581,6 bilhões, das quais US$ 431,6 bilhões, ou quase 75%, foram enviadas para países em desenvolvimento.


2 novembro, 2016

Seguindo os passos do Itaú, o Banco do Brasil tornou-se oficialmente, nesta terça-feira (1º), o segundo grande banco brasileiro a permitir a abertura de conta bancária remotamente, com base na autorização concedida pelo Banco Central em abril que elimina a obrigatoriedade de comparecimento a uma agência física para assinar contratos.

O banco disponibilizou uma atualização no aplicativo para Android que adiciona o recurso de abertura de conta corrente pelo celular. Ao instalar o sistema, o usuário passa a ver um botão “Quero abrir uma conta” por meio do qual tem acesso a todo o procedimento.

Ao se cadastrar ele deve confirmar dados pessoais como CPF, nome da mãe, número de celular e endereço para recebimento do cartão de débito Ourocard, na bandeira Elo. Depois de confirmar essas informações, o aplicativo oferece duas opções de pacotes de serviços: Conta Fácil Gratuita (sem mensalidade) e Conta Fácil Bônus (R$ 9,90 por mês, convertidos em bônus para celulares pré-pagos). Contas abertas pelo aplicativo permitem movimentação mensal de até R$ 5.000.

Outras instituições bancárias, como o Bradesco, também estão testando a abertura de contas por meios digitais. O processo é complexo porque exige que os bancos tenham mecanismos de verificação adequados para prevenção de fraudes. No caso de contas abertas pela internet, os bancos devem obrigatoriamente assegurar a possibilidade de encerrar o relacionamento por meio eletrônico.


2 novembro, 2016

Na terça-feira (02), o Nubank passou a oferecer a seus clientes a possibilidade de antecipar o pagamento das mensalidades em compras parceladas. O sistema permite adiantar a quitação do número de parcelas que o usuário desejar, contando com uma taxa de desconto dinâmica, que varia de acordo com a demanda de usuários solicitando este tipo de operação e a quantidade de pagamentos recebidos pelo Nubank no dia.

Por enquanto, a novidade está disponível apenas na versão mais recente do aplicativo do Nubank para Android. O recurso será lançado em breve para usuários de iOS.

A estratégia do banco é facilitar a negociação e oferecer vantagens para o consumidor que fez um parcelamento de longo prazo, mas gostaria de encurtar o período de endividamento para ganhar mais poder de consumo. Em geral, as empresas não fazem qualquer redução para quitação antecipada, mantendo o valor da compra praticado na origem da transação.

O Nubank pretende oferecer redução neste valor original, ganhando em troca a possibilidade de ficar com este recurso em seu poder enquanto ele não é repassado para o lojista, pois mesmo quando o consumidor adianta o pagamento de uma compra, o lojista só receberá uma parcela de cada vez. Desta forma, enquanto o dinheiro da antecipação não for para a contabilidade do vendedor, ele ficará nos cofres do Nubank, rendendo juros.


2 novembro, 2016

O Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo) apresentou nesta semana a edição de setembro da Carta de Conjuntura do Setor de Seguros. O documento apresenta alguns indicadores que permitem reforçar a expectativa de crescimento econômico em 2017 como a queda do dólar comercial, que passou de um patamar de R$ 4,00 para R$ 3,25, a bolsa de valores operando em alta e o PIB para o ano de 2016.

As projeções apontam um crescimento de 6% a 7% para a indústria do seguro que são valores superiores ao resultado do exercício anterior, quando o setor registrou um crescimento de 5%. A expectativa dos agentes econômicos é que essa melhora seja acelerada para resolver o problema de outras variáveis, como a taxa de emprego.

Na opinião dos executivos do segmento, a indústria dos seguros tem demonstrando ser resistente às crises. Mesmo nos piores momentos econômicos do país ela tem conseguido crescer e representa hoje 6,2% do PIB do Brasil, segundo o Relatório de Sustentabilidade do Setor de Seguros, recém-divulgado pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNseg). Em 2011, a representatividade do setor na economia era de 4,98%.

Para o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, falta pouco para a retomada do crescimento. Há um amplo território a ser explorado decorrente da demanda reprimida. Alicerçado na capacitação, no empreendedorismo, na diversificação e no profundo conhecimento de seu portfólio, o corretor de seguros desempenhará um papel decisivo para alavancar esse crescimento.


2 novembro, 2016

Na segunda-feira (31), em São Francisco, nos EUA, a Visa Inc. apresentou uma prévia da Visa B2B Connect, plataforma que a empresa está desenvolvendo com a Chain Core, infraestrutura de blockchain de uso empresarial, para facilitar transações financeiras em redes de blockchain privadas e escalonáveis.  Dois dias depois, na quarta-feira (02) foi a vez da MasterCard falar sobre o lançamento recente de APIs Blockchain experimentais.

A estratégia da Visa tem como foco a atuação no mercado de envio e recebimento de pagamentos internacionais de alto valor entre bancos participantes em nome de seus clientes corporativos. Gerenciada de ponta a ponta pela empresa, a solução Visa B2B Connect viabilizará um processo consistente para o gerenciamento de liquidações com base em práticas padrão Visa.

Já o site de desenvolvimento da MasterCard possui três APIs conectadas ao seu trabalho relacionado ao Blockchain interno, incluindo ofertas voltadas para contratos inteligentes e liquidação de pagamentos. As APIs foram lançadas pela MasterCard Labs, sua área de inovação.

O líder Blockchain da MasterCard, Justin Pinkham, disse que a empresa lançou sua plataforma API no mês passado em uma tentativa de aumentar o interesse entre bancos e desenvolvedores. Em declaração ao site CoinDesk ele explicou que o movimento faz parte da iniciativa de publicar APIs experimentais do Mastercard Labs e dar aos desenvolvedores a oportunidade de trabalhar em tecnologias emergentes que ainda não foram comercializadas pela bandeira.

Já o vice-presidente executivo de inovação e parcerias estratégicas da Visa Inc, Jim McCarthy, afirmou que o momento não poderia ser melhor para a comunidade empresarial global tirar partido de novas tecnologias de pagamento e melhorar alguns processos fundamentais para a gestão de seus negócios “Estamos desenvolvendo essa nova solução para que nossas instituições financeiras parceiras disponham de uma forma eficiente e transparente para realizar pagamentos no mundo inteiro”, disse.


2 novembro, 2016

O Santander anunciou terça-feira (01) o lançamento da Academia Santander, a universidade corporativa da instituição que terá como objetivo atuar na formação dos funcionários. A iniciativa oferecerá cursos regulares presenciais e online e também treinamentos personalizados. Outro benefício será a possibilidade de utilização de espaços de coworking.

A Academia Santander terá cinco unidades físicas: em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre. Elas contam com 15 ambientes de coworking e 33 salas de aula. Os cursos serão voltados a conhecimentos críticos da companhia e dos resultados das áreas de negócios.

“Na Academia, nossos colaboradores terão condições de direcionar suas carreiras e de buscar novos desafios dentro da organização. A ideia é despertar em todos a vontade de participar dos treinamentos e o orgulho de concluí-los e acrescentá-los ao currículo”, diz Vanessa Lobato, vice-presidente de Recursos Humanos do Santander.

Segundo ela, os funcionários também serão incentivados a propagar os conteúdos. “A multiplicação do conhecimento se dará no modelo 80×20, sendo 80% para multiplicadores internos e 20% externos. Tornar-se um multiplicador será algo desejável e aspiracional para os nossos funcionários”, diz.


2 novembro, 2016

O presidente Michel Temer anunciou segunda-feira (31) a criação do Cartão Reforma, instrumento que terá o objetivo de financiar a reforma de moradias com crédito de cerca de R$ 5 mil. Ao todo, para 2017 o governo estima reservar R$ 300 milhões para o projeto. De acordo com o Ministério das Cidades, os recursos do programa são do Orçamento da União.

A expectativa do governo é lançar o programa no próximo dia 9 de novembro e, segundo o que a secretária de Habitação do Ministério das Cidades, Maria Henriqueta, afirmou ao G1, as famílias com renda mensal de até R$ 1,8 mil receberão o incentivo para fazer pequenas obras. De acordo com ela, o objetivo do governo ao lançar o programa é melhorar a qualidade de moradias nas chamadas ocupações consolidadas, ou seja, aqueles bairros que nasceram de uma ocupação irregular, mas que já existem há muitos anos.

Essas famílias receberão apoio de arquiteto e engenheiro, que verificarão qual a necessidade específica de cada residência. “Vamos colocar um arquiteto e engenheiro para verificar qual a necessidade dessas famílias. É trocar a parte elétrica e hidráulica? É trocar o telhado? É reformar o banheiro. Vamos atuar para melhorar a qualidade da habitação”, disse a secretária.

Henriqueta destacou ainda que muitas dessas casas estão em condições ruins, o que gera, por exemplo, a proliferação de doenças respiratórias, como a tuberculose.

Na entrevista à Voz do Brasil nesta segunda, Temer informou também que o governo planeja regularizar “toda e qualquer propriedade” em todos os municípios brasileiros.


2 novembro, 2016

No dia 30 de novembro a empresa de gestão de risco GoOn, realizará por meio de sua divisão Worklab, Analitics e Tendências o evento “Crédito Cooperativo e Startus”. A iniciativa contará com o patrocínio da Cyber Financial, e reunirá cerca de 150 executivos do mercado de crédito e risco. A conferência conta com o apoio de mídia da Cantarino Brasileiro, responsável pela publicação da newsletter Relatório Bancário e dos Anuários Brasileiros de Bancos, de Canais de Pagamento e Cartões, e de Cobrança.

A programação prevê discussões a respeito da possibilidade dos tradicionais conceitos do cooperativismo projetarem as bases para o desenvolvimento de um mercado de crédito com práticas mais saudáveis e modernas. Outro tema será a necessidade de aprender a refletir sobre crédito e cobrança sob um olhar de produtividade com as ferramentas atuais de inteligência e analytics. Finalmente os participantes serão levados a um aprendizado sobre as inovações trazidas pelas startups como forma de ampliar a capacitação das empresas e da sociedade para avançar no sentido do bom uso do crédito.

O diretor da Cantarino Brasileiro, Marcos Cantarino, afirma que a temática do evento tem o potencial de colocar os executivos do mercado de crédito e risco em contato com dois dos segmentos que mais crescem na economia brasileira em pleno cenário de crise. “As cooperativas de crédito e as startups financeiras certamente tem muito a ensinar sobre inovação e adequação das operações de qualquer setor às novas tecnologias e às exigências dos consumidores das novas gerações” diz. Segundo ele, o apoio da Cantarino Brasileiro ao evento está de acordo com a missão da companhia de levar o máximo de informação possível para auxiliar profissionais do mercado no desenvolvimento de um ambiente de negócios cada vez mais saudável e sustentável.


1 novembro, 2016

A distribuição do Debt App, da Tasken, para 40 mil devedores da carteira entregue à empresa de cobrança Liderança a colocou em primeiro lugar no Ranking Santander, com um cumprimento de 115,32% da meta, em março deste ano, quando foi concluída o piloto com o aplicativo. O objetivo inicial era melhorar o custo/benefício da comunicação. As cartas-prosposta têm um custo unitário de RS 1,45 e uma eficiência de 1,03%, que chega a 1,45% com o Debt App, por menos de 5% do gasto (R$ 0,06 por proposta com 2 notificações push inclusas x 1 upload por mês).

Outro problema da Liderança era a dificuldade de achar os financiados. Correspondência, SMS e telefonemas dependem de dados cadastrais que frequentemente possuem erros ou se deterioram com o tempo. Como não há compartilhamento de informações entre as empresas de cobrança, é comum também que se perca tempo e dinheiro para localizar os mesmos clientes que já foram localizados anteriormente por outra empresa. No projeto de 3 meses com a Liderança, 40% dos 100 mil notificados por SMS baixaram o aplicativo de negociação.


1 novembro, 2016

No projeto Melhoria de Qualidade de Software, a Caixa Econômica Federal implementou soluções da Eccox Software para ter uma estrutura proativa de análise de código no ambiente de desenvolvimento do banco e das fábricas de software contratadas. A iniciativa case apresenta um avanço no modelo de gestão do processo de codificação nas linguagens avaliadas pelas ferramentas. O objetivo primário da validação e verificação é encontrar erros durante o processo de desenvolvimento, para  evitar que o software apresente baixa eficiência em sua execução no ambiente produtivo, bem como mitigar os custos de retrabalho no entendimento dos códigos no caso de migração entre fábricas de software

A partir da estrutura já existente de inventários dos sistemas do banco, faz parte da estratégia de suporte Eccox à Caixa a avaliação de seus sistemas legados, para prover um plano complementar de melhorias. O processo de padronização de códigos de programas pode ser associado ao sucesso de cada unidade de desenvolvimento e ao modelo adotado.


1 novembro, 2016

A Rede Pay, a carteira digital da Rede, é uma solução de pagamento que permite concluir uma compra, no celular, tablet ou computador, com poucos cliques. O projeto  Rede Pay, a carteira digital da Rede proporciona uma experiência de pagamento integrada entre a adquirente e clientes do Itaú Unibanco.bnAlém disso, a flexibilidade na gestão dos recebíveis aumenta as vantagens das ofertas ao mercado de pequenos e médios lojistas.

Entre os serviços para estabelecimentos, a Rede Pay oferece uma análise prévia antifraude e permite ainda chargeback; o lojista pode receber o pagamento mesmo em caso de contestação da transação por não reconhecimento. Mesmo com os parcelamentos em até 12 vezes, o lojista pode receber à vista (D+31 dias) ou manter o recebimento conforme o vencimento das parcelas. Além disso, o saldo é transferido automaticamente para sua conta bancária cadastrada no Rede Pay, sem custo adicional. Está previsto ainda o lançamento de um app para pagamentos presenciais em lojas físicas.


1 novembro, 2016

Na oferta de cartão de crédito de nova geração, o banco CBSS aproveitou a regras de negócio já aplicadas nas operações das lojas da financeira IBI. No projeto Digio, tudo se transforma, foi utilizada a plataforma de decisão da Neutotech, que já atendia o banco. Essa convergência o processo mais rápido e seguro, além de preservar o conhecimento dos analistas de crédito embutidos no sistema.

O Digio é um cartão de crédito de nova geração, sem anuidade e com gerenciamento simplificado online por app móvel, emitido pelo CBSS e processado pela Conductor. O produto é particularmente competitivo entre os clientes da classe C, foco das demais operações do grupo. Portanto, a consolidação dos mesmos mecanismos de análise em múltiplos canais e produtos contribui ainda para gerar massa crítica de dados e melhorar cada vez mais a assertividade das aprovações.


1 novembro, 2016

Na série de projetos Novas funcionalidades no Internet Banking – Soluções digitais para pessoas físicas, o Bradesco inclui facilidades como solicitação de cartão de crédito, renegociação de dívidas, simulação de consórcios, operações de câmbio, cancelamento de correspondência e produtos para diferentes perfis de investidores, como o Poupa Troco e o resgate automático de aplicações em CDB.

Para facilitar a transição dos clientes do HSBC, foi incluída a consulta a comprovantes de transações anteriores à fusão. Os nomes dos principais produtos do HSBC também foram incluídos na ferramenta de busca do Bradesco Internet Banking, para que o cliente HSBC encontre seu correspondente no novo ambiente.

O Bradesco tem cerca de 20 milhões de clientes cadastrados em seu Internet Banking.


1 novembro, 2016

Em 2014 o Sicredi realizou um novo movimento na emissão de cartões, com a efetivação da parceria com a bandeira MasterCard, para ofertar aos associados uma bandeira de maior alcance nacional e internacional. Em 2015 foi iniciado o processo de substituição dos cartões bandeira Sicredi por MasterCard. Com a substituição, os associados passaram a ter um cartão de aceitação mais ampla, ganharam segurança com o chip, além dos benefícios e serviços da bandeira.

No projeto Cartão Sicredi, foram substituídos 226.413. Após a troca dos plásticos houve um crescimento de 284% no faturamento, (R$ 143 milhões para R$ 549 milhões) e de 296% na receita (R$ 4.6 milhões para R$ 18.2 milhões),


28 outubro, 2016

Com o relatório A revolução fintech já começou! e o Radar Fintechlab, líderes em finanças, analistas reguladores e a mídia especializada passou a contar com um mapeamento de referência sobre as startups financeiras (fintechs) brasileiras. O Radar chegou a incluir mais de 200 empreendimentos, em sua edição referente ao primeiro semestre de 2016. A cada atualização, são acrescentados segmentos na varredura do Radar, conforme as fintechs entram em novas categorias de serviços.

Entre o público dos estudos do Fintechlab, que gera mais de 10 mil visualizações, os próprios empreendedores ganham oportunidade de se conhecer e, diante de oportunidades, se articular. Também funciona como suporte às estratégias de alianças das instituições financeiras, e ainda facilita a prospecção de potenciais investidores.


28 outubro, 2016

Consolidação da infraestrutura de conectividade wireless, com Wi-fi e links próprios em 3G/4G; e expansão e acréscimo de serviços na rede de câmeras de monitoramento são alguns dos resultados dos projetos da TBNet, uma operadora de SCM (Serviço de Comunicação Multimídia) do grupo TecBan, que suporta suas redes de ATM e outros serviços.

Em 2015, houve uma ampliação de 57% da rede TBNet, baseada em tecnologia WI-FI e backbone com rádios licenciados, para conectar os ATMs aos seus data centers. São cerca de 1 mil ATMs conectadas e o plano de expansão foi desenhado para explorar o adensamento nas regiões já atendidas pela rede Banco24horas. Na rede de monitoramento, além da capacidade de escalar das atuais 500 a até 10 mil câmeras, foram identificadas oportunidades de automatizar a análise e resposta a eventos. Por ser uma operadora licenciada, a TBNet criou seu próprio SIM card 3G/4G para oferecer serviços de menor custo e maior valor agregado para a TecBan. Com essa tecnologia, a TBNet começou a oferecer conectividade para ATMs, dentre outros serviços de mobilidade com alto valor agregado.


28 outubro, 2016

Ao mesmo tempo em que facilita o acesso de empresas às linhas do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), o projeto Cartão BNB se sustenta em processos totalmente rastreáveis de crédito para investimento ou capital de giro, com um esquema de análise e contratação totalmente online. O Cartão BNB é um meio eletrônico que, com base em uma linha de crédito rotativa e com limite pré-aprovado, permite financiamentos com recursos do FNE para compras em fornecedores credenciados.

Lançado em março de 2016 o piloto do Cartão BNB, ainda em fase de consolidação, até 10 de outubro tinha 1028 cartões ativos, que contrataram R$ 106 milhões em limites de crédito. Por se tratar de uma linha rotativa de crédito, o limite de crédito do cliente é recomposto automaticamente no mesmo valor dos reembolsos efetuados. O limite de crédito do Cartão BNB é de R$ 1 milhão para compras parceladas em até 72 meses (no momento da compra) e contam com encargos subsidiados do FNE, além de bônus de adimplência de 15% sobre os encargos do FNE em caso de pagamento das parcelas do crédito até a data do seu vencimento.


28 outubro, 2016

Premiar as melhores práticas de responsabilidade ambiental e evitar que se financiem ações predatórias são os eixos estratégicos do Rating Socioambiental Santander Brasil. Em cinco anos de piloto, mais de 10 mil empresas já passaram pelo Rating Socioambiental. Desde sua implementação oficial, em maio deste ano, o Rating já foi aplicado em 678 clientes do segmento Corporate, o que representa 56% da base sujeita à análise socioambiental apenas nos primeiros meses.

O Rating Socioambiental é inicialmente aplicado nas análises de financiamentos do segmento Corporate do banco, que atende empresas com faturamento acima de R$ 200 milhões. Esses clientes passaram a receber uma nota, gerada a partir da avaliação dos aspectos sociais e ambientais da sua operação, que determina a aprovação ou altera as condições do empréstimo, conforme suas práticas para mitigar riscos operacionais e institucionais relacionados ao meio-ambiente.


28 outubro, 2016

Por meio de mecanismos efetivos e fluxos eficientes de análise, a ClearSale minimizou as incidências e tentativas de fraude, para aumentar as oportunidades e reduzir riscos na operação do Banco Pan, com o projeto Emissão Online de Cartões com foco na Autenticação de Clientes. Nos primeiros 30 dias paós a implementação, em maio do ano, metade das fraudes foi evitada e essa redução de exposição se manteve durante três meses. Em uma medição de 10 meses, de maio a fevereiro, o índice de fraudes caiu de 6,23% a 0,78%.

Todas as propostas de emissão passam por um modelo estatístico específico para o segmento. As mais arriscadas seguem a uma análise humana, e as demais são aprovadas automaticamente. Em paralelo, também é feita uma comparação, por análise humana, com os ataques a outras empresas protegidas pela ClearSale, o que permite detectar padrões e barrar futuras fraudes com as mesmas características.


28 outubro, 2016

A articulação de uma equipe multidisciplinar de Negócios, Centrais, Marketing, User Experience, Design, CRM e Desenvolvedores de TI e processos ágeis de gestão de mudanças aumentaram a satisfação dos clientes e resultaram em redução de custos, no projeto Revolução do Autoatendimento Digital, do Itaú Unibanco. Entre os indicadores, obteve-se 65% de redução de ligações para clientes que acessaram o novo centro de ajuda; 500 mil cliques diários nas

480 FAQs criadas; 56% de redução de tarifas telefônicas; 50% de redução do tempo médio para atendimento via CHAT sobre dispositivos de segurança; e 3 milhões de buscas mensais através do novo buscador.

Foi construída uma sala ágil, no modelo análogo a uma Lean Startup. A operação inclui sprints quinzenais de testes para públicos pequenos, quando se apuram as reduções de chamadas, assim como se coletam feedbacks dos clientes do que pode ser melhorado. As soluções mais valorizadas pelos clientes são então implementadas em larga escala.


28 outubro, 2016

Para maximizar a produtividade na rede de agências, o Banco do Brasil, ao longo dos últimos dois anos, investe na implantação de inovações nos Terminais de Caixa (TMF-CX). Entre os projetos, o Terminal de Tesoureiro Eletrônico (TTE) é configurado para compartilhamento entre dois caixas, com gerenciamento das regras de negócio e integração tanto à solução de atendimento presencial quanto aos sistemas corporativos. Outra iniciativa foi a revisão da forma de receber faturas, com a Captura Prévia no Terminal de Caixa.

O TTE automatiza o processo de numerário e auxilia a bateria de caixas e a tesouraria da agência nas atividades de contagem e separação de cédulas, recolhimento do numerário e contabilização automática das operações .A Captura Prévia de informações no terminal de caixa (TCX) permite ao operador receber documentos sem processá-los efetivamente, mantendo-os em status intermediário em uma sessão de atendimento. O objetivo é agilizar o atendimento e tornar o trabalho do operador mais seguro, dada a possibilidade de conferência dos documentos processados, evitando o uso de calculadora, uma vez que a medida que os documentos são capturados, o cálculo é feito automaticamente, com redução de erros, estornos e diferenças.


28 outubro, 2016

Preparar a infraestrutura e a arquitetura de TI para suportar crescimento da demanda de serviços com melhor aproveitamento dos recursos é o objetivo da Modernização do Datacenter, da Bradesco Seguros. Após um mapeamento da estrutura existente e definição da estratégia de inovação, foram definidas quatro etapas: virtualização; consolidação de serviços; entrega de IaaS (infraestrutura como serviço); e futura evolução para PaaS (plataforma como serviço.

Conforme dados da seguradora, a virtualização dos servidores existentes permitiu uma redução de 52% no número de máquinas físicas; e ganhos de 72% em nível de utilização;42% em disponibilidade e 48% em segurança. A etapa de consolidação implicou  a migração para servidores blade e sistemas de armazenamento mais compactos e menores e mais potentes, o que reduz o espaço necessário e o consumo de energia. Na terceira fase, os recursos de infraestrutura de TI da companhia passam a compor um portal de autoprovisionamento. Como desdobramento, serão oferecidos serviços de mais alto nível, como capacidade de banco de dados, em PaaS.


27 outubro, 2016

Fruto de uma parceria entre o Instituto GEOC, que representa 16 empresas que juntas respondem por 30% do mercado de recuperação de crédito do Brasil, e a Altitude Software, um dos maiores provedores globais de soluções omnicanal para melhorar a experiência do cliente, foi lançado em São Paulo o primeiro Anuário de Cobrança.

Desenvolvido pela Cantarino Brasileiro, a publicação apresenta números completos e atualizados do setor, traz um panorama das principais companhias e executivos do segmento, uma análise sobre a diversidade dos modelos de cobrança no mundo, além de entrevistas com 12 especialistas que opinam a respeito do momento econômico atual e das tendências para o futuro em termos de tecnologia e modelos de negócios.

O Anuário inclui ainda um estudo exclusivo desenvolvido pelo Instituto Noz, Pesquisa e Inteligência que revela a aposta no aumento do crédito em 2017 por todas as companhias consultadas. O otimismo se baseia na inserção do segmento na era da cobrança digital e em ajustes de processos para obter ganhos de produtividade.

Para o presidente da Altitude para América Latina, Frederico Dias, a uberização da cobrança é um caminho sem retorno. “As empresas tradicionais possuem um know-how talvez bem maior para aportar conhecimento a esse processo da digitalização da cobrança e certamente empresas de tecnologia como a Altitude passam a ter um papel fundamental para que, por meio de parcerias estratégicas com as empresas, consigam acelerar o processo de digitalização da cobrança ou de sua uberização”, analisa.

O presidente do Instituto GEOC, Jefferson Frauches Viana, afirma que o grande desafio é ampliar a percepção de valor do Instituto, reafirmando sua posição de referência na indústria de cobrança. “O IGEOC precisa ser visto como uma entidade que traz ganhos reais para a indústria como um todo”, finaliza.

Para acessar o Anuário de Cobrança 2016, clique aqui.


27 outubro, 2016

No dia 11 de novembro o auditório da Telefônica, em São Paulo, será palco do Fintech Summit, evento realizado pela Next Money, organização focada no desenvolvimento do ecossistema Fintech pelo mundo, presente em mais de 40 localidades ao redor do globo. A edição paulistana que terá a Cantarino Brasileiro como Media Partner, marca a versão latino-americana da iniciativa que antes já ocorreu em cidades como Nova Iorque, Londres, Hong Kong e Singapura.

Além de contar com a presença de alguns dos mais renomados especialistas da América Latina para discutir os assuntos mais relevantes sobre a chamada revolução fintech, a conferência terá como parte da programação a realização da etapa semifinal da competição de Startups FF17.

A lista de palestrantes conta com nomes como: Jonathan Whittle (Quona Capital), Edilson Osório Jr.(Originalmy), Marcos Cavagnoli (4Finance Brazil), Sandro Reiss (Geru), Eldes Mattiuzzo (Youse Seguros), Rodrigo Mendes (TCP Latam), Bruno Balduccini ( Pinheiro Neto Advogados), Bruno Diniz (Innercore Solutions), Helena Margarido (Sum Law) , Marcelo Blay (Minuto Seguros), Guga Stocco (Banco Original), João Paulo Oliveira (Foxbit), Fábio Lacerda Carneiro(Banco Central Do Brasil) e Bernardo Bonjean (Avante).

O Fintech Summit fará parte da programação da São Paulo Tech Week, o maior festival de tecnologia da América Latina que contará com mais de 200 eventos focados no futuro da tecnologia, tornando a semana uma plataforma de geração de negócios, exposição de produtos e serviços inovadores e formação de novos talentos. A primeira edição do evento ocorreu em 2015 e atraiu mais de 25 mil pessoas. Nesse ano, são esperados mais de 50 mil visitantes, inclusive de delegações da América Latina e Estados Unidos.

Para mais informações sobre o Fintech Summit acesse: https://sp2016.nextmoney.org/


27 outubro, 2016

Em parceria com a Chain, a bandeira de cartões Visa anunciou no início da semana que está trabalhando no desenvolvimento de um sistema de pagamento e transferência de fundos em tempo real entre bancos e empresas baseado em blockchain. O planejamento é que a nova solução, batizada de Visa B2B Connect, chegue ao mercado já em 2017 e possa ser oferecida como alternativa para a movimentação internacional de grandes somas de dinheiro.

Atualmente este tipo de transação é controlada pela rede Swift, que além do recém anunciado projeto da Visa também já sofre a concorrência da Ripple e de outras empresas que utilizam a tecnologia blockchain.

A Visa B2B Connect irá funcionar como uma infraestrutura de “registros públicos” permanentes de todas as transações, emitindo notificação em tempo quase real e a finalidade do pagamento, com um sistema de blockchain privado autorizado. A infraestrutura de blockchain, na realidade, será da Chain, que irá apoiar a nova oferta, com a Visa respondendo pelo gerenciamento fim a fim. A Chain é uma startup de tecnologia especializada em blockchain, que tem participação da Visa e que reúne várias empresas por meio de uma rede para o registro de movimentação e transações financeiras.

A estratégia da Visa, que está tentando se tornar uma alternativa mais relevante na área, é oferecer o produto a partir do próximo ano para os bancos com os quais mantém parceria, para que estes possam para oferece o serviço aos seus clientes corporativos.

Atualmente a Visa possibilita pagamentos com cartões para as empresas que os utilizam em compras, tais como despesas de empregados. Com o software da Chain, denominado Chain Core, o sistema da Visa vai permitir que as empresas e os seus bancos transfiram altos valores entre si diretamente, em vez de enviar uma mensagem para cada transação através de intermediários, como bancos correspondentes, para transferir o dinheiro.


27 outubro, 2016

De acordo com um estudo realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), com base em dados do Banco Central, a substituição de cheques por cartões de crédito e débito ocorrida nos últimos anos ajudou a evitar uma perda de quase R$ 12 bilhões para os setores do comércio e serviços apenas nos seis primeiros meses de 2016. A razão para este resultado seria a eliminação do risco de ter transações “sem fundo”.

O trabalho leva em consideração a participação dos meios de pagamento no mercado. No final do primeiro semestre de 2008, o cheque respondia por 77% dos pagamentos e os cartões ficavam com 23%. Atualmente essa relação se inverteu. Os cheques representam 44% e os cartões 56%. Segundo estes números, se aplicada a antiga proporção nos dias atuais, o cheque teria movimentado R$ 750,5 bilhões, enquanto os cartões somariam R$ 222,9 bilhões, no primeiro semestre do ano.

Considerando que os cheques devolvidos representaram 3,7% do valor total movimentado por esse meio de pagamento no primeiro semestre do ano, o prejuízo com a devolução de cheques seria de R$ 27,5 bilhões no período, dentro do cenário avaliado pelo estudo. Dessa forma, o aumento da participação dos cartões nas vendas possibilitou reduzir em 43% a perda, que foi de R$ 15,7 bilhões, segundo o BC. Portanto, mesmo com a taxa de administração das transações (em média 2,28%), os cartões reduziram substancialmente os custos do lojista, além de ampliar a segurança, a conveniência e as possibilidades de venda.


27 outubro, 2016

Na terça-feira (25) um grupo de executivos liderados por Rodrigo Soeiro Ubaldo (Allgoo), Paulo Deitos (Urbe.me), Bernardo Pascowitch (Yubb), José Prado (Conexão Fintech), Mathias Fischer (Meu Câmbio) e Ricardo Motta (Cariocas) anunciou a criação da Associação Brasileira de Fintechs – ABFintechs.   A entidade tem como meta representar os cerca de 220 startups registradas no país que prestam serviços financeiros inovadores alternativos ou complementares ao sistema bancário tradicional.

De acordo com o comunicado, a ABFintechs se baseia em três pilares que são a geração de negócios para seus associados, a aproximação com os órgãos reguladores e provocação de impacto social positivo. O documento informa que o novo organismo  buscará  desenvolver ações que possam contribuir com a consolidação das fintechs transformando o segmento, ampliando o mercado, viabilizando empresas vencedoras para atuarem local ou mundialmente e, assim, reposicionar o Brasil neste cenário.

“As fintechs têm potencial para transformar a forma que pessoas e empresas se relacionam com os serviços financeiros. O mercado nacional é bastante promissor e não fica atrás de outros mercados internacionais. Entretanto, num mercado tão competitivo, faltava união de nossas forças. Este é o primeiro capítulo da transformação”, comenta Paulo Deitos, co-fundador da ABFintechs.

A associação será também uma ponte entre potenciais clientes – empresas, bancos ou consumidores finais – e startups. Neste sentido, a ABFintechs prevê, além de buscar a regulamentação do mercado, realizar eventos e feiras para público B2B e B2C. “Em alguns casos, é mais importante para a fintech aproximar-se de um cliente do que de um investidor”, reconhece Rodrigo Soeiro Ubaldo, co-fundador da ABFintechs.


27 outubro, 2016

A CAIXA e a Artemisia estarão recebendo até o próximo domingo (30) as inscrições dos empreendedores interessasdos em participar do programa “Desafio de Negócios de Impacto Social – Educação Financeira e Serviços Financeiros para Todos”. A iniciativa vai selecionar em todo país negócios com soluções inovadoras em serviços financeiros para a população de baixa renda. A primeira etapa escolherá no máximo 15 negócios que receberão até R$ 15 mil cada para testes e refinamento do modelo de negócio. Na segunda etapa, cinco empreendedores serão selecionados e receberão até R$ 200 mil para pilotarem as soluções no público beneficiário. As inscrições podem ser feitas no site http://www.artemisia.org.br/desafiocaixa.

O recurso de apoio ao projeto tem origem no Fundo Socioambiental CAIXA, que recebe até 2% do lucro líquido da empresa e os destina para ações e projetos estruturantes de caráter socioambiental alinhados à promoção do desenvolvimento sustentável, da inclusão social e da cidadania.

Para Jean Rodrigues Benevides, gerente Nacional de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental da CAIXA, o desafio de promover a inclusão financeira de forma sustentável é elevado e exige um conjunto de ações inovadoras. “A CAIXA decidiu apoiar a aceleração de negócios de impacto social para buscar soluções inovadoras e escaláveis para melhoria contínua do relacionamento e dos negócios com nossos clientes, especialmente a população de baixa renda”, declara.

A diretora-executiva da Artemisia, Maure Pessanha afirma que o programa, correalizado com a CAIXA é um dos maiores da história da Artemisia. “Esperamos como resultado o altíssimo impacto social por meio da inclusão e educação financeira de milhares de pessoas da população de menor renda. Acreditamos na vocação dessa iniciativa para mudar a realidade de muitos brasileiros, por focar em um setor estruturante para transformação do país, que é o setor de serviços financeiros”, afirma.


27 outubro, 2016

Já estão abertas as inscrições para as startups interessadas em participar da terceira edição do InovaBra, programa desenvolvido pelo Bradesco com foco em descobrir projetos inovadores que tenham soluções aplicáveis ou com possibilidade de adaptação no setor de produtos e serviços financeiros. Além de todas as atrações das versões anteriores, este ano os participantes poderão contar com o apoio do InovaBra Ventures, um fundo de investimentos em startups, no modelo de corporate venture, com R$ 100 milhões de capital proprietário.

O InovaBra permite às startups testarem suas soluções com clientes reais. O objetivo é estabelecer parcerias para acelerar o processo de entrega de experiências inovadoras aos clientes e oferecer como contrapartida a possibilidade dessas startups escalarem seus negócios rapidamente uma vez que as soluções podem ser distribuídas para os 69 milhões de clientes, em mais de 60 mil pontos de atendimentos, além de 55 sites de internet e 62 aplicativos móveis. As inscrições para o programa podem ser feitas até 4 de dezembro no site www.inovabra.com.br

Os interessados devem apresentar projetos inovadores de startups em qualquer segmento, com soluções aplicáveis ou com possibilidade de adaptação ao segmento financeiro, principalmente relacionados a produtos e serviços, varejo, canais digitais, meios de pagamento, seguros, e que enderecem desafios nos seguintes temas: pagamentos, algoritmos, segurança, engajamento de clientes, gerenciamento financeiro, plataformas de investimentos, crowdfunding, customização massificada, IOT, blockchain e inteligência artificial.


27 outubro, 2016

Ao inaugurar a temporada de balanços bancários do terceiro trimestre ontem (26), o Santander Brasil anunciou ter alcançado lucro líquido de R$ 1,884 bilhão no terceiro trimestre de 2016. O resultado representa um crescimento de 4,3% sobre o trimestre anterior e de 10,3% em 12 meses.

A instituição revelou que sua Margem Financeira Bruta avançou 5,9% em três meses e 8,3% em um ano, atingindo R$ 8,267 bilhões no 3º trimestre de 2016. O crescimento, impulsionado por maiores ganhos em captações e operações com o mercado, contribui para o incremento de 5,1% das Receitas Totais na comparação trimestral.

De acordo com o banco a consistência do crescimento das receitas de comissões é resultado, da expansão e vinculação da base de clientes, o que aumenta o volume de transações com o Banco. A Carteira de Crédito Ampliada cai 6,3% na comparação anual, mas registra ligeira alta em três meses, de 0,8%, um sinal de resiliência diante do ambiente macroeconômico ainda de fraca demanda.

A carteira de crédito para Pessoa Física é mais uma vez o destaque, com aumento de 1,9% ante os três meses anteriores e 6,8% na comparação anual. O principal impulso vem do Consignado, que cresce 6,1% em três meses, e 27,2% em bases anuais; Imobiliário (0,4% em três e 7,6% em 12 meses), e Cartão de Crédito (7,7% em 12 meses e 1,7% em três meses).

O presidente do Santander Brasil, Sérgio Rial, comemorou os resultados afirmando que “Com os fundamentos comerciais, de risco e de custos bem equilibrados, este terceiro trimestre comprova o crescimento consistente dos nossos resultados. Construímos a base de um grande resultado para 2016. Somos uma organização com foco comercial permeado por clientes mais satisfeitos e uma boa visão de riscos e custos”.


26 outubro, 2016

Fundado em 2014, o Banco CBSS tem um processo não presencial para emissão do cartão de crédito Digio. No modelo de “banco digital”, a solicitação do cartão, o preenchimento da proposta e a entrega da documentação são feitos exclusivamente por meio de um aplicativo, em Android e iOS. Além das funcionalidades de documentoscopia, que analisam várias minúcias da imagem digitalizada para prevenção a fraudes com falsificação de identidade, foi também agregada uma função de reconhecimento facial, implantada pela Acesso Digital e com processamento na Conductor.

Ao mesmo tempo em que não compromete a agilidade e a facilidade de uso para os clientes, o reconhecimento facial tem funcionado como uma barreira efetiva aos fraudadores. Conforme informação do banco, até o momento de inscrição desta case não foi detectada nenhuma tentativa  de fraude de identidade para obtenção do Digio.


26 outubro, 2016

Os sensores de movimento, como acelerômetro, giroscópio e contador de passos, disponíveis no smartphone são capazes de coletar dados que, em conjunto, definem um padrão psicomotor único, que permite saber se o aparelho é portado por seu legítimo usuário.

A solução, implementada pela Scopus no Bradesco, é instalada no dispositivo móvel e vai coletando os dados regularmente (com intervalos que economizem bateria e não comprometam as demais apps). Com estes dados, é aplicado algoritmo de detecção no próprio aparelho, sem necessidade de conexão. Além de explorar recursos que já estão na mão do usuário, a abordagem inédita, de reconhecimento do jeito de caminhar, faz uma autenticação natural e proativa, pois os mecanismos fazem a conferência constantemente e confirmam imediatamente a identidade do usuário no momento da transação.


26 outubro, 2016

Logo após iniciar uma oferta de alto volume a seus associados, de emissão de cartão com a bandeira MasterCard, em 2014, a Administradora de Cartões Sicredi, por meio de pesquisa com o Instituto Medida Certa, constatou falta de conhecimento dos clientes em relação às facilidades do produto, como o programa de recompensas. A partir disso, foi definida a produção de 15 vídeos, publicados no Youtube, sobre temas como uso consciente do cartão, recompensas, seguros e outras vantagens, muitas vezes não utilizadas do produto. Além dos vídeos que servem como tutoriais, também são incluídas peças dedicadas a assuntos como a contribuição do cartão ao desenvolvimento regional.

Com a divulgação na fanpage do Facebook do Sicredi e publicação no Youtube, a cooperativa teve um alcance de mais de 800 mil visualizações dos 7 vídeos publicados até julho de 2016, além de 13 mil curtidas e mais de 2 mil compartilhamentos, inclusive no Whatsapp, que normalmente gera uma visualização imediata.


26 outubro, 2016

Incentivar a iniciativa de renegociação pelos canais de autoatendimento dos clientes inadimplentes com a C&A, por meio de desconto e recompensa ao pagamento com um cartão presente da loja. Este foi o eixo do projeto Cobrança Digital – Incentivo de recuperação através de cartão presente, desenvolvido pela Callink Serviços de Call Center para a BradesCard.

A ação de cobrança, conhecida como Cashback, teve duas fases, a primeira entre abril e maio de 2015 e a outra em junho. Na primeira campanha, houve 8466 acessos e 824 acordos. Na segunda fase, em que os descontos foram mais vantajosos aos devedores, o volume de acessos aumentos 11% e o de acordos 120%. Em relação ao uso dos canais, a segunda campanha teve um aumento de acessos de 207% no portal e 13% na Central de Atendimento C&A. Ou seja, o processo de negociação via autoatendimento correspondeu a 20% do resultado da campanha 2.


26 outubro, 2016

Garantir que sejam oferecidas as condições ideais para regularização de cada devedor é o objetivo do projeto PagouFácil, o autoatendimento descomplicado, desenvolvido pela Paschoalotto para atender a instituições como Itaú Unibanco, Bradesco, Santander, BV Financeira e Banco Pan. As funcionalidades do portal são integradas a um sistema de CRM, que oferece uma gama maior de regras de negociação. Caso não haja uma opção compatível com as condições do cliente, ainda é possível enviar uma proposta a ser avaliada pelo back office diretamente com os bancos. Embora tudo possa ser feito em interação com um operador, o sistema permite que, no caso de atendimento telefônico, o atendente dê continuidade ao processo, sem pedir para o cliente repetir as informações.

Na primeira quinzena de operação da plataforma, foi registrado um aumento de 14% da receita de boletos pagos por meio da ferramenta na carteira piloto. Entre os desdobramentos previstos, está a possibilidade de obter informações de localização e comportamento do público, para enriquecimento de dados e melhor definição de perfis.


26 outubro, 2016

O projeto de tokenização em massa, inicialmente voltado a pagamentos seguros sem cartão presente, simplificou a mitigação de fraudes em todos os canais online. A taxa de aprovação de compras aumentou 15 pontos percentuais, comparada à do cartão convencional, e o próprio consumidor valorizou o ganho de segurança. Como resultado, o ticket médio das compras com o cartão virtual é 75% superior, uma vez que tanto o estabelecimento quanto o comprador confiam mais na integridade da transação.

Ao solicitar uma compra com o cartão virtual, o banco converte o número do cartão convencional em uma sequência única de números, irreversível à informação original fora do ambiente do banco. O token (que no caso não é o dispositivo físico, mas sim o código gerado matematicamente) funciona como referência ao cartão original e contém ainda informações que contextualizam a transação, como identificação do estabelecimento na venda. Portanto, mesmo que o cartão virtual seja interceptado, fica impraticável seu uso para compras fraudulentas.


26 outubro, 2016

Oferecer aos estabelecimentos as facilidades de relacionamento e de acesso a informações em tempo real proporcionadas aos portadores de cartões que usam o canal mobile para suas operações e para gestão financeira pessoal. Esse foi o objetivo da APP Getnet, que agrega conveniência e agilidade no relacionamento com a adquirente.

No APP Getnet os estabelecimentos têm acesso à serviços antes disponíveis apenas via Call Center, como solicitação de novas bobinas ou antecipação de recebíveis entre outros. Na plataforma, o cliente tem também visibilidade do andamento de suas vendas.

A disponibilidade do atendimento pela APP Getnet reduziu custos operacionais, com diminuição da demanda ao call center. O novo canal contribuiu também para um incremento nos resultados, com um crescimento das antecipações de recebíveis.


26 outubro, 2016

Com mais de 100 tipos de operações disponíveis, o mobile banking do Sistema Sicoob responde por mais de 30% do volume total de transações, que no ano passado teve um crescimento de 182%. Nesse período, a migração de clientes dos canais presenciais para o mobile proporcionou uma redução de custos operacionais estimada em R$ 162,8 milhões. Para aumentar ainda mais a atratividade do canal, foram acrescentados serviços como atendimento a não correntistas; depósito de cheques; leitura automática de código de barras de faturas em PDF; e integração do localizador de agências com Waze e Google Maps. Outra estratégia é aproveitar rapidamente as inovações das indústrias de dispositivos móveis.

O Mobile banking Sicoob mantém compatibilidade com iOS, Android, Windows Phone e BlackBerry. A aplicativo foi o primeiro a ser atualizado para o iOS 8 com suporte ao Touch ID, um dia após o lançamento da Apple. Atualmente, também suporta os recursos de leitura de impressão digital do Android 6, agregando a funcionalidade nativa de biometria à aplicação bancária. Outra inovação é a entrega dos serviços por meio de smartwatches (relógios inteligentes).


21 outubro, 2016

Profissionais de tecnologia, especialistas, pesquisadores, executivos do mercado financeiro e ‘evangelistas’ do blockchain se reuniram ontem (20), no Hotel Tivoli São Paulo – Mofarrej para a primeira edição do Blockchain View. O evento realizado pela Cantarino Brasileiro teve como objetivo aprofundar as discussões e análises sobre o potencial disruptivo da tecnologia e as inúmeras possibilidades que ela oferece para os mais diferentes mercados.

Com cinco palestras e seis painéis realizados ao longo do dia, o Blockchain View repassou o conceito, a história e as principais aplicações do blockchain até o momento, avaliou o potencial disruptivo de sua utilização principalmente no mercado financeiro, informou como o tema vem ganhando espaço no Brasil e no mundo e discutiu aspectos legais e regulatórios entre outras abordagens.

Um dos destaques da programação foi a palestra do chefe-adjunto do departamento de supervisão bancária do Banco Central, Fábio Lacerda que apresentou a visão do órgão regulador.

O evento contou também com a participação de representantes de bancos como Itaú e Bradesco, gigantes da tecnologia como Microsoft, Intel e Scopus, consultorias globais como a KPMG e escritórios de advocacia como Pinheiro Neto Advogados, além de executivos que estão à frente dos projetos mais bem-sucedidos do país com o uso da tecnologia.

Organizadora do conteúdo, Regina Crespo afirma que cada palestra, painel e discussão deixou claro que a tecnologia veio para ficar. “Pelo que escutamos no evento, acreditamos que essa nova tecnologia nos levará a mudanças em praticamente todas as áreas do comportamento humano. É um grande privilégio fazer parte deste momento e participar da busca pelos melhores caminhos“, disse.


21 outubro, 2016

Ao apresentar a palestra “Como o blockchain está ganhando espaço no mundo e no Brasil”, ontem (20), durante o Blockchain View, o diretor da KPMG, Oliver Cunningham, afirmou que a tecnologia pode ser a solução para inserir no mercado financeiro os cerca de quatro bilhões de pessoas que vivem atualmente na condição de desbancarizados no mundo.

Para o executivo, existe uma grande possibilidade de que haja um crescimento mais acelerado do uso da tecnologia nos países pobres e em desenvolvimento. “Os bancos não querem abrir mão das agências como ponto de convergência para seus clientes. Mas as pessoas que não tem relação com as instituições financeiras podem ser alcançadas diretamente pela tecnologia”, disse.

Para ele, as condições para as criptomoedas ganharem importância de forma mais acelerada no mundo desenvolvido dependem de certa forma da ocorrência de uma nova crise econômica com as proporções da que foi vivida em 2008. “Neste caso, o potencial do bitcoin e seus similares como reserva de valor seria percebido de uma forma mais clara”, afirma. Segundo ele, o bitcoin teria condições de ser considerada a 7ª moeda do mundo neste conceito.

O executivo projeta o surgimento de vários blockchains privados e públicos para um futuro próximo. “Creio que não poderemos ser exclusivistas apostando em apenas um modelo. Costumo dizer que precisamos aceitar todas as opções, pois estamos apenas começando a mergulhar nas possibilidades desta tecnologia”, afirmou.


21 outubro, 2016

A palestra do chefe-adjunto do departamento de supervisão bancária do Banco Central, Fábio Lacerda foi um dos principais destaques da programação do Blockchain View ontem (20). Sob o tema: “Como as novas tecnologias e iniciativas disruptivas estão sendo tratadas pelo órgão regulador”, o executivo trouxe como principal notícia a informação de que o BC deseja observar o funcionamento prático de soluções apoiadas em Distributed Ledger Technology (DLT), por exemplo, para avaliar se é necessário fazer algum tipo de regulamentação referente ao tema.

Lacerda lembrou que o BC criou um grupo de trabalho de inovações tecnológicas em junho deste ano que reúne profissionais de todos os departamentos para acompanhar o assunto e traçar avaliações de impacto, tanto no sistema financeiro como no sistema de pagamentos, nos níveis micro e macroeconômico.

Ele acredita que o DLT é a tecnologia com o maior potencial disruptivo para a nova era. “Ela torna a fraude mais difícil, traz segurança para o risco cibernético e redução de custos. Não estamos mais numa era de mudanças. Agora estamos na mudança de uma era”, disse.

O diretor do BC afirmou que a pior regulamentação possível é a que vem depois de uma grande crise, um grande prejuízo para a empresa e o cidadão comum. “Quando este tipo de regulamentação acontece ela é estúpida e radical. Por isso recomendo aos empreendedores que acima de tudo busquem a segurança jurídica em suas ações”, afirmou.

Ele encerrou a palestra apresentando a visão atual do BC a respeito do bitcoin e das outras criptomoedas. “Elas não são vistas como a moeda local, mas sim como commodities digitais que exercem a função de moedas”, explicou.


21 outubro, 2016

A confiança de que o blockchain consegue suportar o volume de transações realizados atualmente pelos grandes bancos é uma das maiores preocupações das instituições financeiras neste momento. A revelação aconteceu durante o painel “Blockchain e distributed ledger no ecossistema financeiro – Bancos, meios de pagamentos, fintechs e afins” realizado ontem (20) no Blockchain View. Com a moderação de Dorival Dourado, da Centria, a discussão teve a participação de George Marcel Smetana (Bradesco), João Paulo Oliveira (Foxbit) e Adilson Fernandes da Conceição (Itaú).

Os representantes dos bancos revelaram que a tecnologia é acompanhada de perto pelos presidentes, pelos membros dos conselhos e pelos principais executivos das instituições. Tanto o Bradesco quanto o Itaú possuem equipes de inovação com membros dedicados a acompanhar o desenvolvimento, estudar os cases e disseminar as informações a respeito do tema junto aos colaboradores. A própria Febraban tem um grupo de discussão sobre blockchain que se reúne com frequencia e conta com representantes de todos os bancos.

O lançamento de produtos em escala comercial, baseado na tecnologia, ainda não tem previsão para acontecer. Adilson Conceição, do Itaú, revelou que existem alguns gaps de funcionamento que estão sendo avaliados, mas que o principal entrave é a quantidade de transações. “Os cases que conseguiram os maiores volumes operando com blockchain ainda estão muito longe da realidade de um grande banco. Sabemos que isto será resolvido. Existe muito recurso financeiro sendo investido e muito capital intelectual direcionado para isto”, disse.

George Marcel Smetana chamou a atenção para a interoperabilidade entre os consórcios de desenvolvimento de blockchain. “Creio que eles não vão necessariamente convergir, mas com certeza irão se falar”, disse.

Já João Paulo Oliveira (Foxbit) alertou as startups com relação à necessidade de serem rápidas na detecção das oportunidades e oferta de soluções. “É preciso aproveitar o quanto antes os gaps de eficiência apresentados pelos grandes bancos”, disse.


21 outubro, 2016

Representantes de empresas como Microsoft, Intel e Scopus tiveram a responsabilidade de discorrer sobre como essas companhias estão atuando estrategicamente em relação à tecnologia blockchain. Eles participaram do painel: “Possibilidades, projetos, perspectivas e escala do Blockchain na indústria de tecnologia” realizado ontem (20) no Blockchain View e demonstraram que existe um esforço comum em proporcionar as condições necessárias para que as pessoas possam usar a tecnologia nos mais variados tipos de negócios.

Moderado pelo co-fundador do projeto FintechLab, Marcelo Bradaschia, o debate teve a participação de Gustavo Paro (Microsoft), Andrea Zaccari (Intel) e Oscar Dantas Vilcachagua (Scopus).

Gustavo Paro revelou, por exemplo, que a Microsoft disponibiliza o ambiente Blokchain 3.0 dedicado a testar e comparar as plataformas de blockchain. “A visão é empoderar qualquer pessoa a usar qualquer protocolo para desenvolver qualquer tipo de negócio”, disse. Informou ainda que a empresa está envolvida em mais de 14 Consórcios diferentes.

Já Andrea Zaccari afirmou que a companhia também tem uma plataforma que está em laboratório. Explicou que o objetivo é descobrir o que pode ser embarcado nessa tecnologia que vai facilitar sua utilização. “Buscamos como um dos principais focos a melhoria da escalabilidade e da segurança”, disse.

Segurança também é o alvo da Scopus. Segundo Oscar Dantas Vilcachagua, a empresa estuda a tecnologia e tem parceria com universidades, além de enviar funcionários para congressos e eventos no Brasil e exterior para saber tudo o que está disponível em termos de segurança. “Precisamos ter as respostas para algumas questões do tipo: Se eu estou numa rede distribuída como eu vou proteger os meus dados? Não quero que o meu concorrente tenha acesso aos meus dados ” refletiu.


21 outubro, 2016

O advogado Bruno Balduccini, do escritório Pinheiro Neto Advogados tranquilizou os evangelistas do blockchain com relação à possibilidade da tecnologia encontrar obstáculos para o seu pleno desenvolvimento vindos do campo do direito. Ele apresentou a palestra “Aspectos legais do mundo digital” ontem (20) no evento Blockchain View que reuniu mais de 100 pessoas entre executivos, especialistas e outros interessados no tema.

Balduccini declarou que nem é preciso fazer qualquer alteração nas leis para permitir o uso da tecnologia. Segundo ele, as principais exigências legais estão ligadas à garantia da não adulteração do conteúdo (integridade e autenticidade) e à questão da possibilidade de identificação das partes (autoria). “A tecnologia tem conseguido assegurar estes dois princípios de forma até mais eficiente do que os métodos usados tradicionalmente nos quais muitas vezes apresenta-se um documento pessoalmente para um atendente e essa pessoa compara sua foto com seu rosto para dizer se você é você mesmo”, disse.

O advogado lembrou que os órgãos reguladores inclusive estão atentos a este ganho de eficiência e já autorizaram, por exemplo, a abertura de conta corrente de forma digital sem a necessidade da presença física do titular na agência, o que antes era proibido.

Ele finalizou a explanação alertando apenas para o cuidado com o uso dos dados pessoais. “O dono da informação é a pessoa. Não é a fintech, não é o blockchain, não é o banco. Qualquer forma de uso desta informação sem o consentimento comprovado desta pessoa configura crime”, disse.


21 outubro, 2016

Ao abordar as “Perspectivas do blockchain no mundo e no Brasil” durante o último painel do Blockchain View ontem (20), os debatedores chegaram a duas conclusões básicas. A primeira é que o uso da tecnologia está crescendo numa velocidade muito maior do que era prevista e a segunda é que o Brasil não possui ainda um número de técnicos suficiente para desenvolver projetos e suportar este crescimento. A discussão foi moderada por Bruno Diniz, da Next Money e contou com a participação de Rosine Kadamari (Kriptasolutions), Edilson Osório Jr. (Original My) e Fernando Breslau (Aceleratech).

Rosine chamou a atenção para um movimento mundial de desmistificação do bitcoin. “Todo mundo já está entendendo que é uma tecnologia e o uso incorreto é o que pode levar à ocorrência de problemas. As pessoas estão percebendo que se ela está sendo usada como moeda é porque tem autoridades reguladoras olhando para isso”, disse.

Fernando Breslau concordou com essa desmistificação e completou trazendo para o debate uma pesquisa recente da IBM demonstrando que 15% das fintechs vão adotar Blockchain para o ano que vem. “Isto é muito mais rápido do que todos imaginavam há muito pouco tempo” disse.

Apesar de compartilhar do otimismo em relação ao crescimento do uso da tecnologia, Edilson Osório trouxe para a pauta a revelação de um problema que pode prejudicar este ritmo de crescimento. Segundo ele, o Brasil ainda não tem um número suficiente de técnicos habilitados para desenvolver projetos em blockchain. “É preciso trabalhar a formação dos profissionais. As empresas estão passando pelo estágio de qualificar seus profissionais antes de avançar com seus projetos”, disse.


21 outubro, 2016

O palestrante Everton Fraga, um dos únicos dois brasileiros membros da Ethereum Foundation, protagonizou uma das apresentações mais futuristas a respeito das inovações tecnológicas do Blockchain View ontem (20). Ele apresentou um pouco da história, alguns projetos desenvolvidos e as perspectivas de futuro para a plataforma, deixando a mensagem de que a organização está em estágio avançado da criação de um ambiente paralelo à internet que tem como um de seus objetivos facilitar o desenvolvimento de projetos baseados em blockchain.

Fraga contou que após ser fundada em 2014, com o financiamento levantado por meio de um projeto de crowdfunding, a Ethereum Foundation conta atualmente com 40 pessoas no mundo sendo dois deles brasileiros. Sua missão é destinada à pesquisa desenvolvimento e educação em tecnologias descentralizadas. “Com uma blockchain própria e um navegador para acessar sites em blockchain nós temos a proposta de uma nova internet”, disse.

Ele explicou que isto facilitaria a expansão do uso do blockchain para as mais variadas aplicações. Para Fraga, as tecnologias descentralizadas não podem ser vistas apenas sob o ponto de vista da geração de negócios. Elas podem auxiliar, por exemplo, na busca pelos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pela ONU. “Em menos de 100 linhas de programação o blockchain permite criar uma ferramenta democrática na qual as pessoas fazem propostas e acontecem votações”, disse.


13 outubro, 2016

Os usuários dos ônibus da Metra, que levam os moradores de Diadema até a Estação Berrini, em São Paulo, serão os primeiros a testar o pagamento das tarifas do transporte coletivo por meio de cartão de crédito, débito e pré-pago com bandeira Mastercard. A modalidade estará disponível a partir da próxima segunda-feira (17). Posteriormente, a solução será oferecida também aos passageiros que utilizam os ônibus da Região Metropolitana de Curitiba e os trens da Supervia, no Rio de Janeiro – Central do Brasil (Linha Vermelha – estações da linha Deodoro).

A novidade foi anunciada nesta semana pela Mastercard e funcionará para cartões que tenham a função de pagamento por aproximação (sem contato). Também poderão ser utilizados cartões registrados em carteiras digitais de celulares.

“A inovação de pagamento no transporte público foi projetada pela Mastercard a partir do grande desafio que o tema mobilidade urbana apresenta em escala global e, no Brasil, não é diferente. O objetivo é contribuir para que as cidades se tornem mais eficientes e sustentáveis e, com isso, permitir que a vida seja mais inclusiva, segura e conveniente para seus habitantes”, disse em nota, o vice-presidente de Desenvolvimento de Aceitação, Varejo e Novos Negócios da Mastercard Brasil e Cone Sul, Alexandre Brito.

A expectativa da Mastercard é levar a tecnologia de pagamento sem contato para as principais capitais do País, também no transporte ferroviário (trem e metrô) e nos ônibus urbanos até dezembro de 2017.

Segundo estudos da Mastercard, a arrecadação aproximada deste mercado é de R$ 80 bilhões por ano. Deste total, estima-se que o uso de dinheiro no transporte público represente uma fatia de 30%. Esse montante gera custos operacionais e logísticos para o operador, além dos problemas com falta de troco e de segurança. A operadora de cartões diz que uma de suas metas é eliminar o dinheiro em espécie.


13 outubro, 2016

Entre os dias 09 e 11 de novembro acontecerá em Marrakech, no Marrocos, o SIGEF – Fórum de Inovação Social e Ética Global, evento no qual organizações não governamentais, setores público e privado e cidadãos globais se reúnem para discutir projetos e estratégias para o bem social. Realizada em paralelo à COP22, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a programação terá como um dos principais destaques a discussão a respeito do uso da Spotlight, apresentada como a primeira moeda social global para a inclusão econômica. A solução apoia ONGs, iniciativas inovadoras e boas ações sociais através da plataforma Horyou, que promove a circulação e a redistribuição financeira entre os seus membros.

O funcionamento da Spotlight tem como princípio monetizar as interações das redes sociais, trazendo uma dimensão nova e positiva às mídias digitais. A moeda tem uma taxa de conversão diária definida por oferta e demanda, que é publicada diariamente no website Horyou.com. Os membros Horyou podem comprar e receber Spotlights. A moeda tem como objetivo circular na comunidade Horyou, podendo assim ser transferida a outro membro, seja indivíduo ou organização.

“Essa será a primeira vez em que promover o bem social nas redes sociais, compartilhando boas notícias e ações, se materializará em uma dimensão financeira de grande impacto”, afirma o fundador e CEO do Horyou, Yonathan Parienti.

Além de comprar e transferir Spotlights, é possível recebê-los da plataforma Horyou. Seu algaritmo proprietário irá alocar Spotlights na conta de seus membros, com base em múltiplos fatores como atividade social e engajamento na comunidade. Quanto mais participativo o usuário for, maiores as suas chances de receber Spotlights.


13 outubro, 2016

Em um artigo publicado nesta semana na revista CIO, o consultor independente e especialista em novas tecnologias Cezar Taurion, alertou as empresas sobre a necessidade de prestarem atenção no desenvolvimento do blockchain. Segundo ele, isto é uma iniciativa estratégica e urgente porque as atuais tecnologias poderão ser substituídas por essa nova plataforma.

Segundo ele, o desafio maior neste momento é entender se o blockchain será uma ameaça ou um alavancador de oportunidades. “Qualquer que seja a resposta, ficar inerte será a pior decisão. Quanto mais cedo a empresa tiver a percepção de como, quando e de que forma será afetada pelo blockchain, mais cedo ela poderá reagir”, diz.

Neste sentido, o Blockchain View, evento que acontecerá no dia 20 de outubro, no Hotel Tivoli São Paulo Mofarrej, oferece grandes reflexões sobre o assunto. Realizado pela Cantarino Brasileiro, o debate recebe inclusive inscrições por com pagamento em bitcoins. O encontro contará com a presença do Banco Central e reunirá especialistas de diversas áreas como : Edilson Osório, CEO da Original MY, João Paulo Oliveira, co-fundador da FoxBit, Gabriel Aleixo, pesquisador do ITS Rio de Janeiro, Bruno Diniz , Next Money, Andrea Zaccari, gerente de desenvolvimento de negócios da Intel, Helena Suarez Margarido, advogada, proprietária do escritório SumLaw, Bruno Miranda, diretor da Fin Chain, Dorival Dourado, diretor da Centria, Safiri Felix, CEO da CoinBR.net, Rosine Kadamani, co-fundadora do Blockchain Center, Marcelo Bradsachia, co-fundador do FintechLab, Oscar Dantas Vicachagua, gerente  de pesquisa e inovação tecnológica da Scopus, George Marcel M.A. Smetana, consultor do departamento de pesquisa e inovação do Bradesco, Fernando Bresslau, sócio da ACE e Tatiana Casseb T.M. Barbosa Ticami, do Grupo de pesquisa da FGV.

Para informações sobre inscrições e outros detalhes acesse: http://blockchainview.com.br/


13 outubro, 2016

De histórico devedor, o Brasil poderá ampliar sua condição de credor do Fundo Monetário Internacional (FMI). É o que permitirá o acordo bilateral assinado na última semana, na reunião do FMI em Washington pelo presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfajn. O contrato estabelece que, se necessário, o país poderá emprestar até US$ 10 bilhões.

O total desta nova rodada de acordos bilaterais, que conta com a adesão de 26 países, é de US$ 360 bilhões, segundo o BC. O Brasil ainda não tinha participado desse tipo de acordo, entretanto, não é a primeira vez que contribui com recursos de empréstimo para o FMI, sendo credor do orgão desde 2009.

Atualmente, o Brasil participa de um acordo semelhante aos acordos bilaterais, chamado de New Arrangements to Borrow (NAB), uma espécie de arranjo multilateral de empréstimo. Esse arranjo é composto atualmente por 40 membros e está vigente desde 2011.

O acordo bilaterial termina em dezembro de 2019, podendo ser prorrogado até 2020, desde que haja consentimento dos países. Segundo o BC, até hoje o FMI não usou nenhum recurso de acordos bilaterais. O recurso principal utilizado pelo FMI são as quotas e na sequencia os recursos do NAB.

O BC explicou que, caso o FMI precise dos recursos previstos no acordo, o dinheiro não sairá das reservas internacionais. “As operações financeiras com o FMI não implicam diminuição das reservas internacionais”.


13 outubro, 2016

A consultoria Celent publicou o resultado de uma nova pesquisa nesta terça-feira (11) a respeito do uso de aplicativos no mercado de seguros da América Latina. Entre outras constatações, o trabalho revelou que a proporção de empresas do segmento que oferecem aplicativos móveis praticamente dobrou, passando de 21% em 2013 para 39% em 2016.

No final de 2013, a consultoria Celent analisou o mercado de aplicativos para clientes de seguros na região e descobriu que cerca de 21% das companhias de seguros dispunham de apps móveis para seus clientes, embora com capacidades limitadas.

Ouvidas 171 seguradoras de riscos gerais em 20 países da América Latina neste ano, o resultado encontrado foi de que 39% das seguradoras oferecem aplicações centradas no usuário. Ainda segundo o levantamento, a maioria das empresas pretende investir em projetos desse tipo.

“O crescimento dos usuários de smartphones e as mudanças nos padrões de consumo das pessoas para estes dispositivos em todo o mundo tem feito com que as empresas, incluindo as seguradoras, repensem e redefinam a sua estratégia digital na qual os telefones moveis são um componente muito importante”, diz Luis Chipana, analista da Celent e autor do relatório.

Enquanto isso, outra pesquisa, desta vez realizada pela empresa alemã de análise de mercados GfK mostrou que o Brasil aparece como um dos países onde está mais disseminado o uso de aplicativos móveis para monitorar a saúde. O levantamento, com 20 mil internautas de 16 países, indica que 29% dos brasileiros cuidam da saúde e condição física por meio de aplicativos móveis, pulseiras, clipes e relógios inteligentes.

O percentual coloca Brasil e Estados Unidos lado a lado na segunda posição do ranking dos países em que esse hábito é mais popular.  A lista é liderada pela China, onde 45% dos entrevistados declarou fazer uso de tais recursos.


13 outubro, 2016

No dia 21 de outubro a FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos e o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) farão o lançamento do “Guia para Emissão de Títulos Verdes no Brasil”. O evento acontecerá no Maksoud Plaza Hotel, em São Paulo, a partir das 8h30.

O documento foi elaborado em parceria com a Sitawi Finanças do Bem e contou com a colaboração do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces/FGV-EAESP).  De caráter recomendatório, o material fornece orientações a respeito do processo de emissão de Títulos Verdes no Brasil, indicando as particularidades deste mercado, o seu potencial e os procedimentos para enquadramento de projetos.

O Guia é destinado aos participantes do mercado de renda fixa no Brasil, incluindo empresas, instituições financeiras e investidores, bem como a outros agentes interessados na emissão dos Títulos Verdes, chamados de Green Bonds no mercado internacional.

Durante o evento também será lançada a Declaração de Investidores sobre Títulos Verdes – Brasil, uma iniciativa da Climate Bonds Initiative (CBI), Principles for Responsible Investment (PRI) e Sitawi. A declaração será assinada por investidores institucionais brasileiros em apoio ao mercado local de Títulos Verdes.

A participação é gratuita e as inscrições deverão ser feitas pelo site da FEBRABAN. Para mais informações acesse: https://portal.febraban.org.br/pagina/29/2/pt-br/eventos


13 outubro, 2016

Ao completar 208 anos de sua fundação, o Banco do Brasil inaugurou ontem (12), em Brasília, um museu que apresenta ao público documentos de valor histórico, cédulas, moedas, equipamentos e mobiliário. No acervo do espaço de 12 mil m², que ocupa agora o mesmo edifício do Centro Cultural Banco do Brasil, na capital federal, estão expostas também peças de artes decorativas, pinturas, gravuras e esculturas.

O novo museu conta 35 mil itens de valor histórico; mais de 16 mil títulos de livros; 20 mil registros fotográficos e audiovisuais; 1,1 mil obras na coleção de artes visuais e decorativas; 727 nomes de artistas com obras registradas e 5 mil dossiês documentais de valor histórico.

A primeira mostra está dividida em dois módulos: História e Cultura e Cidadania. O módulo histórico traz peças ligadas às atividades nas dependências do Banco do Brasil. Há ainda uma instalação em homenagem aos trabalhadores da instituição nestes dois séculos. Atualmente o banco conta com 109 mil funcionários.

Já o módulo Cultura e Cidadania apresenta ao público parte do acervo de arte nacional: pinturas, gravuras e esculturas públicas de grandes dimensões, abrangendo múltiplas expressões da arte brasileira do século 20, em especial da produção realizada entre as décadas de 1940 e 1980 – indo do Modernismo ao Abstracionismo.

A partir de hoje (13) o espaço poderá ser visitado das 13h às 19h, de quarta a segunda-feira. Mais informações pelo telefone (61) 3108.7600 ou no site Acervos do Brasil.


13 outubro, 2016

O deputado Vicente Candido (PT-SP) defendeu nesta terça-feira (11), durante audiência pública na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, duas propostas que tramitam na Câmara e tratam da venda com deságio para o sistema financeiro de parte da dívida ativa dos entes federados. Requerimentos de urgência para os dois textos já chegaram a entrar na pauta do Plenário.

A ideia é antecipar o recebimento de parte da dívida ativa, de origem tributária ou não, que ainda não esteja em processo de execução judicial quando os bens do devedor são buscados e penhorados para sanar o débito. O desconto em relação ao valor nominal, definido em edital, deve variar segundo a possibilidade de recebimento da dívida.

O Projeto de Lei Complementar (PLP) 181/15 regulamenta aspectos gerais do tema para a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios; enquanto o PL 3337/15 disciplina o mecanismo no âmbito federal. Ambos são de autoria de Candido e outros 11 parlamentares.

Para o deputado, as propostas podem contribuir para as finanças públicas – e não se confundem com operações que durante a audiência pública foram criticadas pela coordenadora nacional da organização não governamental Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lúcia Fattorelli.

No debate, ela alertou que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/16 dá margem a operações feitas por empresas estatais não dependentes que podem ser lesivas aos cofres públicos.


6 outubro, 2016

A conferência TED, que surgiu na Califórnia e se espalhou por todo o mundo com o lema “ideias que merecem ser compartilhadas”, terá amanhã na Universidade de São Paulo (USP) sua edição brasileira e contará com a participação de três especialistas em bitcoin.

Ao todo serão sete palestras dentro do tema ‘Inovação’. Elas seguirão o formato tradicional do TED, ou seja, os convidados falarão em sequência, com apresentações de 18 minutos, sem espaço para participação do público.  A programação será transmitida ao vivo e poderá ser acessado posteriormente na plataforma do TEDx na internet.

Segundo informações do Jornal da USP, a escolha dos participantes contou com o apoio da Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP) da USP, onde trabalha o organizador do evento, Paulo Almeida. Ele disse que foi feita uma consulta junto ao Núcleo de Empreendedorismo (NEU) da USP, aos professores da área e ao pró-reitor José Eduardo Krieger.  Foram definidos sete convidados de áreas diversas como economia, arquitetura, computação e até vinicultura.

Os três palestrantes que falarão sobre bitcoin são: Rodrigo Batista (fundador do Mercado Bitcoin), Paulo Matias (pesquisador Blockchain/Bitcoin) e Helena Suarez Margarido (advogada, dona do escritório SumLaw e especialista em Blockchain/Bitcoin).

“O Bitcoin é um dos principais temas discutido hoje em tecnologia. Trazer isso para o público da principal universidade do país é mais um grande passo para que os participantes conheçam mais a respeito”, diz Rodrigo Batista, sócio do Mercado Bitcoin e palestrante no TEDxUSP 2016.

O evento é gratuito e será realizado na Cidade Universitária. São esperadas cerca de 800 pessoas. Mais informações na página do TEDxUSP 2016.


6 outubro, 2016

Em comemoração ao Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa, realizada ontem (5), o governo federal anunciou o lançamento de uma linha de crédito para que os micro e pequenos empresários possam adquirir empréstimos de bancos públicos e privados. Por meio dela, pelo menos R$ 30 bilhões serão disponibilizados a financiamentos de compra de máquinas e para a modernização do segmento, com o objetivo de aumentar a produtividade e retomar a confiança dos consumidores brasileiros nos pequenos negócios.

De acordo com a secretaria especial da Micro e Pequena Empresa (Sempe), as operações vão envolver taxas de juros mais baixas e condições diferenciadas oferecidas pelos bancos Bradesco, Itaú, Santander, Banco do Brasil, Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Caixa Econômica Federal.

O secretário da Micro e Pequena Empresa, José Ricardo Veiga, informou que os bancos decidiram colaborar com o governo por acreditarem no sucesso dessas ações. Reiterou, porém, que as instituições têm total liberdade para estipular suas taxas e determinar a quantidade de recursos a serem disponibilizados. Dos valores, R$ 10 bilhões virão do Banco do Brasil, R$ 10 bilhões da Caixa e, de acordo com Veiga, o valor no total já está extrapolando os R$ 30 bilhões.

Segundo o secretário, os bancos sinalizaram ao governo a disposição de reduzir em até 30% suas taxas, mas esses números, por uma questão de concorrência, serão anunciadas por cada um deles.

Segundo dados da Sempe, 52% dos empregos formais no país são gerados por pequenos negócios, que representam atualmente 27% do PIB (Produto Interno Bruno – a soma de todas as riquezas produzidas no país). O governo avalia que o empreendedorismo vem crescendo no Brasil devido ao mercado consumidor de 100 milhões de pessoas e por ter jovens ocupando um percentual de 52% das atividades.


6 outubro, 2016

A Caixa Econômica Federal e a Artemísia, organização social que trabalha na disseminação de negócios sustentáveis e de impacto social, lançaram, esta semana, o programa Desafio de Negócios de Impacto Social – Educação Financeira e Serviços Financeiros para Todos. A iniciativa vai selecionar, em todo o país, negócios com soluções inovadoras em serviços financeiros para a população de baixa renda.

O projeto irá premiar cinco empreendedores com até R$ 200 mil. A seleção será feita em duas etapas de acordo com a avaliação de integrantes da CAIXA, da Artemísia e de especialistas. Na primeira fase, serão eleitos quinze negócios. Eles receberão até R$ 15 mil cada, para testes e ajustes do modelo apresentado. Desses quinze, cinco receberão até R$ 200 mil do programa. Os recursos são do Fundo Socioambiental (FSA) CAIXA.

O Desafio espera receber propostas de startups de todas as regiões do Brasil que tenham foco na educação financeira e no aperfeiçoamento de produtos que ajudem a população de baixa renda a melhorar seus níveis de bancarização.  Os projetos também devem contribuir para o desenvolvimento e sustentabilidade de negócios dos empreendedores de menor renda.

A gerente-executiva de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental da CAIXA, Laura Ferreira Macêdo, explica que não há restrição aos tipos de produtos ou soluções financeiras apresentadas pelos empreendedores. A ideia é que eles tragam soluções além das conhecidas no mercado e que atinjam diretamente a população de baixa renda. Essas soluções podem ser produtos ou melhorias em produtos já oferecidos pela CAIXA a seus clientes.

As inscrições, gratuitas, estão abertas até o dia 30 de outubro, no site http://www.artemisia.org.br/desafiocaixa.


6 outubro, 2016

A poucos dias de encerrar o prazo de inscrições para o 12ª Prêmio Relatório Bancário, a Cantarino Brasileiro já recebeu mais 120 cases. Os bancos, corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários, seguradoras, financeiras, empresas de recuperação de ativos, bolsa de valores, cooperativas de crédito, fundos e bancos de investimentos e empresas de meios de pagamento que ainda não inscreveram seus projetos têm somente até a próxima segunda-feira (10) para fazer isto.

Podem concorrer soluções tecnológicas implantadas neste ano. Não há custo para inscrição e nem limitação do número de projetos por empresa. As companhias podem participar com cases nas seguintes categorias: Aplicativos, Autoatendimento, Cartões, Contact Center, CRM, Data Center, Eficiência Operacional, Gestão de documentos, Inclusão Financeira, Infraestrutura em TI, Inovação em Agência, Inovação em Cobrança, Inovação em Crédito, Internet, Meios de Pagamento, Prevenção à Fraude, Processos, Produtos para Conta Corrente, Redes Sociais, Segurança e Serviços de Integração.

O diretor da Cantarino Brasileiro, Marcos Cantarino, afirma que o fenômeno das fintechs fez com que a movimentação do mercado financeiro em torno da tecnologia se tornasse ainda mais intenso esse ano. “O prêmio Relatório Bancário tradicionalmente é um catalisador desta efervescência. Por isso acreditamos na superação de nossos números, tanto em termos de cases inscritos como em termos de relevância dos projetos”, afirma.


6 outubro, 2016

Os cinco milhões de clientes do HSBC Brasil serão oficialmente incorporados à carteira do Bradesco a partir de sábado (08). O anúncio foi feito no início desta semana e fecha o ciclo iniciado em junho, quando a instituição brasileira recebeu a autorização do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para a aquisição da operação brasileira do banco britânico.

Segundo o comunicado, os clientes do HSBC receberam um kit de boas-vindas composto de um folheto com informações sobre a nova conta, como habilitar o uso, um passo a passo para acessar os canais digitais, além do novo Cartão de Débito Bradesco.  O banco informa ainda que criou canais de atendimento exclusivos para solucionar eventuais dúvidas dos novos correntistas.

A partir de sábado também se dará início a transformação de toda a comunicação visual das 851 agências do HSBC no país, assim como das 3.816 máquinas de autoatendimento e 4.250 postos do HSBC instalados em empresas. Esses locais receberão as marcas e as sinalizações do Bradesco.

O banco disponibilizará aos novos clientes acesso ao site boas-vindas Bradesco, e atendimento por telefone através da Central de Boas-Vindas, no 3003-5150 (capitais e regiões metropolitanas) e no 0800 718 5150 (demais localidades).

O Bradesco concluiu a compra do HSBC Brasil com um pagamento de R$ 16 bilhões. Estima-se que a aquisição tenha formado um conglomerado de R$ 1,28 trilhão em ativos totais, carteira de crédito de 534,5 bilhões de reais, 30,6 milhões de correntistas e 5,36 mil agências.


6 outubro, 2016

No dia 19 de outubro acontecerá em São Paulo o “2º Seminário Financiamento Estudantil Privado: alternativas de atuação”. O evento abordará, entre outros temas, a fronteira entre política pública e operação de crédito no contexto da recente crise com o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). De acordo com os organizadores, algumas empresas que fornecem esta alternativa comunicaram o aumento de 300% na procura por informações referentes ao assunto.

Segundo levantamento do Inep – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas – no Brasil existem 301 instituições públicas de ensino superior e 2.090 privadas, que oferecem 33 mil cursos de graduação em todas as regiões.

Dentre os palestrantes confirmados estão Elizabeth Guedes, vice-presidente da Associação Nacional das Universidades Particulares; Jair dos Santos Jr., diretor-presidente da SANTOS JR Consultoria Educacional; Fábio Coelho, superintendente de produtos, projetos e novos negócios da Ideal Invest, Rodrigo Alves, diretor de relações com investidores da Ser Educacional, entre outros.

O evento acontecerá das 9h00 às 17h30 e contará com as seguintes palestras: Análise setorial da Educação Superior Privada no Brasil; Os perfis dos programas de crédito universitário privado em operação no País; Gestão econômico-financeira das Instituições de Ensino Superior privado no contexto da crise econômica; Estratégias para captação de alunos: como o Marketing Educacional pode impulsionar sua instituição de ensino superior?

O encontro será realizado no Hotel Intercity Interative Jardins (Rua José Maria Lisboa, 555 – Jardim Paulista – São Paulo)


6 outubro, 2016

Após o sucesso do Fintech View, realizado no primeiro semestre, a Cantarino Brasileiro realizará no dia 20 de outubro o Blockchain View, que reunirá alguns dos principais especialistas do Brasil na tecnologia que promete revolucionar o mundo dos negócios em vários segmentos, principalmente o setor financeiro. O evento acontecerá no Hotel Tivoli São Paulo Mofarrej e a programação prevê discussões sobre a evolução do blockchain no Brasil e no mundo, a segurança e a aceitação das criptomoedas, as questões regulatórias sob o ponto de vista do Banco Central, entre outros tópicos.

Já estão confirmadas as participações de especialistas como: Edilson Osório, CEO da Original MY, João Paulo Oliveira, co-fundador da FoxBit, Gabriel Aleixo, pesquisador do ITS Rio de Janeiro, Bruno Diniz , Next Money, Andrea Zaccari, gerente de desenvolvimento de negócios da Intel, Helena Suarez Margarido, advogada, proprietária do escritório SumLaw, Bruno Miranda, diretor da Fin Chain, Dorival Dourado, diretor da Centria, Safiri Felix, CEO da CoinBR.net, Rosine Kadamani, fundadora da Kripta Solutions, Marcelo Bradsachia, co-fundador do FintechLab, Oscar Dantas Vicachagua, gerente  de pesquisa e inovação tecnológica da Scopus, George Marcel M.A. Smetana, consultor do departamento de pesquisa e inovação do Bradesco, Fernando Bresslau, sócio da ACE e professor de pós graduação da FIAP, e Tatiana Casseb T.M. Barbosa Ticami, da advocacia S. Barbosa.

Para Regina Crespo, responsável pelo conteúdo do evento, a realização do Blockchain View se tornou natural a partir do destaque que o tema teve na realização do Fintech View. “O modelo disruptivo do blockchain faz com que ele seja o tema mais relevante em qualquer fórum que fale de inovação. Queremos dar continuidade aos debates do Fintech View e contribuir para que os profissionais possam ter as informações mais atualizadas possíveis sobre o desenvolvimento e tendências dessa nova tecnologia”, disse.

Para informações sobre inscrições e outros detalhes acesse: http://blockchainview.com.br/


6 outubro, 2016

Em audiência pública realizada terça-feira (4) na Câmara dos Deputados, em Brasília, os participantes chegaram à conclusão, entre outros pontos, que os bancos devem ser cobrados pelo poder público para reforçar seus mecanismos de segurança com o objetivo de reduzir as investidas de criminosos com uso de explosivos. O debate se deu em torno do Projeto de Lei (PL) 5989/16, de autoria do deputado federal Severino Ninho (PSB). O PL prevê o aumento da pena para quem pratica furto, roubo ou extorsão mediante explosões.

O deputado cobrou das autoridades um relatório das necessidades que eles têm para desenvolverem uma fiscalização preventiva mais eficiente. Os documentos devem ser enviados ao parlamentar, assim como as novas sugestões. “Precisamos encontrar uma maneira de dar mais segurança à população. As pessoas não aguentam mais conviver com essas explosões nos bancos. Além do risco de serem feridos na detonação das bombas ainda ficam sem o serviço bancário por um longo período”, disse o parlamentar.

O secretário de Defesa Social de Pernambuco, Alessandro Carvalho, que também esteve no ato, afirmou que devem ser criadas leis para obrigar as instituições financeiras a reforçarem seu sistema de segurança. Os debatedores também exigiram providências das empresas que compram dinamite legalmente como construtoras e pedreiras. Eles exigiram por outro lado que o Estado aprimore os mecanismos de rastreamento deste tipo de material para facilitar a investigação e posterior punição de quem usou o produto ilegalmente e de quem facilitou o desvio do mesmo.


29 setembro, 2016

No próximo sábado (1), das 16 às 18h, o Windsor Flórida Hotel, no Rio de Janeiro, será palco do lançamento da criptomoeda E-Dinar Coin. Com palestras da física quântica Sílvia Braga e do advogado Edson Sousa, o evento promovido pela plataforma de intercâmbio P2P internacional E-Dinar tem o objetivo de apresentar ao público a nova criptomoeda, seu diferencial e as vantagens que ela oferece como opção de investimento.

Segundo comunicado da empresa, a proteção da E-Dinar Coin é construída com o uso da tecnologia avançada “proof of stake” (PoS), um método baseado na necessidade da manutenção de uma certa quantidade de fundos na conta que confirmam uma operação. Ao utilizar este método, o algoritmo da E-Dinar Coin é mais propenso a escolher uma conta com uma quantidade maior de fundos para a confirmação de outro bloco na cadeia.

O princípio do algoritmo E-Dinar Coin torna necessário que cada operação seja confirmada dez vezes; cada um dos computadores que confirma a operação, recebe uma remuneração que é calculada levando em conta a idade das moedas que são armazenados na conta do utilizador – o alcance da idade adulta aumenta dentro de um determinado número de dias (período),  dependendo da quantidade das moedas existentes na sua carteira e multiplicado pela taxa de juros (até 0,65% por dia). Isso significa que se pode chegar a um rendimento de 20% ao mês.

A Criptomoeda permite manter e desenvolver completamente o negócio sem a necessidade de usar contas bancárias e cartões. Os pagamentos podem ser efetuados usando o celular, tablet ou laptop. O procedimento de pagamento é simples e protegido em termos de segurança.


29 setembro, 2016

Enquanto os atletas disputavam as medalhas, os turistas estrangeiros usaram seus cartões como poucas vezes se viu no Brasil. Segundo um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), com base em dados do Banco Central, os gastos de turistas estrangeiros com cartão de crédito no Brasil somaram US$ 470 milhões em agosto, mês em que ocorreu a Olimpíada no Rio de Janeiro. O resultado representa um crescimento de quase 50% na comparação com o mesmo mês do ano anterior.

O cartão de crédito foi o principal meio de pagamento usado pelos turistas, responsável por 78% de todo o volume movimentado por estrangeiros durante o período (US$ 602 milhões, segundo o BC).

Essa foi a maior expansão anual desde julho de 2014, quando o crescimento dos gastos de estrangeiros com cartão foi de 84,2%, somando US$ 648 milhões. Neste ano, o maior crescimento até então tinha ocorrido em fevereiro: 17,8%, com um total de gastos de US$ 458 milhões.

Enquanto isso, no cenário nacional os cartões de loja foram considerados, ao lado dos empréstimos, como os principais vilões da inadimplência, segundo pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) realizada em 27 capitais, com consumidores inadimplentes.

De acordo com o levantamento divulgado na terça-feira (27), sete em cada dez entrevistados (76,1%) que contrataram algum empréstimo estão inadimplentes porque não pagaram as parcelas em dia. As compras feitas no cartão de loja aparecem logo em seguida, deixando 73,1% dos seus usuários com o nome no cadastro de devedores.

Os percentuais se mantiveram estáveis na comparação com o ano passado (74,5% para empréstimos e 74,6% para cartões de loja), mas apresentaram alta na comparação com 2014, quando a crise econômica ainda não havia atingido o seu auge, informou o SPC Brasil.


29 setembro, 2016

O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel, divulgou ontem (28) os resultados da Pesquisa Trimestral de Condições de Crédito e revelou a expectativa de que no último trimestre do ano, a aprovação de crédito de pessoas físicas para consumo já apresente crescimento, assim como a aprovação de crédito para habitação.

Em entrevista coletiva o executivo explicou que a avaliação do BC é feita por meio de um indicador que varia entre -2, que indica menos concessões, e +2, que indica mais concessões. Neste sentido, os indícios para o último trimestre deste ano, são de que a aprovação de crédito de pessoa física para consumo irá gerar um índice de +0,05, enquanto que para a habitação o patamar será de  +0,50.

O diretor do BC disse que estes indicadores refletem o desempenho passado e consideram as perspectivas para o fim do ano. Ele chamou atenção para o fato de a demanda por crédito por parte de micro e pequenas empresas já estar positiva, conforme as projeções para o fim do ano.

O Banco Central alterou nesta quarta-feira (28) suas projeções sobre o crédito das instituições financeiras. A projeção de oferta de crédito em 2016 pelas instituições públicas passou de alta de 4% para recuo de 1%. No ano passado, houve elevação de 10,7%.

Já as projeções para a oferta de crédito por instituições privadas nacionais este ano passou de retração de 4% para elevação de 2% (queda de 0,5% em 2015). Esta mudança, segundo Tulio Maciel, foi influenciada pela compra, no Brasil, do HSBC (uma instituição estrangeira) pelo Bradesco (um banco nacional). A operação aumentou a carteira de crédito ligado a instituições privadas nacionais como um todo.


29 setembro, 2016

Com direito ao lançamento de dois livros e a realização de um painel de discussão sobre “Proteção de dados e propriedade intelectual no Brasil e no mundo”, o escritório Patrícia Peck Pinheiro Advogados estará comemorando seu 12º aniversário nesta quinta-feira (29), a partir das 18h30min, no hotel Tívoli São Paulo Mofarrej.

Na ocasião, a advogada especialista em direito digital, Patrícia Peck Pinheiro, apresentará tanto sua mais recente obra intitulada ‘#DIREITODIGITAL’, como também o livro coletivo ‘DIREITO DIGITAL APLICADO 2.0’, que conta com a participação de alguns dos maiores especialistas no assunto. Patrícia já tem outros 17 livros publicados sobre o tema e é fundadora do Instituto iStart de Ética Digital, que conduz o Movimento Família Mais Segura na Internet. Ela é graduada em Direito pela Universidade de São Paulo, em Gestão de Riscos pela Fundação Dom Cabral, em Negócios pela Harvard Business School e em Inteligência pela Escola de Inteligência do Exército Brasileiro.

O debate sobre a situação atual da proteção de dados e da propriedade intelectual no Brasil e no mundo acontecerá antes da sessão de autógrafos. Ele será moderado pela Dra. Maristela Basso e contará com a participação internacional do advogado belga Dr. Davide M. Parrilli e da autora das obras Patricia Peck. Os especialistas que contribuíram com a obra coletiva “Direito Digital 2.0”, Aristides Tranquillini Neto, Caroline Teófilo da Silva, Leandro Bissoli, Luiz Philippe Moura, Márcio Mello Chaves, Milena Mendes Grado, Rafael Mott também estarão presentes no evento.


29 setembro, 2016

O Banco Central do Brasil abriu inscrições nesta semana para a segunda edição do Fórum de Cidadania Financeira. O evento será realizado entre os dias 21 e 22 de novembro, em Brasília, e os interessados devem se apressar para confirmar a participação, pois existe limitação das vagas e enorme procura.

O público alvo é composto por representantes de instituições financeiras, operadores de microfinanças, potenciais investidores, representantes do setor educacional, de organismos governamentais e multilaterais e do terceiro setor, além de estudiosos e fomentadores dos temas relacionados à cidadania financeira.

Durante o II Fórum serão apresentadas as iniciativas do Plano para Fortalecimento da Cidadania Financeira, no âmbito da Parceria Nacional para Inclusão Financeira. O Plano nasceu a partir dos debates do Fórum de Cidadania Financeira de 2015 e tem como objetivo melhorar a qualidade da inclusão financeira, por meio do envolvimento de uma rede de atores, tanto do setor público quanto da iniciativa privada, para fortalecer a cidadania financeira da população brasileira.

O Plano terá a duração de quatro anos (de 2016 a 2019) e conta com a participação de outros entes governamentais, entidades representativas do sistema financeiro e outras instituições do setor privado.

Os temas tratados serão: 1) Inclusão financeira de pequenos negócios; 2) Relacionamento do cidadão com o sistema financeiro; 3) O Cidadão e o bem estar financeiro; 4) Cidadania e Vulnerabilidade Financeira; 5) Impactos das novas tecnologias na cidadania financeira.

Para se inscrever, os interessados devem acessar o site do evento: https://cidadaniafinanceira.bcb.gov.br/forum/


29 setembro, 2016

O Banco do Brasil anunciou ontem (28) ter ultrapassado a marca de R$ 300 milhões em financiamento voltado para a compra de produtos e serviços de tecnologia assistiva por meio da linha de crédito BB Crédito Acessibilidade. O produto foi lançado em 2012 e os recursos contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência.

A lista de bens financiáveis inclui mais de 300 itens, como cadeira de rodas, aparelhos auditivos, serviços de adaptação de veículos, órteses e próteses. É possível também financiar projetos arquitetônicos, reforma e material de construção, para adequação de acessibilidade em imóveis residenciais.

Podem ser financiados, ainda, itens voltados à prática de esportes e lazer, tais como, suporte para baralho adaptado, bola com guizo sonoro, cadeira de rodas anfíbia, brinquedos de parque infantil adaptado, dentre outros.

A linha BB Crédito Acessibilidade conta com isenção de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e taxa de juros a partir de 0,41% ao mês. Além disso, o financiamento pode ser de até 100% do valor do bem ou serviço, com limite máximo de R$ 30 mil e prazo de pagamento de até 60 meses.

“Poder contribuir para o desenvolvimento inclusivo e sustentável impulsiona nossa forma de pensar e agir, pois, no Banco do Brasil, acreditamos que o acesso do cidadão a bens e serviços gera resultados sociais positivos”, afirma o gerente Geral da Unidade de Negócios Sociais e Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil, Asclepius Ramatiz Lopes Soares.

O BB Crédito Acessibilidade pode ser obtido para adquirir os produtos para si ou para terceiros. Até o momento, foram contratadas mais de 46 mil operações.


29 setembro, 2016

O Santander anunciou ontem (28) o lançamento do Giro Recompensa, uma linha de crédito voltada às empresas que premia com a isenção do pagamento de até três parcelas os clientes que quitam as prestações em dia. O valor mínimo para contratação é de R$ 1 mil.

A instituição informa que tradicionalmente neste período, o Santander reforça suas linhas de financiamento às pequenas e médias empresas para fazer frente às necessidades de fim de ano, como formação de estoques, pagamento de 13º salário, capital de giro e desconto de cheques e duplicatas.

“Os últimos meses do ano exigem fôlego financeiro das PMEs, seja para atender compromissos com funcionários ou reforçar estoques. Por isso oferecer linhas de crédito com diferenciais exclusivos mostra nosso compromisso com o crescimento do setor”, ressalta Ede Viani, diretor de Pessoa Jurídica do Santander.

Para o empresário se beneficiar da bonificação é preciso liquidar as parcelas integrais do financiamento no dia exato do vencimento. O benefício não é válido para pagamentos fora da data de vencimento da parcela, seja antes ou depois. Com a adimplência e a pontualidade, o cliente pode ser recompensado da seguinte forma:

1) Contratação do Giro Recompensa em 12 parcelas ou 18 parcelas, com última parcela isenta;

2) Contratação do Giro Recompensa em 24 parcelas, com as 2 últimas parcelas isentas;

3) Contratação do Giro Recompensa em 36 parcelas, com as 3 últimas parcelas isentas.

Com a bonificação do Giro Recompensa, a taxa líquida da operação fica mais atrativa: a partir de 1,8% ao mês.


29 setembro, 2016

O Índice de Intenção de Financiamento, um dos indicadores que compõem a Pesquisa de Risco e Intenção de Endividamento (PRIE), elaborada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) apresentou uma alta de 24,9% em setembro, na comparação com agosto, passando dos 15,3 pontos para 19,1 pontos. No comparativo com o mesmo mês de 2015, houve um pequeno aumento de 0,1%. Atualmente, quase 10% dos consumidores paulistanos estão dispostos a tomar crédito, bem próximos dos 10,2% da média histórica.

De acordo com a FecomercioSP, o Índice de Intenção de Financiamento tende a se manter em patamares baixos nos próximos meses, mas com ligeira elevação em relação ao final de 2015 e início deste ano, sinalizando uma percepção mais otimista da economia. De qualquer maneira, segundo a entidade, a baixa proporção ao crédito é da cultura e das condições adversas à expansão de crédito no Brasil. A Federação ressalta que o mercado de crédito de relativo longo prazo, é muito recente no Brasil, e, neste momento, está basicamente parado, em decorrência da paralisia do mercado imobiliário.

A poupança continua sendo a aplicação preferida dos paulistanos. Em setembro, 60,2% das famílias afirmaram que a poupança foi o principal destino dos seus recursos, queda de 4,1 pontos porcentuais (p.p.) na comparação com agosto. Em setembro de 2015 a proporção era de 69,3%.

Por sua vez a proporção de aplicadores em renda fixa passou de 17,7% em agosto para 21,3% em setembro, alta de 3,6 p.p. No mesmo mês de 2015, a proporção era de 17,5%.

Aplicações em ações, segundo a FecomercioSP, podem ganhar espaço nos próximos meses por conta da melhoria das condições econômicas e pelo baixo valor das ações no Brasil após um longo período de queda da Bolsa.


22 setembro, 2016

Um relatório recente divulgado pela consultoria Everis revela que as startups de tecnologia especializadas no mercado de seguros tiveram um crescimento vertiginoso em 2015. De acordo com o estudo intitulado ‘InsurTech Outlook’, essas empresas, conhecidas como insurTechs, receberam 3,1 bilhões de dólares em investimento no ano passado. A pesquisa afirma ainda que a maior parte deste aporte foi feito justamente por seguradoras tradicionais, que buscam integrar novos recursos digitais em suas estratégias de negócios para oferecer um portfólio de serviços mais alinhado às atuais demandas dos consumidores, que valorizam, cada vez mais, produtos e serviços que maximizem a experiência de consumo.

A constatação do trabalho é que a maior parte das insurTechs é voltada ao e-comerce e plataformas sob demanda, com 32% dos investimento. Mas outros serviços também são explorados com muita frequência por elas como cyber segurança, gestão de patrimônio, análise de dados, sistemas de pagamento, saúde, marketing e publicidade, entre outros.

De acordo com o estudo da consultoria Everis, além de precisarem se adaptar às atuais demandas de consumidores e aos novos modelos de negócio, as seguradoras tradicionais ainda precisam enfrentar o desafio de competirem com as gigantes de tecnologia, que voltam seus olhos para o mercado segurador.

O levantamento afirma que empresas como Google, Apple, Facebook, Amazon e Alibaba se valem da capacidade de processar a enorme quantidade de dados sobre seus clientes para identificar gostos, valores, renda, hábitos de consumo, comportamentos e desejos, entre outros, para desenvolver produtos bastante atrativos. Além disso, por meio de algoritmos avançados e inteligência arti­ficial, conseguem realizar melhores e mais sofisticadas análises de risco.

A conclusão é que para serem bem sucedidas nesse novo ecossistema, as seguradoras devem abraçar a transformação digital, repensando o negócio e acelerando os processos de inovação ao invés de se ajustarem apenas em conformidade.


22 setembro, 2016

As cooperativas do Sicoob encerraram o primeiro semestre de 2016 com resultado de R$ 1,2 bilhão, um crescimento de 8,5% em relação ao R$ 1,1 bilhão contabilizado no mesmo período de 2015. Já o patrimônio líquido somou R$14,9 bilhões, um salto de 15,8% em relação ao 1S15.

Os ativos totais alcançaram R$ 68,8 bilhões no primeiro semestre de 2016, evolução de 23,4% ante os R$ 55,8 bilhões registrados em igual período do ano passado. Os depósitos do sistema somaram R$ 43,6 bilhões, aumento de 22,2% em relação a 2015, com destaque para os depósitos a prazo e de poupança, que evoluíram 29,6% e 9,3%, respectivamente.

Para efeito comparativo, as três principais instituições financeiras privadas do Brasil apresentaram retração de 6% no lucro líquido e aumento de apenas 7% no patrimônio líquido no mesmo período. “Mesmo em um momento de incertezas na economia Brasileira, o modelo de negócio das cooperativas financeiras vem mantendo sua expansão, o que denota a solidez e a capacidade de adaptação às condições do mercado”, afirma o presidente do Sicoob, Henrique Castilhano Villares.

Em consonância ao mercado, as transações via mobile e internet apresentaram franca expansão, representando 64% do total de transações – mobile, 28%, e internet, 36%. Em 2012, estes canais concentravam 29% das transações.

Outro destaque do período foi no número de agências, que aumentou 8,5%, somando 2004 unidades. A rede de atendimento também cresceu 6,4% no período, alcançando 2.486, enquanto que, na comparação de outras instituições financeiras, o indicador apresentou retração de 2%.

Em número de associados, o sistema cooperativo tem se mostrado atrativo, com aumento de 9,8%, somando 3,4 milhões de pessoas ao final do primeiro semestre.


22 setembro, 2016

Durante uma palestra realizada esta semana na Devcon2, pelo fundador da Ether.camp da Ethereum, Roman Mandeleil, foi divulgada a informação de que o grupo Santander está desenvolvendo um projeto que visa detectar de que maneira poderia digitalizar o dinheiro do cliente usando o blockchain público do Ethereum. De acordo com o Blog Guia do Bitcoin, a notícia foi confirmada por representantes do banco.

Em declarações, os representantes do Santander explicaram que o objetivo da instituição é abrir os seus fundos emitidos por bancos a uma comunidade de inovadores como uma maneira de obter eficiências adicionais por meio desta tecnlogia. A rede Ethereum tem um limite de mais de US$ 1 bilhão e quase 40.000 em transações diárias.

Mandeleil explicou que o projeto do Santander prevê como os clientes do banco poderiam converter o dinheiro de suas contas bancárias reais para uma moeda on-line ‘tokenizada’, o chamado ‘Cash ETH’, que seriam resgatáveis em papel-moeda. “Esses tokens são apoiados como dinheiro real pelo Santander. A qualquer momento você pode recuperá-los e obter seus dólares”, disse.

Representantes do Santander indicaram que o banco está agora tentando trabalhar com o Ether.camp para envolver outros parceiros bancários no projeto. Os dois parceiros também estão olhando para executar hackathons que visam o desenvolvimento de casos de uso em torno de micropagamentos. Em essência, o projeto visa vislumbrar um caminho para os bancos abrirem as suas ofertas de conta bancária para uma base de novas ideias e serviços transacionais.


22 setembro, 2016

Com prestações mensais a partir de R$ 9,90, a BNP Paribas Cardif do Brasil, anunciou ontem o Casafácil, que chamou de novo conceito de seguro residencial. Segundo comunicado da empresa o produto é uma alternativa para quem quer proteger a residência, mas não pode gastar muito. Além de coberturas contra incêndio, explosão e queda de raio, o cliente terá à disposição serviços de encanador, vidraceiro, eletricista, entre outros, de acordo com o plano escolhido.

A contratação do Casafácil pode ser feita totalmente pela internet no site www.segurocasafacil.com.br ou por telefone (0800 729 8887 ou 3003-3816). O processo dispensa a análise do perfil do contratante. Basta o interessado escolher o plano mais adequado às suas necessidades e informar seus dados pessoais e os do imóvel. O pagamento pode ser feito com cartão de crédito à vista ou em 12 vezes sem juros e, após 24h da confirmação da compra, a residência estará protegida.

Essencial, Conforto e Plus são os três planos disponíveis. Em comum, contam com coberturas contra incêndio, queda de raios e explosão no valor de até R$ 50 mil, R$ 100 mil e R$ 150 mil, respectivamente, além de serviços de chaveiro e encanador.

Por R$ 14,90 por mês, o pacote Conforto acrescenta cobertura de perda ou pagamento de aluguel, roubo e furto, eletricista, vidraceiro, limpeza residencial, entre outros. Com parcelas de R$ 19,90, o plano Plus oferece, além das coberturas básicas e as do pacote Conforto, transporte e guarda de mobiliário, baby sitter ou berçário, guarda de animal doméstico, hospedagem, restaurante e lavanderia.

Para Ronaldo França, Superintendente de digital da companhia, o Casafácil possui ótimo custo–benefício e garante tranquilidade ao segurado. Segundo ele, além de garantir a tranquilidade do consumidor e de sua família, o cliente ainda concorre a sorteios mensais pela Loteria Federal, que variam de R$ 20 mil a R$ 100 mil, de acordo com o plano contratado.


22 setembro, 2016

A RTM, maior provedora de serviços para integração do mercado financeiro, realizou na semana passada (14/9), no auditório do Cubo em São Paulo, a Conferência Blockchain, reunindo  135 pessoas entre gestores de TI e Telecom, autoridades, fornecedores, parceiros e startups.

O evento reuniu os palestrantes Edilson Osório, CEO da Original My, Robert Sagurton, diretor da R3 CEV, Marcelo Yared, chefe do departamento de Tecnologia do Banco Central, Joaquim Kavakama, superintendente geral da CIP; Rony Sakuragui, gestor de Pesquisa e Inovação do Banco Bradesco, Maurício Sallas, Chief Enterprise do Itau-Unibanco, além do diretor de inovação da Accenture, Guilherme Horn.

Em seu discurso de abertura, o diretor geral da RTM, André Mello, agradeceu a presença de todos e apresentou as iniciativas do programa de inovação Conecta RTM, lançado em agosto deste ano.

Em sua exposição, Edilson Osório, destacou o poder do blockchain para usos além da criptomoeda, surgindo como uma nova internet, autônoma, poderosa, capaz de gerir recursos financeiros e regras de negócio, melhorando a eficiência da governança, bem como o potencial do DLT, distributed ledger, de alterar o modelo de prestação de serviços financeiros.

Segundo Marcelo Yared, chefe do departamento de Tecnologia, o Banco Central está atento à nova tecnologia realizando estudos. “A hora é de observar e pesquisar. Todos os envolvidos têm muito a ganhar”.

O superintendente geral da CIP, Joaquim Kavakama, disse que a instituição ainda está em fase de experimentação com a tecnologia para depois decidir como e onde aplicá-la. “É preciso um ambiente regulatório apropriado para que a tecnologia possa ser 100% utilizada”.

Ao final do evento, o diretor de Inovação da Accenture Guilherme Horn foi mediador no debate entre os palestrantes e a plateia.


22 setembro, 2016

A Exchange, fintech que atua no mercado de câmbio, disponibiliza, através de seu aplicativo, informações dos preços praticados por bancos e corretoras para diferentes moedas, garantindo ao usuário a melhor cotação de câmbio.

Agora com a nova funcionalidade Compra Online, será possível realizar reservas de compra com o valor mais vantajoso, direto pelo app.  A novidade é que depois de verificar a melhor oferta, o usuário poderá selecionar a cotação da corretora ou banco que for mais conveniente e, na sequência, informar seus dados, enviar uma foto do seu documento e desta forma garantir a cotação. Além disso, é possível comparar as taxas do mercado em tempo real e avaliar quanto está economizando na operação.

O aplicativo também permite cadastrar alertas de cotações indicando o melhor momento para compra. A Compra Online está disponível para os sistemas iOS (http://bit.ly/ExchangeiOS) e Android (http://bit.ly/ExchangeAndroid)


22 setembro, 2016

A Foursys, provedora de soluções de TI, que recentemente completou 16 anos atuando no desenvolvimento de soluções customizadas, consultoria, outsourcing, body shop e treinamento acaba de anunciar a inauguração de duas unidades estratégicas em São Paulo, que marcam um novo período de expansão da companhia. Sediada desde a fundação em Alphaville, a empresa está operando agora também com um delivery center na Avenida Paulista e um novo data center situado na Avenida Interlagos, Zona Sul da cidade de São Paulo.

De acordo com Ronaldo Rocha, diretor da empresa, este movimento representa a primeira etapa de um programa de ampliação nas atividades da Foursys, que acontecerão ainda neste ano. “Estamos sempre buscando ser mais eficientes e melhorar nossos processos. A abertura destes dois novos centros de apoio visa garantir ainda mais qualidade, segurança e agilidade no atendimento aos nossos clientes”, diz.

O comunicado da companhia afirma que a localização estratégica é um fator crucial para garantir os níveis de serviços contratados por grandes instituições financeiras que são clientes da empresa. “Escolhemos a região da Avenida Paulista para implantar a primeira filial, pelo potencial que a região oferece, pois nossos serviços contemplam instituições financeiras e organizações dos mais diferentes segmentos.” comenta Rafael Ostan, diretor da empresa e responsável pela instalação das novas unidades. Ele informa que a segunda unidade, instalada na Avenida Interlagos, também é estratégica porque contempla o funcionamento do data center de um dos principais clientes da empresa.


22 setembro, 2016

O Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos divulgado ontem (21) revelou que a quantidade de cheques devolvidos por falta de fundos em agosto alcançou a marca de 2,18% do total de emissões. Esse percentual é o mais baixo desde setembro do ano passado.

No acumulado de janeiro a agosto, o índice atingiu 2,36%, a mais elevada da série histórica. O estado do Amapá aparece como a localidade em que ocorreu a maior proporção de devoluções (17,79%). Apenas em agosto, este estado registrou 16,16% ante 17,31%, em julho. Em agosto do ano passado, as devoluções no Amapá somaram 10,53% do total de cheques compensados.

A menor taxa no acumulado do ano até agosto foi registrada em São Paulo (1,79%). Por região, o Nordeste lidera com 4,59%, enquanto o Sudeste teve 1,94% de devoluções. Em agosto, a região Norte teve 4,19% de devoluções ante 4,16% em julho, e 3,99% em igual mês do ano passado. No Nordeste, a taxa ficou em 4,30%, também abaixo do mês anterior (4,56%), mas superior à variação em agosto de 2015 (4,16%).

No Sudeste, o índice foi de 1,79%, menor do que em julho (1,86%), mas superior ao resultado do mesmo mês no ano passado (1,68%). No Sul, foram devolvidos 1,84% do total compensado, volume inferior ao montante de julho último (1,91%) e ao índice de agosto de 2015 (1,94%).

Na avaliação dos economistas da Serasa Experian, o resultado de agosto evidencia o comportamento de tentativa do consumidor de sair da situação de inadimplência, “reduzindo seu nível de consumo e renegociando dívidas”.


15 setembro, 2016

Cerca de 100 mil pessoas já solicitaram cartões de crédito da Digio, plataforma digital de meios de pagamento criada pelo banco CBSS, instituição financeira controlada em conjunto pelo Banco do Brasil e Bradesco. A informação divulgada pelo jornal O Estado de S. Paulo no início desta semana é de que deste total, 20 mil plásticos já foram emitidos.

O modelo de operação do Digio é parecido com o Nubank, startup brasileira que oferece cartão de crédito sem anuidade e com gestão no aplicativo. O cliente pode solicitar o cartão de crédito através do site ou de um aplicativo no celular. A partir daí, todo o procedimento é feito de maneira virtual, os documentos são digitalizados e a foto de cadastro pode ser feita através de uma selfie. O cliente consegue aumentar ou diminuir o limite do cartão no app e até informar um roubo ou perda do cartão. De acordo com a publicação, por enquanto, a única opção de bandeira é Visa, mas outras opções estarão disponíveis em breve.

Outra inovação está atrelada ao processo de avaliação para a concessão do crédito. Além do modelo tradicionalmente usado pelos bancos e instituições financeiras, o Digio inclui informações retiradas de uma análise do perfil do cliente em redes sociais.

Além da plataforma Digio, os produtos do banco CBSS são vendidos nas cerca de 140 lojas da financeira Ibi, incorporada em 2011 à holding Elopar. O presidente da Ibi, Carlos Giovane Neves, está também à frente das operações do banco CBSS.


15 setembro, 2016

Ao conquistar 78% da pontuação possível, o Brasil conquistou pelo segundo ano consecutivo, o terceiro lugar no ranking de inclusão financeira e digital. O resultado foi alcançado num levantamento feito pelo Instituto Brookings, que avalia os avanços em 26 países em desenvolvimento. De acordo com os responsáveis pelo estudo, o País “tem demonstrado um forte comprometimento nacional com o avanço da inclusão financeira”.

O trabalho destaca que o acesso a serviços financeiros formais tem crescido no País nos últimos anos. O instituto constatou que 73% dos municípios brasileiros possuem mais de 15 postos de atendimento financeiro entre agências bancárias, correspondentes bancários e caixas eletrônicos por 10 mil habitantes. Em 2005, esse percentual era de 14%.

A pesquisa considerou quatro fatores básicos: o comprometimento do País com o assunto, a capacidade móvel, o ambiente regulatório e a adoção de serviços financeiros tradicionais e digitais.

Criado em 2015, o Relatório do Projeto de Inclusão Financeira e Digital do Instituto Brookings destaca a importância de desenvolver ferramentas formais para promover a inclusão financeira, envolvendo representantes do setor público e do setor privado. No ano passado, o levantamento considerou dados de 21 países em desenvolvimento, número que chegou a 26 neste ano com a inclusão de dados sobre a República Dominicana, El Salvador, Egito, Haiti e Vietnã.


15 setembro, 2016

A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS) divulgou ontem (14) o balanço do segmento no primeiro semestre deste ano. Segundo o levantamento, os brasileiros movimentaram R$ 546 bilhões com cartões de crédito e débito nos primeiros seis meses de 2016. O montante representa um crescimento de 7,2% em relação aos seis primeiros meses de 2015. Os cartões de crédito registraram R$ 337 bilhões (alta de 3,8%), e os cartões de débito, R$ 209 bilhões (alta de 13%).

Ainda no 1º semestre, apenas por meio do parcelamento sem juros, os emissores de cartão de crédito concederam aos brasileiros a quantia de R$ 163 bilhões, o que representou 53% do volume de crédito concedido à pessoa física (recursos livres) para financiar o consumo de bens e serviços no Brasil.

Também no período, o número de transações com cartões foi de 6 bilhões, crescimento de 8,6%. Com 3,2 bilhões de transações, os cartões de débito foram mais usados pelos consumidores que os cartões de crédito, que tiveram 2,8 bilhões de transações.

No 1º semestre do ano, 52,2% de todo o valor movimentado por meio de cartões de crédito e débito no Brasil ocorreram em cidades do interior, contra uma participação de 47,8% das capitais – no mesmo período de 2008, essa relação era inversa: capitais detinham 58%, e o interior, 42%.

“O uso de meios eletrônicos de pagamento nessas regiões tem crescido continuamente devido ao investimento realizado pelas empresas do setor em ampliação da infraestrutura de aceitação e emissão de cartões, gerando maior inclusão financeira e formalização da economia em locais afastados dos grandes centros urbanos”, afirma Marcelo Noronha, presidente da Abecs.

Ao todo, desconsideradas as compras internacionais, o valor das transações com cartões realizadas dentro do País no período cresceu 8,3% no comparativo anual, somando R$ 544 bilhões.


15 setembro, 2016

O modelo de concessões do Projeto Crescer, lançado  terça-feira (13) pelo governo federal, traz mudanças que tornam o Programa de Parcerias de Investimento (PPI) mais atrativo para agentes financeiros, especialmente bancos privados. A avaliação é do presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, publicada pelo Portal Planalto.

Segundo ele, o projeto traz uma mudança na forma de contratação de financiamentos de longo prazo, que eliminarão a necessidade dos chamados empréstimos-ponte, usados pelas empresas que tocam os empreendimentos na fase de estruturação da operação.

“Tivemos algumas experiências no passado, sejam bancos públicos, mas principalmente bancos privados, que fizeram seus empréstimos-ponte e, no final, não tiveram a liquidação desses empréstimos por outros empréstimos já aguardados para aqueles projetos”, afirma Caffarelli, reforçando que a necessidade de intermediários financeiros, nessa fase em que os empreendimentos ainda não geravam dividendos, afastava o interesse de bancos internacionais em financiar obras de infraestrutura no Brasil.

Agora, sem a necessidade de empréstimos-ponte, diz Caffarelli, o financiamento inicial dos projetos deverá ser feito por meio de emissão de debêntures, como instrumento de captação de recursos para financiar essas obras de concessões.

Um sindicato de bancos, públicos e privados, será o fiador destas debêntures durante a fase de obras, assumindo o risco de crédito nesta que é a fase mais crítica do projeto. Uma vez concluído, com a geração de recebíveis, o projeto passa por si só a pagar essas debêntures. “Isso vai fazer com que também tenhamos uma possibilidade de uma participação de empresas não só do Brasil, mas empresas de todo o mundo interessadas em investir no nosso País”, diz Caffarelli. Para o presidente do Banco do Brasil, não faltarão interessados em financiar esses empreendimentos.


15 setembro, 2016

Os bancos, corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários, seguradoras, financeiras, empresas de recuperação de ativos, bolsa de valores, cooperativas de crédito, fundos e bancos de investimentos e empresas de meios de pagamento interessados em concorrer ao Prêmio Relatório Bancário de 2016 ganharam um prazo maior para inscrever seus cases. A Cantarino Brasileiro acaba de anunciar que está acatando a sugestão de várias instituições e aceitará os projetos que forem enviados até o dia 10 de outubro.

Podem concorrer soluções tecnológicas implantadas neste ano sendo que não há custo para a inscrição e nem limitação do número de projetos por empresa. Na edição de 2015 foram mais de 170 projetos inscritos e a expectativa dos organizadores é de superar esta marca neste ano.

As companhias podem participar com cases nas seguintes categorias: Aplicativos, Autoatendimento, Cartões, Contact Center, CRM, Data Center, Eficiência Operacional, Gestão de documentos, Inclusão Financeira, Infraestrutura em TI, Inovação em Agência, Inovação em Cobrança, Inovação em Crédito, Internet, Meios de Pagamento, Prevenção à Fraude, Processos, Produtos para Conta Corrente, Redes Sociais, Segurança e Serviços de Integração.

O diretor da Cantarino Brasileiro, Marcos Cantarino, afirma que o fenômeno das fintechs fez com que a movimentação do mercado financeiro em torno da tecnologia se tornasse ainda mais intenso este ano. “O prêmio Relatório Bancário tradicionalmente é um catalisador desta efervescência. Por isso acreditamos na superação de nossos números tanto em termos de cases inscritos como em termos de relevância dos mesmos”, afirma.


15 setembro, 2016

De acordo com uma pesquisa nacional divulgada ontem (14) pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), três em cada dez (33,9%) consumidores que estão em situação de inadimplência hoje no Brasil não sabem ao certo o valor de suas contas básicas. Outros 42,2% não têm muito conhecimento sobre o número de parcelas das compras a crédito que serão pagas no próximo mês e 40,3% desconhecem até mesmo sua renda total.

O educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli, alerta para o fato de que estar a par do orçamento é essencial para uma vida financeira livre dos riscos da inadimplência. “O baixo conhecimento das contas, das parcelas a pagar e dos produtos e serviços adquiridos por meio do crédito indica que o consumidor perdeu o controle da situação. Nesse cenário é extremamente difícil sair da inadimplência, pois a pessoa se torna incapaz de negociar melhor as dívidas e até mesmo de identificar as áreas em que é preciso realizar ajustes e cortes de gastos”, afirma Vignoli.

A pesquisa mostra que quatro em cada dez brasileiros inadimplentes não tem conhecimento sobre os valores dos produtos e serviços comprados a crédito que serão pagos no próximo mês (43,5%) e nem quais são eles (43,5%). “Seja qual for o motivo que levou o consumidor a tornar-se inadimplente, uma coisa é certa: deixar de acompanhar atentamente as próprias finanças e contas só piora a situação, só é possível viver bem dentro do padrão de vida adequado à sua realidade”, aconselha o educador financeiro. Prova disso é que 23,5% dos inadimplentes nunca conseguem fechar o mês com todas as contas pagas.

Quando perguntados sobre quais são as prioridades financeiras, as mais citadas foram a compra de alimentos, produtos de higiene e limpeza (43,9%), seguido pelo pagamento no prazo das contas mensais, como luz e telefone (30,6%) e o pagamento das dívidas em atraso para limpar o nome (11%).


15 setembro, 2016

Informações divulgadas ontem (14) pela coluna Segurança Digital, do portal G1,afirmam que criminosos conseguiram criar um vírus e realizar de forma fraudulenta a mineração da moeda digital Monero. A notícia teria sido passada pelo pesquisador de segurança Attila Marosi, da fabricante de antivírus Sophos. Segundo ele, os fraudadores teriam faturado aproximadamente 76 mil euros (cerca de R$ 280 mil).

Do mesmo modo que outras moedas criptográficas como Bitcoin e Dogecoin, a Monero  permite que usuários colaborem com a rede e sejam, em certas circunstâncias, recompensados com moedas. O ataque sofrido pelo sistema foi baseado no desenvolvimento de um virus que copia a si mesmo para dispositivos que estão com pastas de FTP na internet que estejam sem senha ou com senha fraca. Quando o vírus é executado, ele passa a fazer uso do poder de processamento da máquina da vítima para minerar a moeda digital.

Segundo o G1, criminosos utilizaram diversas pragas para minerar a moeda Bitcoin usando computadores de vítimas, mas o retorno com essa atividade caiu muito com o crescimento da dificuldade para se “minerar” bitcoins. Porém, como a Monero é nova – ela foi criada em 2014, enquanto o Bitcoin existe desde 2009 -, ela não precisa de capacidade de processamento tão grande quanto o Bitcoin para que se consiga boas chances de receber moedas.

Por isso, apesar dos hackers não terem infectado tantos computadores, eles ainda conseguiram moedas Monero suficientes para faturar R$ 280 mil, sem precisar adquirir equipamento de processamento ou pagar energia elétrica.


15 setembro, 2016

Acostumados ao clima agitado e cinza das agências e escritórios, os profissionais do mercado financeiro terão uma oportunidade de experimentar outro tipo de competição em São Paulo. O Parque Ecológico do Tietê receberá no dia 25 de setembro a primeira edição da Financial Run Experience, uma corrida de 7 km que tem o objetivo de promover uma experiência única de entretenimento e esporte para este público.

O evento foi idealizado pelo Grupo Gaia, um dos maiores grupos de securitizadoras do país, único a englobar uma securitizadora imobiliária (GaiaSec), do agronegócio (Gaia Agro) e financeira (GaiaCred). A instituição, que conta ainda com a Gaia Esportes e Corridas, está realizando o evento em  parceria com a ELU! Live Marketing.

A Financial Run Experience terá uma premiação dividida em 5 categorias: escritório de advocacia, bancos, corretoras, auditoria/consultoria e empresas. O pódio será formado pelos melhores corredores de cada um dos segmentos.

Os participantes serão divididos em seus respectivos blocos de atuação profissional que terão largadas escalonadas nos seguintes horários:

  • Banco: 7h30
  • Escritório de Advocacia: 7h33
  • Corretoras: 7h36
  • Auditoria/Consultoria: 7h39
  • Empresas/Individuais: 7h42

A largada acontecerá na Rua Guira-Acangatara, 70 – Eng. Goulart (Parque Ecológico Tietê – Arena). A organização pede que os atletas cheguem 45 minutos antes para evitar imprevistos. Mais informações no site do evento http://financialrun.com.br/ e para inscrições www.ativo.com/calendario/23542/


8 setembro, 2016

Após anunciar nesta semana a inauguração do primeiro caixa eletrônico brasileiro a operar com bitcoins, a empresa de câmbio de moedas virtuais BitcoinToYou, informa que as próximas unidades serão instaladas ainda no mês de setembro, em São Paulo e Brasília. A meta da companhia é ter 10 equipamentos em operação no país até o final de 2016.

A máquina que marcou a estreia da solução está funcionando na sede da BitcoinToYou em Betim, Minas Gerais. Ela é semelhante aos caixas tradicionais, porém permitem apenas depósitos em real para as carteiras virtuais dos usuários.

O diretor da BitcoinToYou, André Horta, explica que para utilizá-la basta criar um login no site ou no aplicativo da companhia, inserir o CPF no caixa e depositar o dinheiro vivo. A partir daí, o valor fica disponível na conta como real ou é convertido em bitcoin, conforme a preferência do cliente. Com o saldo é possível pagar contas, boletos e fazer transferências por meio do aplicativo da empresa.

Para Horta, os caixas de bitcoins surgem como alternativa para uma parcela ainda grande da população brasileira que não utiliza serviços bancários  ou não está satisfeita com os que tem à disposição. “É uma continuação do propósito original do Bitcoin, de ser uma opção, mas se antes a moeda era vinculada a entendidos de tecnologia, hoje ela se apresenta como alternativa real àqueles carentes de respaldo bancário”, diz o empresário.

Além de permitir a compra e venda de bitcoins em reais, a empresa administra a carteira online dos clientes. Desde 2015, opera como um banco de bitcoins, efetuando pagamentos e transferências com a moeda.


8 setembro, 2016

Sob o argumento de que haverá impactos positivos na redução da inadimplência e, por conseguinte, dos juros e do spread bancário, a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou ao tribunal do órgão a aprovação da criação de um novo bureau de crédito por meio da união do Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica, Itaú e Santander.

A decisão foi publicada segunda-feira (5), no Diário Oficial da União. Segundo o Cade, um bureau de crédito atua no fornecimento de serviços sobre informações de adimplência e inadimplência de pessoas físicas ou jurídicas para fins de decisão sobre concessão de crédito. O novo bureau atuará tanto no cadastro negativo como no cadastro positivo.

A superintendência-geral também verificou que a operação possui potencial para alavancar o chamado Cadastro Positivo no Brasil, que ainda se encontra em fase de estruturação.

A nota do Cade diz que, para afastar as preocupações concorrenciais derivadas, principalmente, da integração vertical entre os requerentes e o novo bureau de crédito, os bancos concordaram em celebrar um acordo com o Cade como condição para aprovação da operação. O acordo prevê, entre outras obrigações, metas para o crescimento do cadastro positivo, garantias de não discriminação para bureaus de crédito concorrentes no acesso às informações de crédito e mecanismos de governança corporativa para evitar a troca de informações entre os bancos sócios por meio da joint venture.


8 setembro, 2016

A Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (ABEMF) realizará na próxima semana em São Paulo o 1º Fórum Brasileiro de Fidelização. O evento acontecerá no dia 14 de setembro com o objetivo de proporcionar uma visão ampla do segmento no Brasil e demonstrar sua influência em setores como varejo, aéreo, bancário, além de debater o comportamento do consumidor e o potencial de crescimento do mercado.

Os trabalhos foram divididos em painéis de discussão que contarão com especialistas nacionais e internacionais.  Um dos destaques será a participação do Head Global de Programa de Fidelidade, Mastercard, Francis Hondal, que fará uma palestra intitulada: “Como o programa de fidelidade se torna uma ferramenta poderosa para o setor financeiro”.

Além dele, estarão presentes o Vice Presidente Executivo da Cielo, Adriano Navarini, o Coordenador Geral dos programas de MBA do Insper, Silvio Laban, a CEO da LATAM Airlines Brasil, Claudia Sender, o Presidente e CEO da LoyaltyOne, Bryan Pearson e o Diretor da CENCOSUD, José Rafael Vasquez.

A ABEMF divulgou segunda-feira (05) os indicadores de mercado referentes ao segundo trimestre de 2016. De acordo com a entidade, a quantidade de cadastros em programas de fidelidade em cinco das empresas associadas (Dotz, Grupo LTM, Multiplus, Netpoints e Smiles) aumentou 17,5% nos últimos doze meses, alcançando 74,6 milhões no final do segundo trimestre.

As passagens aéreas continuam sendo as preferidas pelos clientes ao trocar pontos/milhas por produtos e serviços, mas outros produtos têm ganhado espaço. No 2T16, 70,6% dos pontos/milhas foram trocados por bilhetes aéreos. Os outros 29,4% foram para resgatar, principalmente, itens que ajudem no orçamento.


8 setembro, 2016

No próximo sábado (10) a Rede, empresa que atua no mercado de meios eletrônicos de pagamento, realizará a primeira edição do Desafio Mastertech. O evento é dirigido aos profissionais do mercado de TI para o desenvolvimento de aplicações a serem usadas nos terminais de pagamento da adquirente.

Divididos em equipes de três a cinco pessoas, os programadores disputarão qual time desenvolve o melhor aplicativo para auxiliar os varejistas na gestão do seu negócio. A solução vencedora será disponibilizada para download no Marketplace, loja de aplicativos da Rede que oferecerá aos clientes a possibilidade de incrementar os terminais com novas funções.

A competição será realizada no CUBO, espaço de coworking desenvolvido e administrado pelo Itaú Unibanco em parceria com a RedPoint e Ventures. O grupo vencedor ganhará dez mil reais em dinheiro para uso no desenvolvimento de seu aplicativo, residência no CUBO centro de empreendedorismo que abriga mais de 50 startups e três viagens ao Vale do Silício, sede das maiores empresas de tecnologia do mundo.

Para confirmar presença, o interessado deve entrar em contato pelos telefones (11) 5180-6938 / 5180-6920, com Vanessa Guido ou Pedro Migliorini, ou através do  e-mail  itau@textual.com.br informando nome completo, RG e CPF para liberação de acesso, além de telefone celular para eventual contato.


8 setembro, 2016

Na terça-feira (06), o Banco Santander divulgou para seus clientes institucionais relatório sobre a moeda digital Bitcoin. Nele o banco avalia o impacto da tecnologia em empresas do mercado financeiro brasileiro e afirma que ela pode ser tanto uma oportunidade quanto uma ameaça a diferentes setores.

Para empresas que processam transações de pagamento com cartões de crédito como a Cielo e emissores destes cartões, como os próprios bancos, o Santander avalia que o impacto da nova moeda pode ser negativo, uma vez que ela opera com maior agilidade, menos burocracia e redução das taxas.

No caso das bandeiras de aceitação como Elo, Visa e Mastercard o banco vê possibilidades de benefícios com a tecnologia porque ela pode trazer redução de custos. As bolsas de valores, como a BM&FBovespa, também podem sair ganhando, incluindo moedas digitais em seu portfólio de produtos.

Para explicar a tecnologia a clientes convidados e criar o relatório, o banco convidou a startup brasileira Mercado Bitcoin. “As instituições financeiras estão se movimentando para que não aconteça com elas o que aconteceu com a Kodak, após a popularização da fotografia digital, ou com a Blockbuster após o sucesso da Netflix”, diz Rodrigo Batista, sócio do Mercado Bitcoin.

Na conclusão do relatório, o Santander reconhece que uma das barreiras para adoção do dinheiro eletrônico é o medo de seu uso para lavagem de dinheiro. Contudo, o banco diz que essa situação está mudando, informando que grandes bancos já estudam tecnologias de moeda digital. Um dos argumentos usados para tal citação é um relatório em que o banco central inglês afirma o baixo risco do uso do Bitcoin para a prática de lavagem de dinheiro.


8 setembro, 2016

O balanço do primeiro semestre de 2016 divulgado pela FenaPrevi, entidade que representa 70 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país, revelou que os seguros de pessoas, que incluem seguros de vida, de acidentes pessoais, viagem, educacional, entre outras modalidades de proteção, registraram R$ 15,04 bilhões em prêmios (valor pago pelos segurados para contratação de coberturas para seus riscos pessoais). O resultado representa um aumento de 3,7% sobre os R$ 14,5 bilhões verificados no mesmo período do ano anterior.

Os dados mostram também que, no primeiro semestre de 2016, as seguradoras pagaram R$ 4,2 bilhões em indenizações aos segurados. No mesmo período do ano anterior, foram pagos R$ 3,7 bilhões.  “Embora modesto, o resultado foi bem recebido pelo setor, dada a dimensão da crise por que passa o País. Estamos otimistas com a retomada a partir do segundo semestre”, diz Edson Franco, presidente da FenaPrevi.

Na análise de desempenho por modalidade de produto, o seguro de vida, que representa o maior volume do segmento, registrou, no primeiro semestre, prêmios de R$ 6,3 bilhões, correspondendo a aumento de 5% em relação aos R$ 6 bilhões computados de janeiro a junho de 2015.

O seguro de acidentes pessoais, por sua vez, que oferece coberturas em caso de morte e invalidez permanente (total ou parcial) e outros riscos causados por acidentes involuntários, provocando lesões físicas ou até mesmo falecimento, obteve alta de 4% e registrou R$ 2,6 bilhões no período compreendido entre janeiro e junho de 2016.

Segundo o balanço da FenaPrevi, algumas modalidades de proteção tiveram resultados mais expressivos. Por exemplo, o seguro educacional que registrou alta de 78,9% no volume de prêmios, registrando R$ 22 milhões no primeiro semestre de 2016. No mesmo período do ano anterior, haviam sido computados R$ 12,3 milhões.


8 setembro, 2016

A Atento, líder em serviços de gestão de clientes e terceirização de processos de negócios na América Latina, anunciou terça-feira (6), a aquisição do controle majoritário da R Brasil Soluções, um dos principais provedores de serviços de cobrança no país. Os termos financeiros da transação não foram divulgados.

Fundada em 2007, a R Brasil Soluções conta com mais de 20 clientes em seu portfólio. A empresa atua na recuperação de recebíveis por meio de ferramentas de business intelligence e analytics. Seus principais parceiros são do segmento financeiro, de telecomunicações e varejo.

“A aquisição acelera a evolução da companhia com a oferta de soluções de maior valor agregado, solidificando ainda mais nossa liderança na América Latina”, afirma Alejandro Reynal, CEO da Atento. “A iniciativa reforça a nossa estratégia de longo prazo, que inclui a consolidação de nossa liderança em serviços de voz, garante uma maior expansão em soluções fim-a-fim especialmente em serviços financeiros, bem como acelera o crescimento em serviços digitais”, completa.

“A união das competências da Atento com as da R Brasil irá nos tornar a maior provedora de soluções de recuperação de recebíveis no Brasil”, declarou Mário Câmara, diretor geral da Atento no Brasil. “Nós forneceremos uma solução de cobrança fim-a-fim superior para nossos clientes, que proporcionará uma alternativa mais eficiente para os consumidores regularizarem seus vencimentos e melhorarem suas relações com as marcas. Estamos muito animados com as novas oportunidades que podemos trazer para os nossos clientes”.


8 setembro, 2016

A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS) apresentou nesta semana um Guia de Orientações de Credenciamento para os partidos e candidatos interessados na arrecadação eleitoral de recursos via cartões de crédito. O objetivo é facilitar o processo de credenciamento junto às adquirentes.

O documento alerta que antes de proceder à arrecadação de recurso por cartão de crédito os candidatos e comitês financeiros deverão cumprir as obrigações estabelecidas pela Justiça Eleitoral como: solicitar registro na Justiça Eleitoral; obter a inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica; abrir a conta bancária eleitoral específica para a movimentação financeira de campanha; receber os números de recibos eleitorais; desenvolver a página de internet específica para o recebimento destas doações e só então providenciar a assinatura de contrato de afiliação com a instituição de pagamento (credenciadora) para o recebimento das doações por meio de cartão de crédito.

O guia indica que, em conformidade com todos estes requisitos, os interessados devem entrar em contato com as credenciadoras (também denominada adquirente) e fornece as informações de contato destas empresas. Segundo a ABECS, até segunda-feira (05) estavam aptas a realizar este tipo de transação a American Express, Cielo, Rede, GetNet, Elavon e Stone. A entidade informa que havendo outras credenciadoras habilitadas a proceder ao credenciamento, o guia será atualizado no site da própria ABECS.


1 setembro, 2016

No dia em que se comemora a Independência do Brasil, dia 7 de setembro, acontecerá o primeiro Hackathon Internacional de Blockchain no país. O evento reunirá desenvolvedores, designers e empreendedores que terão a oportunidade de criar um aplicativo ou protótipo de plataforma, alavancando a tecnologia blockchain.

Organizado pelo Blockchain Center, o evento contará com a presença do especialista Robert Schwentker, uma das referências do assunto no Vale do Silício. Robert é co-fundador da Blockchain University e atualmente está trabalhando em um projeto de cryptocurrency no MIT Media Lab Digital Currency Initiative.

O Blockchain Center é um grupo focado em reunir empresas com atividades relacionadas a blockchain (bitcoin, ethereum) e tecnologias similares. Seu objetivo é fomentar a adoção e o desenvolvimento destas tecnologias, para ajudar a tornar o Brasil referência em tecnologia e inovação.

O evento acontecerá na sede do Blockchain Center, que fica na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2012, em São Paulo. Os trabalhos terão início ás 9h.

Ingressos podem ser adquiridos no endereço:  http://www.meetup.com/pt-BR/Blockchain-Center/events/233382275/?eventId=233382275


1 setembro, 2016

O Índice de Intenção de Financiamento, um dos indicadores que compõem a Pesquisa de Risco e Intenção de Endividamento (PRIE), apresentou alta de 3,5% em agosto na comparação com o mês anterior e atingiu 15,3 pontos. A pesquisa é elaborada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

Ela revela ainda que o Índice de Segurança de Crédito, que mede a capacidade do consumidor de pagar dívidas, apresentou alta de 5,8% em agosto na comparação com julho e atingiu 84,3 pontos. No comparativo anual, o indicador mostrou elevação ainda maior de 8%. Entre os endividados, o índice teve crescimento mensal de 5,4%, enquanto, entre os não endividados, o aumento foi de 6,6%.

De acordo com a FecomercioSP, o cenário de idas e vindas dos indicadores de segurança nos últimos meses deu lugar a um ambiente mais positivo, com a melhoria de todos os indicadores apurados pela entidade. Mas esse quadro está ainda sujeito à transitoriedade da situação política e ao problema do mercado de trabalho, que não foi resolvido. Sobre o risco de crédito, a Federação alerta para a possibilidade de inadimplência caso o desemprego suba ainda mais neste ano.

De acordo com a entidade, em um futuro próximo, a tendência é de que os juros básicos sejam reduzidos e com isso os poupadores voltem a apostar na segurança da Caderneta de Poupança. Porém, esse público também procurar outras opções como a Bolsa de Valores, principalmente em função do desempenho atual das aplicações do Ibovespa. A Federação ressalta, no entanto, que os aplicadores tendem a serem mais conservadores nas opções de suas aplicações no curto prazo.


1 setembro, 2016

O resultado do Produto Interno Bruto (PIB), divulgado ontem (31), mostrou que, na comparação entre o primeiro e o segundo trimestre deste ano, houve avanço de 0,4% nos investimentos após dez trimestres em queda. Os investimentos são chamados de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) – um indicador que demonstra condições essenciais para o Brasil voltar a crescer, gerar emprego e renda.

Com esse resultado de investimento no período, a taxa alcançou o equivalente a 16,8% do PIB. A produção de bens de capital também tem influência sobre o resultado positivo dos investimentos. Apenas entre maio e junho houve um aumento de 1,1%. A fabricação desses itens aumenta quando há novos projetos saindo da gaveta.

A nota do Portal Brasil afirma que o aumento desse indicador significa que há mais confiança na economia, pois os empresários só tiram projetos da gaveta na medida em que acreditam que o futuro será melhor que o presente.

O governo, no entanto, quer elevar esse percentual e tem trabalhado para fazer os investimentos deslancharem. Para isso criou a Secretaria Executiva do Programa de Parcerias Público Privadas (PPI), que tem desenvolvido projetos para o país.

Outro indicador que apresentou melhora importante foi a taxa de poupança bruta, que passou de 15,1% do PIB para 15,8%. Esse número é a soma da poupança das empresas, das famílias e do governo. A poupança é muito importante, pois é ela que proporciona os recursos que possibilitam os investimentos em novos projetos que geram emprego e renda.


1 setembro, 2016

Além da meta de se tornar objeto de desejo entre as fãs da marca, o Cartão pré-pago Capricho, lançado nesta semana pela marca do Grupo Abril, em parceria com a Brasil Pré-Pagos (BPP) e com a Visa, tem como missão auxiliar na educação financeira das adolescentes. Ele funciona por meio de um aplicativo exclusivo, pelo qual o pai ou responsável pode carregar sua conta BPP e transferir para os cartões das filhas o valor que desejar.

A partir deste momento as jovens têm condições de acompanhar seus gastos por meio de um gráfico e poupar dinheiro. A ideia é incentivar a prática de guardar um pouco do dinheiro por mês para poder comprar algo mais valioso numa próxima oportunidade.  Além disso, em caso de perda, roubo ou extravio do cartão, o dinheiro carregado está protegido pela senha individual cadastrada na ativação.

Esse modelo de cartão possui abrangência internacional e pode ser utilizado em mais de 30 milhões de estabelecimentos comerciais e sites que aceitam Visa. O cartão pode ser adquirido por meio do endereço www.mesadacapricho.com.br.

“O Cartão CAPRICHO não é apenas um meio de pagamento, mas também uma forma de educação financeira. Ao mesmo tempo em que o pai dá autonomia à filha para realizar suas compras, ele também poderá ter acesso aos gastos da mesma se quiser”, comenta Paulo Della Volpe, presidente da Brasil Pré-Pagos.

Para a diretora de Produtos Pré-Pagos da Visa do Brasil, Olívia Aki, esta novidade faz parte da estratégia dos cartões Pré-Pagos Visa que tem como foco desenvolver novas propostas de valor para o segmento jovem através de canais digitais. “A Visa está focada no desenvolvimento de produtos específicos que acompanhem este público por toda sua vida, começando com um cartão pré-pago que pode atender diversas necessidades: entretenimento, viagens, estudos, mesada e compras do dia a dia.”


1 setembro, 2016

A plataforma de serviços financeiros digitais MoneyClip foi um dos destaques entre os finalistas do Up Innovation Lab, programa de fomento de startups desenvolvido pela Accenture com a finalidade de aprimorar a competitividade da economia local por meio da inovação.

A MoneyClip concorre com o projeto da bandeira de aceitação virtual E-Dinheiro, que já opera comercialmente em 65 comunidades brasileiras, em 18 estados, por meio de parceria com bancos comunitários locais. O sistema venceu o Prêmio Relatório Bancário de 2015 na categoria Mobile Payment.

A solução proporciona a realização de transações financeiras com o uso de telefones celulares. O usuário final não precisa ter internet, conta bancária ou cartão de crédito. Além de pagar as compras realizadas nos bares, supermercados e todos os tipos de estabelecimentos, o aplicativo permite ainda o envio e recebimento de recursos financeiros e cobranças entre usuários da plataforma.

O diretor da MoneyClip, Marcos Sarres, informa que após consolidar a operação junto aos bancos comunitários, o E-Dinheiro está pronto para entrar num processo de massificação.


1 setembro, 2016

Lideradas por grupos de monitores pedagógicos da Oficina Primeiro Livro, coordenada pelo professor Luís Junqueira, as crianças que visitam o stand do Itaú durante a 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo estão sendo estimuladas a montarem seus próprios livros, com capa e até a própria foto impressa na contracapa. O evento teve início no dia 26 de agosto e será encerrada no dia 4 de setembro no Pavilhão do Anhembi, na Zona Norte de São Paulo.

As oficinas acontecem diariamente, a cada 30 minutos, e fornecem inclusive um mini cenário de sessão de autógrafos com mesa e cadeira. O banco montou um stand de 125 metros quadrados, criado pela Agência TUDO, inspirado em três temas que frequentemente aparecem nos desenhos e histórias das crianças: espacial (com naves e astronautas), Idade Média e suspense.

Além da criação dos livros, o espaço oferece contação de histórias e iPads para leitura de publicações no formato Canvas e com uso de óculos Rift. Para manter o espírito protagonista e colaborativo do local, haverá também pontos de interatividade na cenografia, como painéis para desenhar e interações com os objetos cenográficos. “Tudo foi pensado para criar um ambiente que estimule a criatividade das crianças, de forma lúdica e divertida”, afirma Gladys Esher, diretora de criação da Agência TUDO.

Além das atividades voltadas para o público infantil, o stand do Itaú na Bienal do Livro foi palco para o lançamento do livro “O Cabelo da Menina”, de Fernanda Takai, no dia 28 de agosto. A novidade faz parte da coleção Livros na Timeline, publicados no Facebook do banco, exclusivamente para smartphones e que conta mais outras duas histórias dos autores Marcelo Rubens Paiva e Luis Fernando Verissimo.


1 setembro, 2016

Os clientes de títulos de capitalização tiveram um primeiro semestre positivo apesar da crise econômica. Segundo balanço do período divulgado esta semana pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), as 17 empresas do segmento distribuíram R$ 541 milhões em prêmios para clientes contemplados em sorteios. O montante representa um avanço de 11,4% em relação aos seis primeiros meses de 2015.

Os recursos oriundos de resgates finais e antecipados de títulos alcançaram R$ 10,1 bilhões, crescimento de 23% no período, informa o estudo. Já as provisões técnicas, que são os valores acumulados pelos clientes e que serão resgatados ao fim do prazo de vigência dos títulos, atingiram R$ 29 bilhões, enquanto a receita global do setor atingiu R$ 10,2 bilhões no primeiro semestre.

“Esses recursos voltam ao mercado, movimentam a economia e contribuem para a realização de projetos”, diz Marco Antonio Barros, presidente da FenaCap. Segundo ele, o título de capitalização é um produto indicado para pessoas com diversos perfis de comportamento, consumo e renda. “Atende as pessoas que querem guardar dinheiro e concorrer a prêmios, as que desejam alugar um imóvel e não têm fiador e também às empresas que desejam realizar promoções ou realizar ações de fidelização com seus clientes”, exemplifica.

Atualmente, o setor oferece um conjunto de soluções de negócios com sorteios capazes de suprir diversas lacunas existentes no mercado. Para o segmento pessoa física, por exemplo, há alternativas que permitem iniciar uma reserva financeira com apenas R$ 28, contando com o atrativo adicional de participar de sorteios, e outras capazes de atrair consumidores de alta renda, em vista da possibilidade de concorrer a prêmios de até R$ 10 milhões, acrescenta Marco Barros.


1 setembro, 2016

A FENABAN – Federação Nacional dos Bancos, braço sindical da FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos, apresentou aos bancários nesta semana proposta de reajuste de 6,5% nos salários e benefícios, acrescido de um abono de R$ 3 mil, a ser pago de uma só vez. Segundo a entidade, quando somados, o abono e o reajuste representarão ganho superior à inflação na remuneração do ano da grande maioria dos funcionários do sistema bancário.

Para os empregados com salário de R$ 2,7 mil, por exemplo, o anúncio representa um aumento, na remuneração, de 15%. Já os funcionários que ganham R$ 4 mil, o aumento de remuneração será de 12,3%; e, para salários de R$ 5 mil, equivale a 11,1%. O piso salarial para a função de caixa, com o reajuste, passaria a R$ 2.842,96, por jornada de 6 horas/dia.

O reajuste será aplicado também ao conjunto de benefícios pagos pelos bancos, que estão entre os mais favoráveis do mercado de trabalho, como o auxílio-alimentação, que passará a R$ 523,48 mensais (e é complementado pela 13ª cesta alimentação, também no mesmo valor), e o auxílio refeição, que o reajuste elevará a R$ 694,54 mensais.

Outro item na proposta da FENABAN é a participação nos lucros dos bancos, que distribuem até 15% do lucro apurado no exercício de 2016 aos empregados, calculado segundo uma fórmula capaz de ser atendida por todos os bancos, favorecendo ao conjunto dos bancários. Os valores individuais podem representar até quatro salários no ano para a função de caixa.


25 agosto, 2016

A Cantarino Brasileiro acaba de abrir as inscrições para a 12ª edição do Prêmio Relatório Bancário. Até o dia 30 de setembro bancos, corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários, seguradoras, financeiras, empresas de recuperação de ativos, bolsa de valores, cooperativas de crédito, fundos e bancos de investimentos e empresas de meios de pagamento poderão apresentar soluções tecnológicas implementadas em 2016.

Não há custo para a inscrição dos cases e nem limitação do número de projetos por empresa. Os projetos serão submetidos à avaliação de um grupo de jurados formado por jornalistas e profissionais com notório conhecimento neste setor. Os vencedores serão comunicados até o dia 11 de novembro e a cerimônia de premiação acontecerá no dia 29 de novembro.

As companhias podem participar com cases nas seguintes categorias: Aplicativos, Autoatendimento, Cartões, Contact Center, CRM, Data Center, Eficiência Operacional, Gestão de documentos, Inclusão Financeira, Infraestrutura em TI, Inovação em Agência, Inovação em Cobrança, Inovação em Crédito, Internet, Meios de Pagamento, Prevenção à Fraude, Processos, Produtos para Conta Corrente, Redes Sociais, Segurança e Serviços de Integração.

O diretor da Cantarino Brasileiro, Marcos Cantarino, afirma que o prêmio Relatório Bancário está consolidado como uma das principais referências de excelência no fornecimento de soluções tecnológicas destes segmentos. “Trata-se de um dos maiores reconhecimento para empresas e profissionais de TI que fazem do serviço financeiro um dos mais bem sucedidos setores do Brasil na aplicação da tecnologia em benefício da sociedade. Mais uma vez será uma grande honra e uma grande responsabilidade identificar, avaliar e premiar os melhores projetos”, afirma.

Para se inscrever basta acessar o site http://cantarinobrasileiro.com.br/premio2016


25 agosto, 2016

Considerando um universo de 55 milhões de brasileiros que não possuem conta em banco e movimentam cerca de R$ 665 bilhões por ano, a Alelo, empresa líder no setor de benefícios e despesas corporativas, anunciou nesta semana o objetivo de dobrar seu faturamento e passar a crescer 40% ao ano. Atualmente a companhia tem cerca de 150 mil cartões emitidos.

Um levantamento realizado de janeiro a abril deste ano, feito com os usuários do Alelo Pagamentos, apontou que a carga média dos cartões, que representa o salário do trabalhador, é de R$ 1.500. O público mais aderente ao modelo de pagamento por meio do cartão são empresas com uso intensivo de mão de obra com alta rotatividade ou com empregados temporários, especialmente nos segmentos de construção civil, call center e agronegócios.

A Alelo constatou também que muitos usuários ainda não têm o hábito de utilizar o cartão para pagar despesas do dia a dia. Apesar de realizarem em torno de sete transações de compras em estabelecimentos dos ramos de saúde, alimentação e combustível, a maior parte do volume carregado no cartão é retirado em saques. A visualização de saldo e extrato também não é hábito desses usuários, já que mais de 10% das transações são negadas porque o usuário não acompanha seu saldo.

Conforme os dados do GSPP (Grupo Setorial de Pré-Pagos), os pagamentos com cartões pré-pagos devem corresponder até 10% das transações feitas com cartões até 2020, no Brasil.

“Nesse momento de crise que o Brasil vive, onde a taxa de desemprego chega a mais de 11% da população, as empresas precisam se adaptar ao mercado e a Alelo aposta muito nos seus produtos como alternativa para reduzir gastos com taxas e trazer benefícios às empresas e aos usuários”, explica Roberto Niemeyer, diretor de Despesas Corporativas da Alelo. “Temos soluções para as empresas que querem facilitar processos de pagamentos de funcionários, solução para controle de despesas corporativas, cartões de incentivo e premiação, entre outros”, finaliza.


25 agosto, 2016

De acordo com uma notícia publicada pela agência Reuters, o banco suíço UBS está liderando uma iniciativa apoiada por quatro dos maiores bancos do mundo que estão desenvolvendo um sistema para permitir que pagamentos e outras transações financeiras sejam feitas rapidamente por meio da tecnologia blockchain.

A nota informa que o UBS desenvolveu uma moeda digital chamada USC. Ela seria um equivalente eletrônico a cada uma das principais moedas apoiadas por bancos centrais, como o dólar e o euro, o que se configura num modelo totalmente diferente do conceito utilizado até o momento que funciona com moedas eletrônicas descentralizadas como o bitcoin.

A ideia é que o USC seja conversível a uma paridade com depósitos bancários da moeda correspondente, o que o torna totalmente reversível em ativos em dinheiro por um banco central.

O banco suíço lançou o conceito em setembro do ano passado com ajuda da companhia britânica Clearmatics e tem recebido apoio do BNY Mellon, Deutsche Bank, Santander e da corretora ICAP.

A tecnologia blockchain pode processar automaticamente e liquidar transações por meio de algoritmos executados por computadores, sem a necessidade de uma verificação por um terceiro. Como não precisa de processamento manual ou autenticação de intermediários, a tecnologia pode tornar os pagamentos mais rápidos, mais confiáveis e mais simples de serem auditados.

O Fórum Econômico Mundial informou em relatório este mês que mais de 90 bancos centrais estão discutindo o uso da blockchain e estimou que 80 por cento dos bancos comerciais do mundo terão iniciado projetos que usam a tecnologia até 2017.


25 agosto, 2016

A festa olímpica afetou positivamente a expectativa, tanto dos vendedores quanto dos compradores, em relação à melhora das condições econômicas do país. Pelo menos é o que mostram duas pesquisas reveladas nesta semana. Na terça-feira (23) a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) anunciou o aumentou 1% em agosto, na comparação com julho, do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC). Ontem (24) foi a vez da Fundação Getúlio Vargas apresentar uma subida de 2,6 pontos em agosto em relação ao mês anterior do Índice de Confiança do Consumidor (ICC). Com a elevação, o indicador atingiu 79,3 pontos, maior leitura desde janeiro de 2015 (81,2 pontos).

Para a FGV, o destaque no mês foi a alta de 3,8 pontos no Índice da Situação Atual (ISA), atingindo 69,5 pontos. Em junho, o ISA havia chegado à mínima histórica da pesquisa. Outro dado animador foi o Índice de Expectativas (IE) que subiu 1,6 ponto, atingindo 86,9 pontos, maior patamar desde dezembro de 2014.

“Em agosto, a maior contribuição veio do aumento da satisfação com a situação presente, um sinal favorável, considerando que houve uma melhora na percepção dos consumidores tanto em relação ao mercado de trabalho quanto à situação financeira das famílias”, disse Viviane Seda Bittencourt, Coordenadora da Sondagem do Consumidor.

Outro dado revelado nesta semana foi o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da cidade de São Paulo, apresentado pela Fecomércio SP. O estudo informa que em agosto foi superada a marca dos 100 pontos pela primeira vez em 15 meses, atingindo os 101,6 pontos. O ICC não ultrapassava a barreira dos 100, que delimita o sentimento de pessimismo e otimismo, desde abril de 2015.


25 agosto, 2016

A partir de 24 de setembro, 20 startups brasileiras e de outros países, relacionadas ao mercado financeiro, de bens de consumo e varejo, farão apresentações para grandes empresas como Ambev, Santander, Itaú, Banco do Brasil, BRF, Natura, GPA, Unilever e outras. Trata-se da etapa de seleção do Up Innovation Lab, programa de fomento de startups desenvolvido pela Accenture com a finalidade de aprimorar a competitividade da economia local por meio da inovação.

As demonstrações acontecerão até o dia 29 de agosto e contarão as seguintes empresas: Arquivei.com.br;  Bynd; Cuponeria; Dito Brasil; Guiando; Luckro; Medicinia; Memed; Menupontocom;  Moneyclip; NanoRep; NEXXTO; OriginalMY; PagoSim; PinPeople; Remedio Certo; Renda Fixa; Skore; Supermercado Now e Paykey.

Inspirado no Fintech Innovation Lab – referência em Nova York, Londres, Hong Kong e Dublin desde 2010 – e sem fins lucrativos, o Up Innovation Lab é direcionado às startups que já possuem produtos validados no mercado e que buscam a oportunidade de apresentá-los às maiores empresas do País.

Com duração de cinco meses, o programa permitirá às startups selecionadas interagir com os principais executivos das grande corporações; realizar provas de conceito; obter conhecimento a partir da experiência dos executivos da Accenture e, ainda, participar de painéis de discussão e workshops para o desenvolvimento e testes de soluções. Segundo Guilherme Horn, Diretor Executivo de Inovação da Accenture, “é uma oportunidade fantástica para as startups mais maduras darem um passo importante no sentido de escalar seus negócios”.


25 agosto, 2016

Lançada oficialmente no dia 31 de maio, a quarta edição do prêmio “Concred Verde” encerrará o período de inscrições no dia 31 de agosto.  Trata-se de uma iniciativa da Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebras) que tem como finalidade reconhecer as boas práticas de responsabilidade social e ambiental de cooperativas de crédito brasileiras e instituições ligadas ao cooperativismo de crédito.

As ações que disputam o prêmio devem ter sido implementadas através de atividades intimamente ligadas a uma gestão ética, sustentável e transparente, em harmonia com os pilares: equilíbrio ambiental, viabilidade econômica, justiça social e dimensão cultural.

A premiação acontece em três categorias sendo que em cada uma haverá o reconhecimento para 1º, 2º e 3º lugares. A primeira modalidade é “Harmonia Social”, que premiará projetos com atuação voltada para o interesse da comunidade. Os projetos podem englobar ações nas áreas: educação, voluntariado, cultura, esporte ou qualquer outra atividade que leve melhoria para qualidade de vida da comunidade.

A segunda categoria é “Economia Funcional”, que destacará projetos com atuação voltada para a participação econômica. Nela serão consideradas iniciativas inovadoras que trouxeram economia de recursos para a organização ou que ajudem a vida financeira de seus usuários.

Finalmente, é possível participar na modalidade “Equilíbrio Ambiental”. Nela serão considerados os projetos de preservação e conversação do meio ambiente, que estimule o consumo consciente, que promova a gestão responsável dos recursos naturais, ou que pratique a educação ambiental.

As inscrições podem ser feitas no site da própria Confebras (http://www.confebras.coop.br/concred/premio-concred/)


25 agosto, 2016

De acordo com o Diretor Sênior de Gestão do Conhecimento da Verint, John Chmaj, as prestadoras de serviços que aspiram à excelência não focam nas capacidades e relacionamentos que a gestão do conhecimento exige para sua evolução. Um dos erros mais frequentes neste sentido é cometido quando os diferentes grupos de interesse que atuam na empresa preocupam-se basicamente com seus objetivos individuais. Por isso, sob a perspectiva de negócios, a gestão do conhecimento deve buscar unir esses grupos em um time focado em disponibilizar a melhor informação para cada contexto e momento do consumidor.

Em um artigo publicado no blog da Verint, Chmaj afirma que um entendimento claro do público e dos momentos de consumo do conteúdo é essencial para comportamentos mais efetivos e para ajudar a empresa a atingir os objetivos de forma mais rápida e eficiente. “Cada grupo deve desenvolver as responsabilidades compartilhadas para os resultados finais”, diz.

Segundo ele, essas responsabilidades passam pela entrega de conhecimento rápido, preciso e intuitivo em cada canal. Pelo desenvolvimento de formatos de conteúdo para facilitar a leitura e compreensão dos agentes e consumidores. Também é necessário incentivar a adoção das ferramentas da Gestão do conhecimento e do conteúdo como as fontes mais confiáveis do contact center, além de manter a sintonia entre a entrega de conhecimento e as necessidades mais importantes dos consumidores e agentes.

Na opinião do executivo, para que a gestão do conhecimento ofereça o máximo da sua capacidade, todas as partes do negócio devem estar integradas na mesma perspectiva para atingir uma só meta: oferecer ao consumidor uma experiência excepcional. “Somente o comprometimento permite que a empresa desfrute de todo o potencial que essa estratégia pode oferecer. Gestão do conhecimento não é um projeto, e sim um estilo de vida”, finaliza.

O artigo pode ser lido na íntegra no endereço http://www.verintintouch.com.br/